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Nesta edição do podcast Malaveia, que é coproduzido pela Peças Raras Produções, Marcelo Abud começa fazendo uma homenagem à Rita Lee. Você vai ouvir o jingle "Algo Mais", composto e interpretado pelos Mutantes para a Shell. A música publicitária fez tanto sucesso que foi gravada no LP da banda, em 1969.
Na sequência, conheça os bastidores da criação da campanha para o Nissan Sentra, em 2007, que utilizou a música "Será que é pra mim?", da Banda The Uncles.
Tem ainda as histórias e versões dos clássicos jingles de Cobertores Parahyba, Café Seleto, Duchas Corona, Antarctica (Pipoca e Pizza com Guaraná), Silêncio de um Chevrolet e outras lembranças que vão transportar você ao tempo em que os jingles eram a principal marca da publicidade no rádio e na TV.
Nesta edição do quadro que tem estreia todo sábado, entre 10 e 12h, no "Olá, Curiosos!", nas redes do Guia dos Curiosos, mais uma vez converso com Marcelo Duarte sobre um podcast que foi sugerido por um internauta.
O Cacá Molinari escreveu nas mensagens do Spotify e indicou o ABFP (Amigos&Barcinski&Forasta&Paulão), que está prestes a completar 3 anos no ar.
O conteúdo mistura rock alternativo, pop de vanguarda e cultura popular.
Segundo o próprio Cacá Molinari: "O ABFP é diferenciado com convidados bem interessantes, ótimas músicas e também sugestões de livros, filmes...
Atualmente é apresentado por André Barcinski, Paulo Cesar Martin e André Forastieri, ícones do programa Garagem".
Entre as novidades na lista de leituras da Unicamp está uma seleção de 10 canções de Cartola. Algumas dessas músicas são conhecidas do público jovem em função de terem sido regravadas por nomes consagrados e outros da atual geração da Música Popular Brasileira.
Nesta edição especial, você vai acompanhar uma entrevista com o professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) e
A entrevista com Walter Garcia foi realizada por mim para o podcast do Instituto Claro. Vale conferir o episódio de 8 minutos no site do Instituto Claro ou no
Bem, mas além do Walter Garcia, que vai costurar esse episódio, ainda nesta edição do podcast Malaveia – Especial Cartola, vamos contar com a cantoria de
E se você conhece alguém que está estudando pro vestibular, no Spotify, há duas playlists com episódios produzidos por mim para o Livro Aberto do Instituto
Livro Aberto – Livros Fuvest
Livro Aberto – Livros Unicamp.
Acompanhe esta edição especial em que destaco os episódios do mês de abril no podcast do Instituto Claro, que é produzido por mim. Todos os áudios de cidadania e educação estão disponíveis, também, no Spotify, neste link. Para acessar diretamente no site, com recursos de acessibilidade como transcrição e libras, basta clicar em cada um dos títulos abaixo:
65 ANOS DE CAZUZA
No episódio de 29 de março, o doutor em sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Mario Luis Grangeia, analisa músicas como Um Trem para as Estrelas, Brasil, Ideologia e O Tempo não Para. No áudio, você acompanha ainda trechos de uma entrevista do próprio Cazuza, em que o artista revela porque começou a se interessar por temas mais sociais e políticos.
KAÊ GUAJAJARA E A MÚSICA COMO ANTÍDOTO AO RACISMO INDÍGENA
Em 5 de abril foi publicada uma conversa com Kaê Guajajara, que está lançando seu segundo álbum.
A cantora indígena usa a arte como ferramenta de conscientização e protesto no combate à invisibilidade de povos originários que vivem, inclusive, nas grandes cidades.
BÁRBARA CARINE: DESCOLONIZANDO SABERES
No dia 11 de abril, a conversa foi com Bárbara Carine. Ela é conhecida pelo perfil UMA INTELECTUAL DIFERENTONA no Instagram.
Como escritora, ela ressalta o poder dos livros na luta por uma educação antirracista.
No podcast de educação do Instituto Claro, Carine apresenta cinco de seus livros que têm o objetivo de pensar as ciências a partir de narrativas que resgatam os saberes ancestrais africanos. Entre eles, está o recém-lançado “Como se tornar um educador antirracista”.
CARTOLA NA LISTA DA UNICAMP
E o vestibular da Unicamp motiva mais um episódio bem musical. É que entrou para a lista uma seleção de dez canções de Cartola.
Para este episódio do Livro Aberto, o professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP Walter Garcia dividiu as 10 canções escolhidas pelo vestibular em três capítulos: “O Morro”, “O Tempo” e “Lirismo Amoroso”.
ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS: A TRANSFORMAÇÃO PELA MÚSICA
É possível comprovar a relação entre música e cidadania a partir da experiência da primeira orquestra criada em uma favela no Brasil? Essa foi a pergunta que motivou a pesquisa da professora do Programa de Pós-graduação em Humanidades, Direitos e outras Legitimidades da Universidade de São Paulo (USP)
Para saber as respostas encontradas por ela, você pode conferir o episódio de cidadania que entrou no site do Instituto Claro e nas plataformas
75 ANOS DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E A EDUCAÇÃO: O ARTIGO 26
Para fechar as publicações do podcast do Instituto Claro de abril, no dia 25, antecipamos a celebração dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Eu conversei com a doutora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professora da graduação em pedagogia, Marília Josefina Marino sobre o pacto global em torno da educação como um direitos de todas as pessoas.
O ponto de partida foi o Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
E você, conhece o Artigo 26?
Em paralelo ao que acontece no mercado editorial em que a auto-ajuda prevalece nas listas dos mais vendidos, o clima de amizade e de consultório proporcionado por alguns programas de rádio pode ser chamado de “áudio-ajuda”.
São programas que se propõem a simplesmente dar voz ao ouvinte e a dialogar com ele.
Nesta edição, você relembra ou passa a conhecer o "A Gente Precisa Conversar", que era apresentado pelo saudoso Vinicius França, na Nativa FM.
Na sequência, destacamos o "Mensagens que chegam pela Manhã", que é produzido por Flavio Siqueira para a sua Rádio inverso.
A proposta é estabelecer um diálogo com quem ouve ao vivo, diariamente, às 8h, valorizando o que conecta o comunicador ao público: a humanidade.
Depois de ir ao ar pela radioweb, o episódio é publicado nas plataformas de podcast, como o Spotify.
No "Spotify for Podcasters" (que é o novo nome do Anchor, há um tutorial sobre o trailer que funciona). É com base nele e na análise de algumas apresentações de podcasts que compartilho as dicas a seguir:
O trailer deve ter cerca de 1 minuto de duração:
- Como uma propaganda
- Chamar atenção e convencer de que vale ouvir
- Diga o propósito em até um minuto (projeto de vida x propósito
Apresente‑se:
- Sua experiência
- Qual seu papel no podcast?
- O que inspirou a criação do podcast
- sua história, paixão e personalidade ligadas ao tema ou formato.
Apresente seu programa:
É um podcast de horóscopo, o que ele traz?
É um programa de variedades, em que você vai encontrar TUDO o que quer
É um podcast que vai deixar a pessoa em sintonia com grandes nomes do
NÃO ESQUECER DE FALAR O NOME DO PODCAST.
Inclua uma chamada para a ação
O objetivo final do trailer é promover seu podcast. Por isso, dê instruções claras aos ouvintes sobre o que eles precisam fazer: ouvir seu programa! Direcione o público a um determinado episódio se quiser que comecem por ele. Incentive as pessoas a seguir você no Spotify. Destaque o que deseja
Crie um trailer em vídeo
O Spotify for Podcasters gera um vídeo automaticamente (olha a IA aí), se o trailer for produzido diretamente na plataforma. Daí você pode
RESUMINDO: O TRAILER é uma versão mais curta do seu podcast
Tente resumir em apenas 1 minuto tudo que você falaria normalmente em um episódio inteiro do podcast. Inclua o tema de abertura no trailer caso ele seja
Destaque seus
A que veio?
O que diferencia o seu podcast?
O que pode agregar a quem ouve?
Por que escolher o seu podcast em meio a outros que falam do mesmo tema?
Esta é uma semana repleta de datas importantes para os assuntos que costumo tratar nos episódios de cidadania e educação do podcast do Instituto Claro.
Dia 19 é o Dia dos Povos Indígenas;
E dia 22 marca o dia que aprendemos a chamar de descobrimento do Brasil, mas que tem muito mais a ver com achamento ou invasão de Pindorama.
Para refletir sobre essas datas, Nêgo Bispo, Kaê Guajajara e Bárbara Carine são alguns dos destaques de março e abril no site ou no canal do
No canal de Cidadania, Kaê Guajajara enumera termos que não devem ser mais usados para se referir aos povos originários. No #HOJEPOD,
Kaê Guajajara:
Nós temos a nossa diversidade. Meu povo é Guajajara e aí
E esse nome ele foi dado pelo colonizador, quando
Nêgo Bispo:
“Se você foi colonizado e isso te incomoda, você vai
Eu digo que nós não somos afro-brasileiros, nós somos
Contra-colonialismo é um conceito afro-pindorâmico, porque
Aqui não é Brasil, para nós. Aqui é Pindorama. E nós
Ainda na linha de conteúdos que repensam a colonialidade, eu conversei com a professora finalista do Jabuti Bárbara Carine. No áudio ela
Bárbara Carine:
Então o que os meus livros fazem é mostrar que pessoas
(Lê trecho do livro)
Para acompanhar todos os episódios do podcast do Instituto Claro, busque no google por podcast Instituto Claro – Educação e podcast Instituto Claro – Cidadania. Se preferir, você pode seguir o Instituto Claro no Spotify. Daí aproveite e avalie o conteúdo com 5 estrelas para que mais pessoas
É isso. Esta edição especial do #HOJEPOD termina aqui. Até a próxima, quando eu volto com mais novidades da podosfera, este incrível universo
O videocast do Teatro Bradesco está disponível tanto no Spotify quanto no Youtube, onde é possível também acessar versões com recursos de acessibilidade.
Apresentado pela Foquinha – como é conhecida a Fernanda Catania, influenciadora digital que ficou famosa fazendo entrevistas com artistas para o youtube e que também está à frente do podcast Donos da Razão – junto com André Brandt. O casal discute a relação a partir de fatos e acontecimentos da cultura pop.
O Videocast do Teatro Bradesco é muito bem produzido, com destaque para o cenário, qualidade da captação do áudio e... ACESSIBILIDADE
O conteúdo no Youtube traz versão com audiodescrição (com link na descrição do episódio), Libras e nos episódios com artistas que se apresentam no Teatro
Desde fevereiro de 2021 foram produzidos vários episódios do podcast. Mas foi em agosto do ano passado que passou a contar com as edições em vídeo.
Os episódios são voltados a cultura em geral, mas principalmente música e teatro, a partir das atrações do Teatro.
Os detalhes sobre todos os recursos presentes no videocast estão na conversa com Marcelo Duarte para o #HOJEPOD, que foi ao ar originalmente dentro do "Olá, Curiosos!", no sábado, dia 08 de abril.
Na conversa, eu lembro ainda da cobertura que fizemos no lançamento da Rádio Bradesco Esportes FM, em 2012, com um trecho da entrevista que fiz com Washington Olivetto. Isto para fazer o paralelo com a cobertura que Foquinha fez diretamente do Lollapalloza.
Excelente tanto na forma quanto na acessibilidade, a versão em vídeo do podcast do Teatro Bradesco aumenta o alcance da mensagem. É legal ver nos comentários, por exemplo, uma pessoa surda que diz que está conseguindo acompanhar o conteúdo e feliz por estar incluída na transmissão e conversando no chat.
O fotógrafo e radialista há mais de 40 anos valoriza o rock e a MPB em seus programas, que podem ser conferidos nas plataformas de podcast ou no site https://www.roncaronca.com.br/
Mas tem outras excelentes dicas:
- Mimimidias em Prosa, em que Clara Matheus e Leonardo Oliveira conversam sobre Internet, política, lançamentos musicais, séries e exposições.
- A História do Disco, com Bruna Paulin, que tem como premissa o fato de que "todo disco tem uma história. Ou mais..."
- Travessia. Com produção da Central 3, Caio Quero e Fernando Vives levam à podosfera música e papo do bom, regados à MPB.
E para fechar, eu indico ainda os episódios que estão na playlist do Spotify "MPB em Pauta"
A primeira onda do podcast no Brasil veio em 2005.
À época, houve muita curiosidade por parte de radialistas, buscando entender como poderiam fazer conteúdos para a então nova mídia.
Já as emissoras de rádio, por pelo menos uma década, viram no podcast uma concorrência e, em vez de produzir conteúdos inéditos para a web, acabavam muitas vezes reproduzindo podcasts independentes em sua programação.
Quando acordaram e passaram a produzir conteúdos relevantes exclusivamente para a internet, a concorrência de produções independentes e de boa qualidade, com linguagem radiofônica já era considerável.
Finalmente, nos dias de hoje, parece que em vez da visão rádio x podcast, a maior parte das emissoras estão trabalhando com a fórmula rádio + podcast.
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