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A comparação excessiva é, sem dúvidas, responsável por grande parte do nosso sofrimento. Por isso, convidei Dulciane Souza, uma grande amiga e psicóloga, formada em psicodrama e com especializações em constelação familiar, biopsicologia e dinâmica familiar, para conversar sobre este tema comigo.
Em uma conversa leve, trouxemos insights sobre a importância de nos apropriarmos da nossa história e não cairmos nas ciladas da síndrome da comparação. Revelamos que, muitas vezes, os recortes exibidos nas redes sociais, geram a impressão de que tudo na vida do outro é muito belo e grandioso e isso só gera um descontentamento ainda maior com a nossa própria realidade.
Compartilhei que até mesmo uma mesmo uma vida viajante, tem suas renúncias e contei o por quê acredito que apreciar o que a gente tem e dar valor para nossa história, pode aliviar o sofrimento da comparação.
Fomos ensinados a não lidar com a dor e tentamos não senti-la, mas não temos como evitar a possibilidade de sofrimentos baterem à nossa porta. Por isso, a Dulci trouxe a importância de olharmos para o sofrimento, senti-lo, acolhê-lo e só então, superá-lo.
Por fim, lembramos a importância do exercício da gratidão por todas as pequenas coisas do nosso dia, pois são essas pequenas coisas que irão construir uma vida grandiosa.
Depois que ouvir esse episódio, vou adorar saber o que você sentiu pelo direct do @podcastdaana no Instagram.
Quantas vezes abandonamos projetos, encerramos relações ou duvidamos do nosso potencial, por medo de desagradar o outro ou de sofrermos uma rejeição?
Neste episódio, elenquei uma série de informações valiosas para que a gente possa identificar padrões de comportamento que nos impedem de ser quem somos. Acredito que apenas quando aprendemos a honrar as nossas vontades e a dizer não (com amorosidade), somos capazes de estabelecer limites saudáveis e interromper um processo de sofrimento, causado pelo vício em atendermos às expectativas alheias.
Também compartilhei uma experiência pessoal de fim de relacionamento que desencadeou uma cura profunda e me mostrou como a rejeição, muitas vezes, é apenas uma perspectiva nossa, frente a uma decisão do outro de seguir sem nós.
Existem sinais sutis que podem nos ajudar a identificar gatilhos inconscientes e, por isso, trouxe dicas de como desenvolver o nosso poder pessoal, estabelecer limites e aumentar a nossa auto-estima, aceitando cada aspecto que existe dentro de nós.
Ao final do episódio, também deixei um convite para quem deseja embarcar em uma viagem interior rumo ao amor-próprio.
A TPM é, sem dúvidas, um período que causa incômodo em muitas mulheres, que sofrem com os sintomas pré-menstruais e estão desconectadas da sua potência feminina e seu poder mensal de limpeza de sentimentos, padrões e emoções.
É neste "Tempo Para Meditar" que podemos nos conectar com a nossa feminilidade e refletir não só sobre o que queremos manter mas também o que queremos liberar junto com o nosso sangue através da menstruação. Viver em um contexto patriarcal nos faz questionar a nossa ciclicidade.
Por isso, decidi trazer um novo olhar para esse movimento natural, explicando porque alterações físicas e hormonais acontecem em nosso corpo e também, ferramentas que eu utilizei ao longo da minha vida, que trouxeram mais leveza e acolhimento para os meus processos.
Este episódio é uma oportunidade para você mulher: ressignificar o que é a menstruação e esclarecer como pode utilizar a sua TPM para realizar uma limpeza profunda no seu corpo físico, energético e sutil e se conectar com ainda mais com a sua ancestralidade.
Este episódio foi fruto de uma intenção feita com o coração. Entrevistei Cláudia Sá, mulher, gestora e cacauicultora de 14 fazendas de cacau no Sul da Bahia e que no ano de 2021 conquistou o prêmio de melhor amêndoa de cacau do Brasil.
Nosso bate-papo revelou aspectos importantes de uma gestão consciente e como ações movidas pelo coração são capazes de nos levar mais longe. Trouxemos diversas informações sobre os benefícios do cacau para o nosso organismo e os motivos pelos quais a civilização Maia reverenciava tanto essa árvore, cheia de abundância e magia.
Ao final, te convidamos a embarcar em uma viagem da alma que vai acontecer dentro da Fazenda Boa Esperança (@cantagalo.cacau), destinado a quem deseja se conectar mais com o cacau, com seu coração e fazer uma viagem interior.
O objetivo deste episódio é te convencer que uma mente agitada não é nada além do que mente destreinada e que você não precisa ser Zen nem muito calmo para resgatar o estado natural que todos nós temos direito: a nossa paz interior.
Sinto que é importante percebermos que um dos maiores impedimentos de começar uma prática nova, como a meditação, muitas vezes está associado às crenças relacionadas a ela. Por isso, decidi compartilhar com vocês como funciona a nossa mente e o quanto a nossa saúde e o nosso bem estar são afetados pela nossa falta de gerenciamento dos nossos pensamentos.
Tudo isso pra te mostrar o quanto é possível incrementar a sua produtividade e tomar decisões mais certeiras, a partir de uma mente mais tranquila, clara e alinhada com o seu coração.
Na segunda parte do episódio, conduzi uma meditação para iniciantes, para que você possa ter um primeiro contato com a prática da meditação.
Se todos os gestores e líderes tivessem um olhar mais humano e empático para pautar suas decisões, tenho certeza que estaríamos mais próximos de um mundo mais consciente e próspero.
E é por isso que no episódio de hoje eu entrevistei Alessio Alionço, que é o fundador da Pipefy, uma das maiores startups do Brasil, que tem sede no Brasil e no Vale do Sílicio, e que nos trouxe insights poderosos sobre a importância de uma gestão holística, que integra em suas equipes valores fundamentais como a inclusão, respeito às diferenças e principalmente, a autonomia!
Falamos também sobre autenticidade e estado de flow e sobre a importância de fazer um trabalho interno profundo para estarmos cada vez mais sensíveis às oportunidades e nossas intuições, quando estamos prestes a tomar decisões importantes.
Alessio confidenciou com o coração aberto experiências pessoais e profissionais, e trouxe sua visão sobre como encara seu propósito de vida e a importância de ter um trabalho alinhado com seus valores, até mesmo e inclusive, no momento de atrair investimentos para seu negócio!
Resgatei um bate-papo muito gostoso de 2018 em que eu e Gustavo Cerbasi conversamos sobre o quanto uma experiência internacional pode ser um super investimento, não só para sua vida pessoal e profissional, mas também, para sua alma!
Por fim, batemos o martelo que existem opções de vivência para todos os públicos, de qualquer idade e para qualquer orçamento! Por isso, se você deseja viver algo assim, não deixa de ouvir o episódio até o fim.
Todos nós temos alguns propósitos na vida e o principal deles é fazermos tudo com propósito. Por isso, não precisamos nos preocupar em encontrar uma missão, uma profissão ou um trabalho específicos. A clareza dos nossos dons e talentos só vem no decorrer do processo e é, por isso, que precisamos estar abertos e com entusiasmo para viver as experiências que a vida nos traz.
No episódio de hoje eu te convido a soltar o resultado de suas intenções e a abrir espaço para a criatividade universal em sua vida. Para além da ação e intenção necessárias para atingir objetivos, quando nos colocamos em posição de desapego e de entrega, é possível que a gente manifeste realidades as quais a gente nem imaginava serem possíveis. A sexta lei do livro “As Sete Leis Espirituais do Sucesso”, é a lei do Distanciamento. Essa lei nos pede para a gente se afaste do resultado esperado, abrindo portas para o campo das infinitas possibilidades que podem realizar um mesmo sonho. E para que a gente possa se colocar nesse movimento de entrega e fé, precisamos deixar para trás nossos condicionamentos antigos e mergulhar no mundo do desconhecido, com a audácia e confiança que podemos encontrar dentro de nós. Ao final deste episódio, eu guiei uma meditação para que a gente possa integrar os ensinamentos dessa lei e nos colocar a disposição dos planos do universo, para receber planos ainda melhores que os nossos.
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