Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

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Peças Raras - Você em sintonia com o rádio episodes

  • #237 Algo Mais sobre Rita Lee e outras lembranças musicais em forma de jingles

    Nesta edição do podcast Malaveia, que é coproduzido pela Peças Raras Produções, Marcelo Abud começa fazendo uma homenagem à Rita Lee. Você vai ouvir o jingle "Algo Mais", composto e interpretado pelos Mutantes para a Shell. A música publicitária fez tanto sucesso que foi gravada no LP da banda, em 1969.

    Na sequência, conheça os bastidores da criação da campanha para o Nissan Sentra, em 2007, que utilizou a música "Será que é pra mim?", da Banda The Uncles.

    Tem ainda as histórias e versões dos clássicos jingles de Cobertores Parahyba, Café Seleto, Duchas Corona, Antarctica (Pipoca e Pizza com Guaraná), Silêncio de um Chevrolet e outras lembranças que vão transportar você ao tempo em que os jingles eram a principal marca da publicidade no rádio e na TV.

    1 hr 5 min
  • #236 #HOJEPOD: ABFP, o podcast com a turma do Garagem

    Nesta edição do quadro que tem estreia todo sábado, entre 10 e 12h, no "Olá, Curiosos!", nas redes do Guia dos Curiosos, mais uma vez converso com Marcelo Duarte sobre um podcast que foi sugerido por um internauta.

    O Cacá Molinari escreveu nas mensagens do Spotify e indicou o ABFP (Amigos&Barcinski&Forasta&Paulão), que está prestes a completar 3 anos no ar.

    Com duração média de 2 horas, os episódios são comandados por integrantes do Programa Garagem, que estreou em 92 na Gazeta FM de São Paulo e teve uma importante temporada na extinta Brasil 2000.

    O conteúdo mistura rock alternativo, pop de vanguarda e cultura popular.

    Segundo o próprio Cacá Molinari: "O ABFP é diferenciado com convidados bem interessantes, ótimas músicas e também sugestões de livros, filmes...

    Atualmente é apresentado por André Barcinski, Paulo Cesar Martin e André Forastieri, ícones do programa Garagem".

     

    20 min
  • #235 Especial: Dez Canções de Cartola

    Entre as novidades na lista de leituras da Unicamp está uma seleção de 10 canções de Cartola. Algumas dessas músicas são conhecidas do público jovem em função de terem sido regravadas por nomes consagrados e outros da atual geração da Música Popular Brasileira.

    Nesta edição especial, você vai acompanhar uma entrevista com o professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) e

    músico Walter Garcia. Ele comenta cada uma das 10 composições de Cartola, que ouviremos ao longo desse episódio.

    A entrevista com Walter Garcia foi realizada por mim para o podcast do Instituto Claro. Vale conferir o episódio de 8 minutos no site do Instituto Claro ou no

    Spotify. Lembrando que você pode pedir para a Alexa o podcast do Instituto Claro que ela vai te atender prontamente também.


    Bem, mas além do Walter Garcia, que vai costurar esse episódio, ainda nesta edição do podcast Malaveia – Especial Cartola, vamos contar com a cantoria de

    ouvintes. O professor dividiu as 10 canções escolhidas pelo vestibular da Unicamp em três capítulos: “O Morro”, que inclui as músicas “Sala de Recepção”, em que Cartola canta o amor pela escola de samba que ajudou a criar, a Mangueira , e“Alvorada”; “O Tempo”, que envolve as canções “O que é feito de você?”, “Silêncio de um Cipestre”, “O Inverno do meu Tempo” e “O Mundo é um Moinho”. Esta última utiliza a metáfora de um moinho que tritura sonhos, para alertar a juventude sobre o que o autor aprendeu ao longo da vida. Em outro capítulo, “Lirismo Amoroso”, estão “Sim”, “Cordas de Aço”, “Disfarça e Chora” e aquela que, talvez, seja a composição mais conhecida de Cartola: “As Rosas não falam”.


    E se você conhece alguém que está estudando pro vestibular, no Spotify, há duas playlists com episódios produzidos por mim para o Livro Aberto do Instituto

    Claro super recomendáveis:

    Livro Aberto – Livros Fuvest

    Livro Aberto – Livros Unicamp.


    1 hr 11 min
  • #234 #HOJEPOD Especial: episódios do Instituto Claro vão de Cazuza e Cartola à Osquestra Sinfônica Heliópolis

    Acompanhe esta edição especial em que destaco os episódios do mês de abril no podcast do Instituto Claro, que é produzido por mim. Todos os áudios de cidadania e educação estão disponíveis, também, no Spotify, neste link. Para acessar diretamente no site, com recursos de acessibilidade como transcrição e libras, basta clicar em cada um dos títulos abaixo:


    65 ANOS DE CAZUZA

    No episódio de 29 de março, o doutor em sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Mario Luis Grangeia, analisa músicas como Um Trem para as Estrelas, Brasil, Ideologia e O Tempo não Para. No áudio, você acompanha ainda trechos de uma entrevista do próprio Cazuza, em que o artista revela porque começou a se interessar por temas mais sociais e políticos.


    KAÊ GUAJAJARA E A MÚSICA COMO ANTÍDOTO AO RACISMO INDÍGENA

    Em 5 de abril foi publicada uma conversa com Kaê Guajajara, que está lançando seu segundo álbum.

    A cantora indígena usa a arte como ferramenta de conscientização e protesto no combate à invisibilidade de povos originários que vivem, inclusive, nas grandes cidades.


    BÁRBARA CARINE: DESCOLONIZANDO SABERES

    No dia 11 de abril, a conversa foi com Bárbara Carine. Ela é conhecida pelo perfil UMA INTELECTUAL DIFERENTONA no Instagram.

    Como escritora, ela ressalta o poder dos livros na luta por uma educação antirracista.

    No podcast de educação do Instituto Claro, Carine apresenta cinco de seus livros que têm o objetivo de pensar as ciências a partir de narrativas que resgatam os saberes ancestrais africanos. Entre eles, está o recém-lançado “Como se tornar um educador antirracista”.


    CARTOLA NA LISTA DA UNICAMP

    E o vestibular da Unicamp motiva mais um episódio bem musical. É que entrou para a lista uma seleção de dez canções de Cartola.

    Para este episódio do Livro Aberto, o professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP Walter Garcia dividiu as 10 canções escolhidas pelo vestibular em três capítulos: “O Morro”, “O Tempo” e “Lirismo Amoroso”.


    ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS: A TRANSFORMAÇÃO PELA MÚSICA

    É possível comprovar a relação entre música e cidadania a partir da experiência da primeira orquestra criada em uma favela no Brasil? Essa foi a pergunta que motivou a pesquisa da professora do Programa de Pós-graduação em Humanidades, Direitos e outras Legitimidades da Universidade de São Paulo (USP)

    Sandra Regina Chaves Nunes. Em busca da resposta, ela entrevistou treze integrantes da Orquestra Sinfônica Heliópolis, além de um dos maestros que está
    desde a fundação do Instituto Baccarelli, organização sem fins lucrativos responsável pelas aulas e manutenção do grupo.

    Para saber as respostas encontradas por ela, você pode conferir o episódio de cidadania que entrou no site do Instituto Claro e nas plataformas

    de podcast no dia 20 de abril.


    75 ANOS DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E A EDUCAÇÃO: O ARTIGO 26

    Para fechar as publicações do podcast do Instituto Claro de abril, no dia 25, antecipamos a celebração dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Eu conversei com a doutora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professora da graduação em pedagogia, Marília Josefina Marino sobre o pacto global em torno da educação como um direitos de todas as pessoas.

    O ponto de partida foi o Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    E você, conhece o Artigo 26?

    A motivação para esta pauta foi eu ter visto uma apresentação em que o cantor e compositor Reynaldo Bessa interpresta músicas de Ednardo. Para encerrar esses destaques, eu separei um trecho do show que aconteceu no O Fino da Bossa, em São Paulo, em que Bessa explica como foi criada a música e depois canta Artigo 26.

    20 min
  • #233 #HOJEPOD: Mensagens que chegam pela Manhã, com Flavio Siqueira

    Em paralelo ao que acontece no mercado editorial em que a auto-ajuda prevalece nas listas dos mais vendidos, o clima de amizade e de consultório proporcionado por alguns programas de rádio pode ser chamado de “áudio-ajuda”.

    São programas que se propõem a simplesmente dar voz ao ouvinte e a dialogar com ele.

     

    Nesta edição, você relembra ou passa a conhecer o "A Gente Precisa Conversar", que era apresentado pelo saudoso Vinicius França, na Nativa FM.

    Na sequência, destacamos o "Mensagens que chegam pela Manhã", que é produzido por Flavio Siqueira para a sua Rádio inverso.  

    A proposta é estabelecer um diálogo com quem ouve ao vivo, diariamente, às 8h, valorizando o que conecta o comunicador ao público: a humanidade.


    Depois de ir ao ar pela radioweb, o episódio é publicado nas plataformas de podcast, como o Spotify.

     

    10 min
  • #232 #HOJEPOD: Como fazer o trailer do seu podcast

    No "Spotify for Podcasters" (que é o novo nome do Anchor, há um tutorial sobre o trailer que funciona). É com base nele e na análise de algumas apresentações de podcasts que compartilho as dicas a seguir:

     

    O trailer deve ter cerca de 1 minuto de duração:

    - Como uma propaganda

    - Chamar atenção e convencer de que vale ouvir

    - Diga o propósito em até um minuto (projeto de vida x propósito

    coletivo)

    ‍

    Apresente‑se:

    - Sua experiência

    - Qual seu papel no podcast?

    - O que inspirou a criação do podcast

    - sua história, paixão e personalidade ligadas ao tema ou formato.

    ‍

    Apresente seu programa:

    É um podcast de horóscopo, o que ele traz?

    É um programa de variedades, em que você vai encontrar TUDO o que quer

    saber sobre qualquer coisa?

    É um podcast que vai deixar a pessoa em sintonia com grandes nomes do

    rádio?

    NÃO ESQUECER DE FALAR O NOME DO PODCAST.

    ‍

    Inclua uma chamada para a ação

    O objetivo final do trailer é promover seu podcast. Por isso, dê instruções claras aos ouvintes sobre o que eles precisam fazer: ouvir seu programa! Direcione o público a um determinado episódio se quiser que comecem por ele. Incentive as pessoas a seguir você no Spotify. Destaque o que deseja

    que seus ouvintes façam após ouvirem o trailer.

    ‍

    Crie um trailer em vídeo

    O Spotify for Podcasters gera um vídeo automaticamente (olha a IA aí), se o trailer for produzido diretamente na plataforma. Daí você pode

    compartilhar este vídeo nas suas redes, blogs, listas de amizades...

     ‍

    RESUMINDO: O TRAILER é uma versão mais curta do seu podcast

    Tente resumir em apenas 1 minuto tudo que você falaria normalmente em um episódio inteiro do podcast. Inclua o tema de abertura no trailer caso ele seja

    o mesmo em todos os episódios. Se você está sempre interagindo com outro apresentador, tente mostrar essa dinâmica na gravação. Talvez você esteja
    começando e ainda não tenha decidido as músicas de fundo, os elementos de produção ou o tom exato do seu programa. Tá tudo bem. O trailer é sua
    oportunidade de conhecer e considerar os sons e elementos que quer manter nos próximos episódios.

    ‍

    Destaque seus

    pontos fortes:

    A que veio?

    O que diferencia o seu podcast?

    O que pode agregar a quem ouve?

    Por que escolher o seu podcast em meio a outros que falam do mesmo tema?

    19 min
  • #231 #HOJEPOD: Episódios do Instituto Claro para descolonizar pensamentos

    Esta é uma semana repleta de datas importantes para os assuntos que costumo tratar nos episódios de cidadania e educação do podcast do Instituto Claro.

    Dia 19 é o Dia dos Povos Indígenas;

    E dia 22 marca o dia que aprendemos a chamar de descobrimento do Brasil, mas que tem muito mais a ver com achamento ou invasão de Pindorama.

    Para refletir sobre essas datas, Nêgo Bispo, Kaê Guajajara e Bárbara Carine são alguns dos destaques de março e abril no site ou no canal do

    podcast do Instituto Claro nas plataformas de áudio.

    No canal de Cidadania, Kaê Guajajara enumera termos que não devem ser mais usados para se referir aos povos originários. No #HOJEPOD,

    você acompanha um trecho em que ela explica por que não devemos chamar 19 de Abril como Dia do Índio.

     

    Kaê Guajajara:

    Nós temos a nossa diversidade. Meu povo é Guajajara e aí

    vai ter o povo Pataxó. Então essas pessoas indígenas vieram de um povo. Elas
    são Guajajara, são Pataxó. Elas não são índio, sabe?

    E esse nome ele foi dado pelo colonizador, quando

    chegaram aqui no Brasil, né, na ‘Pindoretaquia’ que era, né, e, quando olharam,
    achavam que estavam na Índia. Então eles falaram assim ‘ah, índio’, para
    generalizar, para dissolver toda a nossa diversidade.

    Já entre os episódios de Educação, o pensador e escritor quilombola Nêgo Bispo explica o que é a perspectiva contracolonial e qual a
    diferença em relação ao pensamento decolonial.

     

    Nêgo Bispo:

    “Se você foi colonizado e isso te incomoda, você vai

    precisar lutar para se descolonizar e descolonizar os seus. Isso é a função da
    decolonialidade. Eu sou quilombola, eu não fui colonizado. Porque, se eu
    tivesse sido colonizado, eu seria um negro incluído na sociedade brasileira.
    Então, no meu caso, eu tenho que contracolonizar – contrariar o colonialismo.
    (…) O colonialismo está aí vivente, cada vez mais sofisticado”.

    Eu digo que nós não somos afro-brasileiros, nós somos

    afro-pindorâmicos’. Porque quando eu falo de África, eu falo de um lugar.
    Quando eu falo de Pindorama, também não falo de um povo, falo de um lugar, Por
    exemplo, um grande companheiro nosso da luta, que é o cacique Babau… Cacique
    Babau e o povo Tupinambá eles tiveram uma sacada extraordinária. Enquanto todo
    mundo diz reforma agrária, o que eles disseram? Retomada. É uma nominação
    diferente. Então, enquanto nós dissemos contra-colonialismo, os indígenas
    disseram retomada e nós estamos juntos. porque quando os colonialistas chegaram
    aqui, os povos originários chamavam aquele lugar onde eles chegaram de
    Pindorama, ‘terra das palmeiras’.

    Contra-colonialismo é um conceito afro-pindorâmico, porque

    os indígenas também concordaram, boa parte deles estão usando o conceito
    contracolonialista.

    Aqui não é Brasil, para nós. Aqui é Pindorama. E nós

    viemos de África. Então o encontro, a confluência entre africanos e povo
    pindorâmico é um encontro afro-pindorâmico. E Babau simplesmente disse ‘nós
    estamos é junto’, é confluência na retomada.

     

    Ainda na linha de conteúdos que repensam a colonialidade, eu conversei com a professora finalista do Jabuti Bárbara Carine. No áudio ela

    comenta 5 livros que escreveu e que trazem perspectivas afrocentradas e antirracistas.

     

    Bárbara Carine:

    Então o que os meus livros fazem é mostrar que pessoas

    negras, muito antes de serem escravizadas, elas eram gente, elas eram
    intelectualmente potentes, elas eram pioneiras. Criaram as bases
    científico-tecnológicas do mundo contemporâneo.

    (Lê trecho do livro)

     

    Para acompanhar todos os episódios do podcast do Instituto Claro, busque no google por podcast Instituto Claro – Educação e podcast Instituto Claro – Cidadania. Se preferir, você pode seguir o Instituto Claro no Spotify. Daí aproveite e avalie o conteúdo com 5 estrelas para que mais pessoas

    nos escutem. Outra opção é você pedir para a Alexa tocar o podcast do Instituto Claro.

    É isso. Esta edição especial do #HOJEPOD termina aqui. Até a próxima, quando eu volto com mais novidades da podosfera, este incrível universo

    dos podcasts.

    8 min
  • #230 #HOJEPOD: Videocast do Teatro Bradesco e acessibilidade

    O videocast do Teatro Bradesco está disponível tanto no Spotify quanto no Youtube, onde é possível também acessar versões com recursos de acessibilidade.

    Apresentado pela Foquinha – como é conhecida a Fernanda Catania, influenciadora digital que ficou famosa fazendo entrevistas com artistas para o youtube e que também está à frente do podcast Donos da Razão – junto com André Brandt. O casal discute a relação a partir de fatos e acontecimentos da cultura pop.

    O Videocast do Teatro Bradesco é muito bem produzido, com destaque para o cenário, qualidade da captação do áudio e... ACESSIBILIDADE

    O conteúdo no Youtube traz versão com audiodescrição (com link na descrição do episódio), Libras e nos episódios com artistas que se apresentam no Teatro

    Bradesco tem ainda a transcrição das entrevistas.

    Desde fevereiro de 2021 foram produzidos vários episódios do podcast. Mas foi em agosto do ano passado que passou a contar com as edições em vídeo.

    Os episódios são voltados a cultura em geral, mas principalmente música e teatro, a partir das atrações do Teatro.

    Os detalhes sobre todos os recursos presentes no videocast estão na conversa com Marcelo Duarte para o #HOJEPOD, que foi ao ar originalmente dentro do "Olá, Curiosos!", no sábado, dia 08 de abril.

    Na conversa, eu lembro ainda da cobertura que fizemos no lançamento da Rádio Bradesco Esportes FM, em 2012, com um trecho da entrevista que fiz com Washington Olivetto. Isto para fazer o paralelo com a cobertura que Foquinha fez diretamente do Lollapalloza.


    Excelente tanto na forma quanto na acessibilidade, a versão em vídeo do podcast do Teatro Bradesco aumenta o alcance da mensagem. É legal ver nos comentários, por exemplo, uma pessoa surda que diz que está conseguindo acompanhar o conteúdo e feliz por estar incluída na transmissão e conversando no chat.


    19 min
  • #229 #HOJEPOD: Ronca Ronca e podcasts de música e cultura

    Nesta edição, converso com Marcelo Duarte sobre podcasts sugeridos pelo ouvinte Edson, de Guarulhos. Em mensagem enviada ao [email protected], ele indicou programas que gosta de acompanhar e que têm como temas a música ou a cultura de forma mais ampla. Entre os destaques, vale citar o Ronca Ronca, de Mauricio Valladares.

    O fotógrafo e radialista há mais de 40 anos valoriza o rock e a MPB em seus programas, que podem ser conferidos nas plataformas de podcast ou no site https://www.roncaronca.com.br/

    Mas tem outras excelentes dicas:

    - Mimimidias em Prosa, em que Clara Matheus e Leonardo Oliveira conversam sobre Internet, política, lançamentos musicais, séries e exposições.

    - A História do Disco, com Bruna Paulin, que tem como premissa o fato de que "todo disco tem uma história. Ou mais..."

    - Travessia. Com produção da Central 3, Caio Quero e Fernando Vives levam à podosfera música e papo do bom, regados à MPB.

    E para fechar, eu indico ainda os episódios que estão na playlist do Spotify "MPB em Pauta"

    Nela, você encontra áudios sobre músicas (eu chamo de Retratos Cantados) de Milton Nascimento, Elis Regina, Belchior. E, também, conteúdos que produzi para o Peças Raras, sobre Moacyr Franco, Inezita Barroso, Rainhas do Rádio, João Gilberto, entre outros episódios.

    18 min
  • #228 #HOJEPOD: Demorou, mas rádios produzem conteúdos relevantes em podcast

    A primeira onda do podcast no Brasil veio em 2005.

    À época, houve muita curiosidade por parte de radialistas, buscando entender como poderiam fazer conteúdos para a então nova mídia.

    Já as emissoras de rádio, por pelo menos uma década, viram no podcast uma concorrência e, em vez de produzir conteúdos inéditos para a web, acabavam muitas vezes reproduzindo podcasts independentes em sua programação.

    Quando acordaram e passaram a produzir conteúdos relevantes exclusivamente para a internet, a concorrência de produções independentes e de boa qualidade, com linguagem radiofônica já era considerável.

    Finalmente, nos dias de hoje, parece que em vez da visão rádio x podcast, a maior parte das emissoras estão trabalhando com a fórmula rádio + podcast.


    14 min

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O podcast Peças Raras foi criado em 2006 pelo professor e radialista Marcelo Abud.

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