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Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. (Ef 1.3)
A Palavra de Deus declara enfaticamente que nós já temos sido abençoados. No momento em que somos colocados em Cristo, somos abençoados com toda sorte de bênção. Toda sorte inclui bênçãos em nossa vida física também, pois as coisas espirituais afetam o nosso corpo e a nossa alma. Alguns, porém, levando a fé a extremos, acabam indo a posições que Deus nunca planejou.
Outro dia, alguém me escreveu, dizendo que Jesus nunca precisou esperar muito tempo por uma bênção, e nós também não precisamos.
Segundo ele, a demora é um problema de incredulidade. Isso pode até parecer espiritual, mas não é. É uma forma de trazer condenação sobre os filhos de Deus. E ele só vai sustentar essa posição até o dia em que ele mesmo tiver de esperar.
O Senhor disse que devemos perseverar em oração mesmo que Deus pareça demorado em nos atender. Devemos orar e não esmorecer.
Na sua opinião, quem é o melhor entre nós? Como podemos definir quem é melhor? Em quais critérios nos baseamos para decidir quem é o melhor entre nós?
Eu não sei, mas o que sei é que Jesus não morreu para nos tornar melhores, mas para nos dar vida (Jo 3:16). A Palavra de Deus nunca diz que Deus quer que sejamos melhores. Está escrito que Ele quer que sejamos perfeitos (Mt 5:48), mas não melhores. Hoje estamos em Cristo, que é perfeito, e não é apenas melhor.
Sabemos também que a justiça que possuímos é a mesma para todos: em Cristo, a justiça é a mesma para todos! Não existem níveis diferentes de justiça, mas a justiça que todos nós possuímos é a mesma, porque a nossa justiça é Cristo.
Como podemos decidir quem é o melhor entre nós se Jesus morreu igualmente por todos, se o Seu sangue derramado foi o mesmo para todos, se o Seu corpo ferido foi o mesmo para todos, se a justiça que possuímos graças à Sua obra é a mesma para todos?
AS CONSEQUÊNCIAS DA SEPARAÇÃO
Uma das consequências mais trágicas do afastamento de Judá foi o impacto sobre seus filhos. Criados longe da família da aliança, seus filhos Er e Una cresceram como cananeus, adotando práticas perversas que resultaram em seu juizo por Deus, Isso ilustra um princípio vital: o afastamento dos pais da vida da igreja frequentemente resulta em filhos que crescem sem temor a Deus, refratários à instrução espiritual. A igreja local serve como uma confirmação da autoridade dos pais e um retorço dos valores espirituais, um legado que é negado aos filhos quando a família se isola.
O resultado foi a queda moral. Judá vivia entre pagãos e se distanciava de Deus e da promessa justamente porque estava desconectado dos irmãos. A promessa de Deus acerca do Messias passava por Jacó e seus filhos, mas Judá se separou disso.
Tudo isso revela a fragilidade de Judá, que representa o crente fraco na fé que se afasta da casa de Deus, toma decisões erradas, no final, porém, é chamado de volta e redimido.
Judá precisava tocar o fundo do poço para ser transformado. Ele é um modelo de conversão pessoal. Judá é uma figura profética: da queda à realeza, da separação à reconciliação. Teologicamente, é a parábola de todo homem redimido: o afastamento de Deus é o prelúdio da graça.
Uma análise da história de Judá em Gênesis 38 serve como uma advertência sobre os perigos de se afastar da comunhão dos irmãos na vida da igreja. A narrativa bíblica oferece lições profundas sobre culpa, justiça própria e, finalmente, a restauração.
Tudo começa em Gênesis 38:1, onde lemos que: "Aconteceu por esse tempo que Judá se apartou de seus irmãos."
Aconteceu por esse tempo que Judá se apartou de seus irmãos e se hospedou na casa de um adulamita chamado Hira. Ali viu Judá a filha de um cananeu chamado Sua; ele a tomou por mulher e a possuiu. Gn 38:1-2
Esse ato de separação não foi um evento isolado, mas o início de uma trajetória descendente com consequências duradouras.
Ao se afastar de sua família, que era o povo da aliança, Judá se une a um adulamita e, posteriormente, casa-se com a filha de um cananeu, contrariando o princípio patriarcal de preservar a linhagem da promessa, mantendo os casamentos dentro da familia
Quando Isaque liberou a promessa da herança sobre a vida de Jacó, vários desafios surgiram na vida dele, mas, mesmo em meio a tantos desafios ele recebeu.
A Palavra diz que ele tem nos abençoado com toda sorte de bençãos nas regiões celestiais em Cristo Jesus.
Deus tem uma herança separada para cada filho. Você pode acessar essa experiência da herança.
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos. (2 Co 4.7-9)
Nós somos vasos de barro. Tudo o que Deus faz Ele o realiza por meio de recipientes frágeis. Embora tenhamos certa beleza e glória, permanecemos vasos de barro. Gostaríamos de ser vasos de aço super-resistentes, mas Deus resolveu manifestar a sua glória precisamente em vasos frágeis. É como se a beleza do tesouro colocado dentro desses recipientes ficasse ainda mais realçada pela fragilidade do material.
SEJA PEQUENO AOS SEUS PRÓPRIOS OLHOS
O rei Saul foi o primeiro rei de Israel. Ele chegou a um ponto em que se tornou orgulhoso, arrogante, cheio de si e se rebelou contra uma ordem de Deus; e, mesmo assim, ele ainda queria se promover. Quando o profeta Samuel lhe disse que Deus o havia rejeitado, ele respondeu:
Então, disse Saul: Pequei; honra-me, porém, agora, diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o SENHOR, teu Deus. 1 Sm 15:30
Saul estava cheio de si! O que aconteceu com ele? Houve um
tempo em que ele não era assim!
Quando o profeta Samuel foi ao rei Saul e lhe disse que Deus havia tirado dele o reino porque ele se rebelou contra Deus, eis o que Samuel disse ao rei Saul:
Então, disse Samuel a Saul: Espera, e te declararei o que o SENHOR me disse esta noite. Respondeu-lhe Saul: Fala. Prosseguiu Samuel: Porventura, sendo tu pequeno aos teus olhos, não foste por cabeça das tribos de Israel, e não te ungiu o SENHOR rei sobre ele? 1 Sm 15:16-17
Observe com atenção esta frase: "quando você se considerava pequeno." O que Samuel estava dizendo era isto: "Saul, quando você pensava que era pequeno aos seus próprios olhos, Deus o promoveu."
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