Assim como num cervo, o sistema nervoso simpático de lutar-ou-fugir, é ativado diante de uma ameaça. A diferença é que os humanos, no mundo moderno, ativa com muita frequência, pois, está sempre reexperimentando (pensamentos em acontecimentos passado) e pré-experimentando (pensamentos em eventos futuros). Isso acontece com tanta frequência, que nos coloca em um estado de desiquilíbrio químico. Do ponto de vista psicológico, a superprodução de hormônios de estresse gera as emoções humanas de raiva, medo, inveja e ódio; incita sentimentos de agressão, frustração, ansiedade e insegurança; e provoca dor, sofrimento, tristeza desânimo e depressão. Ficamos o tempo todo preocupados com o corpo, o ambiente e o tempo. Como resultado, começamos a definir o nosso "eu" dentro dos limites do reino físico; tornamo-nos, assim, menos espiritualizados, menos conscientes, menos cientes e menos atentos. Somos absorvidos pelo mundo exterior, pois é nele que as substâncias químicas nos obrigam a prestar atenção - coisas que possuímos, pessoas que conhecemos, corte de cabelos que detestamos, partes de nosso corpo, nosso peso, nossa aparência em comparação com os outros... Tudo isso pode ser encarado como sobrevivência, e não uma vida criativa. Viver na sobrevivência obriga-nos a focar em 0,00001% (mundo material) e não nos 99,9999% (mundo imaterial de energia, "espiritual") da realidade. Será?