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Panorama episodes

  • Após onda de ataques, ministro da Justiça anuncia envio da Força Nacional a Manaus

    O ministro da Justiça, Anderson Torres, autorizou o envio de tropas da Força Nacional de Segurança a Manaus. O governador do estado, Wilson Lima, pediu o apoio da Força após a onda de ataques que acontece na capital do Amazonas desde o último fim de semana, onde veículos têm sido incendiados, agências bancárias depredadas e prédios públicos atacados. Os ataques seriam uma represália à morte de um suposto integrante de uma facção criminosa que aconteceu no sábado (5). Conforme o G1, 31 pessoas já foram presas. Nesta segunda-feira (7), o transporte público não funcionou em Manaus, as aulas foram suspensas e não houve vacinação contra a covid-19.

    5 min
  • Rogério Caboclo é afastado da CBF por 30 dias após denúncia de assédio sexual

    O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi afastado do cargo por 30 dias no domingo (6) após denúncia de assédio sexual e moral por uma funcionária da entidade. O dirigente nega as acusações e a CBF foi notificada da decisão da Comissão de Ética do Futebol Brasileiro, informou o GloboEsporte (https://glo.bo/3gfXToS). O prazo de afastamento pode ser prorrogado, ressalta o Uol (https://bit.ly/3g2bCkx). Coronel Nunes, vice-presidente mais velho, assume a chefia da CBF enquanto Caboclo continuar afastado. Nunes recebia uma indenização de quase R$15 mil do governo federal como anistiado político da ditadura militar, cita O Globo (https://glo.bo/3uSbxnD).

    6 min
  • Exército livra Pazuello de punição por ato político com Bolsonaro

    O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, absolveu o general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello de punição por ter participado de ato político junto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Na decisão, foi acatado o argumento de que a manifestação do último dia 23 não teve caráter partidário. O código disciplinar do Exército proíbe de “Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”, destaca a Folha. Ao menos parte do alto comando da Força era favorável a uma punição, por receio de aprofundamento da politização dos quartéis e de incentivar a insubordinação. Em sua live semanal, Bolsonaro negou interferência na decisão favorável a Pazuello, aliado do presidente.

    6 min
  • Bolsonaro confirma Copa América no Brasil

    Depois de idas e vindas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou a realização da Copa América no Brasil, nesta terça-feira (1). De acordo com o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, as partidas acontecerão nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, destaca a Folha. Para evitar a propagação do coronavírus, o torneio será realizado com portões fechados, sem a presença de público. Os governadores também teriam exigido vacinação das delegações e profissionais de imprensa, além de um sistema "estilo bolha", onde os participantes ficam isolados.

    6 min
  • Após polêmicas, Governo não garante realização da Copa América no Brasil

    O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que ainda não há confirmação de que o Brasil sediará a edição deste ano da Copa América de futebol, reportou o G1. O anúncio de que o país foi escolhido como sede da competição foi feito pela Conmebol. A entidade chegou a agradecer ao presidente Jair Bolsonaro por "abrir as portas" do país. O Estadão complementa que o ministro afirmou que a condição estabelecida pelo governo brasileiro para sediar o evento é de que os jogos aconteçam sem torcidas e que todos os integrantes das delegações estejam vacinados. Enquanto isso, os governadores do Rio Grande do Sul, Pernambuco e Rio Grande do Norte já alegaram não ter condições de receber um evento desse porte em meio à pandemia do coronavírus.

    7 min
  • CPI da Pandemia tem provas de reuniões de Bolsonaro com 'gabinete paralelo' à Saúde, diz Renan Calheiros

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL) revelou neste domingo (30) que a CPI da Pandemia tem provas de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reunia com um "gabinete paralelo" ao Ministério da Saúde. Os integrantes desse comitê informal orientariam Bolsonaro sobre ações contra o avanço da covid-19 no Brasil, recomendando, por exemplo, o tratamento precoce com remédios sem eficácia comprovada como a cloroquina, divulgou o G1. Calheiros defendeu que o médico e deputado Osmar Terra (MDB-RS) seja convocado a depor na CPI, já que ele é considerado "peça-chave" do grupo secreto.

    6 min
  • Bolsonaro recorre ao STF contra medidas anti-covid em três estados

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que casse medidas de restrição de circulação de pessoas e funcionamento de atividades não essenciais adotadas por governadores para conter o avanço da pandemia. Desta vez, os alvos são os estados do Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Por meio da Advocacia-Geral da União, Bolsonaro voltou a afirmar que tais medidas desrespeitam direitos constitucionais como o de ir e vir e ao trabalho. Em outras ações, o STF já considerou que medidas restritivas não são incompatíveis com a Constituição, explica o G1.

    7 min
  • Reunião secreta na CPI da Covid decide convocar governadores para depor

    A discussão sobre a convocação de prefeitos e governadores na CPI da Covid provocou o primeiro racha no grupo de independentes e oposicionistas, relatou O Globo. O presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), decidiu atender ao pleito dos governistas para que os Estados também sejam investigados. A convocação do governador do Amazonas, Wilson Lima, aliado de Aziz e um dos principais alvos da investigação, era considerada inevitável, mas agora ele não será o único. Além dele, foram convocados Helder Barbalho (PA), Ibaneis Rocha (DF), Mauro Carlesse (TO), Carlos Moises (SC), Antonio Oliverio Garcia de Almeida (RR), Waldez Góes (AP), Marcos José Rocha dos Santos (RO) e o ex-governador do Rio, Wilson Witzel.

    7 min
  • Pazuello e Queiroga devem ser reconvocados pela CPI da Covid

    O ex-ministro da saúde, Eduardo Pazuello, e o atual, Marcelo Queiroga, serão convocados novamente para prestar explicações na CPI da Covid do Senado. Segundo o presidente do colegiado Omar Aziz (PSD–AM), as "mentiras" que "estão aparecendo" após o primeiro depoimento de Pazuello e o recente comportamento do general, que acompanhou, sem máscara, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em uma manifestação no último domingo (23), desmoralizaram o trabalho dos parlamentares.

    Para parte dos membros da CPI, os depoimentos de Queiroga e Pazuello não foram suficientes para sanar todas as dúvidas quanto a eventuais omissões do governo no enfrentamento à pandemia, destaca o UOL (https://bit.ly/3hPpEal). Os requerimentos para a reconvocação de ambos devem ser votados nesta quarta-feira (26). Também deverão ser convocados governadores.

    Ainda sobre a CPI, em mais de seis horas de depoimento, nesta terça-feira (25), a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”, defendeu por diversas vezes a utilização da cloroquina e admitiu que a pasta da Saúde orientou o uso do medicamento no combate ao coronavírus. O G1 (https://glo.bo/2QVsIqq) lembra que o remédio já teve a ineficácia para tratamento de covid cientificamente comprovada, inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O Estadão (https://bit.ly/3hSM9uZ) aponta que Mayra reforçou a suspeita da CPI de que houve omissão do governo Bolsonaro na crise de oxigênio no Amazonas. Declarações da médica revelam que o Ministério da Saúde soube com antecedência da crise e não agiu para combater o colapso no sistema de saúde. Mayra, também, contradisse o ex-ministro, Eduardo Pazuello, sobre o momento em que a pasta foi informada sobre o problema. Pazuello disse dia 10 de janeiro e a médica declarou que conversou sobre o assunto com o general em oito de janeiro.

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  • Brasil chega a 450 mil mortes por covid-19

    O Brasil superou a marca de 450 mil mortos pela covid-19 em 15 meses de pandemia. Foram 841 óbitos em 24 horas e a média móvel diária da última semana ficou em 1.881 vidas perdidas, com tendência de estabilidade, destaca o G1 (https://glo.bo/2SpUgo0). Os dados são do consórcio de veículos de imprensa e o levantamento também indica que país chegou a 20% da população vacinada com ao menos uma dose de imunizante. O número equivale a mais de 42 milhões de pessoas, mostra o UOL (https://bit.ly/3ugdPfJ).

    E por falar em pandemia, o ex-ministro da Saúde e general Eduardo Pazuello é alvo de um procedimento disciplinar no Exército por ter participado de ato político sem autorização do comando da Força, mostra a CNN (https://bit.ly/3vi3tgM). Pazuello esteve ao lado do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), no domingo, em evento convocado pelo chefe do Executivo, no Rio de Janeiro. Em meio a milhares de pessoas aglomeradas, os dois não usavam máscaras. O Exército e o Ministério da Defesa se manifestariam sobre a postura do general Pazuello, mas foram proibidos por Bolsonaro, conta o Estadão (https://bit.ly/2SkhkVk).

    O jornal (https://bit.ly/3vlG2mN) também destacou ter ganhado força na cúpula da CPI da Pandemia a reconvocação de Pazuello, depois do episódio no Rio. O Relator da Comissão, o senador Renan Calheiros (MDB), taxou o caso de uma “procissão (…) em louvor ao vírus”. Já o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD), afirmou que mudara sua postura e que depoentes que mentirem durante as oitavas poderão ser presos, para não haver desmoralização da CPI.

    Hoje, os parlamentares vão ouvir o depoimento da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”. Ela é pontada como idealizadora do aplicativo TrateCov, que prescrevia medicamentos sem eficácia para pacientes com covid-19, relembra o Correio Braziliense (https://bit.ly/3wx9oyI).

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