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A matemática completa para o retorno do Santa Cruz à Série B do futebol brasileiro. Neste programa analisamos o cenário estatístico, os dados históricos e passamos por todas as projeções possíveis de resultados para o Tricolor subir na 4ª e 5ª rodadas. Também detalhamos as exceções e cenários que beiram o inacreditável, como um triplo empate em 12 pontos ou mesmo um quádruplo empate em 9 pontos.
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli conduzem o conteúdo, com direção de estúdio de João Trigueiro e edição de Marcio Souza.
Qual clube mais vezes conquistou uma mesma competição na história do futebol?
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli entram em um ranking diferente: os 20 maiores vencedores do mundo quando o critério é a quantidade de títulos conquistados dentro de um único campeonato.
E o Brasil domina boa parte da lista.
No levantamento apresentado no programa, 10 dos 20 clubes são brasileiros, impulsionados principalmente pela tradição centenária dos campeonatos estaduais.
O ABC aparece como um dos grandes símbolos dessa discussão, com 57 conquistas do Campeonato Potiguar. Bahia e Paysandu também aparecem fortíssimos: o Esquadrão chegou a 52 títulos baianos em 2026, enquanto o Papão soma 51 Campeonatos Paraenses.
O Atlético-MG tem 50 títulos mineiros, além de outros representantes brasileiros que construíram décadas de domínio dentro de seus estados.
Mas a disputa não é exclusivamente brasileira.
Na Escócia existe uma batalha histórica entre Celtic e Rangers. Após a temporada 2025/26, o Celtic chegou a 56 campeonatos escoceses, contra 55 do rival de Glasgow. No Uruguai, Nacional e Peñarol também construíram algumas das maiores hegemonias do futebol sul-americano.
O programa debate ainda como comparar essas conquistas: um campeonato nacional deve ter o mesmo peso de um estadual? A longevidade dessas competições torna o número ainda mais impressionante? E por que tantos clubes brasileiros aparecem nas primeiras posições?
O Bahia está novamente entre os quatro primeiros do Campeonato Brasileiro.
Na Fonte Nova, o Esquadrão venceu o Remo por 2 x 1, chegou aos 46 pontos e voltou ao G-4 da Série A. Jean Lucas abriu o placar depois de pressão e recuperação de bola de Kike Olivera, enquanto Luciano Juba ampliou de pênalti no fim. Vitor Bueno descontou para os paraenses nos acréscimos.
O resultado confirma um dos melhores momentos do Bahia na temporada: são agora 11 jogos consecutivos de invencibilidade e quatro vitórias seguidas. A sequência coloca o time de Rogério Ceni novamente no bloco de cima do Brasileirão e aumenta a expectativa na disputa pelas primeiras posições.
A vitória também encerrou um incômodo particular contra o Remo. Antes desta partida, o Bahia havia perdido os três encontros com o adversário em 2026, incluindo uma goleada por 4 x 1 no primeiro turno e os confrontos da Copa do Brasil. Desta vez, o Tricolor controlou boa parte do jogo e criou oportunidades suficientes para construir uma vantagem ainda maior.
Erick Pulga acertou a trave, Kanu chegou a balançar as redes antes de ter o gol anulado por impedimento, e o goleiro Marcelo Rangel apareceu diversas vezes para evitar um placar mais confortável.
Fábio Hermano e Fernando Ramos analisam a vitória, o grande momento do Bahia, o retorno ao G-4, a evolução da equipe de Rogério Ceni e até onde o Esquadrão pode chegar nesta reta final de Brasileirão.
O Vitória tinha a vitória nas mãos, mas deixou escapar.
Fora de casa, no Maião, o Leão da Barra abriu 2 x 0 sobre o Mirassol, com dois gols de Renê ainda no começo da partida, mas não conseguiu sustentar a vantagem e acabou empatando por 2 x 2 pelo Campeonato Brasileiro.
O Mirassol cresceu na etapa final, pressionou e buscou o resultado. Bruno Santos diminuiu após cruzamento de Reinaldo, e Edson Carioca marcou o gol de empate aos 45 minutos do segundo tempo. Antes do 2 x 2, os dois jogadores ainda acertaram a trave do Vitória em lances consecutivos.
Para o Vitória, o empate tem gosto amargo. O time construiu uma vantagem importante, mas recuou, perdeu controle da partida e segue sem vencer como visitante nesta Série A. Com o resultado, chegou aos 33 pontos e ficou em 12º lugar, enquanto o Mirassol foi a 29 pontos, em 15º, ainda perto da zona de rebaixamento.
Celso Ishigami e Yuri Andrade analisam a atuação do Vitória, os dois gols de Renê, a mudança de postura no segundo tempo, a reação do Mirassol e o peso de perder dois pontos em um jogo que parecia controlado.
Não é apenas uma entrevista. Magrão revive sua história no Sport, ano a ano, reencontrando memórias, emoções, frustrações e tudo que foi decisivo para a construção do maior jogador da história do Sport Club do Recife. Uma história que faltava um pedaço. Um último capítulo para reescrever o final de uma trajetória que merecia uma despedida do tamanho da importância do ídolo. Neste programa, Magrão abre seu coração como poucas vezes vimos. Um episódio raro, emotivo e sincero. Sejam bem-vindos para a viagem de uma vida inteira…
A Série B chegou à 27ª rodada com a briga pelo acesso cada vez mais definida em blocos.
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam o novo cenário da competição: o G-5 se fortaleceu, a distância para o 6º colocado aumentou e agora a disputa mais direta parece estar na última vaga do playoff de acesso.
No topo, o Juventude lidera com 50 pontos, seguido pelo Novorizontino, com 49. Logo atrás, Vila Nova, Fortaleza e Criciúma aparecem empatados com 47 pontos, formando um bloco de cinco times separados por apenas três pontos.
A diferença aparece logo depois. O Operário-PR, agora 6º colocado, tem 43 pontos. Isso deixa um intervalo de quatro pontos entre o Criciúma, 5º, e o primeiro time dentro da última vaga do G-6. A partir daí, a briga fica aberta: Operário-PR e Atlético-GO têm 43, CRB tem 42 e Sport tem 41.
A Seleção Brasileira está oficialmente de volta depois da Copa do Mundo de 2026.
Carlo Ancelotti convocou 26 jogadores para a primeira série de amistosos pós-Mundial, contra Austrália e Índia, em uma lista que marca o início do novo ciclo da Amarelinha rumo à Copa de 2030.
A convocação chama atenção pela renovação. Foram apenas 9 remanescentes do grupo que disputou a Copa, além de várias novidades e nomes observados no futebol brasileiro e europeu. A própria CBF destacou que Ancelotti e a comissão passaram as últimas semanas acompanhando jogos do Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores, Sul-Americana e campeonatos europeus antes de fechar a lista.
Entre os pontos principais: goleiros completamente renovados, presença forte de atletas do futebol brasileiro, jovens ganhando espaço e medalhões importantes ficando fora. Nomes como Alisson, Ederson, Weverton, Casemiro, Lucas Paquetá, Fabinho e Neymar não aparecem nesta primeira convocação do novo ciclo.
Lista detalhada dos convocados
Goleiros
Defensores
Meias
Atacantes
Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Lucas Liausu analisam a lista completa, as principais surpresas, os jogadores que ficaram fora, o peso da renovação e o que essa convocação indica para o novo ciclo da Seleção Brasileira.
Mariano Soso está oficialmente de volta ao Sport.
Depois de dias de expectativa, especulações e bastidores, o treinador argentino foi apresentado pelo clube e já iniciou o trabalho no CT rubro-negro. O retorno acontece em um momento decisivo da Série B, com o Sport fora do G-6 e pressionado para reagir na briga pelo acesso.
Fred Figueiroa e Lucas Liausu analisam tudo: como o acerto foi construído, o que faltava para o anúncio oficial, o peso da volta de Soso à Ilha, a relação do treinador com a torcida e o tamanho do desafio nesta reta final de temporada.
Soso retorna ao clube depois da passagem de 2024, quando conquistou o Campeonato Pernambucano, mas acabou deixando o comando rubro-negro em julho daquele ano. Agora, o cenário é outro: pouco tempo de trabalho, necessidade imediata de resposta e uma missão clara — recolocar o Sport na rota do acesso.
Afinal: a volta de Mariano Soso é a melhor solução para o momento do Sport? O elenco combina com as ideias do treinador? O que muda de imediato? E qual é o tamanho da pressão para fazer o time reagir?
Com Fred Figueiroa e Lucas Liausu.
O Santa Cruz começou o quadrangular do acesso da Série C com vitória grande.
Na Arena de Pernambuco, diante do seu melhor público na competição até aqui, a Cobra Coral venceu o Botafogo-PB por 1 x 0, com gol de Eron, de pênalti, no primeiro tempo. Foram 27.479 torcedores e mais de R$ 1,1 milhão de renda em uma noite de peso para o Tricolor.
A vitória ganha ainda mais importância pelo tamanho do adversário. O Botafogo-PB terminou a primeira fase na liderança, chegou ao quadrangular como um dos favoritos ao acesso e vinha de uma sequência de 11 jogos sem perder na Série C. O Santa, que avançou no limite, largou vencendo justamente um dos rivais mais fortes do grupo.
O jogo teve equilíbrio, intensidade e chances para os dois lados. O Santa Cruz marcou com Eron, segurou a pressão do Belo, contou com uma boa atuação defensiva e também desperdiçou oportunidades para ampliar. Do outro lado, o Botafogo-PB teve mais posse em parte do segundo tempo, criou com Nenê como referência, mas parou na falta de precisão e na resistência coral.
Agora, o Santa Cruz ganha moral para a sequência do quadrangular, que ainda tem Maringá e Floresta na disputa. Os dois melhores do grupo garantem o acesso à Série B de 2027, em uma fase curta, pesada e sem muita margem para erro.
Celso Ishigami, Fábio Hermano e Gabriel Itajara analisam a vitória coral, o impacto da Arena cheia, o peso do resultado contra o líder da primeira fase e o que muda na briga pelo acesso.
O Sport voltou a decepcionar na Série B.
Na Arena Castelão, o Leão perdeu por 2 x 1 para o Ceará, em confronto nordestino pela 26ª rodada, e viu a distância para o G-6 aumentar. O Vozão, por outro lado, conquistou uma vitória fundamental, chegou aos 30 pontos e deixou a zona de rebaixamento.
O Ceará abriu o placar no segundo tempo, com Luizão, após cobrança de escanteio de Melk. Depois, já na reta final, Melk aproveitou sobra dentro da área e marcou o segundo. O Sport ainda diminuiu nos acréscimos, com Marlon Douglas, mas a reação foi tarde demais.
O resultado aprofunda o momento ruim rubro-negro. Mesmo criando chances no primeiro tempo e acertando o travessão com Diego Hernández, o Sport voltou a mostrar dificuldade para transformar volume em controle, sofreu defensivamente nos momentos decisivos e saiu do Castelão com mais uma atuação abaixo do necessário na briga pelo acesso.
Do lado alvinegro, a vitória tem peso enorme: o Ceará respirou, saiu do Z-4 e ganhou fôlego na luta contra o rebaixamento. Para o Sport, a derrota aumenta a pressão sobre o desempenho da equipe, que estacionou nos 38 pontos, caiu para a 8ª colocação e ficou quatro pontos atrás da zona de classificação aos playoffs.
Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Emanoel Victor analisam a vitória do Ceará, a saída do Vozão do Z-4, mais uma partida fraca do Sport, os erros do Leão e o impacto direto do resultado na tabela da Série B.
Com Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli.
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