
Sign up to save your podcasts
Or


Convidada: Delegada Alessandra Padula
Durante a live, Padula abordou os seguintes temas:
1. A importância e o valor da confissão no processo penal;
2. A obrigação da formalização do interrogatório no âmbito público.
3. Presença do advogado;
4. Gravações de entrevistas;
5. O protocolo de informação ao interrogado no setor público é diferente do setor corporativo;
6. Cruzamento de informações verbais com os interrogatórios;
7. As dificuldades das atividades policiais, excesso de atribuições/responsabilidades, união da equipe;
8. Retorno as vítimas com a recuperação dos bens materiais subtraídos;
9. As confissões também geram condenações justas;
10. Importância do treinamento;
Dentre outros temas.
Durante a live, as convidadas abordaram os seguintes temas:
1. Como estruturar o melhor escopo para os objetivos
2. Como organizar um projeto de investigação de fraude
3. Como elaborar palavras-chave e queries partir do contexto e objetivo.
4. Como armazenar as evidências encontradas?
6. Tipos de documentos que são possíveis utilizar e confidencialidade.
7. Apresentações dos resultados da investigação em relatório.
8. Importância da análise forense para as entrevistas
9. Além de terem respondido várias perguntas dos participantes via chat.
Durante a live, Francisco e Pacelli falaram sobre:
1. O que motivou a criação do guia.
2. Metodologia para implementar programas de integridade no setor público e no setor privado, além das diferenças e sinergias existentes entre público e privado).
3. Como monitorar programas de integridade. Monitoramento baseado nas realizações e não apenas na
4. A importância da análise dos aspectos comportamentais para implementação de programas.
5. Gestão baseada em acertos e erros observados.
6. Oportunidades oportunidades de aprendizado com os acertos e erros.
Vejam a riqueza de conteúdo nesta live, acompanhe o que rolou:
1. Reflexão inicial sobre confissões - Modelos REID E PEACE;
2. Rapport;
3. Justificativa Moral - Richard Leo;
4. Elogio no interrogatório;
5. Período refratário;
6. Aumento do Ego - Army Field Manual;
7. Apelo para a consciência;
8. Uso Estratégico de Evidências - Técnica SUE (Maria Hartwing)
9. Entrevistador - Elemento apaziguador;
10. Ilusão do Conhecimento - Técnica Scharff;
11. Empatia - Técnica Scharff;
12. Tatica da Correção - Técnica Scharff;
13. Tática da minimização - Técnica Scharff;
14. Tomada de Perspectiva - Técnica Scharff;
15. Aumento do Medo;
16. Entrevista Cognitiva;
17. Relato livre;
18. Perguntas inesperadas;
19. Relato por meio de esboços;
20. Ordem Reversa;
21. Overview sobre o modelo PIM (Modelo Canadense);
22. Persuasão e Influência;
23. Linha de Base - Small Talk;
24. HIG - Grupo de Interrogatório de Detentos de Alto Valor;
25. Técnica ORBIT (Observação Interpessoal Baseada em Rapport);
Livro: A Arte da Guerra
Capitulo 04 – Disposições Táticas
A importância da defesa das posições existentes até o momento de avançar a partir deles e como reconhecer as oportunidades.
Dentro da atividade de inteligência existem dois ramos: Inteligência e Contrainteligência, os quais têm finalidades distintas, mas os objetivos são os mesmos para empresas e
A finalidade da Inteligência é a produção e difusão de conhecimento que sinalizem oportunidades e identifiquem
A oportunidade de vitória é oferecida por si próprio, ou seja, está em nossas mãos, nas suas mãos, e vai depender de como desenvolveu os planos (capítulo 01), de como iniciou seu movimento (capítulo 02) de como utilizou a estratégia para avaliar cada movimento (capítulo 03). A oportunidade de derrotar o inimigo é dada por ele próprio.
O livro traz uma lição interessante na seguinte frase: “pode-se SABER como conquistar e não ser capaz de fazê-lo”. A frase nos remete a questão de teoria e prática.
O livro diz que “assumir a postura defensiva indica força insuficiente; atacar, indica abundância de força”. Aqui temos duas situações para abordar – postura defensiva – postura ofensiva. O líder habilidoso domina as duas posturas.
O livro também diz que “enxergar vitória apenas quando está ao alcance da compreensão de qualquer um não é o máximo da excelência”.
Em outra passagem, o livro diz “Levantar uma folha caída no chão, não é sinal de excepcional força; ver o sol e a lua
O livro diz que “evitar erros é o que determina a vitória”.
O livro diz que “um estrategista vitorioso só procura a batalha quando seus planos indicam a possibilidade de
“O líder cultiva a lei moral e se mantem fiel a métodos e a disciplina”.
Falando em método, o livro aponta os seguintes:
1. Mensuração ou Sondagem;
2. Estimativa de quantidade;
3. Cálculo;
4. Comparação das oportunidades ou equilíbrio das probabilidades;
5. Vitória.
Em outras palavras você mensura e calcula a quantidade e compara oportunidades para chegar na vitória. Em suma, você mede várias vezes e ataca uma vez.
E no que se refere à metodologia de produção do conhecimento, a doutrina brasileira de inteligência aponta um ciclo em cinco fases:
a) Política: documentos orientativos, protocolos, instruções normativas, por exemplo, um código de conduta ou política de investigação;
b) Planejamento: diligências prévias e de cunho preparatório para execução da atividade, por exemplo, avaliação preliminar de uma denúncia, escopo, equipe, plano de investigação;
c) Reunião: produção do conhecimento através de ferramentas como OSINT, HUMINT, TECHINT;
d) Processamento: compilação de evidências e submissão dos dados a métodos analíticos, por exemplo, Data
e) Difusão: apresentação dos resultados ou transmissão do conhecimento produzido ao tomador de decisão.
Até o próximo capítulo.
From the publisher's feed