Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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By Mapa BrasilGovernment
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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Clima influencia na safra de café e produção deve chegar a 53,4 milhões de sacas

    O clima adverso registrado no país no último ano ainda reflete na produção de café em 2022. A expectativa é de uma colheita de 53,4 milhões de sacas do produto beneficiado nesta safra, conforme mostra o 2º Levantamento divulgado nesta quinta-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O volume representa um acréscimo de cerca de 5 milhões e 700 mil de sacas em relação ao ciclo anterior. Agora  se comparado com a colheita de 2020, último ano de bienalidade positiva, a produção esperada para este ano é 15,3% inferior. O que representa uma queda de 9,65 milhões de sacas.

    O presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro, reforça que a estatal segue acompanhando a questão climática e os possíveis reflexos nas lavouras.

    O café do tipo arábica é o que deve ser mais influenciado pelas condições climáticas, pois a sua concentração ocorre nessas regiões mais impactadas pelas baixas temperaturas e pela escassez hídrica em 2021.

    Mesmo com uma recuperação esperada na safra deste ano, com a produção podendo chegar a 35,7 milhões de sacas, o produto beneficiado era esperado um potencial produtivo maior por se tratar de um ciclo de bienalidade positiva. Para o café conilon o cenário é oposto, com a expectativa do país atingir um novo recorde com colheita de 17,7 mil sacas beneficiadas, aumento de 8,7% em relação à safra anterior puxado pelo incremento de produtividade que tem sido recorrente a cada ano.

    O diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silvio Farnese, destaca o incremento da área  em formação de café bem como os impactos do conilon na produtividade total da safra brasileira.

    As informações completas sobre a safra de café em 2022 estão disponíveis no site da companhia em www.conab.gov.br.

    4 min
  • Exportações do agronegócio em abril alcançam recorde para o mês, com US$ 14,86 bilhões

    As exportações do agronegócio brasileiro em abril totalizaram US$ 14,86 bilhões, valor recorde para o mês. O número representa alta de 14,9% em relação a abril de 2021.

    De acordo com levantamento elaborado pela Secretaria de Comércio de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a elevação dos preços dos alimentos no mercado internacional explica o incremento no valor das exportações, mesmo após queda no volume embarcado (-13,2%).

    O Coordenador-Geral de Estatística e Análise Comercial, Gustavo Cupertino explicou a importância do resultado é o crescimento dos preços médios dos produtos brasileiros.

    Os produtos exportados que mais se destacaram no mês de abril foram os do complexo soja (óleo, grão e farelo), carnes bovina e de frango e café.

    As importações do setor foram de US$ 1,32 bilhão em abril (+14,8%), explicadas também pela expansão dos preços médios, que subiram 14,8%.

    A soja em grão é o principal produto do setor e da pauta de exportação do agronegócio brasileiro. As exportações brasileiras de soja em grão foram de US$ 6,73 bilhões em abril de 2022 (+1%), com redução do volume exportado, de 16,1 milhões de toneladas em abril de 2021 para 11,5 milhões de toneladas em 2022.

    As vendas externas de carnes alcançaram US$ 2,15 bilhões em exportações em abril de 2022. O valor foi superior aos US$ 1,57 bilhão exportados no mesmo mês de 2021.

    Nas exportações de carne de frango, o valor alcançado é recorde para toda a série histórica, com US$ 802,80 milhões (+34,3%).

    Os principais países importadores foram: China (US$ 100,30 milhões; -1,1%); Emirados Árabes Unidos (US$ 90,16 milhões; +129,3%); Japão (US$ 84,49 milhões; +50,0%); e Arábia Saudita (US$ 76,43 milhões; +12,5%).

    O setor cafeeiro exportou US$ 734,16 milhões, valor 43,5% acima dos US$ 511,67 milhões de vendas externas em abril de 2021. As exportações recordes ocorreram em função do incremento de 82,7% no preço médio, pois a quantidade exportada caiu 20%.

    4 min
  • Mapa lança 18ª Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na última  sexta-feira (20) a XVIII Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico, com o slogan “Produto Orgânico, Melhor para Vida”. Durante a campanha, serão realizadas atividades pelo país para divulgar as características da produção orgânica. O consumidor poderá saber também como é feito o controle para garantia da qualidade desses produtos.

    No evento que foi realizado de forma virtual, o secretário-adjunto de Defesa Agropecuária, Márcio Rezende, destacou que a produção orgânica brasileira leva em consideração os aspectos sociais e ambientais, além de preservar as tradições. Segundo ele, o Mapa trabalha para que o setor busque ganhar escala, sem perder suas características, entre elas a produção aliada à sustentabilidade.

    Já o diretor do Departamento de Serviços Técnicos da SDA, José Luis Vargas, ressaltou que um dos desafios é internacionalizar os orgânicos brasileiros.

    Atualmente, há um acordo que possibilita a exportação de produtos orgânicos para o Chile.

    O produtor José Cunha, presidente da Associação dos Produtores Orgânicos do Tapajós, apresentou as demandas e desafios do setor, encaminhadas ao Mapa por meio de carta. Ele citou, como exemplo, a ampliação da oferta de assistência técnica e disseminação de tecnologias.

    Neste ano, foram abertos processos de seleção para oferta de assistência técnica a famílias de agricultores orgânicos. No total, serão destinados R$ 7,8 milhões para atender os estados de Amazonas, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Sergipe e Rio Grande do Norte, a partir de contrato de gestão firmado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). Serão beneficiados 1.605 agricultores familiares integrantes de uma Organização de Controle Social que efetuam a comercialização de produtos orgânicos em venda direta.

    5 min
  • Plano Safra 2022/23 será robusto, diz ministro Marcos Montes

    Ao participar de audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (25), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, destacou que o Governo Federal trabalha para apresentar um Plano Safra 2022/23 robusto, com recursos para apoiar a produção agropecuária do país a partir do segundo semestre deste ano.

    O ministro reforçou que a política deverá ofertar melhores condições de crédito à agricultura familiar, pequenos e médios produtores, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

    Outro foco do Plano Safra 2022/23, segundo o ministro, é ser verde e azul, com crédito para adoção de práticas sustentáveis na produção rural e apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura e pesca no país.

    Conforme o ministro, se o plano permanecer com o montante de recursos destinado à safra passada, pode chegar a R$ 330 bilhões em crédito e R$ 22 bilhões a R$ 23 bilhões de recursos do Tesouro Nacional para equalização de juros em 2022/2023.

    O Plano Safra 2022/2023 está sendo elaborado em conjunto com o Ministério da Economia, representantes do setor e parlamentares.

    Para o seguro rural, a meta é alcançar orçamento de R$ 2 bilhões em 2023. Com os recursos, o Governo Federal concede um auxílio financeiro ao produtor para a contratação da apólice, tornando-a mais acessível, por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O seguro minimiza os prejuízos para o produtor em caso de perdas da safra por causa de eventos climáticos (estiagem, geada, chuvas) e a possibilidade de renegociação de dívidas.

    Atualmente, os recursos destinados ao seguro rural dependem de aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no Ministério da Economia e no Congresso Nacional.

    4 min
  • O Plano Estratégico do PNEFA - 2017-2026

     Nesse episódio comemorativo de um ano do projeto de Podcast da Divisão de Febre Aftosa, o médico veterinário e ponto focal do PNEFA na SFA-SP, Gabriel Torres, conversa com o médico veterinário, auditor fiscal federal agropecuário e atual Diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Geraldo Marcos de Moraes, sobre o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), publicado em 2017 com previsão de finalização em 2026. Data: 30/05/2022

    17 min
  • Mapa suspende mais 12,7 mil licença irregulares de pescadores profissionais

    A Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP-Mapa) determinou a suspensão de 12.763 licenças de pescadores profissionais inscritos no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). O objetivo é averiguar a veracidade das informações constantes nos processos administrativos e no Sistema Informatizado do Registro da Atividade Pesqueira (SisRGP), especialmente em relação à data do primeiro registro realizado.

    Segundo a SAP, a ação visa inibir prejuízos que esses registros possivelmente irregulares podem gerar, especialmente em relação ao recebimento indevido de benefícios voltados à categoria. Há duas semanas, a SAP já tinha determinado a suspensão de 1.028 licenças e o cancelamento de outras 4.280.

    As suspensões, publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (31), foram feitas após uma análise sistêmica sobre possíveis inserções e reinserções de licenças de pescadores profissionais no sistema, além de indícios de fraudes e irregularidades, e segue as recomendações dos órgãos de controle sobre a necessidade de auditoria e saneamento do SisRGP.

    O secretário de Aquicultura e Pesca, Jairo Gund, diz que o Ministério da Agricultura está comprometido em desenvolver o compliance do setor pesqueiro.

    A SAP vem trabalhando desde 2019 na prevenção de irregularidades, com o objetivo de coibir o recebimento indevido de benefícios como o Seguro Defeso. O total de Licenças de Pescadores Profissionais Artesanais inscritos no RGP que foram suspensas nesse período chegou a 67.436 e os cancelamentos somaram 39.305.

    Quem teve a licença suspensa terá um prazo de 60 dias corridos para apresentar, via peticionamento eletrônico, recurso administrativo contra a decisão. O recurso deverá conter documentos comprobatórios dos dados pessoais e de atuação de pesca para averiguação completa e precisa das informações contidas no SisRGP e deve ser apresentado por meio do site Gov.br.

    Os pescadores que tiverem os recursos deferidos terão suas licenças devidamente reativadas no sistema.

    3 min
  • Mapa instala Comitê Gestor do RegularizAgro

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), instalou nesta terça-feira (31) o Comitê Gestor do Plano Nacional de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (RegularizAgro), lançado este ano.

    O Comitê Gestor é composto por representantes do Mapa, do Ministério do Meio Ambiente, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Conselho Nacional de Secretários de Estados de Agricultura (Conseagri) e da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).

    As atribuições do comitê são elaborar e aprovar estratégias, metas e indicadores de monitoramento do RegularizAgro; supervisionar, monitorar e avaliar as atividades de regularização em todos os biomas brasileiros; contribuir para o êxito das iniciativas públicas e público-privadas destinadas à regularização ambiental e  promover a articulação entre os órgãos, entidades, estados e os municípios envolvidos na execução do plano.

    O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, enfatizou a importância da instalação do comitê neste momento, quando o Código Florestal completa 10 anos.

    Após a instalação do comitê, os integrantes apresentaram as propostas para criação de câmaras técnicas, que poderão ter a participação de especialistas, e serão fundamentais na  definição de instrumentos normativos e técnicos para implementação do plano nos estados.

    3 min
  • Mapa debate com representantes do setor pesqueiro em Natal melhorias para região

    As principais demandas do setor pesqueiro e incentivos aos agentes de financiamento a investirem na atividade com foco na produção e comercialização de camarão e atum foram temas debatidos na quarta-feira (2) entre representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com produtores do Rio Grande do Norte.

    A reunião ocorreu na Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern). Essa é a 4ª agenda da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), em conjunto com outras duas secretarias do Mapa: Defesa Agropecuária (SDA) e Agricultura Familiar, que juntas buscam construir formas de fomento, com manuais de crédito para que o setor seja plenamente atendido.

    O secretário de Aquicultura e Pesca, Jairo Gund, disse que o encontro foi importante para confirmarem o crescimento do setor na região.

    O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Guilherme Leal, enfatizou que o evento foi muito produtivo e esclarecedor para que o Ministério possa desenvolver ações para apoiar o projeto.

    Para o secretário-adjunto de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Nelson de Andrade Jr, a visita a Natal tem um papel fundamental para a transformação de uma categoria que precisa ser mais observada.

    O secretário da SAP e toda equipe permanecerão no estado até dia 3 de junho visitando propriedades e produtores da pesca extrativista e carcinicultura (ramo específico da aquicultura voltado para a criação de camarão em cativeiro) da região potiguar.

    A comitiva do Ministério da Agricultura também visitou o Terminal Pesqueiro Público de Natal, que está na lista da segunda rodada de concessão do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), junto com os Terminais de Aracaju (SE), Cananéia (SP) e Santos (SP). O leilão está previsto para 1º de setembro de 2022.

    4 min
  • Cultivo de camarão em cativeiro impulsiona economia no Nordeste

    Na última semana, uma comitiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com representantes das secretarias de Aquicultura e Pesca (SAP), de Defesa Agropecuária (SDA), de Política Agrícola (SPA) e de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) esteve no estado do Rio Grande do Norte para conversar com os pequenos e grandes produtores da região. O objetivo da visita foi ouvir as principais demandas do setor pesqueiro e debater soluções para a cadeia produtiva do camarão e do atum.

    Há 195 km de Natal, no município de Pendências, encontra-se a maior fazenda de engorda de camarão do Brasil, a fazenda Potiporã. São 1,2 mil hectares produzindo em média 800 toneladas de camarão por mês. A empresa distribui seus produtos para todos os estados brasileiros, de Manaus a Porto Alegre.

    O dono da fazenda, Cristiano Maia, disse que um dos desafios para o setor é estimular o aumento do consumo de camarão entre os brasileiros.

    Na fazenda Papeba (RN) fica a propriedade da engenheira de pesca e empresária, Silvana Pereira, 53 anos, que junto com a mãe realizam a engorda do camarão marinho Litopenaeus vannamei, que é um tipo cultivado no Brasil desde a década de 80.

    A fazenda primeiro compra a pós larva do animal (que é o camarão no início da vida) oriunda de laboratórios especializados para começar a adaptação nos berçários ou viveiros. Para ser comercializado, o camarão precisa atingir um peso acima de 10 gramas, e aí é que começa a fase da chamada engorda. A fase de engorda é a segunda etapa do processo produtivo e a fase caracterizada pelo crescimento do camarão.

    A criação de camarão em cativeiro é uma prática conhecida como carcinicultura, e em 2020, o Nordeste foi responsável por 99,6% da produção brasileira de camarão, liderada pelo Rio Grande do Norte e Ceará. Quando falamos em exportação, os principais destinos do camarão brasileiro são os Estados Unidos, China e Hong Kong.

    4 min
  • Safra de grãos deve alcançar 2021/22 deve alcançar recorde de 271 milhões de toneladas

    Estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que produção de grãos na safra 2021/22 deve alcançar 271,3 milhões de toneladas, um novo recorde na série histórica. O volume representa um incremento de cerca de 15,8 milhões de toneladas em comparação com a temporada anterior, de acordo com  9º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta quarta-feira (8).

    O presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, destacou que o bom resultado ocorre mesmo em razão das questões climáticas terem afetado boa parte da região Sul do país e do Mato Grosso do Sul.

    Na atual temporada, o destaque é a recuperação na produção de milho. Com uma produção estável na 1ª safra do cereal, próxima a 24,8 milhões de toneladas, a 2ª safra do grão tende a registrar uma elevação passando de 60,7 milhões de toneladas para 88 milhões de toneladas.

    De acordo com o Progresso de Safra, publicado nesta semana pela Conab, a colheita do cereal de 2ª safra está em fase inicial, sendo Mato Grosso o estado com a maior área colhida registrada.

    Assim como no caso do milho, o clima frio não trouxe grande impacto na produção total para o algodão. Só para a pluma, é esperada uma colheita de 2,81 milhões de toneladas. Já para o feijão, as baixas temperaturas impactaram a produtividade da lavoura de 2ª safra da leguminosa.

    Soja e arroz estão com a colheita praticamente finalizada. Para a oleaginosa, a Conab estima 124,3 milhões de toneladas produzidas. Enquanto que o arroz deve atingir uma produção de 10,6 milhões de toneladas.

    O diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Silvio Farnese, ressaltou o dinamismo da agricultura brasileira juntamente com o apoio do governo para o alcance do resultado recorde na produção brasileira.

    Para mais informações sobre o 9º Levantamento da Safra de Grãos do país, acesse o site da Conab em: www.conab.gov.br

    4 min

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