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O nome de José Medina está ligado à fotografia, ao rádio e também como um dos pioneiros do cinema em São Paulo. O diretor começa a realizar filmes ainda na era do cinema mudo, em
No entanto, dois incêndios em estúdios que trabalhou fazem com que quase todas as suas obras para a telona se percam. Outra decepção que Medina tem com a sétima arte é a censura do primeiro filme sonoro produzido por ele. “O Canto da Raça” foi
A partir desse momento, mais precisamente no final da década de 30, prevalecem a paixão pela fotografia e a alternativa oferecida pelo rádio para comunicar suas ideias.
Em 1939, José Medina funda o Foto-Cine Clube
A convite de outro profissional ligado ao cinema e ao rádio, Otávio Gabus Mendes, que chega à Bandeirantes em 1938, a paixão pela fotografia leva Medina a criar um programa de rádio inusitado: o INSTANTÂNEOS NO AR. A atração conta com a participação do filho Fabiano Medina Netto e passa a
Entre os destaques do programa INSTANTÂNEOS NO AR estavam os comentários feitos por fotógrafos profissionais a partir de fotos enviadas por ouvintes. Com isso, o público
Na rádio Bandeirantes, Medina também escreve, dirige e produz uma centena de radioteatros.
Como tudo começou?
Como um jovem negro e pobre da periferia do Rio de Janeiro se tornou Mussum, um ídolo de várias gerações?
Quais foram as intrigas e os problemas que ele enfrentou?
Que legado ele deixou?
Essas são algumas das perguntas que "Mussum, o podcastis" responde.
A série estreou junto com o filme, na quinta, dia 2 de novembro. É uma série do g1 e da Globo Filmes com cinco episódios. A proposta é aprofundar detalhes da vida e da carreira de Antônio Carlos Bernardes Gomes.
Além de “trapalhão”, ele foi importante no samba, como um dos fundadores do Originais do Samba e, também, pela atuação e divulgação da Estação Primeira de Mangueira.
O podcast vem na esteira da repercussão de ‘Mussum, o Filmis’.
Para saber um pouco mais sobre as ideias que norteiam o podcast vale conferir a entrevista com os apresentadores Kaíque Mattos e Marina Lourenço e com a roteirista e editora Helen Menezes. Essa conversa está disponível no podcast do Estúdio CBN que, no feriado de 2 de novembro, foi apresentado por Leandro Gouveia.
Interessante entender que o podcast é feito por jovens que não eram nascidos quando Mussum estava nos Trapalhões. Por isso, a missão deles é, também, entender quem foi o Antônio Carlos Bernardes Gomes para transmitir às novas gerações.
A linguagem de documentário com episódios que enfocam mais um ou outro aspecto da vida e da carreira do Mussum é bem apropriada para que o público entenda as diferentes
O segundo episódio, por exemplo, mostra a criatividade do Carlinhos do Reco-Reco, como era conhecido no início de carreira, para construir os próprios instrumentos
Além de Dedé e Didi, tem muitas outras entrevistas interessantes, como com Juliano Barreto, autor da biografia: Mussum, uma História de Humor e Samba, que foi lançado neste ano de 2023 e usado como base para o filme. Outro entrevistado é o
Outro ponto positivo: tanto o filme como o podcast vão trazer interesse para outros grandes personalidades negras da nossa música popular, como Elza Soares, Alcione, Cartola e Jorge Benjor, por exemplo.
Você é curioso ou curiosa e quer saber quando a Rádio
Bem, essa fórmula começa há 70 anos. Em 1953, Júlio Atlas
O programa se transforma rapidamente em uma enciclopédia de
O sucesso no rádio rende uma versão televisiva do programa
Júlio Atlas é responsável por outros programas criativos na
A atração conta com apresentação de Humberto Marçal. O
Bandeirantes Topa Tudo é transmitido inicialmente entre as 2
Nesta edição do quadro Interferência, levado ao ar em 14 de
Homar Nunes nasceu em Ribeirão Preto em 30 de junho de 1921. Ficou conhecido em todo o Brasil pelo nome de Omar Cardoso. Sua vocação para se tornar horoscopista veio, ainda na adolescência, por influência do pai. Sadi Nunes foi um dos fundadores da primeira ordem esotérica estabelecida no Brasil, o Círculo da Comunhão do Pensamento.
O começo no rádio foi como locutor da Clube, de Marília, no início da década de 1940. Já na capital, nos anos 1960, a voz marcante de Omar Cardoso e os estudos ligados à Astrologia chamam atenção do Diretor Executivo da Rádio Bandeirantes.
Henrique Lobo foi também o responsável pela criação do slogan que acompanhou Cardoso: professor de otimismo. A ideia era que ele só falasse aspectos positivos de cada signo.
O programa BOM DIA, MESMO fez parte da Cadeia Verde Amarela e foi distribuído a quase 400 emissoras espalhadas por todo o Brasil.
A atração se manteve na Rádio Bandeirantes até 1978, às vésperas da morte de Cardoso. Recebia uma média mensal de 1 300 cartas, enviadas de todos os cantos do país.
Cardoso mantinha ainda colunas em 140 jornais e publicava um horóscopo anual com tiragem de 300 000 exemplares.
Esta é uma edição especial do podcast Peças Raras para celebrar duas datas e uma confluência entre elas. A primeira celebra os 85 anos da transmissão do radioteatro A Guerra dos Mundos. A outra é o aniversário de 60 anos de William Bonner (16 de novembro de 2023). Por isso, aqui você vai conferir a versão em português do mais famoso radioteatro de todos os tempos, com Bonner, no início dos anos 80, como uma das vozes da reconstituição feita na faculdade de jornalismo, na USP.
Vamos à história:
30 de outubro de 1938, a partir das 8 da noite, uma transmissão de rádio leva pânico aos Estados Unidos. No então horário nobre do rádio, em Nova Iorque, entra no ar mais um Teatro Mercury.
O programa semanal era transmitido pela CBS para uma pequena audiência. Isto até aquela véspera de Dia das Bruxas, quando o jovem diretor Orson Welles adapta para o radioteatro o romance A Guerra dos Mundos.
A escolha da linguagem jornalística para narrar a chegada de marcianos que usavam um raio mortífero causa tumulto. Quem pegou o episódio começado, pensou que era uma reportagem e imediatamente ligou para familiares e amigos. Logo milhões de ouvintes estavam com seus aparelhos sintonizados na CBS.
Ao rever esse episódio, a Revista Cinelândia, há 50 anos, assim descreve o que se deu naquela noite:
“O pânico começou. Carros corriam a 120 nas estradas, telefones tocavam sem parar, famílias inteiras deixavam suas casas... mobilizou-se a milícia de Nova Jérsei. Do outro lado dos Estados Unidos, em São Francisco, voluntários se apresentavam para defender o país, mulheres e crianças se refugiavam nas igrejas... houve quem se atirasse em um rio de Nova Iorque, ao ouvir que os marcianos desciam a 5ª Avenida.”
85 anos depois, eu divido com você uma verdadeira peça rara: a versão em português produzida por alunos de jornalismo da Eca-USP, no início dos anos 80. Uma das vozes é de ninguém menos do que William Bonner.
A nova temporada do podcast Conversas Sinceras sobre o Viver e o Morrer começou em 12 de setembro. São 8 conversas sobre finitudes da vida e das coisas: divórcio e desemprego, por exemplo. O tom é de informação e acolhimento.
Neste ano, o podcast, que faz parte do 6º Festival inFINITO, tem como apresentadores o idealizador Tom Almeida e a jornalista e paliativista Juliana Dantas. Para Dantas, aliás, "só quem for morrer precisa ouvir".
Os episódios tem cerca de 50 minutos e a série pode ser conferida nos mais diferentes tocadores de podcast.
Nas conversas, que contam sempre com alguma pessoa especialista em cada assunto, Tom e Dantas se propõem a descobrir como a morte está presente em praticamente todos os aspectos de nossas vidas. A pergunta da nova temporada gira em torno do que Educação, Literatura e Arte, Economia e outros assuntos têm a ver com morte e luto?
Em outras palavras, como a finitude está diretamente conectada com os temas do nosso cotidiano.
O "Conversas sinceras sobre o viver e o morrer" é o carro-chefe do Festival inFINITO 2023.✨
No Instagram INFINITO.ETC dá para acompanhar as outras atrações desta 6ª edição do Festival inFinito. Tem, por exemplo, uma mostra audiovisual, encontro do Clube dos Livros AnaMi, como gostava de ser chamada a jornalista e paliAtivista Ana Michele Soares, que faleceu este ano e foi muito importante ao desmistificar o conceito de cuidados paliativos.
O podcast e o Festival contam com o apoio do Quebrando o Tabu e do Museu da Pessoa.
O quadro Interferência, foi produzido e apresentado por mim para o "Você é Curioso?", na época em que era apresentado na Rádio Bandeirantes.
Esta edição é originalmente de dezembro de 2011 e aproveita o então momento decisivo do Campeonato Brasileiro para colocar na área um dos primeiros programas a misturar humor e futebol.
O Show de Rádio é relembrado a partir de depoimentos da saudosa Olga Sangirardi (na imagem, junto com Estevam), produtora do programa em sua fase de maior repercussão, e também dos apresentadores do Na Geral Lélio Teixeira e Zé Paulo da Glória.
A recosntituição traz um momento histórico em que, na década de 1980, Lord Didu Morumbi reuniu em sua mansão os torcedores dos times adversários, para a festa de fim de ano. Dessa vez, Marcelo Trombada e Silvanoninha são os convidados do grã-fino sãopaulino para assistirem juntos ao jogo decisivo entre Corinthians e Palmeiras.
No final dos anos 50, o ouvinte da Bandeirantes se acostuma a acompanhar também no rádio a risada do Picapau do desenho animado. Ela era usada na atração de maior audiência das manhãs em todo o Brasil. Ninguém superava a popularidade do Picape do Picapau.
Por trás do êxito do programa musical, o produtor de discos e radialista Walter Silva. Chamado de DJ de São Paulo, antes e mesmo depois de se tornar famoso como Pica-Pau, Silva foi: comentarista esportivo, repórter, apresentador, animador de auditório e humorista. No Rio de Janeiro, foi divulgador da RGE, responsável por lançar Maysa nas rádios cariocas. Em São Paulo, começa na extinta Piratininga e logo passa ao comando de “A TOCA DO DISCO”, na antiga Record. Ele próprio dizia ter procurado Paulo Machado de Carvalho para criticar o fato de a emissora ser muito falada. Diante da ousadia, é desafiado a apontar um caminho. Walter Silva passa a entrevistar jogadores de futebol, políticos e outras personalidades para falar sobre música, abrindo espaço para tocar lançamentos em discos.
Em 58 chega à mais popular emissora paulista, a Bandeirantes. Passa a apresentar o Pick-up do Pica Pau. A companheira de vida pessoal e profissional por 5 décadas, Déa Silva, relembra o sucesso daquela época nesta edição especial do Interferência.
No final de setembro, foram divulgados os três finalistas de cada categoria do Prêmio Ibest. Os vencedores serão conhecidos em janeiro. Nesta edição do #HOJEPOD, que estreia aos sábados, quinzenalmente, no youtube do “Guia dos Curiosos”, você conhece o Top 3 nas categorias podcast e videocast.
O Flow é o único indicado no Top 3 tanto em videocast como em podcast, nas votações da academia e do público.
E ainda na esteira dos melhores podcasts de 2023, conversamos sobre uma série do Não Inviabilize, que também ficou no Top 10 e sobre o qual falamos brevemente no episódio de 9 de setembro sobre o Prêmio Ibest.
Aliás, o Não Inviabilize também está no Top 10 entre os podcast mais ouvidos do Brasil, no Spotify.
O que eu quero sugerir é uma história em 3 partes, que envolve duas séries do canal Não Inviabilize – uma delas é o Amor nas Redes e a outra, o Picolé de Limão.
O Amor nas Redes é aquela sessão mais doce, em que alguém envia uma história romântica.
Já o Picolé de Limão é quando a história azeda...
E aí vem a curiosidade da dica desta edição do #HOJEPOD.
É uma história que começa melosa e termina amarga.
Para chegar a ela, minha sugestão é que você busque no canal do Youtube do Não Inviabilize ou no Google, colocando na pesquisa “Não Inviabilize / Professor”.
Assim você vai encontrar os três episódios dessa série, em que uma aluna universitária se apaixona por um professor.
No Youtube, o Não Inviabilize conta com recursos de acessibilidade, no caso, Libras e legenda.
Na descrição, tem também a Transcrição do episódio:
A intérprete de Libras é a Gabriela Inácio
O detalhe é que esses recursos são mantidos com o conteúdo exclusivo destinado aos assinantes do canal.
Henrique Lobo chega à Bandeirantes em 1947 e é de fundamental importância para a fase musical da emissora. Mas esta já é outra história para outro Interferência. Hoje nosso assunto é a ligação entre contos infantis e o rádio, que começa já no final dos anos 1930.A Bandeirantes tinha o melhor elenco de jovens talentos. Lia de Aguiar, Vida Alves, Cassiano Gabus Mendes e Geraldo Blota, quando ainda eram crianças, brincavam de fazer teatro. O palco era uma espécie de poço em uma casa de calçados da rua São Bento, no centro de São Paulo.A líder da diversão era a também jovem Sagramor de Scuvero, que adaptava e radiofonizava textos da literatura infanto-juvenil. Essa história resulta em um dos primeiros programas de rádio destinados a essa faixa de idade. O Teatro de Brinquedo tem sua pré-estreia na Bandeirantes em 27 de junho de 1939. Oficialmente entra no ar em 3 de agosto de 1939 e é exibido às 4 e meia da tarde das quintas-feiras. Logo o divertimento cresce e as peças passam a ser encenadas no Centro do Professorado Paulista, em um teatro para mil pessoas. O elenco da atração conta com crianças de 7 a 12 anos, que aprendem a sapatear, declamar e a falar de maneira clara em uma Escola de Arte criada com esta finalidade.Para relembrar daqueles tempos em que os programas infantis estiveram em cena, fique com os nossos protagonistas Silvânia Alves e Marcelo Duarte, que interferem agora e homenageiam o Teatro de Brinquedo. Divirta-se!
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