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Começa no dia 1º de maio, a primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2022. Nesta fase, deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados, conforme o calendário nacional de vacinação. A exceção fica apenas para 11 unidades da Federação: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.
Para essa etapa, a expectativa é imunizar cerca de 107 milhões de animais em todo território brasileiro.
As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização, incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.
Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.
Em caso de dúvidas, a orientação é para que procurem o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
Em abril, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou uma inversão da estratégia de vacinação para os estados que compõem o Bloco IV do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância da Febre Aftosa (PE-PNEFA), com exceção do Espírito Santo, onde a vacinação já é invertida.
Desta forma, para 10 estados: BA, ES, GO, MG, MT, MS, RJ, SE, SP e TO e o Distrito Federal a 1ª etapa a ser realizada em maio será destinada aos bovinos e bubalinos até 24 meses, enquanto a 2ª etapa, em novembro, para todo o rebanho.
A medida adotada visa equacionar a demanda de vacinas contra febre aftosa com o cronograma previsto de produção da indústria.
Os estados que compõem o Bloco IV do PE-PNEFA totalizam aproximadamente 61,3 milhões de bovinos e bubalinos de zero a 24 meses que deverão ser imunizados no mês de maio de 2022.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa da maior feira de pescado do mundo, a Seafood Expo Global, que acontece até quinta-feira (28) em Barcelona, na Espanha, com o objetivo de aprofundar as tratativas para a retomada das exportações de pescado brasileiro para a União Europeia. Além de visitar os estandes dos mais de 100 países presentes na feira, a equipe do Mapa está se reunindo com empresários e representantes de governos para ampliar a articulação comercial.
O secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jairo Gund, disse que um dos objetivos da feira além de restabelecer as exportações de pescado para a União Europeia é consolidar o trabalho feito pelo Brasil no crescimento do setor.
Também foram realizadas reuniões com autoridades do Reino Unido para tratar da abertura daquele mercado, que segue as mesmas regras que a União Europeia.
As exportações de pescado do Brasil para a União Europeia estão suspensas desde 2017, após questionamentos apresentados por autoridades do bloco depois de uma missão de auditoria. A Secretaria de Aquicultura e Pesca vem trabalhando em conjunto com a Secretaria de Defesa Agropecuária na elaboração e implementação de medidas para o controle higiênico-sanitário da cadeia produtiva de pescado nacional, em atendimento aos requisitos da comunidade europeia.
Mais de 30.201 famílias de agricultores de assentamentos e glebas públicas federais no Pará irão receber o título de propriedade rural. A ação faz parte da Campanha Abril Verde e Amarelo, lançada pelo Governo Federal, e que já contemplou famílias de 91 municípios no estado. É o maior número de títulos concedidos durante a campanha.
Para marcar a iniciativa, foi realizado evento em Paragominas (PA), nesta quinta-feira (28) com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro; com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes; o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho; e o prefeito João Lucídio Lobato Paes.
Desde 2019, foram emitidos 80.363 documentos, entre Contratos de Concessão de Uso e Títulos de Domínio (provisórios e definitivos, respectivamente), no estado. No Brasil, a quantidade chega a 345.205, considerando-se o mesmo período.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, destacou que o título de propriedade rural trará dignidade aos produtores rurais e independência para trabalharem na terra. Ele também citou a força do agro na região.
O presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, lembrou que mais de 50 mil documentos foram emitidos no Pará, há 10 meses. Agora, são mais 30 mil para ampliar a regularização de famílias em assentamentos e glebas federais no estado. Ele destacou também que o instituto inicia hoje, em outros 15 estados, a emissão de mais de 52 mil documentos.
Uma das contempladas foi Dona Olímpia Cardoso, com 100 anos de idade é a beneficiária mais idosa a receber o título definitivo de propriedade rural na solenidade desta quinta-feira, em Paragominas. Ela aguardava pelo documento da área de 24,6 hectares, à beira do rio Bujaru, desde 1969, e ressaltou a alegria pela segurança de que a terra ficará para filhos e netos.
O Incra, ligado ao Mapa, priorizou ainda a disponibilização de recursos a famílias assentadas por meio do Crédito Instalação. As linhas de financiamento garantem desde a fixação na área de reforma agrária até a estruturação de empreendimentos nessas comunidades.
Os investimentos ultrapassaram R$ 41,8 milhões nos últimos três anos, beneficiando 9.034 famílias. Deste total, aproximadamente R$ 7,7 milhões foram destinados à construção ou reforma de moradias em assentamentos paraenses.
Nesse episódio do projeto de Podcast da Divisão de Febre Aftosa, o médico veterinário e ponto focal do PNEFA na SFA-SP, Gabriel Torres, conversa com Diego Viali dos Santos, médico veterinário, Auditor Fiscal Federal Agropecuário (AFFA), da Coordenação de Animais Terrestres - CAT do Departamento de Saúde Animal (DSA), sobre a transição de status de livre de febre aftosa com vacinação para sem vacinação.
Até o dia 4 de maio, agricultores familiares de Minas Gerais irão participar da Feira de Gastronomia e Alimentos de Minas da 87ª ExpoZebu, em Uberaba. A feira é considerada a maior da raça zebuíno do mundo.
Dentre os estandes do espaço, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reuniu produtores de doces, carnes, farinhas, vinhos, azeites, espumantes, café, mel, e de queijos.
A tradição do modo de fazer dos queijos mineiros é predominantemente familiar. Ao longo do tempo, a comercialização do produto expandiu-se para além dos núcleos regionais, garantindo espaço de destaque como iguaria nacional.
Tradicional pelo modo único de se fazer, os queijos da Canastra também estão presentes na feira gastronômica. A Indicação de Procedência dessa região é um diferencial do produto que traz sabores distintos para a mesma receita, que reúne apenas leite cru, sal e pingo, como explica a gerente Técnica da Associação dos Produtores de Queijo Canastra (Aprocan), Brenda Macedo.
Brenda Macedo ainda destacou que as características da casca amarela e firme por fora e a massa macia e saborosa por dentro decorrem do desenvolvimento da produção familiar para a comercialização do queijo.
Além de trazer o reconhecimento como Indicação Geográfica, o queijo da Canastra em seu modo de fazer também é patrimônio cultural imaterial brasileiro desde 2008, reconhecimento concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A Feira de Gastronomia e Alimentos de Minas é uma das atrações da 87ª edição da ExpoZebu, realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além do cardápio variado, a feira traz workshops e treinamentos com objetivo de apresentar soluções para os alimentos embutidos, assim como, debates sobre questões legais para os produtores. O espaço é aberto ao público, que pode consumir as iguarias em mesas no local.
No episódio de hoje, a diretora de Regularização Ambiental do SFB_florestal, Jaine Cubas.
O Plano Nacional de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (RegularizAgro) tem o objetivo de desenvolver um plano de ação governamental entre a União e os estados para avançar na agenda da regularização ambiental em todos os biomas brasileiros, em conformidade com o Código Florestal.
O RegularizAgro vai propor medidas e estratégias para o cumprimento das diretrizes da regularização ambiental nas propriedades rurais, estabelecendo um ambiente de segurança jurídico-institucional, de governança pública e articulação setorial necessários ao cumprimento efetivo do Código Florestal
Promover ações que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico e a inclusão produtiva de agricultores atendidos pelo AgroNordeste e, em breve, pelo Plano Norte+Sustentável é o objetivo do Protocolo de Intenções firmado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), nesta terça-feira (3).
Sob coordenação do Departamento de Programas Territoriais Rurais (Deproter) do Mapa, a parceria visa a realização de oficinas territoriais de planejamento, o apoio à governança territorial, a elaboração de estudos estratégicos e a captação de recursos para financiamento de programas e projetos com viés de sustentabilidade.
O Secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação, Fernando Camargo destacou a importância da parceira para o desenvolvimento de cadeias produtivas especialmente nas áreas atendidas pelo Norte+Sustentável e pelo AgroNordeste.
A presidente da ABDE, Jeanette Lontra ressaltou a interlocução entre a Associação e o Mapa.
Dentre as estratégias prioritárias previstas no acordo, estão o incentivo à agregação de valor e o acesso a novos mercados; a promoção do financiamento à agroindústria sustentável; e a implementação de estratégias, técnicas e processos produtivos ambientalmente sustentáveis, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (IFPL), os sistemas agroflorestais, a descarbonização da agricultura e a redução de metano, entre outros.
Em encontro promovido nesta quarta-feira (4) pelo Ministério Público Federal (MPF) para debater a produção nacional de fertilizantes e seus impactos econômicos, ambientais e sociais, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, destacou a potencialidade nacional para a produção de alimentos para o mundo e a importância de reduzir a dependência dos fertilizantes importados.
Segundo ele, o seminário é um passo importante para que o Brasil possa continuar produzindo alimentos para o país e para o mundo.
Marcos Montes também pontuou que a crise entre a Rússia e a Ucrânia é uma oportunidade para o Brasil diminuir sua dependência de fertilizantes importados. Ele explicou que o Plano Nacional de Fertilizantes, lançado recentemente pelo governo, mostrou uma visão clara sobre o tema.
Quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, o Brasil encabeça a lista de países importadores. Cerca de 85% dos fertilizantes utilizados nacionalmente são importados, o que coloca os fertilizantes em segundo lugar na pauta da balança comercial de importações, atrás somente de óleo e gás.
A reunião de trabalho é resultado de acordos de cooperação técnica firmados pelo MPF com o Ministério de Minas e Energia e com o Mapa. Entre os aspectos em debate no encontro estão a vulnerabilidade decorrente da dependência do Brasil das importações de fertilizantes e as iniciativas do governo e do setor privado para ampliar os investimentos na produção mineral.
Uma comitiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento inicia nesta quinta-feira (5) uma missão para Jordânia, Egito e Marrocos. Liderado pelo ministro Marcos Montes, o grupo irá se reunir com representantes de empresas privadas e de governos desses três países para tratar sobre o fornecimento de fertilizantes e a ampliação de investimentos no Brasil. Os encontros também vão servir para reafirmar os mercados de destino de produtos brasileiros.
Na Jordânia, o principal tema será o fornecimento de fertilizantes à base de potássio. No Egito, o foco serão os nitrogenados e em Marrocos, os fosfatados. O retorno ao Brasil está previsto para o dia 14 de maio.
Marcos Montes disse que acredita no sucesso da viagem e vai aproveitar para fortalecer a divulgação dos nossos produtos agropecuários nesses países.
A agenda do ministro na Jordânia, que começa no dia 7 de maio, prevê reuniões com diretorias de importantes empresas produtoras de potássio, como a Arab Potash Company (APC), que produz mais de 2,4 milhões de toneladas por ano, e a Jordan Phosphate Mining Company (JPMC), com capacidade de produção superior a 7 milhões de toneladas por ano. Também estão previstas reuniões do ministro Marcos Montes com os ministros da Agricultura da Jordânia, Khaled Musa Henefat, e da Indústria, Comércio e Abastecimento, Youssef Al-Shamal.
No dia 9 de maio, a delegação do Mapa chega ao Cairo, onde o ministro Marcos Montes deverá se reunir com o vice-ministro da Agricultura, Moustafa El Sayeed, e com o ministro do Abastecimento, Aly Al Moselhy. A delegação do Mapa participa do Fórum Brasil – Egito: Oportunidades no comércio bilateral, promovido pela Câmara de Comércio Árabe-Brasil. Também estão previstas reuniões com representantes do setor de fertilizantes e de proteína animal.
A comitiva chega a Marrocos no dia 12 de maio. Está prevista uma reunião com o Ministro da Agricultura, Mohammed Sadiki, além de uma visita à usina de Jorf Lasfar da Companhia Office Chérifien des Phosphates (OCP). A empresa estatal é atualmente a maior fornecedora de fósforo para o Brasil.
Uma comitiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), liderada pelo ministro Marcos Montes, visitou neste sábado (7) a fábrica da Arab Potash Company (APC), na Jordânia, e recebeu a notícia de que a empresa poderá aumentar as exportações de potássio para o Brasil. Segundo o CEO da empresa, Maen Nsour, em cinco anos o total enviado ao Brasil poderá chegar a 1,2 milhão de toneladas.
A visita do Mapa à Jordânia foi decisiva para a decisão da empresa em aumentar a oferta de potássio ao Brasil. A APC produz mais de 2,4 milhões de toneladas de potássio por ano. A Jordânia é o 7º maior produtor mundial de potássio.
Após conhecer o local de extração do potássio, o ministro Marcos Montes ressaltou a qualidade do fertilizante produzido pela APC e a importância da cooperação da Jordânia com o Brasil.
Durante a visita, o CEO da Arab Potash Company anunciou que a empresa deverá abrir um escritório no Brasil em breve para que as negociações com os importadores brasileiros fiquem mais próximas.
As operações da APC estão localizadas a 110 km ao sul de Amã, onde a Companhia produz quatro tipos de potássio: potássio padrão, fino, granular e industrial. O embaixador do Brasil em Amã, Ruy Amaral, também participou da visita.
O Brasil importa cerca de 85% de todo o fertilizante usado na produção agrícola nacional. No caso do potássio, o percentual importado é de cerca de 95%. Atualmente, o Brasil é o quarto consumidor e em 2021, as importações brasileiras de fertilizantes foram superiores a 41 milhões de toneladas, o que equivale a mais de US$ 14 bilhões.
A comitiva do Mapa ainda vai visitar Egito e Marrocos nos próximos dias para tratar sobre o fornecimento de fertilizantes e a ampliação de investimentos no Brasil.
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