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Neste mês de março, nosso podcast convidou o "Mulheres intelectuais de ontem e de hoje", uma iniciativa que nasce da união de dois grupos: um do Rio de Janeiro e outro de Santa Catarina. De um lado, temos o grupo de pesquisa decolonial Carolina de Jesus, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e do outro, o Grupo de Estudo em Reflexão Moral Interdisciplinar e Narratividade, da Universidade Federal de Santa Catarina, que já produz há mais de dois anos o podcast Uma Filósofa Por Mês.
Essa união tem em comum o desejo de construção de uma tradição que valoriza o trabalho intelectual de mulheres e nasce a partir da oportunidade de um edital da UFRJ voltado para rádios. Os grupos tinham formas de trabalhar diferentes, escolhiam personagens de perfis diferentes e juntos encontraram uma identidade própria. O resultado é que são mais de 32 programas no ar e mais de 1800 downloads.
De Heloísa Buarque de Holanda, passando por Mãe Stella de Oxossi e Christine de Pizan, chegando a Marielle Franco, o grupo se dedica a uma pesquisa intensa e cuidadosa que tem o desafio de apresentar de forma clara e convidativa a um público amplo o pensamento e a vida dessas mulheres, como um convite a conhecê-las melhor. Vai ao ar toda quinta-feira às 14h, com reprise na rádio UFRJ às 19h.
Ouça a conversa entre Susana de Castro, Aline Moreira, Vitória França, Janyne Sattler, Maurício Cossio e Ilze Zirbel.
Neste episódio que integra nosso especial Novembro Negro, recebemos o podcast Filosofia Pop para discutir sobre consciência racial. O professor Marcos Carvalho Lopes (UNILAB) convidou a professora Matilde Ribeiro (UNILAB) e o professor Kabengele Munanga (USP/UFRB) para essa conversa. Fecha o episódio a canção Descolonização (Der leone have sept cabeças) do grupo botAfala, projeto de extensão da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB).
Matilde Ribeiro é uma liderança histórica no movimento negro e nas lutas das mulheres negras, ex-ministra da Igualdade Racial no governo Lula, autora do livro Políticas de Promoção da Igualdade Racial no Brasil (1986-2010) e de diversos artigos sobre gênero e raça, em 2021 recebeu da Universidade Federal do ABC o título de Doutor Honoris Causa.
O professor Kabengele Munanga também tem diversos títulos de reconhecimento, dentre eles o de doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2021. Kabengele Munanga nasceu na República Democrática do Congo e desde 1985 naturalizado brasileiro, é uma das principais referências na questão do racismo na sociedade brasileira. Seus estudos, foram responsáveis por romper a visão eurocêntrica da antropologia, repensar a participação dos negros na história do país e, ainda, consolidar os estudos preparatórios para a Constituição de 1988, no eixo que tange os Diretos Humanos e combate à toda a forma de racismo no Brasil. Matilde Ribeiro e Kabengele Munanga foram protagonistas na luta pela implementação das cotas raciais.
Na edição de outubro, o Podcast Anpof reuniu professores e professoras de filosofia que, além de tocarem suas pesquisas na área, vêm participando ativamente da produção de podcasts. O número de podcasts cresceu significativamente durante a pandemia de Covid-19. Uma visada breve na Comunidade Anpof nos dá uma amostra da variedade de podcasts de filosofia existentes hoje, produções que, embora ainda pouco reconhecidas no âmbito acadêmico, dedicam-se a contribuir para a qualificação do debate público e do ensino de filosofia em diferentes níveis. Alguns, como o Hiperbólico, são anteriores à pandemia. A maior parte, no entanto, como o próprio Podcast Anpof, emergiu no contexto do teletrabalho e do ensino remoto, sem esquecer do Falando por Você que, antes de ser podcast, foi (e continua sendo também) programa de rádio. Rádio, aliás, que há cerca de cem anos atrás se consolidava enquanto sistema de broadcast, com seus aparelhos, programas e redes de transmissão, como testemunhou Walter Benjamin em meio à ascensão de regimes totalitários para a qual o controle dos meios de comunicação de massa foi decisivo. Quase cem anos depois, em um contexto de crise educacional e comunicacional, em meio a circuitos tóxicos de fake news, negacionismo científico e retrocessos históricos no âmbito da educação e da pesquisa no país, conversamos sobre os atravessamentos entre ensino de filosofia e divulgação filosófica a partir das diferentes experiências de podcasting.
Participaram desta produção coletiva:
Debora Fofano (Perdidos na Paralaxe), doutoranda no PPGE-UFC e professora da rede estadual do Ceará.
Douglas Lopes (Hiperbólico), doutorando do PPGE-UFPR, pesquisador do NESEF-UFPR, professor da rede estadual do Paraná e instituição privada de ensino superior.
Felipe Pinto (Pensatório e Rádio Murucututu), professor do CEFET/RJ Maria da Graça e do PPFEN-CEFET/RJ
Janyne Sattler (Uma Filósofa por Mês), professora do PPGFIL-UFSC.
José Teixeira Neto (Falando por Você), professor da UERN e do PROF-FILO.
Maurício Cossio (Uma Filósofa por Mês), doutorando do PPGFIL-UFSC, professor da rede estadual de Santa Catarina.
Marcelo Guimarães (Pensatório e Rádio Murucututu), professor da UNIRIO e do PPFEN-CEFET/RJ.
Márcio Jarek (Hiperbólico), professor da UFRJ e pesquisador do NESEF-UFPR.
Neste mês de setembro, discutimos por aqui a relação entre a Filosofia e a questão ambiental. Qual o papel da Filosofia diante do colapso ecológico que vivemos? Para essa conversa, convidamos para este episódio de nosso podcast Alyne Costa, doutora em filosofia pela PUC-Rio e vencedora do Prêmio Capes de Tese 2020 na área de filosofia, com o trabalho "Cosmopolíticas da Terra: modos de existência e resistência no Antropoceno”. Susana de Castro, professora da UFRJ e presidente da Anpof, conduziu a conversa.
A conversa abordou o relatório do IPCC, as consequências da Modernidade ter cindido a relação entre homem e natureza e o diálogo da Filosofia com outras epistemologias. Alyne compartilha com a gente sobre os riscos de outras pandemias, mais graves e mais intensas e sobre a necessidade de entendermos a Terra como um agente político, que está revidando.
Acompanhe!
Poucas horas depois de encerrarmos a gravação desse episódio, Kathlen Romeu, uma jovem negra de 24 anos, grávida, foi morta pela polícia militar durante uma operação na Zona Norte do Rio de Janeiro. Era este o tema dessa conversa: a violência policial que permeia toda a história brasileira.
Para discutir o tema, convidamos os professores Vladimir Safatle, da USP, e Edson Teles, da Unifesp, num debate conduzido por Tessa Lacerda, professora da USP e integrante da diretoria da Anpof. Vladimir e Edson organizaram o livro “O que resta da ditadura” e neste episódio eles compartilham o que ficou dessa experiência e a relação entre ditadura e violência policial.
Nesta conversa, Safatle comenta sobre o que chama de “democracia de condomínio”, uma democracia geograficamente localizada: não há nenhuma garantia de direitos ou de proteção à vida a cinco quilômetros dali, o que acontece todos os dias no Brasil. A falta de democracia que tirou a vida de Kathleen. Por outro lado, Edson nos apresenta as histórias de insurreições que sempre marcaram esses territórios. Ele destaca a importância de disputarmos as narrativas e garantirmos espaços para que falem aqueles que sempre estiveram nos levantes nas periferias.
Este episódio prepara nosso debate para a mesa sobre democracia e autoritarismo na quarta-feira, dia 23, na Semana Anpof 2021. Às 19h, em nosso canal no YouTube, teremos um debate sobre o tema com Loiane Prado Verbicaro, Marcos Nobre e Patrícia Baehr, mediado por César Candiotto.
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Edson Teles é professor de filosofia política no curso de graduação em Filosofia e no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde coordena o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF/Unifesp). É militante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos da Ditadura e ativista das resistências aos modos autoritários de gestão da vida. Organizou, junto com Vladimir Safatle, o livro "O que resta da Ditadura. A exceção brasileira" (Boitempo, 2010) e, com Renan Quinalha, "Espectros da Ditadura. Da Comissão da Verdade ao bolsonarismo" (Autonomia Literária, 2020). Publicou os livros "Democracia e estado de exceção" (Ed. Unifesp, 2015), "O abismo na história" (Alameda, 2018) e "Ação política em Hannah Arendt" (Almedina, 2019).
Vladimir Safatle é professor Titular do departamento de filosofia da Universidade de São Paulo. Foi Visiting Scholar da Universidade da California - Berkeley, além de professor visitante das Universidades de Paris I, Paris VII , Paris VIII, Paris X Toulouse, Louvain, Stellenbosch (África do Sul) e Essex. Foi ainda responsável de seminário no Collège International de Philosophie (Paris). Desenvolve pesquisas nas áreas de: epistemologia da psicanálise e da psicologia, desdobramentos da tradição dialética hegeliana na filosofia do século XX e filosofia da música. É um dos coordenadores da International Society of Psychoanalysis and Philosophy, do Laboratório de Pesquisa em Teoria Social, Filosofia e Psicanálise (Latesfip) e presidente da Comissão de Cooperação Internacional (CCint) da FFLCH-USP desde 2012.
Para este episódio sobre ensino remoto, convidamos o Podcast Perdidos na Paralaxe.
Débora Fofano, Carlos Pedrosa e Raquel Rocha convidaram o professor Antônio Alex Pereira para essa reflexão.
Nesse episódio, a hipótese do ensino remoto como gambiarra guia a conversa de nossos convidados. Eles abordaram as diferenças entre Ensino remoto, EAD e Ensino Hibrido, discutiram a falta de acesso aos meios tecnológicos, a precarização da vida social, como a escola é uma instituição que ainda modifica a vida e a cidadania e a importância dos afetos na educação. O que mais importa nesse momento é o conteúdo?
Eles também salientaram a importância da formação dos professores e, entre uma conversa e casos, falaram também sobre o neoliberalismo e governamentalidade algorítmica. No final do programa, eles ainda apresentam algumas indicações e referências importantes para o tema.
O podcast Perdidos na Paralaxe tensiona a reflexão através da literatura, séries, filmes e todo arcabouço da cultura pop, visando compreender a realidade para além do entretenimento. Com uma linguagem acessível e divertida abordam temas pertinentes à democratização do saber em prol de uma sociedade capaz de pensar, para isso, usam a filosofia.
Débora Klippel Fofano, Petrópolis – RJ, licenciada e mestre em filosofia pela UECE, doutoranda em Filosofia e Sociologia da Educação na UFC, onde desenvolve pesquisa sobre Ideologia e Violência na Educação a partir de S. Zizek. Pesquisadora do Grupo Teoria Crítica, filosofia Contemporânea e educação.(FACED/UFC) também e pesquisa filosofas, filosofia política e de ensino de filosofia. Atualmente professora da Rede Estadual de Professores do Ceará e da Escola Espaço Vida. Faz parte do coletivo de filósofas YebáBeló e do Fórum de Professores de Filosofia do CE e é criadora de conteúdo da página @filosofa.deinterrogacao, do Podcast Perdidos na Paralaxe e do canal no Youtube Aconchego Filosófico.
Raquel Rocha, Fortaleza- CE Pós-doutoranda do MIH-UNILAB, doutora em filosofia pela UFRJ com mestrado e graduação em filosofia pela UECE e dançarina do ventre. Pesquisadora do Grupo de Teoria Critica e Educação - FACED/UFC e do Grupo CLiPLES -UFBA. Desenvolve pesquisas acerca da filosofia política, filosofia contemporânea francesa, ética, estética da existência, corpo, cuidado de si, feminismos, dança e educação.
Carlos Frederico Pedrosa da Costa, Fortaleza - CE, bacharel em filosofia e mestre em sociologia pela UFC. Host, produtor e editor do podcast Perdidos na paralaxe, fotógrafo e músico.
Convidado : Antônio Alex Pereira de Sousa, doutorando e mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará, com graduação em Filosofia pela UECE e especialização em Filosofia pela Universidade Estácio de Sá. Coordena o Grupo de Estudos em Foucault (GEF-UFC) e é membro do FILODITEC - EDUC/UFC. Integra o Fórum de Professores de Filosofia do Ceará (UECE) e atualmente é redator da BNCC no Ceará. Como objeto de pesquisa na linha de Ética do PPG Filosofia da UFC, pesquisa o pensamento de Michel Foucault, especialmente seus estudos em torno dos modos de subjetivação. Outras temas de pesquisa: Filosofia da Diferença, Ensino de Filosofia, Gênero, Ética, Governamentalidade, Neoliberalismo, Políticas Públicas Educacionais (BNCC e Reforma do Ensino Médio), Pensamento Contemporâneo e Filosofia Francesa.
No episódio deste mês de março, no qual tematizamos as mulheres na filosofia, convidamos o podcast Uma Filósofa Por Mês.
Este podcast é o resultado de uma conversa em andamento em torno da temática da exclusão das mulheres da filosofia, em seu recorte acadêmico tanto quanto histórico e é fruto de reflexões compartilhadas entre o grupo, como um todo, ao longo de vários encontros de organização e preparação dos materiais e dos conteúdos do Projeto Uma Filósofa Por Mês. Nesta conversa, participaram Janyne Sattler, Ilze Zirbel, Kariane Marques e Ingrid Meurer.
Na tentativa de compreender o universo filosófico que habitamos e todos os desconfortos há pouco descobertos, elas tentam nomeá-los ou encontrá-los conjuntamente nas práticas estruturais que as desacomodam como filósofas.
Da contínua baixa presença das mulheres na filosofia à validação do cânone filosófico pela via dos critérios e dos conceitos normatizadores, as quatro pesquisadoras expõem um início de debate a ser seguido por novas reflexões.
*** São mencionadas no podcast as autoras Marilyn A.Katz, cuja referência é o texto « Ideology and 'the status of women' in ancient Greece »; a filósofa Anne Conway; e as epistemólogas Miranda Fricker e Sandra Harding.
*** Música : Dandara Manoela, "Minha Prece"
*** Montagem: Maurício Rasia Cossio (UFSC/Uma Filósofa por Mês)
O Podcast da Anpof é produzido por Nádia Junqueira Ribeiro.
Neste episódio, convidamos o Podcast Pensatório para falar sobre vacinação. Felipe Gonçalves Pinto conversou com Andrea da Luz Carvalho e Marcelo Senna Guimarães. A conversa aborda os planos de imunização contra Covid-19 no Brasil, os obstáculos impostos por discursos negacionistas, as estratégias de combate à desinformação e as contribuições das áreas das ciências humanas e sociais diante do cenário de incertezas que se agravou no contexto pandêmico e que ainda deve se prolongar mesmo com a vacinação.
Os entrevistados destacaram a importância de conjugarmos as dimensões éticas individuais e coletivas e de pensarmos uma ecologia do vírus para lidar com a complexidade da ciência e as incertezas da pandemia de maneira a amenizar seus impactos socioeconômicos e evitar ilusões simplificadoras que podem tornar a situação ainda mais instável e dramática.
De acordo com eles, embora o Sistema Único de Saúde conte com privilegiada estrutura de produção de vacinas e atendimento da população brasileira, as ações dos governos não têm respondido com o devido planejamento e rapidez ao que estamos vivenciando tanto em termos de saúde pública quanto no âmbito da educação, que já vinha sofrendo com cortes e com discussões reducionistas sobre a sua instrumentalização. A lentidão e a desorganização das ações governamentais comprometem, assim, o desenvolvimento humano e o bem-estar da população.
Pensatório é um Projeto de Extensão do CEFET/RJ campus Maria da Graça que produz podcasts de filosofia com estudantes e professores de diferentes áreas a partir de provocações sobre o pensar, o ensino, a escola, a vida e seus avessos. O Projeto de Extensão Pensatório é coordenado pelos professores Felipe Gonçalves Pinto e Luciano de Melo Dias, conta com a colaboração do estudante de ensino médio Jonathan Santos e com a parceria do Projeto de Extensão Filosofia na Sala de Aula (coord. pelo professor Marcelo Senna Guimarães – Unirio). Arte do professor Diego Uzêda.
Andrea da Luz Carvalho, psicóloga, sanitarista, mestre em saúde coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Coordenadora Geral de Gestão de Pessoas da Fiocruz.
Marcelo Senna Guimarães, professor do Departamento de Filosofia da UNIRIO, do Programa de Pós-graduação em Filosofia e Ensino do CEFET/RJ e coordenador do Projeto de Extensão Filosofia na Sala de Aula.
Felipe Gonçalves Pinto, professor de Filosofia do CEFET/RJ campus Maria da Graça do Programa de Pós-graduação em Filosofia e Ensino do CEFET/RJ e coordenador do Projeto de Extensão Pensatório.
No episódio de hoje, o último da série sobre educação e Filosofia, recebemos Joana Tolentino. Ela é professora de Filosofia na educação básica e nas Licenciaturas integradas em Humanidades no Colégio Pedro II e integrante do GT Filosofar e ensinar a filosofar da Anpof.
Quem a entrevista é Franciele Bete Petry, professora de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina.
A entrevista aborda os novos desafios que se colocam ao ensino de filosofia na Educação Básica. Considerando os debates contemporâneos que questionam a própria história da filosofia, a professora Joana Tolentino comenta de que forma tais críticas se apresentam à prática docente no ensino médio, assim como em relação à formação de professores e de pesquisadores na pós-graduação. As professoras abordam ainda questões ligadas à reforma do ensino médio, a necessidade de a filosofia afirmar seu compromisso com uma sociedade democrática e as dificuldades de ensinar em tempos de pandemia.
Acompanhe a seguir esta discussão.
Produção: Franciele Petry e Nádia Junqueira
Neste décimo episódio e o terceiro da série "filosofia e educação", recebemos a pesquisadora Adilbênia Freire Machado, doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará e vinculada ao Núcleo das Africanidades Cearenses/UFC), à Rede Africanidades (UFBA), à ABPN (Associação Brasileira de Pesquisador@s Negr@s). Quem a entrevista é Franciele Bete Petry do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina.
Nesta conversa, a pesquisadora Adilbênia Freire Machado nos apresenta um panorama dos estudos da filosofia africana contemporânea, dando destaque ao papel dos saberes ancestrais femininos e às várias abordagens desenvolvidas por pesquisadoras e pesquisadores brasileiros. A conversa também aborda as dificuldades relacionas ao ensino das africanidades tanto na educação básica quanto na formação de professoras e professores e apresenta perspectivas metodológicas para sua superação que passam pela descolonização do pensamento, dos corpos e sentidos. Acompanhe a seguir esta discussão.
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