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Nesta edição especial, celebramos o "Dia do Rádio", que é comemorado em 25 de setembro (nascimento de Roquette-Pinto em 1884).
Você vai ouvir trechos dos capítulos em áudio que desenvolvi para o site do livro História do Rádio no Brasil, organizado pela professora e radialista Magaly Prado.
No capítulo 1, descubra a importância de Roquette-Pinto para os primeiros impulsos do rádio no Brasil;
No capítulo 2, você vai saber porque Ademar Casé é um importante nome quando pensamos na popularização do rádio;
O capítulo 3 traz uma música popular que conta como foi a transição entre os anos 1920 e 1930, das rádios clubes a programação popular;
O último capítulo da história do início do rádio no Brasil destacar o radioteatro e a radionovela, incluindo um trecho do famoso programa de humor dos anos 1950, "Balança mas não cai". Dele, você se diverte com o quadro "Primo Rico e Primo Pobre".
Para acessar esses mesmos episódios mais completos e outros da série, acesse: http://pecasraras.blogspot.com/2012/09/pecas-raras-nos-90-anos-de-radio-no.html
Em janeiro de 2008, o podcast Peças Raras estava a toda velocidade. Naquele momento, a participação dos ouvintes era combustível para episódios incríveis. Entre as mensagens que recebi, o Luiz Eduardo de Melo e Silva, o Edu Malavéia, enviou uma série de jingles que marcaram o início do rádio musical no Brasil.
Essa história, que ele registrou no livro Plenimúsica – Memórias de um Ouvinte de Rádio Malcomportado, é contada em entrevista concedida pelo próprio autor. Ainda neste trajeto, você ouve um depoimento de Dárcio Arruda e um trecho da Jet Music com o som dos anos 70. Edu Malavéia reverencia ainda a figura do saudoso José Mauro, o criador do esquema Peminúsica/Factorama.
Na edição da semana passada, lembramos um ano da morte de Zé Bettio, com trechos do programa do comunicador, na década de 70. Também reproduzimos um trecho da entrevista concedida por ele a Milton Neves, em 2011.
A repercussão, como já era de se esperar, foi tremenda. Afinal Zé Bettio reinou nas manhãs dos anos 70 e 80, com seu jeito simples e estimulo para quem acordava muito cedo para ir trabalhar.
Um dos nossos ouvintes, o Marcos Carrieri, escreveu para o [email protected] e lembrou que gostava muito de ouvir a imitação Zé Bettio feita pelo Serginho Leite, que, se estivesse vivo, teria completado 64 anos esta semana. Atendendo ao pedido dele, você vai ouvir uma dessas imitações quando Leite estava na então nova versão do Show de Rádio, em 1997.
Como bônus, na sequência, você confere também uma imitação atual, de 28 de novembro de 2016, com Emerson França, premiado humorista que participa dos programas Band Bom Dia e Hora do Ronco, na Band FM.
Nesta edição vamos relembrar aquele que talvez tenha tido a maior audiência do rádio brasileiro em todos os tempos... Zé Bettio. O radialista deixou mais triste uma legião de fãs que receberam a notícia de sua morte em 27 de agosto de 2018.
Nossa homenagem vem à base das nossas tradicionais peças raras. Vamos ouvir trecho de uma edição do programa Zé Bettio em 76, na antiga maior, a Rádio Record. Depois você vai acompanhar um trecho de entrevista concedida pelo comunicador a Milton Neves, no Domingo Esportivo da Rádio Bandeirantes (a entrevista na íntegra pode ser conferida neste link do site "Terceiro Tempo", de Milton Neves).
Nos anos 1970 e 1980 muita gente acordava com o animado Zé Bettio. Além das longas conversas e músicas sertanejas, eram marcantes os sons que utilizava, como o de um balde d’água. Na mesa da rádio, Zé Bettio utilizava vários apetrechos para gerar os sons, entre eles: um sino grande de gado e um despertador. Já os personagens do programa eram lançados em dois gravadores que continham áudios gravados na própria fazenda do apresentador. No início, no meio e no final do programa, os ouvintes eram saudados pelas vaquinhas Mascarada, Chita e Fortuna. Também estavam sempre presentes o bezerro Maru, o burrinho Teimoso, a galinha Sabina e o galo Lero-Lero.
A principal marca que Zé Bettio imprimiu ao rádio é o diálogo. O improviso e o tom intimista faziam parte das conversas mantidas pelo comunicador com empregadas domésticas, motoristas de caminhão e de táxi, lavradores e pedreiros e uma infinidade de pessoas que tinham chegado do campo, além dos que estavam na cidade grande, mas tinha saudade da vida simples do interior.
Nesta edição, acompanhe a participação de Laert Sarrumor sobre o programa Rádio Matraca, atração semanal atualmente veiculada pela Rádio USP FM. O programa está há mais de 30 anos no ar.
O destaque aqui fica para uma entrevista feita por Laert e Ayrton Mugnaini Jr. em 1987 com o maluco beleza Raul Seixas. No descontraído bate-papo que aconteceu na casa do saudoso roqueiro, Raulzito assume que a composição Rock das Aranhas é um plágio de um rock americano.
O mais marcante noticiário do rádio no Brasil começou a ser transmitido às 12:45 h. do dia 28 de agosto de 1941. A voz de Romeu Fernandez anunciava o ataque de aviões da Alemanha à Normandia, durante a 2ª Guerra Mundial.
Entre as peças raras dessa edição especial, o ouvinte-internauta volta no tempo e relembra como foi esse primeiro Repórter Esso.
Na seqüência, na mesma linha que temos adotado nos episódios anteriores, com a proposta de repercutir a história do rádio nos dias de hoje, o público acompanha um trecho de entrevista levada ao ar em março de 2006 na Rádio Bandeirantes AM. Nele, a então ombudsman Maria Elisa Porchat recebe uma das vozes do noticiário Primeira Hora, Walker Blaz, que faz um contraponto entre a cartilha do Repórter Esso de 1948, lida por Heron Domingues, e o radiojornalismo dos dias atuais.
Para fechar a homenagem, curiosidades envolvendo o anúncio do fim da segunda guerra no programa e a última edição do Repórter Esso, que não resistiu à pressão da ditadura militar e saiu do ar em 31 de dezembro de 1968. Ao relatar os fatos mais importantes apresentados durante o período em que o noticiário permaneceu no ar, já na Rádio Globo, o então Repórter Esso daquela época, Roberto Figueiredo, chora ao dizer adeus ao público.
Pra quem acompanha nosso blog, que está no ar desde 2006, sabe que Odayr Baptista é uma presença marcante. Em homenagem ao radialista, ator, dublador e chargista que deixou o meio rádio mais triste ao partir em 31 de julho de 2019, nesta edição eu convido você a relembrar um trecho da longa entrevista que fizemos com ele, que é conhecido principalmente pelas participações no Show de Rádio, com sua Rádio Camanducaia. A conversa originalmente foi publicada em 12 de maio de 2008.
Aliás, o bate-papo completo com 1h e meia e dividido em três capítulos está disponível aqui.
E como o show tem que continuar, vamos destacar ainda nesta edição o Meio Rádio, um podcast de Humor nonsense como você nunca ouviu, segundo os criadores Caetano Cury, Hugo Vecchiato e Leandro Gouveia, que concedem depoimentos exclusivos ao Peças Raras. Se quiser ir diretamente para esta entrevista, ela começa aos 36 minutos do player.
Na entrevista, o trio revela como surgiu a ideia, contam sobre as influências de cada um no humor, e opinam sobre a importância de um podcast nonsense feito por jornalistas.
Siga na sintonia das memórias radiofônicas e das novidades da podosfera no blog Peças Raras e ouça nossos episódios da temporada 2019 em plataformas como Google Podcast, Castbox, Spotify, Deezer, Apple Podcasts, entre outras.
Nesta edição do podcast Peças Raras, vamos falar de dois projetos em que artistas da música brasileira ganham voz para contarem e cantarem suas próprias histórias: Rádio Encontro Gessy Lever e Podcast Essenciais da Deezer. No final, eu compartilho com você uma experiência que conduzi em 2007, o Toquecast, dedicado à música independente do Brasil. Fique até o fim e ouça uma edição em que Jorge Vercilo foi o entrevistado.
RÁDIO CRIATIVIDADE
Na década de 1930, para estimular o consumo de seus produtos, a Lever decide trazer ao Brasil uma experiência bem-sucedida na matriz: a Lintas, sigla de Lever International Advertising Service. A empresa nasceu como uma house agency da Unilever.
A partir dos anos 50, a agência de publicidade passou a produzir e distribuir radionovelas patrocinadas pela marca. Já, no final dos anos 1980, de acordo com texto assinado pelo doutor em Rádio e professor da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, Ricardo Medeiros, no site Caros Ouvintes, sob o comando de Castro Negrão, a Lintas dá nova orientação às produções da Gessy Lever. Entra no ar o projeto Radiocriatividade, tendo por base três atrações: Radio Texto, Radio Riso e Radio Encontro.
Rádio Encontro abriu espaço para nomes da Música Popular Brasileira fazerem, de própria voz, um perfil de sua trajetória. Nossa peça rara de hoje é a edição que conta com Moacyr Franco, disponibilizada às emissoras em fevereiro de 1989.
As fitas cassetes com as criações da Lintas eram enviadas às rádios interessadas, com três minutos de publicidade dos variados produtos de limpeza e de toalete da atual Unilever. Aliás, apenas por curiosidade, as novelas nos Estados Unidos, onde o gênero nasceu, são chamadas de “soap opera” justamente porque foram criadas para anunciar produtos de limpeza para o lar e de higiene pessoal.
Outros artistas que passaram pelo Rádio Encontro foram Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga e Milton Nascimento.
ESSENCIAIS DEEZER
A propósito, o cantor e compositor mineiro também está em um projeto atual que tem o mesmo objetivo do Rádio Encontro: o Essenciais, da Deezer.
O artista mineiro abre a 2ª temporada do podcast apresentado por Roberta Martinelli, que, em 2018, contou com artistas como Gal Costa, Tom Zé, Gilberto Gil, Djavan, Erasmo Carlos, Elza Soares e Martinho da Vila.
Na série de áudios, alguns dos maiores nomes da música brasileira são entrevistados. No bate papo informal e descontraído, a discografia de cada um deles é destacada, a partir de 15 faixas selecionadas e usadas como fio condutor para percorrer a respectiva trajetória. Os episódios podem ser conferidos no Google Podcasts e no endereço da própria Deezer.
Acompanhe, no áudio, um trecho do programa que entrou no ar em julho, com Caetano Veloso, além de um depoimento da produtora e apresentadora, Roberta Martinelli.
TOQUECAST
Em 2002, juntamente com Reynaldo Bessa e Marília de Lima, eu integrei a equipe do jornal O Toque. Distribuído gratuitamente em pontos culturais da cidade de São Paulo, as edições mensais destacaram alguns dos nomes da música independente do Brasil.
As entrevistas gravadas para a versão impressa ganhavam edições em podcast, a partir de 2006. Neste podcast acompanhe uma delas: Jorge Vercilo.
Em edição extra, hoje, com tristeza, dedicamos o episódio do nosso podcast a Juarez Soares, cuja voz saiu do ar – mas não da nossa memória - neste dia 23 de julho de 2019.
Entre as inúmeras passagens do comentarista pelo rádio e pela TV, uma delas foi pelos microfones do tradicional programa Balancê.
Em julho de 2008, um dos fundadores do grupo Bons Amigos do Rádio, Sérgio Cunha, deu um depoimento ao Peças Raras sobre o programa que marcou época nas rádios Excelsior e Globo. Em seguida, acompanhe também a palavra do mestre de cerimônias do grupo, o locutor Irineu Toledo.
Em 7 de julho de 2008, no encontro do BAR – Bons Amigos do Rádio – Juarez esteve presente entre os convidados para lembrar o Balancê. Entre nossas peças raras, você acompanha um trecho do programa, quando era levado ao ar pela Rádio Gazeta. Nesta edição de 1987, o entrevistado foi justamente Juarez Soares.
Ainda nesta nossa homenagem a Juarez Soares, vamos relembrar outro momento marcante do Balancê, o dia em que Jorge Benjor foi entrevistado por Osmar Santos, em 1980. Escolhemos esse momento, porque o músico abre a entrevista fazendo homenagem ao time de Juarez Soares.
Há dez anos, no auge deste nosso podcast Peças Raras, o locutor Fernando Alves, que atualmente está na Gazeta FM, entrou em contato para deixar um relato exclusivo. Na ocasião, ele compartilhou a emoção que marcou o fim da Rádio X, emissora popular do Sistema Globo de Rádio que foi substituída pela CBN.
No momento em que a Rádio Globo passa por nova reformulação e tenta se reinventar com uma programação popular, vale lembrar deste momento emocionante com o depoimento exclusivo de Fernando Alves.
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