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Você se compara muito? E se eu te disser então, que esse movimento de comparação está intimamente relacionado com o sentimento de inveja?
Sim, todos nós sentimos inveja ou ciúmes em algum momento. E é por isso que eu decidi gravar esse episódio, diretamente do pé de um vulcão ativo do Havaí, para que a gente possa olhar para essa emoção que fica "escondidinha" no baú das nossas emoções reprimidas e que pode ser acolhida e transmutada por um sentimento ainda mais elevado, que é o da admiração.
E como nem sempre é fácil reconhecer que esse sentimento faz parte de nós, decidi compartilhar com vocês como foi o meu processo pessoal para identificar o quanto a inveja alheia me incomodava e qual foi a virada de chave que eu tive para entender como lidar melhor com ela.
Ao fim desse episódio eu guiei uma prática de Ho'oponopono para você praticar sempre que achar necessário.
Viajar expande as nossas possibilidades de imaginar. E para viajar, nem sempre precisamos sair de casa ou pegar um avião. Mas, se quisermos, podemos fazer isso também, inclusive com as nossas crianças.
Por isso, no episódio de hoje, convidei Elza Carneiro, uma grande amiga, mãe, advogada e gestora de projetos culturais e de impacto social, para falarmos sobre viajar com crianças, sobre os desafios da maternidade e também, sobre a importância da promoção de projetos artísticos para crianças em estado de vulnerabilidade, inclusive, para que elas possam voltar a sonhar!
Além disso, a Zá acabou de voltar de uma viagem pra Suíça com a sua filha e, por isso, trouxe inúmeras informações e dicas de como podemos facilitar a experiência de viagem com crianças e evitar situações que podem ser muito estressantes!
A raiva é boa ou ruim?
Neste episódio compartilhei que a raiva é uma das emoções mais intensas e sentidas todos os dias por todos nós.
E por se tratar de uma emoção, não podemos evitar de senti-la, mas podemos sim, encontrar ferramentas para dissipá-la (sem causar estragos!) e ainda, utilizar esse impulso energético para criar coisas novas incríveis.
Mas de onde vem a raiva? E como podemos lidar com ela? Respondi todos esses questionamentos ao longo deste episódio, a partir de um olhar holístico e empático, para que a gente possa começar a compreender quais são as coisas que nos tiram do eixo e, finalmente, parar de fingir que não sentimos raiva.
Por isso, o convite aqui é para a gente desapegar da ideia de que a raiva é ruim, aceitar que ela é autêntica e que precisa ser sentida, e então, finalmente aceitar que somos seres humanos, capazes de lidar de uma forma mais consciente com todas as emoções que surgem e passam por nós.
Acredito que se quisermos viver uma vida com mais leveza e fluidez, precisamos aceitar o momento presente, com todos os seus desafios e oportunidades e encontrar maneiras de diminuir a nossa ansiedade.
E pra falar sobre esse tema, no episódio de hoje conversei com a Bea Dummer, artista, cantora, professora de canto e minha amiga, durante uma viagem de trem, rumo a Escócia, onde ela acompanhou uma turnê que teve que ser adiada por dois anos, durante a pandemia.
Falamos sobre a importância de soltarmos o controle e estarmos abertos às oportunidades que ficam escondidas por trás dos nossos planos, que podem mudar a qualquer momento, devido às diversas situações que estamos sujeitos, todos os dias!
Contei também sobre o meu processo de conexão com a música e com o canto, através do método da Bea que ajuda mulheres a se empoderarem da sua expressão e mostramos como o canto também pode ser uma ótima ferramenta de expansão, autoconhecimento e relaxamento.
Por fim, eu trouxe dicas de como podemos diminuir a nossa ansiedade, procurando ferramentas de relaxamento para a nossa mente e para o nosso espírito e acessando a importância da fé neste processo.
Grande parte do nosso sofrimento vem de expectativas que não foram cumpridas.
Por isso, no episódio de hoje compartilhei a minha vista do ponto sobre esse movimento inconsciente que fazemos de fugir do momento presente e vincular a nossa satisfação a resultados futuros, que muitas vezes, nem chegam a acontecer. Pelo menos, não da maneira como nós idealizamos.
Também compartilhei experiências pessoais que me fizeram acreditar que o movimento de entrega, revela experiências ainda mais magníficas e alinhadas com o nosso caminho, sem que a gente precise abrir mão dos nossos sonhos ou da energia do fazer, que é igualmente necessária durante a nossa jornada.
Por isso, na medida que vamos desenvolvendo a consciência das nossas projeções e fortalecendo a nossa fé interior, aprendemos a gerenciar as expectativas e conquistamos uma vida com mais fé e com mais presença.
A desconstrução masculina e o empoderamento feminino são movimentos que ocupam um lugar de destaque quando o tema é relacionamentos. Por isso, chamei Marcus Boaventura, que é terapeuta e mentor de relacionamentos de homens e mulheres, para estar comigo neste episódio.
Ao longo do nosso bate-papo, o Marcus trouxe insights de como podemos traçar um caminho de desenvolvimento, como homens e mulheres, para nos libertar de padrões emocionais e de comportamentos, que se manifestam de maneira inconsciente e representam grandes obstáculos na jornada na relação entre homens e mulheres.
Compartilhamos, também, experiências pessoais que nos trouxeram aprendizados valiosos sobre a importância do sentir e como a gestão emocional e o autoconhecimento podem nos tirar do conflito e trazer equilíbrio das polaridades. nas nossas relações amorosas.
Muitas vezes, nos sentimos desgastados por direcionarmos nossa energia para auxiliar pessoas que sequer pediram nossa ajuda. Esse padrão, traz a sensação de que estamos carregando o mundo nas costas.
Por isso, neste episódio do @podcastdaana, eu trouxe a minha vista do ponto sobre os limites do servir, para que a gente possa integrar o aprendizado de que a nossa ajuda é sim bem-vinda para os que a solicitaram, mas que cada um tem o seu próprio tempo e jornada de evolução. E que é quando respeitamos esses limites que podemos, finalmente, nos sentir preenchidos pela completude do servir.
Também compartilhei a importância de trabalharmos cada vez mais o amor próprio e focarmos na nossa autotransformação, para que possamos colaborar com o outro através da inspiração e do nosso próprio exemplo.
Assim, transcendemos tentativa de transformar as pessoas ao nosso redor e estabelecemos relações mais saudáveis e equilibradas para a nossa vida.
No episódio de hoje, compartilhei como eu aplico a Teoria dos Espelhos na minha vida, utilizando as projeções e assumindo responsabilidade nos aspectos não tão legais nas pessoas ao meu redor e, também, como podemos conhecer nossa luz e reconhecer potenciais que nem imaginamos através do outro.
Para isso, te contei como um olhar cuidadoso sobre aquilo que nos incomoda no outro, pode ser combustível para um trabalho interno necessário e um caminho para o reconhecimento das nossas sombras e da nossa luz.
Acredito que trazendo consciência para nossos aspectos menos evidentes, temos a oportunidade de construir uma nova realidade, nos despir da ilusão e encarar essa experiência espiritual chamada vida, de uma forma mais leve e divertida.
Por isso, ao final, também guiei uma meditação curta para que você possa respirar com amorosidade e integrar os aprendizados.
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