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Você sabia que existe um subproduto da indústria de abate de frangos que é uma ótima fonte de enzimas? E propriedades benéficas à saúde, como a capacidade antioxidante? As vísceras e outros subprodutos de frangos são atualmente destinados para a produção de ração animal, mas o pâncreas e o duodeno podem ser ótimas fontes para a obtenção de proteases, com potencial aplicação e propriedades benéficas à saúde, como a capacidade antioxidante. Esta foi a pesquisa de mestrado da @mariane.munhoz.
Ela é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da FEA-Unicamp, orientada pela professora Hélia Harumi Sato, no Laboratório de Bioquímica de Alimentos- @bioquimicadealimentos.unicamp. Vem ouvir o que ela tem a falar no nosso 36* Petisco!
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Créditos
Texto e Voz: Mariane Munhoz.
Revisão: Ana Xavier
Mixagem: Helly Antunes.
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: João Botas
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Contato:
Para mensagens, opiniões e sugestões entre em contato através do e-mail: [email protected]
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A transcrição do episódio estará disponível em nosso site: https://fea.unicamp.br/2025/01/10/podcast-fea/
*As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
🎙️ Novo episódio do Prato de Ciência no ar! 🚀🍽️
A alimentação do futuro já está sendo servida! Mas ela será suficiente para resolver os problemas do presente?
Nesta nova temporada do Prato de Ciência, vamos responder questões sobre a alimentação do futuro, os problemas de nossos tempos e os desafios da ciência para tornar essa alimentação uma realidade.
Neste episódio, contamos com a presença do Prof. Arilson Favareto e a pesquisadora Fernanda Marrocos, ambos da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis ( @catedrajosuedecastro ). Eles nos ajudam a entender o que está acontecendo com o nosso sistema alimentar, porque ele gera tantos problemas e quais são as possíveis soluções para contornarmos essa situação. Ainda exploramos como o envelhecimento das populações e a desinformação afetam o nosso sistema alimentar, como nos pensamos a alimentação e os alimentos que produzimos e consumimos.
Ficou curioso? Não perca!
Arilson Favareto é Professor do Programa de Pós-Graduação em Planejamento Territorial na Universidade Federal do ABC. Pesquisador Pleno e Diretor Científico do Cebrap, onde criou e dirigiu a área de pesquisa sobre sustentabilidade. É graduado em Sociologia, com Doutorado em Ciência Ambiental pela USP. Foi consultor de órgãos de governo e agências do Sistema Nações Unidas em temas relacionados a meio-ambiente, agricultura e alimentação. É Professor Titular da Cátedra Josué de Castro
Fernanda Marrocos é Doutora em Saúde Global e Sustentabilidade pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP). Possui graduação em Nutrição (2009) e mestrado em Ciências da Saúde (2012) pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Também atua como pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição (Nupens-USP) e da Cátedra Josué de Castro.
#PratoDeCiência #AlimentaçãoDoFuturo #MudançasClimáticas #EmergenciaClimática #Sustentabilidade #Unicamp #Fome #DCNT #SindemiaGlobal
Episódios relacionados:
Episódio #77 - O que é sustentabilidade?
Episódio #71 - A comida do futuro e o futuro da comida
Episódio #69 - Monotonia Agrícola: Começa na terra, termina na mesa.
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Créditos:
Produção e Roteiro: Gustavo Torres e Leticia Aristeu
Revisão e Edição: Ana Augusta Xavier
Apresentação: Gustavo Torres e Leticia Aristeu
Convidados: Arilson Favareto e Fernanda Marrocos
Coordenação do Podcast: Prof. Eric Tobaruela | Apoio: Laís Glaser
Edição de Áudio: Elida Antunes
Música da vinheta: Nicolau Moraes
Imagem: Pedro Bastos
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A transcrição do episódio estará disponível em nosso site: https://www.fea.unicamp.br/?q=node/355
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Neste episódio do Prato de Ciência, Gustavo Torres recebe o pesquisador Wagner Gervazio (FEAGRI/Unicamp) para decifrar a essência da sustentabilidade. Autor do livro "A Dialética da Sustentabilidade", Wagner desmonta o uso superficial do termo e revela caminhos concretos para um futuro verdadeiramente sustentável.
Nesta conversa, você vai descobrir:
🕰️ As raízes históricas: Do surgimento do termo na silvicultura alemã do século XVI à sua cooptação como "etiqueta de marketing".
🌳 Práticas reais que funcionam: Agroflorestas, sementes crioulas, feiras agroecológicas e como elas respeitam a vida humana e não-humana.
🌎 O conceito revolucionário do "Bem Viver": Herdado dos povos originários da América Latina, priorizando equilíbrio e comunidade sobre consumo.
📊 Por que os indicadores tradicionais falham: E como o método "Círculo da Sustentabilidade" (criado por Wagner) valoriza saberes locais e participação coletiva.
💡 A crítica urgente: Como o modelo capitalista de "crescer a qualquer custo" inviabiliza a verdadeira sustentabilidade.
Um convite à reflexão:
Quando você compra algo "sustentável", está apoiando um modelo que preserva a vida ou apenas reproduz etiquetas vazias?
Sobre o convidado:
Wagner Gervazio é engenheiro agrônomo, pesquisador de pós-doutorado na Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp. Mestre em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos e graduado em Agronomia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). É autor do livro "A Dialética da Sustentabilidade" (Editora Dialética), fruto de sua tese sobre práticas sustentáveis em assentamentos rurais.
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Créditos:
Produção, locução e entrevista: Gustavo Torres
Edição de áudio: Elida Antunes
Revisão de roteiro: Ana Augusta Xavier e Mariana Ribeiro
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Imagem: Pedro Bastos
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Você sabia que a cajuína, bebida feita de caju e típica do Nordeste, pode não ser 100% vegetal? A Maria Eduarda Nobre é mestranda aqui na FEA/Unicamp está tentando descobrir como substituir a gelatina animal (usada na clarificação da cajuína) por proteínas vegetais.Dá o play e vem descobrir com a gente como a moringa pode ser a chave para inovar esse processo e valorizar ainda mais os nossos alimentos regionais!Maria Eduarda Nobre é mestranda em Tecnologia de Alimentos na FEA, sob orientação do professor Flávio Schmidt. Vem ouvir o que ela tem a falar no nosso 35° Petisco! Corre pro seu tocador favorito pra ouvir!
🎧 Disponível em todas as plataformas de podcast.
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Créditos:
Texto e Voz: Maria Eduarda Nobre
Revisão: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Elida Antunes
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: João Botas
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🌿 "Do coquinho ao cosmético: bioaroma direto no óleo"Você já imaginou um cosmético que carrega o aroma natural da Caatinga, hidrata a pele, combate bactérias e ainda valoriza a biodiversidade brasileira? Neste episódio, o Dr. Rafael Chelala (Doutor em Ciência de Alimentos pela Unicamp) revela como transformou o licuri, um fruto símbolo do semiárido, em um ingrediente revolucionário para a indústria cosmética.
Descubra:🔹 Como enzimas fúngicas criam aromas tropicais (abacaxi, coco e maracujá) diretamente no óleo de licuri, sem aditivos sintéticos.🔹 A ação antimicrobiana do óleo biotransformado, capaz de inibir bactérias causadoras de mau odor.🔹 O segredo por trás do processo 100% natural e sustentável, que elimina etapas poluentes e valoriza recursos locais.🔹 Por que essa pesquisa é um marco para a ciência interdisciplinar, unindo Bioquímica, Cosmetologia e saberes tradicionais.
Uma conversa sobre inovação, biodiversidade e o potencial da ciência brasileira para criar soluções que respeitam o planeta. Imperdível para quem ama beleza sustentável, tecnologia verde e histórias que conectam o sertão ao laboratório!
🎧 Disponível em todas as plataformas de podcast.
***************Créditos:Texto e Voz: Rafael Chelala
Revisão: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Gustavo Torres.
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: João Botas
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#CosméticosNaturais #Biodiversidade #InovaçãoVerde #CiênciaBrasileira #Unicamp #Podcast #Sustentabilidade
No episódio de hoje do Prato de Ciência, mergulhamos em uma questão que intriga pais, educadores e pesquisadores: o que as crianças realmente comem no lanche da escola? Com a mestra em Alimentos e Nutrição Giovanna Rodrigues (FEA/Unicamp), exploramos os resultados reveladores de seu estudo orientado pela professora Cinthia Cazarin, que analisou 625 lanches de crianças do ensino fundamental I em colégios particulares de Campinas.
🔍 O que você vai descobrir:
Frutas em 70% das lancheiras? A pesquisa derruba estereótipos: bolachas recheadas e salgadinhos não dominam. O grupo mais frequente foi o de frutas in natura, seguido por bolos caseiros e sucos naturais.
Correlações intrigantes: Salgadinhos industrializados aparecem junto a refrigerantes e guloseimas, enquanto salgados caseiros andam de mãos dadas com legumes e vegetais.
O peso das regras escolares: Metade das instituições tinham normas sobre o lanche – e isso reduziu drasticamente o consumo de ultraprocessados.
Desigualdade no prato: Mais de 80% das crianças estudavam em escolas com mensalidades acima de R$1.200, revelando como o acesso a alimentos saudáveis ainda é um privilégio.
💡 Por que ouvir?
Além de desvendar mitos sobre a alimentação infantil, Giovanna destaca como políticas escolares e contextos socioeconômicos moldam hábitos que podem durar a vida toda. Um convite à reflexão sobre o que priorizamos na lancheira e como pequenas mudanças podem impactar futuras gerações.
🎧 Compartilhe este episódio com quem se preocupa com nutrição, educação ou políticas públicas. Quer saber mais? Deixe sua dúvida para a Giovanna e não perca os próximos debates do Prato de Ciência!
👉 Ouça agora e surpreenda-se com o que está (ou não) dentro das lancheiras brasileiras!
#NutriçãoInfantil #AlimentaçãoSaudável
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Créditos
Texto e Voz: Giovanna Rodrigues
Revisão do Texto: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Gustavo Torres
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: João Botas
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Para além do alimento como mercadoria 🍚🌱
Neste episódio do Prato de Ciência, Gustavo Torres convida o professor Tomaso Ferrando, da Universidade de Antuérpia, para desvendar as raízes históricas e os impactos da privatização dos alimentos. Desde as enclosures na Inglaterra do século XVII, que transformaram terras comuns em propriedades privadas e obrigaram populações a depender do mercado, até a ascensão do neoliberalismo nos anos 1980, que consolidou a comida como commodity, o episódio traça um panorama crítico do sistema alimentar atual.
Nesta conversa, você vai descobrir:
Como a visão do alimento como mercadoria prejudica a saúde humana e o planeta. O que são os comuns e por que movimentos sociais e povos indígenas já praticam essa ideia há milênios. Exemplos reais de commoning ao redor do mundo: das hortas urbanas da Bélgica aos bares de leite da Polônia, passando por tradições ancestrais na Índia e China. Por que políticas públicas sozinhas não bastam e como a participação coletiva pode transformar nosso sistema alimentar.
Tomaso Ferrando desafia a noção de que "não há alternativa" ao modelo dominante e aponta caminhos para um futuro onde a comida priorize nutrição, cultura e comunidade — não o lucro.
Um convite à reflexão: De onde vem o alimento que você consome? Ele é apenas um produto ou carrega histórias, conexões e direitos?
Tomaso Ferrando é doutor em Direito pela Universidade Sciences Po (Paris) e foi pesquisador visitante na Faculdade de Direito da Universidade de Harvard, na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade da Cidade do Cabo. Antes de ingressar na Universidade de Antuérpia, trabalhou como professor de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Warwick e na Faculdade de Direito da Universidade de Bristol.
Episódios relacionados
#66 - Direto do Forno 10 - O relatório SOFI e o panorama mundial da segurança alimentar.
#10 - Arroz com feijão 3 - O Papel da Agricultura Familiar.
#8 - Arroz com feijão 2 - As transformações em curso no sistema agroalimentar global e as suas implicações para o Brasil
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Créditos:
Produção, roteiro e mixagem: Gustavo Torres
Revisão e edição de roteiro:Ana Augusta Odorissi Xavier
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Imagem: Pedro Bastos
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A transcrição do episódio estará disponível em nosso site: https://fea.unicamp.br/2025/01/10/podcast-fea/
*As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
Você sabia que o plasma a frio, uma tecnologia inovadora, pode ser usada como controle da contaminação em alimentos? Hoje sabe-se que de 10 a 20% dos alimentos são perdidos por contaminação e é aí que a utilização do plasma pode ser usada para controle de um dos principais fungos, o Paecilomyces, de grande interesse na indústria de alimentos. Este foi o foco da pesquisa de mestrado da @mailahmahfouz.
Ela é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da FEA-Unicamp, orientada pela professora Liliana Rocha, no laboratório de microbiologia de alimentos- LMA. Vem ouvir o que tem a falar no nosso 32° Petisco!
Corre pro seu tocador favorito pra ouvir!
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Créditos
Texto e Voz: Mailah Mahfouz.
Revisão: Eric Tobaruela
Mixagem: Gustavo Torres.
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: João Botas
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🍽️ O que está no seu prato hoje pode sumir amanhã?
No episódio de hoje, o Prato de Ciência traz um debate essencial sobre os caminhos da alimentação no século XXI e os desafios que moldarão nosso prato no futuro. O apresentador Gustavo Torres recebe Mariana Hasi Ueta, pesquisadora em tecnologia alimentar e sociologia na Universidade de Wageningen (Holanda), para discutir como inovações como a agricultura celular e a fermentação de precisão estão revolucionando a produção de alimentos — e quais dilemas éticos, culturais e sociais surgem com essas mudanças.
A conversa aborda a complexa relação entre tecnologia, tradição e sustentabilidade. Mariana explica como células animais cultivadas em laboratório e microrganismos geneticamente modificados podem criar produtos como carne, leite e queijos sem a necessidade de abate ou criação intensiva de animais. No entanto, a introdução dessas tecnologias não afeta apenas consumidores: produtores tradicionais, como fazendeiros holandeses de leite, enfrentam incertezas sobre seu papel nesse novo cenário.
O episódio também mergulha em debates intergeracionais sobre o significado da comida. Enquanto gerações mais velhas veem a carne como símbolo de prosperidade e conquista social, jovens questionam seu consumo por questões éticas e ambientais. A pesquisadora destaca como a sociologia alimentar revela desigualdades e sonhos por trás das escolhas à mesa, reforçando que alimentação não é apenas nutrição, mas um reflexo de valores culturais e históricos.
Se você se interessa por inovação tecnológica, justiça alimentar e os desafios éticos da produção de alimentos, este episódio oferece uma reflexão crítica.
Mariana Hasi Ueta é pesquisadora na área de sociologia de tecnologias alimentícias emergentes e desenvolvimento sustentável na Universidade de Wageningen (Holanda). Graduada e doutora em Sociologia pelo IFCH/UNICAMP , coordena o Sustentarea , núcleo de pesquisa e extensão da Faculdade de Saúde Pública da USP sobre alimentação e sustentabilidade.
#PratoDeCiência #ComidaDoFuturo #AgriculturaCelular #Sustentabilidade #JustiçaAlimentar
Episódios relacionados:
Episódio #65 - Direto do forno: Carne do futuro? Desafios e possibilidades da produção em laboratório
Episódio #53 - Petiscos: Proteínas de inseto como ingredientes alimentares
Episódio #34 – Temporada 2: A mágica microscópica
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Produção: Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP
Apresentação: Gustavo Torres | Convidada: Mariana Hasi Ueta
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela | Apoio: Laís Glaser
Roteiro: Gustavo Torres e Ana Augusta Xavier
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Imagem: Pedro Bastos
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Neste episódio do Prato de Ciência, o Renier Felinto revela como o mel produzido por abelhas nativas da Caatinga é um tesouro que une história, resistência ambiental e cultura nordestina. Descubra por que a Caatinga, muitas vezes subestimada, é um bioma vital para a biodiversidade brasileira, capaz de se adaptar às condições extremas do semiárido e abrigar espécies únicas de flora e fauna. E como as abelhas estão ajudando a restaurar o seu bioma através da produção de mel;
Renier Felinto é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da FEA-Unicamp, sob orientação da Profa. Dra. Helena Teixeira Godoy e coorientação da Dra. Deborah dos Santos Garruti (Embrapa Agroindústria Tropical).
Episódios relacionados:
#69 Arroz com Feijão: Monotonia Agrícola: começa na terra, termina na mesa.
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Créditos
Texto e Voz: Renier Felinto
Revisão: Ana Augusta Xavier
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