Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

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Peças Raras - Você em sintonia com o rádio episodes

  • #216 65 anos da Eldorado: relembre entrevista com Filomena Salemme

    Para celebrar os 65 anos da Rádio Eldorado de São Paulo, eu apresento um achado: em 2008 fui à emissora e conversei com Filomena Salemme. É o que você relembra agora. 

    Filomena Salemme escolheu o rádio por acreditar na força e nas características do meio de comunicação. Há 15 anos na Eldorado, antes trabalhou nas emissoras Diário do Grande ABC, Excelsior e CBN. A experiência acumulada lhe valeu a ascensão ao posto de Diretora de Jornalismo da rádio do grupo Estado no início deste ano. Ouça entrevista de Salemme em edição especial do podcast Peças Raras, exibida originalmente em outubro de 2008. 

    Ouça também:

    Entrevista com Mário Lima: uma das vozes marcantes da história da Eldorado

    Erros e bastidores da Rádio Eldorado na década de 90

    29 min
  • #215 Fim de Ano: Rádio Cidade FM em Uma Só Voz

    Este episódio foi criado originalmente em 2020 e exibido no programa "Olá, Curiosos!", no Youtube e Facebook do Guia  dos Curiosos. A mensagem de fim de ano inspirada na série de tirinhas "Téo & o Mini Mundo" citada no final está em https://www.institutoclaro.org.br/nossas-novidades/teo-o-mini-mundo-uma-mensagem-de-fim-de-ano-com-empatia-e-esperanca/

    Nele contamos como a Rádio Cidade FM de São Paulo (96,9) inova, ao criar uma música de fim de ano com os principais artistas do rock nacional e da MPB. Conheça como nasceu "Uma só voz", que marcou a passagem de ano de 1985 para 1986. Quem conta a história é alguém que está envolvido com o nascimento da ideia, o radialista Luiz Fernando Magliocca.

    4 min
  • #214 De quem é a música "Botei uma flor na janela"?

    Antes que o ano acabe, acompanhe os bastidores da mensagem de fim de ano produzida pela Peças Raras com a Play it Again, na segunda parte deste episódio. 

    Desta vez, você acompanha o audiodrama "Se eu quiser falar com Deus", baseado na música de Gil que inspirou o livro escrito por Paulo Henrique Gonçalves. Para ouvir na íntegra, você pode ir diretamente no site do Instituto Claro ou acessar pelo podcast no Spotify ou Google Podcasts. 

    Antes de saber mais sobre essa mensagem, compartilho a participação de hoje no "Olá, Curiosos!", apresentado pelo Marcelo Duarte:

    É capaz que neste fim de ano você tenha recebido uma mensagem, em forma de clip, que começa com imagens do Cristo Redentor, Iemanjá e de São Jorge; e diz na primeira estrofe "Botei uma flor na janela, pra Iemanjá ver o mar". Aliás, é possível que isto já venha acontecendo há dois anos.


    Talvez você também tenha se perguntado sobre a autoria dela. Acredito que tão grave quanto espalhar uma "fake news", sem checar antes, é viralizar uma música sem dar o devido crédito. Aliás, também falta citar de quem são as telas que compõem a imagem do videoclip. A música, que na verdade se chama "Bons Caminhos", foi compartilhada inicialmente em 2017, quando foi criada justamente como mensagem de Natal. Mas com o aumento exponencial do WhatsApp como rede social, em 2018 o alcance foi muito além e agora volta a circular.

    A autoria da composição é atribuída ao jornalista e músico Sergio Mesquita de Barros.

    E as obras de arte, de quem são?


    De acordo com vídeo publicado no fim do ano passado, por Angelo de Souza, no Youtube, aí vai a relação de obras e respectivos artistas: 

    1. LliaMmittarakis: ‘Rio de Janeiro, gosto de você, gosto dessa gente feliz’;  2. Helena Coelho: 'Feliz Ano Novo';  3. Ariane Krelling: 'São Jorge';  4. Airton das Neves: 'À Beira-mar';  5. Duca: 'Caraíva';  6. Luciana Mariano: 'Réveillon';  7. Maldonado Díaz: 'Mosaico de tradiciones en el llano';  8. Raquel Galena: 'Cidade do Sonho';  9. Valquíria Barros: 'Ciranda de flores';  10. Adriano Dias: 'Roda de ciranda';  11. Luciana Marinho: 'Gaiolas';  12. Ernane Cortat: 'O Violeiro';  13. Ângela Gomes: 'A Caminho do convento';  14. Ângela Gomes: 'Convento da Penha';  15. Luciana Marinho: 'Fazendo';  16. Meire Lopes: 'Lugarejo'

    Com os devidos créditos, a equipe do Blog Peças Raras aproveita para desejar que principalmente a frase final ecoe durante todo o novo ano: "A gente não tem que ter muito / a gente precisa é ser mais".

    7 min
  • #213 #HOJEPOD: Audiocurso de podcast com apresentadoras do 37 Graus

    Hoje eu convido você a tomar ciência do recém-lançado curso de podcast 100% grátis. E o melhor, ele está disponível em formato... podcast, claro! São 20 episódios e todos já estão disponíveis nas principais plataformas de áudio ou neste site Globoplay.

     O “Audiocurso Globo: Como fazer um podcast” é extremamente completo e conta com depoimentos de podcasters que dividem os bastidores dos seus jeitos muito próprios de conduzir seus conteúdos.  E as professoras têm uma maneira didática e muita simpatia na condução das aulas em que trazem o passo a passo da produção de um podcast, da ideia até a manutenção no ar.  Para quem realmente quiser ficar fera em podcast, eu sugiro que ouça aula a aula e faça os exercícios propostos no final. 

    Se você seguir esta trilha de estudos e associar com o apoio de um livro de produção de rádio, daí terá tudo para se tornar um produtor ou produtora de podcast de destaque.  Um exemplo: em um dos episódios, as professoras abordam como uma boa entrevista é feita. Em alguns livros de produção de rádio, você vai encontrar perfis de diferentes tipos de entrevistas e entrevistadores. Isso permite que sua formação fique ainda mais rica.  A propósito, o podcast que Sarah Azoubel e Bia Guimarães produzem e apresentam, por si só, é uma aula de comunicação. Se comunicação pode ser entendido como o processo que permite tornar comum um conteúdo, elas fazem isso com perfeição ao  aproximar a divulgação ciência do público geral, no podcast 37 Graus.  O que faz o sucesso da comunicação das criadoras do 37 Graus e agora também do Audiocurso Globo: Como fazer um Podcast, é o fato de a Sarah ser bióloga e a Bia, jornalista. A junção de comunicação e ciência é excelente em tudo o que fazem. Uma última dica é que elas também são responsáveis por manter no ar o site cochicho.org, em que trazem artigos e aulas especificamente sobre podcasts narrativos.  Por hoje é isso.   Em 2023, tire do papel ou aprimore aquela sua ideia e entre de vez para a podosfera, esse incrível universo dos podcasts.

    5 min
  • #212 #HOJEPOD: Acessibilidade, mas nem tanto

    No último dia 3 de dezembro foi comemorado mais um Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.  E no podcast, como anda a acessibilidade? Não é de hoje que eu defendo que o podcast pode – e deve sempre que houver condição – trazer recursos de acessibilidade. No dia 09 de setembro de 2020, eu participei do evento Link: Festival Digital de Acessibilidade, que está disponível no youtube da Hand Talk. A conversa foi com a Eli Maciel, do Movimento Web para Todos e incluiu legenda e Libras. 

    (A ideia era aproveitar as possibilidades trazidas pela internet e oferecer, juntamente com o áudio, a transcrição daquele conteúdo. Opa, já avançamos um pouco. Agora é possível o surdo imaginar também. Isso me lembra aquela música do Falamansa: “pra surdo ouvir, pra cego ver, Falamansa faz milagre acontecer”.)

    Pois bem, fiquei mega feliz quando a nova temporada do Mano a Mano, podcast original Spotify que já destacamos aqui e que tem Mano Brown no comando, abriu com uma entrevista com a ativista e intelectual Angela Davis. Para abrir a terceira temporada, esse episódio foi distribuído em vídeo, com Libras e transcrição.  Mas a alegria não durou muito. Resolvi acessar a transcrição. A questão é que é gerada automaticamente e boa parte do que aparece escrito não faz o menor sentido. Para ilustrar o que estou falando, acompanhe a abertura do episódio em que Mano Brown recebe Djavan.  

    "Social me falou lavar, deixo é eu vou estar pelo menos é a do que por ali fico quem tem, pero o Meu Amor, isso é meio em crível.Lá você sabe que todo dia brow eu agradeço a Deus por ter efeito negro todos os dias eu ontem a música que eu tenho é o teu pensamento que eu tenho eu amo, eu amo ter a consciência de que eu vim para contribuir, eu sou muito a minha mãe em que ingiram da família católica. 0:35Gostava também da umbanda e do Candomblé.Quando tem aquela aquela coisa que diz o amor sempre vencerá, é a mesma cor do racismo.Você tem que bater na mesma tecla O Tempo inteiro tempo inteiro.Você tem que ensinar as pessoas terem uma Visão correta das coisas.Como foi gravar com estilo Londres? 0:53Ele disse, assim Ai eu pus uma música semana, vocês querem ouvir ou ver?John começou a cantar aquela e ele tinha acabado de fazer.E você, História louca quando a gente falou nesse?Ai pra quem estava fresco, né?O outro não é nós.O exato já volta falando de nós, está. 1:12Salve rapa sobe massa chegou quinta-feira eu sou podcast Mona Mona originais Spotify.Honda cria forte abraço sincero de áudio primordial. Bem, para quem acompanhou o que aparece escrito na transcrição, deve ter se divertido. Entre os inúmeros deslizes, está o próprio nome do podcast, que virou Mona Mona."

    7 min
  • #211 #HOJEPOD: Rádio Malaveia no Spotify

    Em janeiro de 2008 entrou no ar um episódio do podcast Peças Raras em que eu conheci e conversei com o Luiz Eduardo de Melo e Silva.

    Para quem acompanhou o rádio dos anos 70 no Brasil possivelmente sabe de quem estou falando. No meio, ele é conhecido como Edu Malaveia.

    À época da entrevista, ou seja, há quase 16 anos, o Edu fala sobre como nasce a Difusora de São Paulo, a partir da experiência feita na Rádio Mineira de Belo Horizonte. História que ele registra no livro “Plenimúsica – Memórias de um ouvinte de rádio malcomportado”.

    Aliás, eu coloquei essa entrevista novamente no ar na nova temporada do podcast Peças Raras, que está no ar em todas as plataformas e que, inclusive, você pode pedir para a Alexa tocar pra você. Ela está no episódio de 12 de setembro de 2019.

    Na conversa, lá de 2008, o Edu Malaveia - além de destacar a história das primeiras rádios essencialmente musicais, ainda em AM - ressaltava que os jovens de hoje têm boas opções de rádios musicais no dial, mas que faltava uma rádio que fosse menos formal dedicada ao público adulto. Foi dessa crítica que o próprio Edu começou a estudar e criou a radioweb Malaveia naquele mesmo ano de 2008.

    A emissora ficou muitos anos no ar e eu tive, inclusive, a honra de comandar alguns programas por lá.

    Bem, mas você deve estar se perguntando: qual a novidade?

    Eu te conto:

    A boa nova é que há uma semana, o Edu está compartilhando uma nova experiência. Desta vez, na podosfera e com exclusividade no Spotify.

    Se até hoje, você, por ventura, ainda não teve motivação de baixar o Spotify. Agora tem um grande motivo pra isso. Eu desafio você a ouvir a Rádio Malaveia por lá e não se divertir e emocionar.

    O Edu coloca novos episódios diariamente no ar, em som e imagem. E diferentemente do Youtube ou Facebook, por exemplo, mesmo sem pagar, o Spotify permite que você diminua a tela no celular e continue a ouvir o podcast, inclusive navegando por outros conteúdos, se desejar.

    O podcast Rádio Malaveia leva você de volta aos anos 60, 70, 80 e 90. E o melhor é que Edu conta a história das músicas que fizeram história.

    É irreverência e bom papo, com som da melhor qualidade, diretamente do quarto de Edu para o mundo. É “a rádio que tem bagagem” que chega com tudo à podosfera, este incrível universo dos podcasts.

    5 min
  • #210 #HOJEPOD: O Samba pede Passagem, com Moisés da Rocha

    Você sabia que em 02 de dezembro é comemorado o Dia Nacional do Samba? A data foi instituída em 1963 e é mais uma que homenageia Ary Barroso. Lembrando que o Dia do Radialista, em 7 de novembro, é uma referência ao nascimento de Barroso. Desta vez, no caso do Dia do Samba, a celebração é por causa da composição “Na Baixa do Sapateiro”, canção do final dos anos 30 em que o mineiro declara seu amor pela Bahia.

    E só de ouvir a palavra samba, muitas pessoas da minha idade já lembram de um radialista que está completando 45 anos de dedicação a este gênero musical. É isso aí. Quando o samba pede passagem, Moisés da Rocha abre alas para valorizar este que é um dos principais símbolos da cultura brasileira.

    Não é de hoje que quero destacar o trabalho do “Senhor Samba” aqui, mas curiosamente, no começo deste ano, quando pensei em falar sobre a versão em podcast do programa “O Samba pede Passagem”, que ele apresenta na Rádio USP, tive uma desagradável surpresa. No site da emissora, que tem praticamente todos os programas disponíveis para serem ouvidos quando a pessoa quiser, a atração comandada por Moisés da Rocha aparece apenas com uma descrição e o horário em que é apresentada na USP FM. Aliás, algo que deveria ser corrigido. Será excelente encontrar os programas que vão ao ar na emissora também no site.

    Bem, enquanto isso não acontece, felizmente há pouco mais de um mês me deparei com uma bela produção feita em áudio e vídeo e que definitivamente coloca a podosfera na cadência do samba. Desde meados de outubro, toda segunda-feira, entra no ar um novo episódio no canal do youtube e Facebook “Moisés da Rocha: O Samba pede Passagem”.

    É muito bom ter Moisés da Rocha com gente bamba do samba. E ainda melhor pelo fato de o podcast realmente ser excelente em termos de produção e conteúdo.

    Além da versão em vídeo no youtube e Facebook “Moisés da Rocha: O Samba pede Passagem”, você pode ouvir os episódios também pelo Spotify, se preferir.

    É o samba pedindo passagem na podosfera, esse incrível universo dos podcasts.

    4 min
  • #209 Marcelo Duarte e livros curiosos sobre a Independência do Brasil

    Esta entrevista foi produzida para a série Livro Aberto, do podcast do Instituto Claro. 

    Aqui você acompanha a íntegra do papo. A versão editada está disponível neste endereço. 

    Autor de um dos livros mais conhecidos e adotados em escolas, o Guia dos Curiosos, que completou 20 anos e ganhou nova edição recentemente, Marcelo Duarte também tem uma série de obras que “frequentam a escola” e são dedicadas a crianças e adolescentes.

    Dois dos mais recentes foram escritos durante o período agudo da pandemia e lançados há pouco tempo, envolvendo a Independência do Brasil, por um viés curioso, claro.

    Em Memórias Póstumas do Burro da Independência, para crianças, o escritor dá voz a um dos protagonistas desse momento histórico. Na obra, o burro em que estava montado dom Pedro I volta para revelar o que aconteceu exatamente em 7 de setembro de 1822.

    Já em Independência ou Zero, depois de derrotarem o vilão Fake Nilson em Esquadrão Curioso – Caçadores de fake news, Isa, Pudim, Débora e Leo estão às voltas com uma nova aventura. Nova ou antiga aventura? Uma máquina do tempo preparada para a Feira de Ciências da escola leva Isa para 7 de setembro de 1822, às margens do riacho do Ipiranga. Ela precisa impedir que um colega da classe mexa na cena da Independência do Brasil para alterar a nota zero que ele tirou na prova de história. Começa então a corrida do Esquadrão Curioso contra o tempo para resgatá-los do passado.

    Ambas as obras foram selecionadas no Prêmio de Incentivo à Publicação Literária – 200 Anos de Independência, realizado pela Secretaria Especial de Cultura/Ministério do Turismo.

    27 min
  • #208 Programa Curumim, do Sesc, completa 35 anos

    O Sesc São Paulo realizou, entre 9 a 11 de novembro, a Jornada Curumim: Educar para a convivência e a cidadania. E por eu estar ligado à produção de podcasts de educação e de cidadania para o Instituto Claro, tive a oportunidade de participar do evento que aconteceu no Sesc Pompeia, na zona oeste de São Paulo.

    Educadores e pesquisadores brasileiros e internacionais estiveram conduzindo debates durante a jornada. Alguns deles foram: Bárbara Carine, idealizadora da primeira escola afro-brasileira do Brasil, Guillermo Rios, ex-secretário de Cultura e Educação de Rosario (Argentina), José Pacheco, mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto (Portugal) e fundador da Escola da Ponte, referência mundial em inovação; Macaé Evaristo, ex-Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais; Moacir Gadotti, professor titular da Universidade de São Paulo e presidente de honra do Instituto Paulo Freire; Manuel Sarmento, professor e pesquisador português em Sociologia da Infância; Roberto Silva, professor livre docente da Faculdade de Educação da USP e Tião Rocha, idealizador e diretor-presidente do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), em Belo Horizonte.

    A Jornada celebrou os 35 anos do Programa Curumim. Envolvida com essa história desde o começo, a Assistente Técnica de Gerência de Estudos e Programas Sociais do Sesc São Paulo, no Núcleo Infâncias e Juventudes, Maria Augusta Maia de Araújo conversou comigo durante o evento. Confira como foi essa conversa.

    No blog Peças Raras, você encontra a história do Programa Curumim e tem acesso à playlist com a transmissão de todos os debates que aconteceram durante os três dias da Jornada no Sesc Pompeia.

    10 min
  • #207 #HOJEPOD Pico dos Marins e Paciente 63

    Olá. Estou chegando com mais duas novidades que estão dando o que falar no universo dos podcasts.

    Eu começo indicando o novo podcast original Globoplay.

    Outro título que pouco depois de estrear agora no começo de novembro, alcançou a liderança na podosfera.

    É o podcast “Pico dos Marins – o caso do escoteiro Marco Aurélio”.

    A direção tem assinatura de Ivan Mizanzuk, que se destacou – ainda como produtor independente – na criação de podcasts narrativos baseados em fatos reais, como “O Caso Evandro” em 2018.

    Com o apoio de Mizanzuk, quem nos transporta no tempo e no espaço até o Pico dos Marins é Marcelo Mesquita. O diretor de cinema, há cerca de 5 anos, por acaso, teve contato com a história e começou a produzir um filme sobre ela.

    Em 1985, Marco Aurélio Simon estava com 15 anos e realizava com um pequeno grupo de escoteiros uma expedição ao cume do Pico dos Marins, na pequena cidade de Piquete, em São Paulo, quando desapareceu e até hoje não foi encontrado.

    Enquanto o filme está em fase de produção, Marcelo Mesquita foi incentivado a criar o podcast, que envolve pela história e pela maneira em que é contada.

    O original Globoplay é produzido pela Trovão Mídia. A temporada tem dez episódios e está dividida em duas partes, sendo seis episódios em novembro. A cada semana, Marcelo Mesquita e Ivan Mizanzuk trarão diferentes rumos e linhas de investigação que abrem novas perspectivas e revelações surpreendentes em o "Pico dos Marins: o caso do escoteiro Marco Aurélio".


    Da realidade à ficção.

    Está mais do que provado que se a história é boa e o roteiro bem-feito, a audiência responde. E o melhor é ver que podcasts em áudio não apenas resistem, mas permanecem entre os mais ouvidos.

    Agora o destaque é a terceira e última temporada de Paciente 63. Se você acompanha o #HOJEPOD, já ouviu falar muito dessa audiossérie original Spotify. No blog e podcast Peças Raras, inclusive, há entrevistas com o diretor e os protagonistas interpretados por Seu Jorge e Mel Lisboa.

    Depois de viajar para o passado e para o futuro, a trilogia termina justamente em 2022. Será que os recados foram escutados e o fim do mundo, adiado?

    Enquanto você escuta no Spotify os 10 episódios que entraram no ar esta semana, aqui o diretor da adaptação de Caso 63 para o Brasil, Gustavo Kurlat, traz algumas curiosidades que envolveram a produção desta última temporada.

    Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Podcast de 2021 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Paciente 63 é uma adaptação de Caso 63, criada pelo escritor e roteirista chileno Julio Rojas. Caso 63 é o primeiro conteúdo original do Spotify de língua não-inglesa adaptado em diversos idiomas e se tornou o podcast de ficção mais popular no serviço na América Latina.

    Paciente 63, do Spotify, e Pico dos Marins, da Globoplay, são os destaques da semana na podosfera este incrível e fascinante universo dos podcasts.

    6 min

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O podcast Peças Raras foi criado em 2006 pelo professor e radialista Marcelo Abud.

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