
Sign up to save your podcasts
Or


O Brasil superou a marca dos 7,5 milhões de casos confirmados do novo coronavírus. Conforme levantamento de consórcio de veículos de imprensa noticiado pelo UOL, nas últimas 24 horas o país teve 25.490 testes positivos para a doença. O Brasil é o terceiro país com mais casos confirmados de covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Foram registradas, ainda, 495 novas mortes. Desde o começo da pandemia, 191.641 pessoas morreram devido ao vírus no país.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou interferência na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disse ter pressa para iniciar a vacinação contra a covid-19 no Brasil, noticiou a Folha. Ele voltou a afirmar, no entanto, que a responsabilização das farmacêuticas por eventuais reações adversas das vacinas “é um tema de grande impacto, e que precisa ser muito bem esclarecido”. A fala ocorreu no domingo (27), um dia após Bolsonaro afirmar que não dá bola para a pressão que sofre devido a outros países já estarem vacinando suas populações.
2020 é um ano para esquecer sem nunca apagar da memória. Aperte os cintos e vamos para a segunda parte desta história.
O Panorama Analisa esclarece e aprofunda assuntos em voga no Brasil e no mundo. Aqui você vai saber tudo, ou quase tudo, sobre um tema específico.
A palavra que marca 2020 é “covid”, entretanto o ano foi muito mais que a nova doença. Estes 12 meses também serão lembrados por muita luta. Protestos contra a violência sofrida pela população negra, manifestações defendo o direito de abortar, são apenas alguns dos exemplos.
O Brasil proíbe a entrada de passageiros do Reino Unido a partir do Natal. Segundo o G1 (http://glo.bo/3aGrXZQ), a medida, assinada pelos ministros Walter Braga Netto (Casa Civil), André Mendonça (Justiça e Segurança Pública) e Eduardo Pazuello (Saúde), não vale para: brasileiros naturalizados, imigrantes com residência definitiva, profissionais em missão de serviço, funcionários do governo brasileiro, cônjuges, companheiros, filhos, pais ou curadores de brasileiros, estrangeiros autorizados pelo governo, ou que tenham o Registro Nacional Migratório e quem trabalha com transporte de cargas. A limitação de entrada ocorre devido à nova mutação do vírus da covid-19 que circula no Reino Unido.
Novo estudo da Fiocruz aponta que casos assintomáticos e mesmo brandos de covid-19 não oferecem imunização contra a doença, noticiou o Estadão (https://cutt.ly/7h0gkSy). O trabalho reforça a ideia de que a reinfecção pelo SarsCov2 é possível e pode resultar em um quadro grave da doença, deixando a população mais vulnerável à pandemia do que se imaginava. Nas formas mais graves e mais longas da doença há formação de uma resposta adaptativa específica para combater aquele invasor. Essa resposta é que forma a imunização.
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos – RJ), vai cumprir prisão preventiva em casa. A decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, estabelece que Crivella terá que usar tornozeleira eletrônica, está proibido de manter contato com terceiros e terá que entregar telefones, computadores e tablets às autoridades. O prefeito afastado também não poderá sair de casa sem autorização.
O chefe do Executivo carioca foi preso no início da manhã desta terça-feira (22) em uma operação da Policia Civil. O Ministério Público aponta a existência de um "QG da Propina" na Prefeitura do Rio, e Crivella seria o líder da organização criminosa. Empresários pagavam para ter acesso a contratos e para receber dívidas da gestão municipal, explica o G1 (https://glo.bo/3nJEJuc).
O Estadão (https://bit.ly/2KTgomX) aponta que a prisão de Crivella afasta o partido Republicanos como alternativa para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concorrer à reeleição em 2022. A legenda cresceu em número de prefeituras nas eleições deste ano e vinha se consolidando como opção atraente. Além disso, dois filhos do presidente, senador Flávio Bolsonaro (RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (RJ), já tinham migrado para o mesmo partido do prefeito do Rio, lembra a Folha (https://bit.ly/2JjSxg4).
Agora, o Palácio do Planalto tem procurado blindar Bolsonaro, mas reconhece que é difícil contornar o desgaste natural. Além de ter apoiado a candidatura derrotada da reeleição de Crivella, durante a terça-feira (22) vídeo dos dois políticos circularam nas redes sociais.
A variante do coronavírus descoberta no Reino Unido, que apresenta um nível de contaminação até 70% superior, não está fora de controle, afirmou a Organização Mundial da Saúde. Segundo a OMS, desde o início da pandemia já ocorreram taxas de contaminação similares e foi possível contornar a situação. A instituição ainda destacou que as mutações de vírus são muito comuns, e apontou não existirem provas científicas de que esta nova cepa seja mais perigosa, reportou o G1 (https://glo.bo/3aBZRyH).
Nesta segunda-feira (21), passou de 40 a lista de países que baniram viagens do Reino Unido por conta da mutação de covid. Segundo o The Guardian (https://bit.ly/3pfHP9G), estão no grupo França, Dinamarca, Alemanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Turquia e Canadá. Na América do Sul, Argentina, Chile, Colômbia e Peru anunciaram que pretendem suspender todos os voos vindos das ilhas britânicas.
O caso mais dramático, para os habitantes do Reino Unido, é o fechamento da fronteira francesa, que barrou também a entrada de produtos.
A CNN (https://cutt.ly/HhVFi40) noticiou que a nova variante da covid-19, originária no sudeste da Inglaterra, foi identificada também na Dinamarca, Holanda e Austrália. A declaração foi feita pela líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, neste domingo (20). O Globo (https://cutt.ly/YhVFiRu) também reportou um novo caso registrado na Itália. A variante do vírus teria uma capacidade de contágio 70% maior do que as cepas anteriores.
Olá!
2020 é um ano para esquecer sem nunca apagar da memória. Sem dúvida, muitas lições precisam ser tiradas das desventuras humanas ao longo desses 12 meses prestes a se completar. Chegou a hora da nossa retrospectiva.
O Panorama Analisa esclarece e aprofunda assuntos em voga no Brasil e no mundo. Aqui você vai saber tudo, ou quase tudo, sobre um tema específico.
O ano de *2020* já entrou para a história pela forma radical com que a vida humana precisou se adaptar a *um novo vizinho, o novo coronavírus*. O clima de alerta, conflito e pesar acompanhou a todos ou quase todos. Mas o mal-estar não se restringiu à influência da pandemia de covid-19. *Queimadas* pelo mundo, assassinato de *pessoas pretas*, negacionismo científico, *eleições* e questionamento de resultado eleitoral, denúncias contra autoridades, aumento da *pobreza e da miséria* e tantas outras pedras estiveram no caminho deste ano chamado 2020.
Os fatos que marcaram a mais recente volta da Terra em torno do Sol, você acompanha agora, na primeira de duas partes da nossa *Retrospectiva 2020*.
📣 Compartilhe o Panorama. Ajude-nos a chegar a mais pessoas!
Ainda não recebe a curadoria diária? Clique no link e inscreva-se
https://seupanorama.com.br/assinaturas/
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu a favor da vacinação obrigatória contra o novo coronavírus, noticiou o Estadão. Por 10 a 1, o tribunal entendeu que estados e municípios podem decidir sobre a obrigatoriedade da imunização e, até mesmo, impor restrições para quem se recusar a ser vacinado. A medida, contudo, não significa vacinação à força, sem o consentimento do indivíduo. Na prática, o STF deu a estados e municípios de todo o país o poder de definir as sanções contra aqueles que não querem se vacinar.
O governo federal incluiu a CoronaVac na nova versão do plano nacional de imunização contra a Covid-19, apresentado nesta quarta-feira (16). A CoronaVac é a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Segundo destacou o Estadão, a pasta não estima no documento qual será a data de início da vacinação, mas afirma já negociar cerca de 350 milhões de doses para 2021, o que seria suficiente para imunizar 175 milhões de brasileiros. Além da CoronaVac, o Ministério da Saúde prevê a aquisição de doses da Oxford/AstraZeneca, da Covax Facility, da Pfizer e da Janssen.
From the publisher's feed