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O Brasil registrou 483 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 203.140 óbitos desde o começo da pandemia, informa o G1. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos sete dias foi de 1.016, a maior nos últimos cinco meses. A variação foi de +65% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de aumento nos óbitos pela doença.
O Brasil chegou a marca de 200 mil vidas perdidas para o coronavírus nesta quinta feira, dia 07. Enquanto países como Inglaterra, Escócia e Alemanha endurecem medidas de distanciamento e impõe novo lockdown, por aqui os especialistas estão vendo os números dispararem e temem um grande aumento nos casos em decorrência das festas de Natal e Ano Novo. Neste cenário, a maior parte dos brasileiros espera ansiosamente pela vacina. O Instituto Butantan pediu oficialmente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorização para uso emergencial da vacina Coronavac, e a Fiocruz também pediu autorização de uso do imunizante desenvolvimento pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.
Aguardado há meses, o resultado da eficácia da vacina CoronaVac no Brasil foi apresentado nesta quinta-feira (7) pelo governo de São Paulo, noticiou a Folha. A eficácia foi de 78% em casos leves de covid-19. Entre os voluntários vacinados que se contaminaram, não houve nenhum caso moderado, grave, morte ou internação necessária. O Instituto Butantan, que desenvolveu a vacina em parceria com o laboratório chinês Sinovac, deve pedir oficialmente nesta sexta-feira (8) o registro para uso emergencial do imunizante para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Também nesta quinta, o Brasil ultrapassou a marca de 200 mil mortes causadas pela covid-19.
Uma mulher morreu depois de ser baleada durante a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos. Ainda não se sabe quem atirou, aponta a Reuters. Centenas de apoiadores do presidente Donald Trump entraram no prédio que abriga o Congresso em uma tentativa de reverter a derrota do republicano na eleição de novembro. No momento, ocorria a sessão protocolar para certificar a vitória do presidente eleito Joe Biden.
Biden falou à televisão dos EUA que a democracia americana estava sob um ataque sem precedentes e disse que Donald Trump precisava pedir o fim do cerco ao Capitólio. O republicano, que tinha insuflado seus seguidores no início do amanhã, publicou um vídeo ambíguo no Twitter. Ele pedia que os manifestantes deixassem o local, mas martelava que a eleição tinha sido roubada. O Twitter e o Facebook bloquearam a conta de Trump alegando risco de violência.
O Brasil voltou a superar a marca de mil mortes por covid-19 em 24 horas. Os dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que o país atingiu 1.186 óbitos, ontem, segundo pior resultado desde dois de setembro. Já são 197.777 vidas perdidas durante a pandemia. A média móvel de mortes se manteve estável, mas a de infectados cresceu 30%, na comparação com duas semanas atrás, mostra o G1 (https://glo.bo/2MBWYEe).
Nesse cenário, os governadores estaduais pressionam pela definição das datas da Campanha Nacional de Vacinação, mostra a Folha (https://bit.ly/2Xe1dI1). Os gestores pretendem se reunir com representantes da Anvisa, membros do STF e com o presidente da Câmara na próxima segunda-feira para tratar do tema.
Ontem, o governo confirmou a compra de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca pela Fiocruz. O fármaco é produzido na Índia e havia circulado a informação de que o país impediria a exportação, o que foi negado. A Fiocruz pagará quase R$60 milhões pelo produto, que deve começar a chegar no Brasil este mês, informa o UOL (https://bit.ly/3hLP3zv).
E no primeiro dia de trabalho do ano, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) afirmou que não “consegue fazer nada” pois o país está “quebrado”. Ele disse que a situação o impediu, por exemplo, de reformar a tabela do Imposto de Renda, relata o Estadão (https://bit.ly/3rQZ5UG). O ministro da Economia declarou que o presidente se refere ao setor público e que concorda com a avaliação. Paulo Guedes vem afirmando que a economia brasileira apresenta recuperação acentuada.
Falando sobre a alta taxa de desemprego, em 14,3%, Bolsonaro ainda disse que “ser patrão é uma desgraça” no Brasil e que parte considerável da população não está preparada para fazer “quase nada”, relata o UOL (https://bit.ly/2XgnRjc).
A Índia vetou a exportação de doses da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford produzidas pelo Instituto Serum, para assegurar a vacinação da população indiana vulnerável à covid-19. Conforme O Globo, o Brasil havia selado um acordo com a companhia para a compra de 2 milhões de doses do imunizante, que seriam armazenadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Itamaraty afirmou, em nota, que as autoridades sanitárias do Brasil e da Índia estão em contato para viabilizar da importação da vacina.
O Ministério da Economia incluiu seringas e agulhas na lista de produtos que precisam de licença especial para a exportação. A medida veio a pedido do Ministério da Saúde, informa o G1 (https://glo.bo/3b4vEZx). A pasta argumentou que a restrição é necessária para atender a demanda do Plano de Vacinação contra a Covid-19. Na semana passada, o governo lançou um pregão para a compra dos insumos, mas só conseguiu adquirir 2,4% do total de 331 milhões de seringas e agulhas que pretendia.
Enquanto isso, a Anvisa autorizou a Fiocruz a importar dois milhões de doses da vacina produzida pela parceria Oxford/AstraZeneca. A expectativa do laboratório nacional é protocolar o pedido de uso emergencial do imunizante ainda esta semana a Anvisa. Se aprovado, a vacinação poderia começar ainda em janeiro, informa o Estadão (https://bit.ly/3ofjRvc). O Instituto Butantã, que produz a Coronavac em parceria com a chinesa Sinovac, também deve solicitar o uso emergencial nas próximas semanas.
E o Governo afirmou que eventuais cortes orçamentários em 2021 não irão atingir a compra, produção e distribuição de vacinas contra o novo coronavírus. A mensagem veio dois dias depois do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) vetar trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias que blindava as despesas públicas relacionadas à pandemia, lembra a Veja (https://bit.ly/3o6c96p).
No setor privado, clínicas se organizam para enviar representantes à Índia para negociar a compra de cinco milhões de doses da vacina Bharat Biotech. A Associação Brasileira do setor teria assinado um termo de intenção de compra da produção excedente do laboratório. Ontem a Índia autorizou o uso emergencial do medicamento e também da vacina Oxford/AstraZeneca, destaca o UOL (https://bit.ly/3pPcA5F).
Nesse domingo, o Brasil registrou 287 mortes e 17.525 novos infectados pela covid-19, relata a Folha (https://bit.ly/2LicBQB). Os dados do consórcio de veículos de imprensa mostra que a média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 698 e se manteve estável na comparação com o resultado de duas semanas atrás.
No dia 30 de dezembro, a Argentina se tornou o 67o país do mundo a legalizar o aborto. A decisão do Congresso permite que qualquer mulher possa solicitar o procedimento até a 14a semana de gestação. Antes, a exemplo do que acontece aqui no Brasil, isso só era possível em casos específicos como na gravidez fruto de estupro ou quando ela oferecia risco à vida da mulher.
Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que mais de 50 milhões de abortos foram realizados anualmente no mundo entre 2010 e 2014. Desses, 45% ocorreram de forma não segura, ou seja, sem acompanhamento de um profissional ou usando métodos defasados ou não médicos, digamos assim. A maioria dessas ocorrências (97%) foram registrados em países em desenvolvimento da America Latina, África e Ásia.
A mortalidade materna é três vezes maior em países onde a legislação sobre aborto é mais severa. 223 mortes por 100 mil habitantes, de acordo com O Globo (https://glo.bo/3pHs6QH).
Um estudo norte-americano de 2018 mostra que a interrupção voluntária da gravidez tende a cair em países onde ha legalização do procedimento, mostra reportagem do G1 (https://glo.bo/38T3UUX).
No Brasil, dados do Ministério da Saúde de 2018 mostravam que cerca de um milhão de abortos induzidos eram realizados anualmente, levando 250 mil mulheres a se hospitalizar. 15 mil com complicações e 5 mil em estado muito grave. Em 2016, 203 mulheres morreram por causa de abortos inseguros, o que representa uma morte a cada 2 anos.
Bom, os dados não nos permitem negar a relevância do tema e a urgência desse debate.
E pra gente tentar entender um pouco mais sobre como a lei Argentina o trata, vamos ouvir a doutora e professora com atuação na área de direito sanitário Gabrielle Kölling.
O Brasil registrou 1.224 mortes por covid-19 em 24 horas. O resultado é o mais alto desde 20 de agosto. De acordo com os dados do consórcio de veículos de imprensa, 193.940 pessoas já perderam a vida por causa da doença no país. A média móvel de óbitos nos últimos sete dias ficou estável, informa o G1 (https://glo.bo/3n3UZ89).
Ainda de acordo com o portal (https://glo.bo/38N6VWT), a Fiocruz anunciou que até o dia 15 entregará à Anvisa o pedido de registro da vacina desenvolvida pela parceria Oxford/AstraZeneca. A expectativa é que um milhão de doses sejam entregues na primeira quinzena de fevereiro.
O governo brasileiro só conseguiu comprar 2,4% dos 331 milhões de seringas e agulhas que pretende comprar para garantir a campanha nacional de vacinação contra o novo coronavírus.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski prorrogou a vigência de parte da lei que permite ao governo adotar medidas excepcionais sanitárias e de saúde para combater a pandemia. O texto perderia validade hoje, junto com o estado de calamidade pública, explica o Migalhas (https://bit.ly/34Ydch5). Com a decisão liminar, segue valendo, por exemplo, a regra que obriga a Anvisa a analisar em até 72 horas os pedidos de registro emergencial de vacinas contra o coronavírus. Os gestores públicos também seguem autorizados a determinar isolamento social e quarentena ou a realização compulsória de exames, tratamento médico e vacinação. A decisão foi alvo de críticas de parlamentares, para os quais a medida invade a competência do Legislativo.
O mês de dezembro já apresenta o maior número de mortes por covid-19 no Brasil desde setembro, mostra o G1 (https://glo.bo/3hoQyUg). Os dados do consórcio de veículos de imprensa computou 18.570 óbitos pela doença nos últimos 29 dias. O número fica 40% acima do mês passado.
Nas últimas 24 horas, 1.075 pessoas morreram com o novo coronavírus, maior marca desde 15 de setembro. A média móvel de sete dias ficou estável.
Ontem, o Ministério da Saúde informou que deverá começar a vacinação no país entre os dias 20 de janeiro e 10 de fevereiro, ainda de acordo com o G1 (https://glo.bo/3mYrrc3). Hoje, a pasta deve se reunir com representantes da Pfizer para discutir a liberação do uso da vacina no Brasil. O laboratório reclamou de excesso de exigências para o procedimento em comparação com outras nações, o que levou a Anvisa a mudar o protocolo nessa terça.
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