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Nas vésperas da aprovação final no parlamento da Agenda do Trabalho Digno, convidámos Nuno Ferreira Morgado, sócio co-coordenador da área de Laboral da PLMJ, para refletir sobre quais são as reformas de que Portugal precisa, olhando também para as novidades que em breve estarão em vigor e onde é que a proposta fica aquém daquelas que são as reais necessidades do país.
A PLMJ associou-se à plataforma Ephemeral Ethernal e à Galeria Underdogs e dinamizou uma conversa sobre o mercado da arte digital e dos controversos NFTs. Tendo como ponto de partida o debate que aconteceu no auditório PLMJ, que contou com vários conhecedores das e diferentes perspetivas acerca destes temas, convidámos duas protagonistas da conferência para transportar para o nosso Podcast uma viagem que oscila entre o mundo físico e digital, ou phigital. Está connosco Pauline Foessel, curadora e empreendedora responsável pela Artpool, com larga experiência enquanto diretora de instituições de arte, galerias e estúdios, e que tem tido um papel decisivo em colocar Lisboa no mapa global da arte contemporânea pública, através da promoção de uma nova geração de artistas urbanos. E Rita João, cofundadora e membro do Pedrita Studio, um atelier de design multidisciplinar, sediado em Lisboa e criado em 2005 e cujos projetos lançam um olhar inquisitivo sobre a cultura de processo e material, promovendo soluções inesperadas e de consciência formal.
Se no passado, a sustentabilidade era vista sobretudo como um custo para o setor imobiliário, hoje o paradigma é outro. A regulação europeia recente alinhou por bitolas mais exigentes que nunca no que diz respeito aos padrões que devem reger o setor e, em consequência disso mas também do que quer o mercado, o financiamento só chega aos projetos que são pensados e construídos em cima de uma matriz de sustentabilidade energética. É um mundo novo para investidores, promotores e compradores. E é sobre ele que falamos neste episódio do podcast da PLMJ, com Miguel Subtil, managing director da Atomo Capital Partners.
Em 2019 um empresário luxemburguês alegou em tribunal que a sua função de administrador e beneficiário efetivo de várias sociedades comerciais o obrigava a deslocar-se frequentemente para países com regimes políticos instáveis e que se caracterizam por uma criminalidade significativa ficando ele próprio em elevado risco de rapto, sequestro ou ofensas físicas. Isto porque, sendo obrigatório que o registo de quem são os beneficiários efetivos das empresas fosse informação pública e de fácil consulta, tal exposição, alegou o empresário, poderia pôr em causa a sua segurança. Este foi o ponto de partida para um processo que acabou por resultar num acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia que vem limitar o acesso do público às informações sobre os beneficiários efetivos das empresas, justificando a decisão com a proteção da vida privada e dos dados pessoais. Uma decisão que está a gerar reações controversas, por um lado os que concordam que a prioridade é a proteção destes direitos fundamentais e, por outro lado, quem defende que esta decisão atrasa a luta contra a o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo. Para nos ajudar a perceber o que se passa, está connosco Alexandra Dias Henriques, consultora sénior na área de Europeu e Concorrência da PLMJ e Inês de Castro Ruivo, associada sénior na área de Tecnologia, Media e Telecomunicações da PLMJ.
Ricardo Bak Gordon nasceu em Lisboa em 1967, estudou em Lisboa, no Porto e em Milão. É professor na Universidade Autónoma e na Universidade de Luvaine, na Bélgica e também já ensinou arquitetura em Harvard e no Instituto Superior Técnico. Em 2011 ganhou o prémio ibérico de arquitetura, foi também premiado na Argentina, no Brasil, representou Portugal na Bienal de Veneza em 2010, 2012, 2018 e na Bienal de Arquitetura de Chicago de 2017. O seu trabalho integra a coleção de arquitetura do Art Institute of Chicago (AIC), e, em 2019, mereceu também a distinção da Associação Internacional de Críticos de Arte. Tem um atelier em Lisboa, de onde nascem projetos tão diferentes quando surpreendentes, e sobretudo concebe espaços onde apetece viver, estudar, passear, trabalhar. É aliás a esse propósito, espaços para trabalhar, que está hoje connosco, estamos a gravar dentro do escritório da PLMJ, num espaço que Ricardo Bak Gordon concebeu, num projeto que se articulou e fundiu com o do Atelier de Patrícia Barbas, responsável pela arquitetura do edifício onde nos encontramos, na Fontes Pereira de Melo. Está também connosco para esta conversa, João Silvério, curador da Fundação PLMJ.
Que esperar do mercado imobiliário europeu no novo cenário macroeconómico? Que riscos e oportunidades oferece o quadro atual e como devem os investidores adaptar as suas estratégias de investimento? Onde está o valor dos ativos imobiliários num quadro de juros a subir e inflação em máximos de décadas? Este é um ciclo prolongado ou adivinha-se uma inversão mais rápida? Samuel Duah, diretor internacional de Investigação no BNP Paribas esteve no podcast da PLMJ para responder às questões do momento, no dia em que a PLMJ se juntou à Worx e ao BNP Paribas numa grande conferência dedicada a refletir sobre os riscos e oportunidades do setor imobiliário.
As DAOs - Decentralized Autonomous Organizations são organizações descentralizadas que nascem na blockchain. Já são mais de 4 mil. No mundo novo da blockchain e dos criptoativos, como é que se regulam estas novas organizações? Como se salvaguardam os direitos e deveres dos acionistas? Vem aí a primeira hackathon portuguesa, uma iniciativa que conta com o apoio da PLMJ, que junta juristas e programadores e quer ajudar a responder aos desafios legais do futuro. Com Madalena Perestrelo de Oliveira, consultora das áreas de Bancário e Financeiro e Corporate M&A, Ana Nunes Teixeira, associada sénior na área de Corporate M&A e José Nuno Sousa Pinto, advogado na área de web3, Membro da Aragon Association/ Aragon Project e General Counsel da Molecule AG nas zonas da Suíça e União Europeia.
Da palavra ao desenho é o nome da exposição que a Fundação PLMJ leva até Berlim, e é já a terceira exposição organizada no âmbito da parceria entre a Fundação PLMJ e a Embaixada de Portugal e Instituto Camões Berlim. É para falar sobre os frutos desta parceria cultural que divulga artistas portugueses e do universo de língua portuguesa que conversamos hoje no podcast. São nossos convidados João Silvério, curador da Fundação PLMJ e responsável também pela curadoria desta exposição e Patrícia Salvação Barreto, Conselheira Cultural da Embaixada de Portugal e representante do Instituo Camões em Berlim.
Não há dúvida de que um bom advogado tem de dominar o Direito, mas hoje sabemos que isso já não basta para trilhar uma carreira na advocacia. A forma de trabalhar mudou, a tecnologia impera, a sociedade está em constante mudança, os clientes querem mais estratégica, antecipação de tendências, mais soluções inovação. Menos retórica e teoria. Qual é então o fator diferenciador dos quais se devem munir os advogados de amanhã? Como podem as universidades ajudá-los? É sobre o perfil que o mercado de trabalho jurídico procura que falamos hoje com dois sócios da PLMJ que têm também funções muito próximas dos futuros advogados e são ambos professores há mais de 20 anos: Tiago Duarte e João Tiago Morais Antunes.
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