Projeto Entrevistador Forense

Projeto Entrevistador Forense

By IURI CAMILO DE ANDRADEBusinessManagement
Download on the App Store

Projeto Entrevistador Forense episodes

  • #Episódio 96. Live 44. Delegada Alessandra Padula Revela o Poder das Confissões

    Convidada: Delegada Alessandra Padula

    Durante a live, Padula abordou os seguintes temas:

    1. A importância e o valor da confissão no processo penal;

    2. A obrigação da formalização do interrogatório no âmbito público.

    3. Presença do advogado;

    4. Gravações de entrevistas;

    5. O protocolo de informação ao interrogado no setor público é diferente do setor corporativo;

    6. Cruzamento de informações verbais com os interrogatórios;

    7. As dificuldades das atividades policiais, excesso de atribuições/responsabilidades, união da equipe;

    8. Retorno as vítimas com a recuperação dos bens materiais subtraídos;

    9. As confissões também geram condenações justas;

    10. Importância do treinamento;

    Dentre outros temas.

    1 hr 1 min
  • #Episódio 95. Live 43 - MASTER CLASS: ANÁLISE FORENSE NA PRÁTICA

    Durante a live, as convidadas abordaram os seguintes temas:

    1. Como estruturar o melhor escopo para os objetivos

    dos projetos.

    2. Como organizar um projeto de investigação de fraude

    (Estruturar a equipe, atribuir tarefas, criar
    chats para comunicação, estipular prazos, trazer exemplos, desafios, dificuldades etc.).

    3. Como elaborar palavras-chave e queries partir do contexto e objetivo.

    4. Como armazenar as evidências encontradas?

    5. Como fazer uma análise na prática?

    6. Tipos de documentos que são possíveis utilizar e confidencialidade.

    7. Apresentações dos resultados da investigação em relatório.

    8. Importância da análise forense para as entrevistas

    investigativas?

    9. Além de terem respondido várias perguntas dos participantes via chat.

    2 hr 34 min
  • #Episódio 94. Live 42 - Compliance e Integridade no Setor Público e Privado | com Francisco Netto e Giovanni Pacelli

    Durante a live, Francisco e Pacelli falaram sobre:

    1. O que motivou a criação do guia.

    2. Metodologia para implementar programas de integridade no setor público e no setor privado, além das diferenças e sinergias existentes entre público e privado).

    3. Como monitorar programas de integridade. Monitoramento baseado nas realizações e não apenas na

    existência.

    4. A importância da análise dos aspectos comportamentais para implementação de programas.

    5. Gestão baseada em acertos e erros observados.

    6. Oportunidades oportunidades de aprendizado com os acertos e erros.

    1 hr 8 min
  • #Episódio 93. OBTENÇÃO DE CONFISSÕES E INFORMAÇÕES NA ENTREVISTA FORENSE | CLUE-LAB

    Congresso Internacional de Entrevista Forense - Brasil
    Ontem (14.08) tive a honra de ser moderador em uma mesa super interessante com objetivo de discutir a Obtenção de Informações e Confissões na Entrevista Forense.
    Christopher Kelly e Gary P. do International Investigative Interviewing Research Group (iIIRG) fizeram exposições sobre os seguintes assuntos:
    1. Escassez de evidências nas entrevistas de crimes sexuais ou assédios.
    2. Como coletar informações detalhadas nas entrevistas de crimes sexuais.
    3. Se devemos ou não apresentar evidências em uma entrevista investigativa.
    4. Uso estratégico de evidências.
    5. Cuidados com blefes e perguntas hipotéticas;
    6. Utilização do Rapport nas entrevistas investigativas - confiança, resiliência, respeito, empatia, ética.
    Durante as exposiçoes de Gary e Kelly, tivemos mais de 120 pessoas acompanhando ao vivo.
    Excelente evento David Leucas
    Clue - Laboratório de Estudos em Desenvolvimento Humano

    2 hr 15 min
  • #Episódio 92. ENTREVISTA INVESTIGATIVA: Linha de Base da Verdade Comparável - Aldert Vrij

    Neste corte da live, falamos sobre a mudança metodológica no que tange a análise da baseline.
    Há vários anos, a baseline é apresentada como algo, em tese, imutável, ou pelo menos é retratada desta forma em vários treinamentos de técnicas de interrogatórios ou entrevistas investigativas nos setores público e corporativo.
    Ocorre que com o passar dos anos a baseline ganhou nova roupagem, como por exemplo, a aplicação da linha de base da verdade comparével desenvolvida pelo pesquisador Aldert Vrij. E também a baseline circular defendida pelo entrevistador e escritor Filipe Kerber.
    Íntegra da live no canal do ‪@peritopetterlopes‬

    7 min
  • #Episódio 91. ENTREVISTA INVESTIGATIVA: MASTER CLASS TED's PIE (PEACE)

    Tópicos abordados - Perguntas e sugestões:
    1. E gosta dele?
    Sugestão: qual sua opinião sobre ele?
    2. Eles moram juntos naquele apartamento?
    Sugestão: Onde eles moram?
    3. Ele era um sedutor.
    Sugestão: Como você descreveria ele.
    4. Então você admite que foi na casa dele?
    Sugestão: Já esteve na casa dele? Ou com que frequência vai à residência.
    5. Não repita perguntas que geram reatividade. Quebra a empatia e questionamentos desnecessários por parte do entrevistado – como ironia.
    6. Quando foi a última vez que foi lá para ver ele?
    Sugestão: quando esteve pela última vez no local? Geralmente quem está em casa? Tem as chaves da casa? Costuma ir lá, mesmo quando ela não está em casa?
    7. E quando ela não está lá?
    Resposta: O que como assim? Ela sempre está lá.
    Estratégia de contrainterrogatório
    8. Avaliar a eficácia do bate bola entre entrevistadores.
    9. Dificuldade das entrevistas.
    TED’S PIE - Diga-me…" “Explique-me…” “Descreva para mim…” "Mostre-me…." “Precisamente…” “Em detalhes…” "Exatamente….“
    https://www.forcescience.com/2014/03/...

    33 min
  • #Episódio 90. Live 41 - TÉCNICAS DE INTERROGATÓRIO NO CONTEXTO POLICIAL | com Filipe Kerber e Marcos Araújo

    Vejam a riqueza de conteúdo nesta live, acompanhe o que rolou:

    1. Reflexão inicial sobre confissões - Modelos REID E PEACE;

    2. Rapport;

    3. Justificativa Moral - Richard Leo;

    4. Elogio no interrogatório;

    5. Período refratário;

    6. Aumento do Ego - Army Field Manual;

    7. Apelo para a consciência;

    8. Uso Estratégico de Evidências - Técnica SUE (Maria Hartwing)

    9. Entrevistador - Elemento apaziguador;

    10. Ilusão do Conhecimento - Técnica Scharff;

    11. Empatia - Técnica Scharff;

    12. Tatica da Correção - Técnica Scharff;

    13. Tática da minimização - Técnica Scharff;

    14. Tomada de Perspectiva - Técnica Scharff;

    15. Aumento do Medo;

    16. Entrevista Cognitiva;

    17. Relato livre;

    18. Perguntas inesperadas;

    19. Relato por meio de esboços;

    20. Ordem Reversa;

    21. Overview sobre o modelo PIM (Modelo Canadense);

    22. Persuasão e Influência;

    23. Linha de Base - Small Talk;

    24. HIG - Grupo de Interrogatório de Detentos de Alto Valor;

    25. Técnica ORBIT (Observação Interpessoal Baseada em Rapport);

    2 hr 7 min
  • #89 Episódio. OSINT NA PRÁTICA: Inteligência, Riscos e Tecnologia
    Abaixo: Trecho do artigo que escrevi para o blog Democratizando (Link abaixo)
    Mas o que é OSINT, HUMINT e TECHINT? E quais suas aplicações práticas para inteligência corporativa, competitiva ou de Estado?
    Conceitualmente, OSINT é a Inteligência de Fontes Abertas, que na prática é a coleta de dados de livre acesso, isto é, sites públicos gratuitos ou pagos, por exemplo, o portal da transparência do governo federal ou a utilização de cartórios para coleta de dados e informações. Além do acesso às mídias sociais abertas, chamada de SOCMINT (Social Media Intelligence).
    HUMINT é a Inteligência de Fontes Humanas (Human Intelligence), cuja atuação envolve a coleta de relatos e informações de pessoas de interesse, por exemplo, através de entrevistas exploratórias ou confirmatórias e trabalhos de campo (agente infiltrado, cliente oculto, engenharia social, elicitação).
    TECHINT é a Inteligência de Fontes Técnicas (Technical Intelligence), cuja análise de dispositivos, por exemplo, e-Discovery, monitoramento de estações de trabalho, análise de denúncias com auxílio de inteligência artificial, produz conhecimento relevante ou evidência em uma investigação. Tal atividade também pode ser chamada de tecnologia forense.
    Link: https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&redir_token=QUFFLUhqa3c3YTRzNENRU3dUYzRXWTMxVGVLcXFyYW5md3xBQ3Jtc0tsZ0FEYl9YS0o3NVFKNnc5aVhhazF1S0Z1aFB1M3ROdUxlWGVXZ3RIbDI2RVpJTFI2emN0QXR3SG1pYnktZnpsTF9VM1pzU0ZLWmVqNnVNUkJXRUVPVkY5VDJwb3J6dnAtRlZraFdkWWVxVDMzMElvOA&q=https%3A%2F%2Fdemocratizando.blog%2Fosint-na-pratica-inteligencia-riscos-e-tecnologia%2F&v=qS7RFxxilFc
    1 hr 36 min
  • #Episódio 88. RM - Reality Monitoring (Monitoramento da Realidade))

    Reality Monitoring (Monitoramento da realidade), ferramenta de análise de credibilidade que visa resgatar episódios ou eventos vivenciados. Auxiliando na distinção entre episódio reais e fictícios (enganosos).
    Trouxemos a possibilidade de utilizar os 8 critérios do RM para auxiliar nas apurações de desvios de comportamentos (assédios).
    Foram mencionados 6 dos 8 critérios da ferramenta:
    1. Clareza;
    2. Percepção dos sentidos;
    3. Espaço;
    4. Tempo;
    5. Sentimentos;
    6. Recapitulação do contexto histórico.
    Íntegra da live no canal do ‪@peritopetterlopes‬

    14 min
  • #Episodio 87. Série - A Arte da Guerra | Capítulo 04 | Disposições Táticas

    Livro: A Arte da Guerra

    Capitulo 04 – Disposições Táticas

    A importância da defesa das posições existentes até o momento de avançar a partir deles e como reconhecer as oportunidades.

    Dentro da atividade de inteligência existem dois ramos: Inteligência e Contrainteligência, os quais têm finalidades distintas, mas os objetivos são os mesmos para empresas e

    governos – prevenção/reação e proteção.

    A finalidade da Inteligência é a produção e difusão de conhecimento que sinalizem oportunidades e identifiquem

    ameaças aos objetivos de gestores e tomadores de decisão. Oportunidades são circunstâncias favoráveis para impulsionar e garantir vantagens competitivas.
    Já as ameaças podem ser decorrentes de ações da inteligência adversa que tem o mesmo objetivo. Para maximizar as oportunidades e mitigar as ameaças, a
    Contrainteligência tem a função de proteger interesses ou blindar ameaças que dificultem a concretização de oportunidades.

    A oportunidade de vitória é oferecida por si próprio, ou seja, está em nossas mãos, nas suas mãos, e vai depender de como desenvolveu os planos (capítulo 01), de como iniciou seu movimento (capítulo 02) de como utilizou a estratégia para avaliar cada movimento (capítulo 03). A oportunidade de derrotar o inimigo é dada por ele próprio.

    O livro traz uma lição interessante na seguinte frase: “pode-se SABER como conquistar e não ser capaz de fazê-lo”. A frase nos remete a questão de teoria e prática.

     O livro diz que “assumir a postura defensiva indica força insuficiente; atacar, indica abundância de força”. Aqui temos duas situações para abordar – postura defensiva – postura ofensiva. O líder habilidoso domina as duas posturas.

    O livro também diz que “enxergar vitória apenas quando está ao alcance da compreensão de qualquer um não é o máximo da excelência”.

    Em outra passagem, o livro diz “Levantar uma folha caída no chão, não é sinal de excepcional força; ver o sol e a lua

    não é sinal de visão aguçada; ouvir o som do trovão não é sinal de ouvido apurado”.

    O livro diz que “evitar erros é o que determina a vitória”.

    O livro diz que “um estrategista vitorioso só procura a batalha quando seus planos indicam a possibilidade de

    vitória”. E complementa, “aquele destinado ao fracasso luta antes de ter planos”.

    “O líder cultiva a lei moral e se mantem fiel a métodos e a disciplina”.

    Falando em método, o livro aponta os seguintes:

    1. Mensuração ou Sondagem;

    2. Estimativa de quantidade;

    3. Cálculo;

    4. Comparação das oportunidades ou equilíbrio das probabilidades;

    5. Vitória.

    Em outras palavras você mensura e calcula a quantidade e compara oportunidades para chegar na vitória. Em suma, você mede várias vezes e ataca uma vez.

    E no que se refere à metodologia de produção do conhecimento, a doutrina brasileira de inteligência aponta um ciclo em cinco fases:

    a) Política: documentos orientativos, protocolos, instruções normativas, por exemplo, um código de conduta ou política de investigação;

    b) Planejamento: diligências prévias e de cunho preparatório para execução da atividade, por exemplo, avaliação preliminar de uma denúncia, escopo, equipe, plano de investigação;

    c) Reunião: produção do conhecimento através de ferramentas como OSINT, HUMINT, TECHINT;

    d) Processamento: compilação de evidências e submissão dos dados a métodos analíticos, por exemplo, Data

    Analytics, Power BI, KPI; e

    e) Difusão: apresentação dos resultados ou transmissão do conhecimento produzido ao tomador de decisão.

    Até o próximo capítulo.


    25 min

About Projeto Entrevistador Forense

From the publisher's feed

O podcast Entrevistador Forense é um portal de divulgação de conteúdos ARC - Auditorias, Riscos e Compliance, inicialmente foi criado para compartilhar experiências e vivências sobre entrevistas…