
Sign up to save your podcasts
Or


Nesta última edição da temporada, eu converso com Marcelo Duarte
Os Três Elementos, um podcast de ciência!
Desde agosto, Os Três Elementos reúne um trio de mentes
Carlos Ruas, com sua veia humorística e talento artístico, traz
Emilio Garcia, um biólogo apaixonado por conhecimento e
Pirulla, especialista em paleontologia, mergulha nas complexidades da natureza e dos fenômenos naturais, promovendo uma visão mais profunda sobre os mistérios da vida.
Juntos, os três elementos exploram os mais variados temas
Produzido nos estúdios da TocaCast.
O episódio de apresentação foi publicado em 31de julho e tem 40 minutos! Os demais variam de 1h a 5h40min
Temas: Neurociência, Religião, vacinas, mudanças climáticas...
Imagina Só – Histórias para Crianças: Turma do Banhado
Imagina Só é um podcast que traz histórias em áudio com objetivo de tirar as crianças da frente das telas e criar um ambiente acolhedor para ser compartilhado entre elas e adultos, sobretudo na hora de dormir.
As historinhas têm produção de alta qualidade, em estúdio, com
É um podcast pensado para ser ouvido por crianças de 4 a 7 anos. Os criadores defendem que “a escuta ativa, sem estímulo visual, desenvolve a capacidade de foco, concentração e combate a ansiedade”
O Imagina Só conta com: produções originais, releitura de clássicos, biografias (Tarsila do Amaral e Thomas
O destaque desta conversa são os episódios de Natal com a Turma do Banhado. Publicados no final de dezembro, desde 2021, os episódios podem ser encontrados nas buscas
Com duração média de 15 minutos, a Turma do
A Turma do Banhado tem a Capivara Ani, a Garça Graça, o Tuco-tuco chamado Tuco , o Sapo Oswaldo, o Marreco Genésio e o Ratão Rodolfo.
Nesta edição especial do Interferência, de 7 de dezembro de 2013, reconstituímos o Clube do Papai Noel.
À época, entrevistamos a agora saudosa Vida Alves, que relembrou da importância que o programa teve na carreira dela.
Na sequência, a reconstituição traz o “peça rarinha” Lucas Teodoro, de 6 anos, na interpretação de uma música de One Direction, e Eduardo Lopes, o "e-farsinha", cantando Jingle Bells em inglês e "japonês".
SOBRE O PROGRAMA
O Clube dava direito à carteirinha e, até, assistência médica aos associados. Durante a semana, o programa toca discos, a pedido dos sócios mirins, e, aos domingos, eles mesmos cantam, representam e recitam poesias...
Homero Silva se torna ídolo das crianças paulistanas e o programa chega a ser apresentado também na TV Tupi. Entre os talentos que passam pelo Clube, ainda crianças, destacam-se Hebe Camargo, Erlon Chaves, Wilma Bentivegna, Wanderley Cardoso e Vida Alves.
Esta edição é de setembro de 2012.
É difícil encontrar alguém que não conheça Adoniran Barbosa e seu estilo característico de humor ítalo-paulistano na música. O que nem todo mundo sabe é que atrás do grande sambista há um grande redator.
Osvaldo Moles divide com o poeta do povo a autoria de alguns de seus maiores sucessos.A dupla também é responsável por momentos marcantes do humor radiofônico. O auge dessa parceria está em Histórias das Malocas, que fica no ar entre 1955 e 1965, pela Rádio Record. Nele, Adoniran interpreta o personagem Charutinho.
As histórias de Moles e da Rádio Bandeirantes encontram um ponto em comum em 1951. A chegada do criativo redator contribui para transformar a emissora na mais popular emissora paulista.
É o que você confere neste Interferência.
Este audiodrama foi o cartão sonoro de Natal que a Peças Raras produziu para o Instituto Claro em 2018. Acompanhe outras mensagens de fim de ano nesta playlist.
NATALINO
Você que acredita que, mesmo diante da realidade, é possível ver a esperança nos olhos de toda criança.
Desta vez, adaptamos um conto de fim de ano escrito por Eliandro Rocha e que acaba de chegar às livrarias. O áudio narra a história de Natalino, que, assim que dezembro chega, fica ansioso pela chegada do Papai Noel, mas sua mãe adverte: nem adianta esperar, que ele não vai conseguir deixar os presentes. A família tem muitos cachorros, como o Bom Velhinho iria entrar sem ganhar uma mordida?
Quer saber o que acontece no resto da história? Então, aceite nosso convite para se emocionar e dê o play!
Créditos:
As trilhas de fundo utilizadas no áudio são de Reynaldo Bessa e Madan. A música de Natal é “Magic Christmas” e está sob licença “Creative Commons”. A música que encerra o audiodrama é “Paraíso” (Madan e José Paulo Paes).
Esta mensagem foi produzida pela produtora Peças Raras para o podcast do Instituto Claro, em 2017. Acompanhe outros cartões sonoros de Natal nesta playlist.
“Toda criança começa como um cientista nato. Nós é que tiramos isso delas.’
(Carl Sagan, em entrevista à revista Psychology Today – janeiro de 1996)
Neste fim de ano, o Instituto Claro preparou uma mensagem especial para todos os amigos, parceiros, apoiadores e, em especial, a todos que têm ciência de que é preciso, primeiramente, mudar o jeito do ser humano agir e pensar para que se tenha um futuro melhor.
O áudio narra a breve história de um cientista que estava preocupado com os problemas do mundo e queria encontrar meios de resolvê-los. Passava dias em seu laboratório em busca da fórmula perfeita.
Certo dia, seu filho entra no local de trabalho decidido a ajudá-lo. Pensando que pudesse ser atrapalhado, o cientista oferece uma distração para a criança. E é aí que começam os detalhes mais curiosos dessa narrativa.
Quer saber o que acontece depois? Ouça o áudio.
Nesta edição, eu converso com Ricardo Capriotti, criador, produtor e apresentador do "Fôlego", programa que está há 15 anos na Rádio Bandeirantes e que também tem distribuição pelas plataformas de podcast.
Ele apresenta 6 podcasts ideais para quem quer se manter em forma e investir na qualidade de vida. Um deles é, claro, o próprio Fôlego.
Os outros são:
- Drauziocast;
- Stemma;
- Café e Corrida;
- Por falar em Correr.
No início de julho de 2012, às vésperas dos Jogos Olímpicos em Londres, Interferência coloca a Bola ao Ar e dá voz a uma Crônica à Torcida Amiga, marca registrada do saudoso Ary Silva.
Quem foi Ary Silva?
Em 21 de junho de 1917 nasce Ary Silva, um jornalista responsável por grandes feitos para a crônica e para o esporte brasileiros. Antes de ficar conhecido pelas tradicionais Crônicas à Torcida Amiga, Ary teve uma trajetória repleta de pioneirismos.
Em 1936, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, toma conhecimento de que a Philips recruta vendedores de rádio. Tenta, mas não obtém êxito na empreitada. No entanto, por sugestão do gerente de vendas, Nelson de Lorenzi, atleta do salto de vara, busca a sorte como repórter esportivo. Diante do Prof. Roberto Haddock Lobo, então chefe de esportes do Diário de São Paulo, antigo órgão dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, consegue a primeira oportunidade.
Com apenas 19 anos, é efetivado como repórter esportivo, em 1º de outubro de 1936, com um salário de 200 mil réis, um bom montante, equivalente a mais de 70.000 reais nos dias de hoje.
Dá novos saltos na crônica esportiva com conquistas importantes. Ainda em 36, participa da cobertura dos jogos olímpicos de Berlim e dos primeiros jogos abertos do interior. Em 37, entra na luta como fundador do Sindicato dos Jornalistas; Em 38, cobre a concentração da seleção brasileira de futebol para a copa do mundo da França.
Em 39, a convite de Otávio Gabus Mendes, forma o Departamento de Esportes da Rádio Bandeirantes. É quando dá o pontapé inicial para a trajetória das coberturas da emissora com o Bola ao Ar.
Na mesma época, inova ao criar o primeiro programa esportivo feminino do rádio brasileiro: Eva no Esporte. Ary escreve crônicas como se fosse uma mulher falando de esportes e conta com a leitura e interpretação das radioatrizes da emissora. Uma delas: Maria Estela Barros.Em 1941, funda a ACEESP – Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Fica na Bandeirantes até 1947.
Em 51, torna-se o primeiro comentarista da TV Brasileira, ao lado de Aurélio Campos, na Tupi. Em 58, a convite de Paulo Machado de Carvalho, integra a comissão que elabora o plano para a conquista da nossa primeira copa do mundo, na Suécia. Tinha orgulho de ter participado da fundação do jornal A Gazeta da Zona Norte, em 63, onde manteve uma coluna com o slogan dos tempos da Rádio Bandeirantes: “Torcida Amiga, bom dia”, até abril de 2001, quando morre em São Paulo.
Foto do destaque: Ary Silva na Rádio Tupi, em 1954 (Acervo Gazeta da Zona Norte)
O programa "Abrace uma Carreira" nasceu na Rádio USP com a intenção de aproximar jovens a fazerem escolhas profissionais com base na experiência de profissionais e professoras e professores de determinada área de atuação.
Desde o dia 2 de novembro, a atração, que é produzida e apresentada por Miriam Ramos e Elaine Guedes, vai ao ar na Rádio Trianon AM, de São Paulo (que pode ser ouvida pelo radiotrianon.com.br).
Toda segunda, entre 12 e 13h, o estúdio fica repleto de gente para um papo gostoso e franco sobre carreiras.
Nesta edição do podcast Peças Raras, você acompanha como foi o "Abrace uma Carreira" de Radialista.
Eu tive a honra de participar, juntamente com colegas de profissão:
- Dimig Seidenberger;
- Fernando Vítolo;
- Nilo Frateschi;
- Isaac Barros;
- Átimo Rodrigo.
No áudio, você confere a edição completa do programa e, no final, um Achado do Espaço, a cobertura que fiz em 2017 para o podcast do NET Educação (atual "Instituto Claro") quando o "Abrace" ainda estava na Rádio USP.
Esta edição do #HOJEPOD foge ao padrão tradicional. Não consigo resistir à indicação de uma série do Netflix. O nome é Toda Luz que não Podemos Ver. São 4 episódios, de cerca de 50 minutos.
A série conta como o rádio foi usado de forma mágica durante a resistência francesa ao Nazismo.
O mesmo meio de comunicação que nos anos 30 havia sido utilizado como arma de guerra pelo regime de Hitler, aqui é mostrado como uma forma de comunicar esperança em meio ao desespero e à destruição.
Ambientada em 1944, mas com flashbacks que servem como respiro para as cenas de atrocidades de um cenário em guerra, "Toda Luz que não podemos Ver" tem uma jovem cega, chamada Marie, como personagem principal. Mas há ainda destaque para um soldado alemão, chamado Werner, que cresceu em um orfanato e que é um gênio na construção de aparelhos de rádio.
Os destinos de ambos se encontram porque a missão do jovem na França invadida pelos nazistas é localizar transmissões de rádio clandestinas.
E aí vem toda a magia da série. Sem dar spoilers, apenas digo que é muito forte por causa da temática, mas também muito poética. O rádio é o que mantém a sintonia entre os jovens que estão de lados diferentes do conflito. Eles ainda têm em comum o fato de terem crescido ouvindo um professor que os inspirou para toda a vida.
Esse professor havia sido soldado na primeira guerra e, depois, passou a se dedicar a transmitir a luz por meio do rádio. Na frequência 1310, ele falava de fatos, razão e literatura. E a frase que costuma usar é de que A LUZ MAIS IMPORTANTE NO MUNDO É TODA LUZ QUE NÃO PODEMOS VER.
A série pode trazer vários paralelos entre o que se vivia há 80 anos na França e o que estamos acompanhando hoje num mundo em que os conflitos têm como único objetivo eliminar o que é diferente. Também dá para fazer alguma sintonia entre o uso do rádio como arma de guerra para o bem ou para o mal, assim como hoje as redes sociais desempenham ambos os papeis.
E daí veio o questionamento, se na era do rádio houve muitas participações desse meio de comunicação em várias partes do mundo, com mensagens cifradas, por exemplo, como o podcast tem sido usado nas guerras de hoje em dia?
Um que tem se destacado é o Fighting for Ukraine (Brigando pela Ucrânia).
Ele é produzido e apresentado pelo podcaster e soldado voluntário pelo exército da Ucrânia, o jornalista de rádio Yuriy Matsarsky.
Apesar de jovem, é um jornalista que já trabalhou em várias coberturas de guerras. Agora, ele tem transmitido diariamente um podcast com episódios curtos, apresentado diretamente do cenário do conflito entre Rússia e Ucrânia.
O podcast é narrado em inglês, mas um ponto bem bacana é que tem a transcrição. Com ela, é possível a gente usar, por exemplo, o Google Tradutor e entender o conteúdo. Também já existem alguns programas de Inteligência Artificial – o Spotify está começando a utilizar, mas não ainda no Brasil – que traduzem simultaneamente, ou melhor, dublam para outras línguas. Isso vai elevar os podcasts para um outro patamar, sem dúvida.
A televisão surge no Brasil em 18 de setembro de 1950. No entanto, até meados daquela década, o rádio ainda se mantinha em destaque.
From the publisher's feed

108 Listeners

77 Listeners

50 Listeners

2 Listeners

1 Listeners