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By Emanuel SilvaEducationSelf-Improvement
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papomassacast episodes

  • Ep.#122 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap. 05 Sobrevivência versus criação (parte 03).
    Viver na criação é viver como um ninguém. Você já notou que, quando está realmente no meio da criação de algo, você esquece de si? Você dissocia de seu mundo conhecido. Você não é mais uma pessoa que associa sua identidade a certas coisas que possui, pessoas específicas que conhece, certas tarefas que faz e diferentes locais em que viveu em determinados períodos. Você poderia dizer que, quando está em um estado criativo, esquece o hábito de ser você. Você abandona o ego egoísta e se torna altruísta.
    22 min
  • Ep.#121 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.05 Sobrevivência versus criação (parte 02).
    A maioria de nós adota a noção tradicional de si como um "alguém". Mas quem realmente somos não tem nada haver com os três grandes (ambiente, corpo e tempo). Quem somos é uma consciência conectada a um campo de inteligência quântica (um mundo superior e invisível). Se nos considerarmos unicamente seres físicos, nos limitamos a permitir que nossos sentidos determinem a nossa realidade. Podemos inibir as nossas emoções de sobrevivência (avidez, competição, culpa, julgamento, medo, dúvida e etc) e romper nossos vícios nelas. Esquecer determinadas pessoas que conhecemos, os problemas que temos, as coisas que possuímos e os lugares que frequentamos; perder a noção do tempo; ir além do corpo e da sua necessidade de alimentar seus hábitos; desistir do barato das experiências emocionalmente familiares que reafimam a identidade; abrir mão do ego egoísta que se preocupa apenas com suas necessidades; pensar ou sonhar maior do que nossos sentimentos e desejar o desconhecido - esse é o começo da libertação da nossa vida atual. Será?
    24 min
  • Ep.#120 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.05 Sobrevivência versus criação (parte 01).
    Assim como num cervo, o sistema nervoso simpático de lutar-ou-fugir, é ativado diante de uma ameaça. A diferença é que os humanos, no mundo moderno, ativa com muita frequência, pois, está sempre reexperimentando (pensamentos em acontecimentos passado) e pré-experimentando (pensamentos em eventos futuros). Isso acontece com tanta frequência, que nos coloca em um estado de desiquilíbrio químico. Do ponto de vista psicológico, a superprodução de hormônios de estresse gera as emoções humanas de raiva, medo, inveja e ódio; incita sentimentos de agressão, frustração, ansiedade e insegurança; e provoca dor, sofrimento, tristeza desânimo e depressão. Ficamos o tempo todo preocupados com o corpo, o ambiente e o tempo. Como resultado, começamos a definir o nosso "eu" dentro dos limites do reino físico; tornamo-nos, assim, menos espiritualizados, menos conscientes, menos cientes e menos atentos. Somos absorvidos pelo mundo exterior, pois é nele que as substâncias químicas nos obrigam a prestar atenção - coisas que possuímos, pessoas que conhecemos, corte de cabelos que detestamos, partes de nosso corpo, nosso peso, nossa aparência em comparação com os outros... Tudo isso pode ser encarado como sobrevivência, e não uma vida criativa. Viver na sobrevivência obriga-nos a focar em 0,00001% (mundo material) e não nos 99,9999% (mundo imaterial de energia, "espiritual") da realidade. Será?
    23 min
  • Ep.#119 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.04 Superando o tempo (parte final).
    Muitas vezes antes de começar o nosso dia (ou ir a algum evento, trabalho), temos pensamentos (atitude e estado de ser) baseados em experiências do ontem (outrora), do passado. Como você pode esperar que as coisas sejam diferentes no futuro? Você acordou antecipando que o dia estava fadado a ser um show de horrores, e isso se confirma. Você alternou entre ficar obcecado a respeito de um futuro indesejado (antecipando o que ocorreria em seguida) e viver no passado (comparando o estímulo que estava recebendo com o que recebera previamente), de modo que criou mais do mesmo. Se você começar a monitorar e anotar seus pensamentos, vai descobrir que na maioria das vezes está pensando a frente ou olhando para trás. É possível ter experiências novas e sentimentos novos, superando o ambiente, o corpo e o tempo. Será?
    18 min
  • Ep.#118 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.04 Superando o tempo (parte 01).
    Não temos de pensar conscientemente em respirar, manter o coração batendo, elevar e reduzir nossa temperatura corporal ou em qualquer um dos outros milhões de processos que ajudam o corpo a se manter em ordem e se curar. Existe algo abaixo da superfície de nossa consciência que está no controle de nosso comportamento. O corpo pode controlar a mente. Você pode tentar usar a mente para sair de um estado emocional, mas invariavelmente, diante de algumas emoções, você se sente como se estivesse descontrolado. Basta apenas um gatilho (motivo) para que você, no agora, sinta tudo de novo que sentiu há alguns anos. Começa a fazer sentido que, embora "pensemos" ou "acreditemos" estar vivendo no presente, existe uma boa possibilidade de que nosso corpo esteja no passado. Será?
    28 min
  • Ep.#117 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.03 Superando o corpo (parte final).
    Qual é o impacto genético se permanecemos em condições familiares, rotineiras - criando as mesmas reações emocionais ao fazer as mesmas coisas, pensar os mesmos pensamentos, ver as mesmas pessoas e memorizar nossa vida em um padrão previsível? Estamos a caminho de um destino genético indesejado, estamos presos nos mesmos padrões das gerações antes de nós que confrontaram situações iguais ou semelhantes. E, se estamos apenas revivendo nossas memórias emocionais, estamos a caminho de um fim previsível - nosso corpo começará a criar as mesmas condições genéticas que as gerações anteriores encararam.
    28 min
  • Ep.#116 - Quebrando o hábito de ser você mesmo -Cap.03 Superando seu corpo (parte 04).
    Pensamentos conscientes positivos não conseguem por si só superar sentimentos subconscientes negativos. Se os sentimentos ruins são memorizados dirigem seus pensamentos durante anos, então seu corpo vive no passado 24h por dia, sete dias por semana, 52 semanas por ano. Com o tempo, seu corpo fica ancorado no passado. Muita gente vive no passado e resiste a viver um novo futuro. Por quê? O corpo está tão habituado a memorizar os registros químicos de nossas experiências passadas que fica apegado a essas emoções. Em um sentido muito real, ficamos viciados nos sentimentos familiares. Diante deste cenário, se acreditamos que nossos pensamentos têm alguma coisa a ver com o nosso destino, então, como criadores, a maioria de nós está apenas andando em círculos.
    27 min
  • Ep.#115 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.03 Superando o corpo (parte 03).
    Quer sejamos viciados em cigarro, chocolate, álcool, jogo, fazer compras ou roer unhas, no instante em que cessamos a ação habitual, irrompe o caos entre o corpo e a mente. Os pensamentos que adotamos estão intimamente identificados com os sentimentos. Enquanto usarmos sentimentos familiares como barômetro, como o retorno de nossos esforços para mudar, sempre nos dissuadiremos de novas possibilidades. Jamais seremos capazes de visualizar um mundo maior do que nosso ambiente interno, um mundo de possíveis resultados diferentes dos resultados negativos do nosso passado. O próximo passo para quebrar o hábito de sermos nós mesmos é entender como é importante fazer com que a mente e corpo trabalhem juntos e romper com a continuidade química de nosso estado de ser culpado, envergonhado, furioso e deprimido. Resistir à exigência do corpo de restaurar a velha organização insalubre não é fácil, mas a ajuda depende apenas de um pensamento.
    24 min
  • Ep.#114 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.03 Superando o corpo (parte 02).
    Pense nisso: 5% da mente é consciente, lutando contra os 95% que rodam programas automáticos subconscientes. Considere, por exemplo, uma mãe dirigindo uma minivan para largar os filhos na escola. Como ela consegue trafegar, beber café, acabar com discussões trocar a marcha e ajudar o filho a assoar o nariz... tudo ao mesmo tempo? O corpo da mãe faz tudo habitualmente porque memorizou como executar todas as tarefas graças a muita repetição. Ela não tem mais qualquer pensamento consciente sobre como fazer; são tarefas habituais. Especialistas afirmam que aos 35 anos, muito de nós, memorizou um conjunto seleto de comportamentos, atitudes, crenças, reações emocionais, hábitos, habilidades, memórias associativas, respostas condicionadas e percepções que agora estão programadas subconscientemente dentro de nós. Esses programas nos governam, pois o corpo se tornou a mente. O maior que devemos quebrar é o hábito de ser nós mesmos. Será?
    23 min
  • Ep.#113 - Quebrando o hábito de ser você mesmo - Cap.03 Superando seu corpo (parte 01).
    Ninguém pensa no vácuo. Cada vez que você tem um pensamento, há uma reação bioquímica no cérebro - você produz uma substância química. Por sua vez o cérebro libera sinais químicos específicos para o corpo, onde eles atuam como mensageiros do pensamento. Quando o corpo recebe mensagens químicas do cérebro, ele obedece instantâneamente, iniciando uma série de reações correspondentes, alinhadas diretamente com o que o cérebro está pensando. O corpo envia imediatamente uma mensagem para o cérebro, confirmando que agora está sentindo exatamente igual ao que o cérebro está pensando. Tudo isso em questão de milissegundos.
    22 min

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Com leitura de livros lidos em todo mundo e temas que agregam valores aos seus dias, trago a informação de forma simples e reflexiva.