Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Inscrições abertas para o VII Prêmio SFB em Estudos de Economia e Mercado Florestal

    A sétima edição do Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal está com as inscrições abertas até o dia 30 de junho de 2022. A iniciativa, visa reconhecer trabalhos realizados no campo de estudos florestais e receber contribuições e propostas aplicáveis às políticas voltadas ao setor.

    O Prêmio é promovido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), responsável pela realização da edição 2022.

    Podem concorrer à premiação trabalhos elaborados de forma individual ou em grupo, nas categorias Profissional ou Graduando, de candidatos de qualquer nacionalidade e formação acadêmica que atendam às condições do Edital nº 2/2022, publicado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

    O prêmio é voltado tanto para estudantes quanto para profissionais e possui como tema central a Economia e o Mercado Florestal.

    O diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Pedro Neto, destaca a importância do prêmio no incentivo aos estudos e pesquisas sobre economia e mercado florestal.

    As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico específico disponível no site da Enap em www.enap.gov.br, clicar em "Pesquisa e Conhecimento", localizado no menu superior da página. Em seguida, clicar no ícone "Premiações", selecionar a opção "VII Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal". Para abrir o formulário de inscrição, basta clicar no botão "Quero inscrever meu artigo".

    Pedro Neto ressalta que a inciativa fornece importantes subsídios para o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) na identificação de temas relevantes para a formulação e implementação de políticas de desenvolvimento florestal.

    Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail [email protected].

    4 min
  • Brasil bate recorde histórico com mais de 1,21 bi em exportação de fruta em 2021

    O Brasil alcançou recorde histórico de exportação de frutas em 2021, apontam os dados apresentados no Boletim Hortigranjeiro 2022, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

    No ano, as exportações brasileiras de frutas foram superiores tanto em volume quanto em receita. O faturamento superou US$ 1,21 bilhão, sendo 20,39% acima do computado até dezembro de 2020. O volume total de frutas frescas enviadas ao exterior foi de 1,24 milhão de toneladas, superior em 18,13% em relação ao mesmo período do ano anterior,

    Dentre as frutas mais exportadas pelo Brasil em 2021 estão: mangas, com US$ 248 milhões; melões, com US$ 165 milhões; uvas, com US$ 155,9 milhões; nozes e castanhas, com US$ 151,9 milhões; limões e limas, com US$ 123,8 milhões e 10% de participação.

    As exportações das frutas nacionais em 2021 tiveram como principais destinos a União Europeia (48%), os Estados Unidos (16%), o Reino Unido (14%), a Argentina (4%) e o Canadá (3%).

    Para o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio De Zen, o aumento nas exportações indica uma recuperação.

    Desde 2019, já foram abertos mais de 150 novos mercados externos para produtos agropecuários.

    Outras informações podem ser encontradas na integra no 1º Boletim Prohort de  2022, divulgado no site da Companhia em www.conab.gov.br

    3 min
  • O impacto da retirada da vacina nas ações de vigilância para a febre aftosa

    Neste episódio do projeto de Podcast da Divisão de Febre Aftosa - DIFA, o médico veterinário e ponto focal do PNEFA na SFA-SP, Gabriel Torres, conversa com o professor licenciado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e CEO da Corb Science, Luís Gustavo Corbellini, sobre o impacto da retirada da vacina nas ações de vigilância para a febre aftosa. Data: 25/01/2022.

    22 min
  • Ampliado período de vazio sanitário de soja para 2022

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quinta-feira (3), a Portaria nº 516 que estabelece os períodos de vazio sanitário para cultura da soja que deverão ser seguidos pelos estados produtores em todo o país durante o ano de 2022. Essa medida fitossanitária é uma das mais importantes para o controle da ferrugem asiática da soja.

    O vazio sanitário é o período contínuo, de no mínimo 90 dias, em que não pode plantar e nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento na área determinada. O objetivo é reduzir ao máximo possível a introdução da doença, minimizando os impactos negativos durante a safra seguinte.

    A coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro, explica que a medida já vem sendo aderida por produtores nos últimos anos.

    A soja é o principal produto de exportação brasileira, e atingiu, em 2021, uma produção de 134 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A Ferrugem Asiática é considerada uma das mais severas doenças que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde o fungo foi relatado em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

    Instituído pela Portaria nº 306/2021, o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) visa o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga.

    As ações no âmbito do programa são coordenadas pelo Ministério da Agricultura, mas a fiscalização e demais procedimentos são de competência dos estados.

    3 min
  • Grupo russo fecha compra de fertilizantes da Petrobras em MS

    Durante o evento Avançar Cidades, realizado na Câmara de Vereadores de Três Lagoas (MS), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, anunciou nesta sexta-feira (4), que o grupo Acron, da Rússia, fechou a compra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN3) da Petrobras. A unidade produz fertilizantes nitrogenados e teve as obras paralisadas há alguns anos.

    Tereza Cristina contou que conversou com o presidente Jair Bolsonaro sobre a situação da UFN3 e ele imediatamente ligou para o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, e pediu celeridade neste processo. Na avaliação da ministra, a agricultura brasileira será beneficiada com a implantação da fábrica.

    Em comunicado, a Petrobras informou que chegou a um acordo contratual para a venda de 100% da UFN3 com o grupo russo Acron. Segundo a empresa, a assinatura do contrato de venda depende ainda de tramitação na governança da Petrobras, após as devidas aprovações governamentais.

    Segundo a ministra, o tema será tratado com a Acron durante visita da comitiva brasileira à Rússia prevista para os próximos dias.

    A construção da UFN3 teve início em setembro de 2011, mas foi interrompida em dezembro de 2014, com avanço físico de cerca de 81%. Após concluída, a unidade terá capacidade projetada de produção de ureia e amônia de 3.600 t/dia e 2.200 t/dia, respectivamente. A conclusão da Unidade será de responsabilidade do comprador.

    4 min
  • Contratações totais do crédito rural somam R$ 174 bilhões em sete meses

    As contratações totais do crédito rural atingiram R$ 174 bilhões no acumulado de sete meses da safra 2021/2022. O que representa uma elevação de 31% em relação ao mesmo período da safra passada. Destaca-se o aumento de 69% no crédito de comercialização, sobretudo para milho, soja e café, em função de aumento de preços e ampliação de estoques pelas empresas consumidoras. As demais finalidades apresentaram crescimento nas contratações de 31% no custeio, 25% na industrialização e 21% no investimento.

    Entre julho de 2021 e janeiro de 2022, o valor das contratações realizadas por pequenos, médios e grandes produtores foram R$ 23,2 bilhões (+30%) no Pronamp, R$ 28,1 bilhões (+29%) no Pronaf e R$ 122,7 bilhões (+32%) para os demais produtores. Os números estão no balanço do desempenho do crédito rural, divulgado, nesta terça-feira (8) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

    O Diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola (SPA/Mapa), Wilson Vaz de Araújo, o crédito se deu para o pequeno e médio produtor.

    Do total de R$ 90,8 bilhões de recursos equalizáveis para a Safra 2021/22, o saldo disponível no final de janeiro de 2022 é de R$ 27,5 bilhões (30%) para todas as finalidades. Entretanto, as operações com esses recursos foram suspensas no período de 7 a 28 de fevereiro de 2022, pelo Ofício Circular SEI nº 561/2022/ME, do Ministério da Economia, devido à insuficiência de dotações orçamentárias para pagamentos de equalização de taxas de juros.

    O governo, com a participação dos Ministérios da Agricultura e da Economia, está realizando negociações no sentido de superar essas dificuldades orçamentárias, para a retomada das referidas operações na maior brevidade possível. Apesar dessa interrupção momentânea de contratação com recursos equalizáveis, os produtores rurais continuam tendo a possibilidade de acesso a recursos provenientes de outras fontes do crédito rural.

    4 min
  • Boletim Agrometeorologico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: No Norte, são esperados maiores volumes de chuva, principalmente, no Sul e Oeste de TO, que deverão ultrapassar 100 mm. No Nordeste, os acumulados ficarão abaixo de 20 mm em praticamente todo o Leste da região. No Oeste, os acumulados não ultrapassarão os 100 mm, com destaque para o Oeste da BA e o Sudoeste do MA. Entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba), as chuvas beneficiarão o desenvolvimento das lavouras, mas podem interferir no avanço da colheita da soja e da semeadura do milho 2ª safra em algumas áreas.

    CO: Chuvas intensas, em torno de 100 e 250 mm, em MT, GO e DF, o que favorecerá a manutenção da umidade no solo e o desenvolvimento das lavouras. No entanto, o excesso de chuvas poderá reduzir o ritmo da colheita da soja e da semeadura do milho 2ª safra em algumas áreas. No MS, a previsão de volumes de chuva inferiores a 50 mm será suficiente para a manutenção da umidade no solo no Centro-Norte e no Leste do estado. Já no Sudoeste, deverá manter a diminuição de água nos cultivos de 1ª safra.

    SE: Volumes de chuva significativos nas regiões Central e da Zona da Mata em MG, RJ e Nordeste de SP, podendo ultrapassar os 200 mm e causar impactos pontuais por excesso de chuvas. Para o Centro-Sul de São Paulo, são previstos acumulados de chuva abaixo de 30 mm. Em toda a região Sudeste, as condições de umidade serão favoráveis para os cultivos de grãos, cana-de-açúcar e café. S:Esperam-se volumes de chuva abaixo de 10 mm ou ausência de queda de chuva. Nos próximos dias, as temperaturas máximas se manterão elevadas, acima de 34°C, em grande parte da região Sul até o dia 09, com ligeira redução nas máximas e mínimas nos dias seguintes. Essa condição reduzirá a umidade no solo, agravando a diminuição de água em áreas já afetadas por estiagens, onde boa parte das lavouras de milho e soja encontram-se em estádios reprodutivos.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias 07a 14/02/2022.

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    4 min
  • Prazo para produtores de queijos e bebidas manterem o uso de termos de IGs europeias vai até 6 de março


    Com pouco mais da metade do prazo para o término da consulta pública para comprovar o uso de termos de IGs (Indicações Geográficas), produtores dos queijos Fontina, Gorgonzola, Grana, Gruyère/Gruyere, Parmesão e as bebidas tipo Genebra e Steinhaeger/Steinhäger, têm participado de forma ativa do processo.

    As Indicações Geográficas são aqueles produtos ou serviços que tenham uma origem geográfica específica. Seu registro reconhece reputação, qualidades e características que estão vinculadas a determinado local. Comunicam, assim, ao mundo de que certa região se especializou e tem capacidade de produzir um artigo, ou de prestar um serviço diferenciado e de excelência.

    Desde janeiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  tem recebido documentos de produtores brasileiros e de outros países para comprovar a utilização do nome de regiões europeias. Desta forma, todos os produtores brasileiros que comprovarem poderão continuar a utilizar esses nomes de referência. Até o fim do período de consulta, que termina no dia 6 de março, a expectativa é que o setor responsável do Ministério receba cerca de 400 manifestações.

    As empresas que somente usam os termos, como restaurantes, pizzarias, distribuidores e importadores, não serão afetadas pela determinação, já que não se encaixam na definição de produtores.

    Os produtores que não estiverem na lista de usuários prévios não poderão usar os termos no território nacional após a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia.

    Para fins da comprovação de anterioridade serão considerados apenas os documentos emitidos ou publicados, antes de 25 de outubro de 2017, para Parmesão, Gorgonzola, Steinhaeger/Steinhäger e Genebra. Já para Fontina, Grana e Gruyere/Gruyère, a documentação deve ter sido emitida ou publicada antes de 25 de outubro de 2012.

    Ainda será preciso comprovar a continuidade de uso comercial de termos protegidos associados às IGs, enviando documento emitido ou publicado entre 28 de junho de 2018 e 28 de dezembro de 2019.

    Os documentos e informações de comprovação deverão ser encaminhados, obrigatoriamente, por correio eletrônico ao endereço [email protected]

    4 min

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