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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza nesta sexta-feira (22) uma reunião da Diretoria Colegiada para decidir sobre a liberação do uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac. De acordo com o G1 (https://cutt.ly/MjHK5Xy), se for aprovada, esta será a segunda autorização da agência reguladora para a vacina. A primeira autorização da Anvisa para uso emergencial foi decidida por unanimidade no último domingo. A Coronavac e a vacina de Oxford tiveram o uso emergencial aprovado.
As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas em parceria entre a AstraZeneca e a Universidade de Oxford devem chegar ao Brasil, vindas da Índia, hoje, publicou a Agência Brasil (https://cutt.ly/mjHLcFG). A previsão é que a carga, de 2 milhões de doses, chegue ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 17h40.Depois, também de avião, ela seguirá ao Rio de Janeiro, na Fiocruz.
Visando garantir a importação de insumos farmacêuticos fundamentais para a fabricação de vacinas contra a covid-19, o governo brasileiro decidiu amenizar o tom nos diálogos com a China sobre a tecnologia de telefonia 5G. O Globo (https://cutt.ly/HjHKFfZ) informou que a ideia é evitar debates públicos sobre a possibilidade de a Huawei ser barrada como fornecedora de infraestrutura do leilão que o Brasil fará, ainda que não haja decisão sobre permitir ou não a participação da empresa chinesa na disputa. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em novembro de 2020, relacionou o uso dos equipamentos da Huawei à "espionagem da China" em uma rede social.
Sem a presença de Donald Trump, Joe Biden tomou posse nesta quarta-feira (20) como o novo presidente dos Estados Unidos. Segundo a Exame (http://bit.ly/3sMfryC), Trump é o primeiro presidente a não comparecer à cerimônia de posse no país desde o século 19. Aos 78 anos, Biden é o 46º presidente norte-americano.
No discurso de posse, Biden disse que a democracia prevaleceu na invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro, e pediu para a nação “recomeçar do zero”, como noticiou O Globo (http://glo.bo/3sIgzDd). Entre outros pontos, defendeu a união, mas destacou o combate ao extremismo político, da supremacia branca e do terrorismo interno. Já no dia da posse, o novo presidente assinou decreto para que os Estados Unidos voltem ao Acordo de Paris, um acordo climático global assinado em 2016, e determinou a obrigatoriedade do uso de máscara em todas as propriedades federais, informou a CNN (http://bit.ly/3o2ST94).
A vacinação contra a covid-19 chegou a todos os estados brasileiros, nessa terça-feira. Problemas logísticos fizeram as remessas de Coronavac atrasarem um dia no Distrito Federal e mais 10 estados, mostra o G1 (https://glo.bo/3p1eUqa). O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, publicou vídeo enaltecendo o trabalho coordenado entre entes públicos e privados, sem mencionar que as primeiras doses começaram a ser aplicadas ainda no domingo, em São Paulo.
Ao todo, seis milhões de unidades da vacina chinesa foram distribuídas pelo país.
A Anvisa deve responder até sexta sobre o pedido do Instituto Butantã para o uso emergencial dos 4,8 milhões de doses da Coronavac produzidos em território nacional, relata o UOL (https://bit.ly/3bVAoRG).
Enquanto isso, a Índia não deu prazo para a entrega ao Brasil de dois milhões de doses do imunizante Oxford/AstraZeneca. O governo de lá anunciou para hoje as primeiras entregas. Começando pelo Butão, o fármaco chegará a seis países vizinhos e aliados. Há também uma lista de espera de outros três países, mas o Brasil não foi incluído. De acordo com o colunista Jamil Chade (https://bit.ly/2XVqlnk), o revés brasileiro se deve ao fato do Itamaraty ter atuado contra a proposta indiana na OMC de abolição de patentes de vacinas.
A diplomacia brasileira também parece ter prejudicado as importações da China. Ontem, a Fiocruz anunciou ter adiado de fevereiro para março a previsão de entrega das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca a serem fabricadas no Brasil. A mudança seria devida à incerteza sobre a liberação dos insumos pelo governo chinês, aponta o Poder360 (https://bit.ly/3sCDEam). O Instituto Butantã espera receber na semana que vem matéria prima para a produção de 5,5 milhões de unidades da Coronavac.
Hoje o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), tem um encontro com o embaixador da China no Brasil para tentar contornar o problema decorrente da falta de disposição para o diálogo e dos constantes ataques do Planalto e aliados aos chineses, explica Mônica Bergamo (https://bit.ly/3qBMjYG).
Ao menos 11 estados atrasaram o cronograma de vacinação contra a covid-19 e iniciam a campanha nesta terça-feira (19). Entra eles Bahia, Amazonas, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. De acordo com a Folha (https://bit.ly/38TBnjk), 19 governadores que esperavam receber doses na tarde desta segunda-feira (18) ficaram sem o imunizante. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, jogou a culpa nos políticos estaduais que, segundo ele, pediram para antecipar a aplicação, alterando, assim, a logística pré-estabelecida. Inicialmente, a vacinação começaria na quarta-feira (20), mas o ministro anunciou que os estados estariam liberados a partir desta segunda-feira (18).
Uma mulher negra foi a primeira vacinada contra a covid-19 no Brasil. A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebeu o imunizante CoronaVac no Hospital das Clínicas de São Paulo, às 15h31 deste domingo (17). Pelo menos outros 111 profissionais de saúde também já receberam a primeira dose. A aplicação aconteceu minutos depois de a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e produzida em parceria com o Instituto Butantan, ter o uso emergencial aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), destaca a Folha (https://bit.ly/3syKmhB). A Agência também aprovou o uso emergencial do imunizante da Oxford/AstraZeneca
Nossa democracia está em risco. Desde o início. Assim como a vida e tudo mais, as democracias começam a morrer no instante em que nascem. Períodos de prosperidade seguidos de crises profundas e mais prosperidade e assim por diante. Qual grau de ameaça o momento atual representa para a Democracia?
Como noticiado pelo UOL (http://bit.ly/2LzHm3V), no último mês o Capitólio foi invadido e o processo eleitoral norte-americano contestado físicamente por apoiadores de Donald Trump inconformados com a derrota nas urnas. O clima quente contaminou os discursos também no Brasil. Entre muitas, ficou no ar a questão: será que o regime democrático como conhecemos está em risco?
Para debater sobre democracia, Brasil e Estados Unidos, recebemos Gabriel Campos, mestre em história pela Universidade Federal de Ouro Preto e analista de inteligência política; Cáli Pinto, doutora em ciência política e feminismo, estudou em Essex, Londres; e Marcus Vasconcellos, professor de Direito Constitucional, especialista pela PUC São Paulo.
As entrevistas foram feitas de maneira separada e depois organizadas por temas para facilitar a compreensão da opinião dos especialistas. Complementamos as entrevistas com informações retiradas de diversos jornais. Acesse em seupanorama.com.br.
O Panorama Analisa esclarece e aprofunda assuntos em voga no Brasil e no mundo. Aqui você vai saber tudo, ou quase tudo, sobre um tema específico.
O Amazonas teve a primeira noite com toque de recolher depois do agravamento da pandemia. A medida terá duração de 10 dias enquanto o estado vive o pior momento desde a chegada da covid-19 ao Brasil. A média móvel de mortes subiu 183% em uma semana, aponta o G1 (https://glo.bo/35IT6I5). Ontem, hospitais registraram falta de oxigênio líquido e médicos relataram a morte de pacientes por asfixia na capital manauara. A demanda pelo insumo chegou a 70 mil metros cúbicos, mais que o dobro do registrado no primeiro pico de transmissão, em 2020. A produção local é de apenas 28 mil metros cúbicos, relata O Globo (https://glo.bo/2LCkb8W). O material já tem sido trazido de outros estados para o Amazonas e o governo da Venezuela já ofereceu parte de seus estoques. O governo brasileiro também negocia a ajuda de um avião da Força Aérea dos Estados Unidos para o transporte de cilindros, como informa o Estadão (https://bit.ly/3igwxPW). E a Anvisa autorizou a redução da pureza do oxigênio líquido de 99% para 95% visando agilizar a produção, mostra a Veja (https://bit.ly/3oPcFpU). O ministro da Saúde reconheceu o colapso do sistema no Amazonas e disse haver 480 pessoas esperando por leitos.
Em meio a esse cenário, o Palácio do Planalto recorreu de uma decisão da Justiça Federal que suspendeu a realização do Enem no estado nortista até o fim do estado de calamidade. O Poder Executivo afirma que a medida trará prejuízos irreparáveis aos estudantes, que a data nacional visa dar tratamento isonômico aos alunos e que todas as medidas de segurança estão sendo adotadas, reproduz o Conjur (https://bit.ly/3sqwRR1).
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, pela segunda vez, o impeachment do presidente Donald Trump. O processo foi votado nesta quarta-feira (13). Segundo o The New York Times, com a aprovação, Trump se tornou o primeiro presidente da história do país a ter dois impeachments aprovados pela Câmara. O mandato de Trump termina na quarta-feira que vem (20), quando o democrata Joe Biden assume a presidência. O processo agora vai para o Senado, onde precisa ser chancelado por dois terços da Casa. No entanto, ainda não há previsão de quando o caso será apreciado pelos senadores, o que, dificilmente acontecerá até o fim do mandato do presidente. A primeira aprovação de impeachment ocorreu em 2019, mas Trump acabou sendo inocentado pelo Senado.
A Anvisa informou que no domingo (17) vai acontecer uma reunião de sua Diretoria Colegiada para decidir sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) contra a covid-19, destaca o G1. A data é o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria agência como meta para análise dos pedidos. As duas instituições apresentaram suas solicitações de uso emergencial na sexta-feira (8) à Anvisa. O pedido do Butantan vale para 6 milhões de doses que ele recebeu prontas, vindas da China. Já o da Fiocruz vale para 2 milhões de doses, que devem ser importadas do laboratório Serum, sediado na Índia.
A Ford anunciou que vai fechar todas as suas fábricas no Brasil neste ano. Como noticiou a Folha, o encerramento das atividades começará imediatamente, pela produção realizada em Camaçari, na Bahia. No total, até o final de 2021, serão demitidos 5 mil funcionários no Brasil e na Argentina. A empresa estava há mais de 100 anos no país e empregava 8 mil trabalhadores brasileiros no início de 2020. No anúncio desta segunda-feira (11), a multinacional informou que um grupo remanescente seguirá atuando na montadora e no campo de provas, ambos em São Paulo, e no centro de desenvolvimento, na Bahia.
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