Podcast Infantil: Jejéqui lê | Contação de Histórinhas em Áudio

Podcast Infantil: Jejéqui lê | Contação de Histórinhas em Áudio

By Jéssica IancoskiKids & FamilyStories for Kids
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Podcast Infantil: Jejéqui lê | Contação de Histórinhas em Áudio episodes

  • # 48 O Homem e A Cobra - Monteiro Lobato | História Infantil em Áudio | Fábula

    Leitura da fábula infantil O Homem e A Cobra de Monteiro Lobato.

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    "Certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra entanguida de frio.

    – Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre gelada.

    Tomou-a nas mãos, conchegou-a ao peito e trouxe-a para casa. Lá a pôs perto do fogão.

    – Fica-te por aqui em paz até que volte do serviço à noite. Dar-te-ei então um ratinho para a ceia. E saiu.

    De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando as festas que lhe faria a cobra.

    – Coitadinha! Vai agradecer-me tanto…

    Agradecer, nada! A cobra, já desentorpecida, recebeu-o de linguinha de fora e bote armado, em atitude tão ameaçadora que o homem enfurecido exclamou:

    – Ah, é assim? É assim que pagas o benefício que te fiz? Pois espera, minha ingrata, que já te curo…

    E deu cabo dela com uma paulada.

    Moral

    Fazei o bem, mas olhe a quem."

    3 min
  • # 47 A Rã Sábia - Monteiro Lobato | História Infantil em Áudio | Fábula

    Leitura da fábula infantil A Rã Sábia de Monteiro Lobato.

    Indicação Livre. Vozes Divertidas.

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    "Como a onça estivesse para casar-se, os animais todos andavam aos pulos, radiantes, com olho na festa prometida. Só uma velha rã sabidona torcia o nariz àquilo.

    O marreco observou-lhe o trejeito e disse:

    — Grande enjoada! Que cara feia é essa, quando todos nós pinoteamos alegres no antegozo do festão?

    — Por um motivo muito simples — respondeu a rã. Porque nós, como vivemos quietas, a filosofar, sabemos muito da vida e enxergamos mais longe do que vocês. Responda-me a isto: se o sol se casasse e em vez de torrar o mundo sozinho o fizesse ajudado por dona sol e por mais vários sóis filhotes? Que aconteceria?

    — Secavam-se todas as águas, está claro.

    — Isto mesmo. Secavam-se as águas e nós, rãs e peixes, levaríamos a breca. Pois calamidade semelhante vai cair sobre vocês. Casa-se a onça, e já de começo será ela e mais o marido a perseguirem os animais. Depois aparecem as oncinhas — e os animais terão que agüentar com a fome de toda a família. Ora, se um só apetite já nos faz tanto mal, que será quando forem três, quatro e cinco?

    O marreco refletiu e concordou:

    — É isso mesmo…

    Moral:

    Pior que um inimigo, dois; pior que dois, três..."

    3 min
  • # 46 A Formiga Má - Monteiro Lobato | História Infantil em Áudio | Fábula

    Leitura da fábula infantil A Formiga Mã de Monteiro Lobato.

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    Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e com dureza a repeliu de sua porta.

    Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

    A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde abrigar-se nem folinha que comesse.

    Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou – emprestado, notem! – uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse.

    Mas a formiga era uma usurária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

    – Que fazia você durante o bom tempo?

    – Eu… eu cantava!…

    – Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

    Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avereza da formiga. Mas se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

    Moral:

    Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

    4 min
  • # 45 Lenda do Guaraná| História Infantil em Áudio | Mitologia Indígena

    Leitura da Lenda do Guaraná do Folclore Brasileiro, escrita por Jéssica Iancoski.

    Lenda da Mitologia Indígena Tupi-guarani.

    Histórias tipicamente brasileiras.

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    "Um casal de indígenas queria muito ter um filho, mas não conseguia..

    O casal tanto pediu para Tupã - o mensageiro do Deus mais poderoso dos tupi-guaranis -  que lhes foi dado, um menino, cheio de energia e olhos deslumbrantes.

    Este menino estava crescendo e a cada dia se tornava mais motivo de orgulho para a sua comunidade, pois ele gostava de sair para a mata e colher frutas, e sempre trazia muito alimento para todos.

    Jurupari, aquele que deu origem a todos os demônios, sentiu muita inveja do garoto e resolveu dar uma lição nele.

    Para isso, Jurupari se transformou em uma cobra e, um dia, quando o menino, cheio de energia, entrou na mata para colher as frutas, o picou.

    Tupã até tentou avisar os pais do menino, com um trovão, que o garoto corria perigo. Mas não adiantou. Quando o casal entrou na mata, o menino já estava morto.

    Então Tupã mandou os pais enterrarem os olhos da criança, mas antes que eles pudessem achar isto estranho, o mensageiro explicou que os olhos do menino iam se transformar em uma planta e que esta planta, ao ser ingerida, emprestaria a energia do garoto para que outras pessoas também pudessem trazer alimento para a comunidade - tal como ele fazia.

    Os pais ouviram Tupã e enterraram os olhos do garoto. Algum tempo depois, nasceu uma planta, cujo os frutos se pareciam com os lindos olhos do menino e foi assim que o guaraná começou a ser plantado, para cultivar e compartilhar as características daquele que era motivo de tanto orgulho para o seu povo."

    ___

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    5 min
  • # 44 História do Céu - Lenda Indígena | História Infantil em Áudio

    Leitura da Lenda do Folclore Brasileiro História do Céu, escrita por Jéssica Iancoski.

    Lenda da Mitologia Indígena Tupi-guarani.

    Histórias tipicamente brasileiras.

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    "Teve um dia que de repente o céu - azul - começou a se erguer. Ele ainda não existia como é hoje, uma arco azul de uma ponta a outra, ele era apenas todo branco.

    E quando o azul do céu começou a se erguer, foi aos poucos. No começo era só um pequeno pedaço azul, levantando-se como uma onda.

    Mas o povo antigo não queria que o céu fosse azul e toda vez que o céu se erguia um pouquinho, alguém ia lá e o derrubava com um machado, abrindo um buraco.

    Mas o céu não desistia de crescer e continuava tentando.

    Crescia um pouquinho do azul.

    PLOFT.

    Aparecia alguém e o derrubava com o machado e outro buraco branco surgia.

    Crescia outro pouquinho do azul.

    FLAPT.

    Vinha outro machado e cortava. Outro buraco.

    O povo antigo ia cortando, mas o céu continuava sempre se fechando.

    O céu crescia mais rápido do que o povo antigo conseguia derrubar.

    Até que eles desistam de tentar derrubar as partes azuis que cresciam.

    - Ah, deixa pra lá. Não estamos conseguindo derrubar. É melhor deixar assim.

    E foi assim que o céu nasceu, com o povo antigo tentando derrubar o céu. E é por isso que ele é todo esburacado."

    ___

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    4 min
  • # 43 Lenda da Mandioca | História Infantil em Áudio | Mitologia Indígena

    Leitura da Lenda do Folclore Brasileiro Como Surgiu a Primeira Mandioca, escrita por Jéssica Iancoski.

    Lenda da Mitologia Indígena Tupi-guarani.

    Histórias tipicamente brasileiras.

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    "Há muito e muito tempo atrás, em uma comunidade, dois indígenas se casaram: Atiolô e Zatiamarê.

    Um tempo depois do casamento, Atiolô ficou grávida de uma menina e Zatiamarê ficou bravo porque ele queria um menino.

    - Quero um Menino, Atiôlo. E quero que ele cresça forte como o pai, que casse  como o pai e que se pinte com urucum para ficar tão bonito quanto o pai.

    Quando a menina nasceu, Zatiamarê não só não gostou, como também não reconheceu a menina como sua filha.

    - Essa menina para mim é vento, Atiolô. Eu não pedi ela, eu pedi um menino. E é por isto que eu não vou dar um nome para ela, não vou passar tempo com ela e não vou sequer conversar com ela.

    - Mas, Zatiamarê, mesmo que você não queria, ela continua sendo a sua filha. Você não pode simplesmente ignorar que ela existe. Você é o pai dela e ela precisa de você.

    - Dane-se. Procure o Cacique se não gostar, ele vai me dar razão porque sou homem como ele.

    A menina ia crescendo, sem nome e sem o amor do pai.  E Atiôlo vendo que a situação não ia mudar, por conta própria, resolveu chamar a menina de Mani.

    Zatiamarê continuava sem se importar ou conversar com a menina. E quando Mani perguntava algo para ele… NOSSA! Ele só a respondia um um mísero assobio.

    - Pai, por que o céu existe?

    - FIOFIOFIO

    - Pai, por que a noite apareceu?

    - FIOFIOFIO.

    - Pai, você gosta de mim?

    - FIOFIOFIO

    Não importava o que Mani perguntava ou o quanto ela tentava. Zatiamarê sempre respondia “FIOFIOFIO”. E mesmo com o passar do tempo, a relação de Zatiamarê com Mani não melhorava. Nada mudava, continuava tudo igual e triste.

    Até que Atiolô ficou grávida novamente.

    - Se essa criança não for um homem como o Pai, eu juro, que nem por assobio vou conversar com ela. Posso até colocar em cima de uma árvore para virar comida de passarinho, Atiolô, eu juro.

    Mas para a sorte de todos, nasceu Tarumã, um lindo menininho.

    E ao contrário de Mani, Tarumã era muito amado pelo pai. Zatiamarê conversava conversas bem cumpridas com ele, carregava-o nas costas para lá e pra cá e até lhe contava histórias.

    E Mani ficava vendo tudo aquilo, sem entender, até que não aguentou mais e morreu de tristeza.

    Quando Mani foi enterrada, Atiolô chorou muito e por vários dias consecutivos. Alias, Atiôlo chorou tanto, mas tanto que regou o solo tão profundamente que do corpo de Mani nasceu a Mandioca."


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    6 min
  • # 42 Lenda As Lágrimas de Potira | História Infantil em Áudio

    Leitura da Lenda do Folclore Brasileiro As Lágrimas de Potira, escrita por Jéssica Iancoski.

    História adaptada para os tempos atuais.

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    Lenda Indígena Tupi-guarani.


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    "Tempos antes dos brancos invadirem os sertões de Goiás, com tanta violência, em busca de pedras preciosas, existam naquelas terras povos indígenas, vivendo segundo suas próprias crenças e hábitos.

    Tinha até dois jovens que se amavam muito: Potira e Itagibá.

    O Tempo corria com tranquilidade, sem que nada atrapalhasse a paz do casal apaixonado. Embora, seja verdade, que às vezes Itagibá ficava um tempo longe, seja resolvendo alguns assuntos entre as comunidades diferentes ou caçando. E esses tempos eram os tempos de saudade.

    Contudo, toda essa saudade sentida, só aproximava ainda mais o casal, quando Itagibá retornava. E o amor deles ficava cada vez mais forte e devoto, em cada reencontro.

    Mas chegou o dia que os homens brancos, com toda a sua cobiça, apareceram no território indígena. Os homens brancos eram tão egoístas que infelizmente não houve outra alternativa, se não uma guerra.

    E o casal se separou para sempre, porque Itagibá foi mandado para a Guerra.

    Mas ao contrário do que possa parecer, eles não se separaram porque não havia mais amor. Se separaram porque Itagibá morreu em combate.

    Quando ficou sabendo sobre a morte de Itagibá, Potira estava na beira de um Rio, sentada há dias esperando seu amado retornar.

    E Potira ficou tão triste, mas tão triste com a notícia que começou a chorar.

    E quando as lágrimas caiam nas águas do rio, elas não se misturavam, mas precipitavam e caiam, repousando ao fundo.

    Todas as Lágrimas de Potira se transformaram em diamantes, porque suas lágrimas eram lágrimas de amor. E não era um amor como qualquer outro. Era um amor especial, um amor tão puro, mas tão puro, que apenas ele poderia se transformar em algo tão valioso.  Era um amor verdadeiro.

    E foi assim que o rio se encheu de diamantes e outras pedras tão preciosas, pela pureza de um amor que conseguiu ser mais límpido do que as águas mais claras de todo o rio.

    E, agora, sempre que novas pedras preciosas aparecem nos rios algumas pessoas se lembram do amor puro de Potira, enquanto outras são despertadas pela cobiça, herdada da violência da disputa dos homens brancos pela riqueza.

    E é por isso que um diamante pode ser duas coisas: apenas uma pedra preciosa, que vale muito, como muitos a enxergam; ou uma lágrima, que simboliza o amor mais puro de todos, que só poderia ter sido sentido por uma mulher, indígena, que soube compreender o que realmente é valioso nessa vida."

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    6 min
  • # 41 Lenda da Vitória-Régia | História Infantil em Áudio

    Leitura da Lenda do Folclore Brasileiro A Vitória-Régia, escrita por Jéssica Iancoski.

    História adaptada para os tempos atuais.

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    Lendas do Brasil.

    Vozes divertidas.

    Lenda Indígena Tupi-guarani.

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    "Naiá era uma jovem moça indígena. Ela era mais sonhadora do que as outras moças e não conseguia entender ou aceitar a forma que a sua comunidade se organizava. Ela não queria se casar ou ter filhos. Ela queria ser livre como o céu.

    Por isso, toda noite,  Naiá sentava-se à beira do rio para conversar com Jaci - a Deusa da lua e protetora dos amantes.

    - Veja bem, Jaci, entendo que você é a protetora dos amantes, mas eu não quero me casar e eu realmente não sei porque todos dizem que eu preciso. Eu preciso ser feliz, essa é a única coisa que eu realmente preciso. E eu não preciso de um homem para ser feliz...Eu queria ser uma mulher independente. Será que você não poderia me transformar em uma estrela? Assim eu conseguiria ser livre. Tão livre quanto o céu que é o que eu quero, Jaci...

    - Mas, Naiá, a sua vida é na terra… Eu entendo que você não quer se casar e quer ser livre, mas não eu posso te transformar em uma estrela.

    - Mas, Jaci…

    As duas conversaram durante dias, mas Naiá não conseguia desistir da ideia de fazer parte do céu. Ela só se apaixonava cada vez mais por este pensamento e por sua liberdade.

    Até que um dia, o luar, as estrelas, tudo estava tão bonito e refletido nas águas noturnas do rio... Que Naiá pensou em algo.

    - Tanta beleza assim refletida, só pode ser magia. Se eu entrar nesta água e conseguir abraçar o céu com tanta força e paixão, não tem como Jaci não me transformar em uma parte dele.

    PLAFT.

    E foi o que Naiá fez, pulou na água com tamanha convicção em seus pensamentos, tentando agarrar os seus sonhos…. Mas na hora de pular, esqueceu de uma única coisa, a mais importante de todas: que ela não sabia nadar.

    Naiá foi afundando e afundando… Até que Jaci teve que intervir:

    - Naiá, eu te disse que não posso te transformar em uma estrela, porque você é parte da vida na terra. Mas posso te transformar em uma coisa nova, tão livre quanto você deseja, porque eu entendo que você está muito além do seu tempo. Por isso, vou te transformar em uma planta, que boiará livre nas águas, tal como as estrelas boiam no céu, livres. Era isto o que você queria, certo?

    VLUP.

    Naiá parou de afundar e emergiu para fora das águas, transformada em uma linda e livre vitória-régia.

    E foi assim que Jaci, a Deusa da Lua, transformou Naiá, uma mulher sonhadora, com enorme força interior e muito além do seu tempo e do seu povo, em um símbolo de persistência e força feminina para que pudesse despertar o desejo de liberdade em outras mulheres."

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  • # 40 O Jardineiro e O Cão - Antonio Carlos Vianna | História Infantil em Áudio

    Leitura da fábula de Esopo O Jardineiro e O Cão, tradução de Antonio Carlos Vianna.

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    "Um jardineiro desceu ao fundo de um poço para tirar seu cão que caíra lá dentro. Pensando que seu dono descera para enterrá-lo ainda mais, o cão voltou-se contra ele e mordeu-o.

    O jardineiro saiu do poço lamentando sua dor: "Bem empregado. Quem mandou eu querer tirar do apero quem lá se meteu voluntariamente?"


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    3 min
  • # 39 O Asno e A Carga de Sal - Antonio Carlos Vianna | História Infantil em Áudio

    Leitura da fábula de Esopo O Asno e A Carga de Sal, tradução de Antonio Carlos Vianna.

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    "Um asno carregado de sal atravessava um rio. Um passo em falso e ei-lo dentro da água. O sal então derreteu e o asno se levantou mais leve. Ficou todo feliz. Um pouco depois, estando carregado de esponja às margens do mesmo rio, pensou que se caísse de novo ficaria mais leve e caiu de propósito nas águas. O que aconteceu? As esponjas ficaram encharcadas e, impossibilitado de se erguer, o asno morreu afogado.

    Algumas pessoas são vítimas de suas próprias artimanhas."


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    4 min

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