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Se você ainda trata logística como custo… já começou a perder o jogo. A logística deixou de ser apenas execução para se tornar uma alavanca estratégica de valor. Empresas que ainda a tratam como centro de custo perdem competitividade, margem e capacidade de resposta ao mercado. Em um cenário de volatilidade, disrupções e clientes cada vez mais exigentes, a logística define nível de serviço, experiência e resultado financeiro. Integrar logística à estratégia é decidir melhor, mais rápido e com visão de futuro. Quem não fizer isso agora… inevitavelmente ficará para trás. PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:🔵 ANDRE VOLPI - Logistics & Procurement Executive Manager - Moove🔵 RICARDO BONETTO HARTL - Logistics Director South America - Cargill Food🔵 TIAGO ASFORA - Sócio fundador - LOGT - Tecnologia para LogísticaResumo🚚 Logística deixou de ser apenas operação: Os participantes defendem que empresas que enxergam a logística apenas como centro de custos tendem a perder competitividade. A logística moderna influencia crescimento, experiência do cliente, disponibilidade de produtos e rentabilidade.📈 Cortar custos sem estratégia pode gerar prejuízos maiores: Diversos exemplos mostraram que reduções de investimento em armazenagem, transporte ou estrutura logística frequentemente criam gargalos, aumentam perdas e comprometem vendas futuras.🎯 Logística deve estar alinhada ao posicionamento da empresa: Uma operação premium exige um nível de serviço compatível. Da mesma forma, produtos de baixo valor agregado não comportam estruturas excessivamente sofisticadas. O equilíbrio entre custo e serviço é fundamental.🏢 A liderança tem papel decisivo: Muitas empresas ainda tratam logística apenas como área operacional. Quando a alta gestão não a inclui no planejamento estratégico, surgem limitações para investimentos, inovação e geração de valor.🔄 Logística é uma alavanca de crescimento: Os debatedores reforçam que uma logística eficiente não apenas reduz custos, mas também aumenta vendas, melhora disponibilidade de produtos e fortalece a confiança do cliente.💰 Projetos logísticos precisam demonstrar retorno financeiro: Profissionais da área devem apresentar iniciativas com ROI claro, mostrando como investimentos em tecnologia, processos e infraestrutura geram ganhos para toda a organização.📦 Disponibilidade de produto é um indicador estratégico: Mais importante que simplesmente manter estoques elevados é garantir que o produto esteja disponível quando e onde o cliente deseja comprar.🤝 Integração entre áreas ainda é um desafio: Muitas decisões comerciais e financeiras continuam sendo tomadas sem participação da logística. Isso gera planos difíceis de executar e cria gargalos operacionais.📊 SNOP e IBP são ferramentas essenciais: A integração da logística aos processos de planejamento de demanda e operações aumenta a viabilidade dos planos e reduz riscos de execução.🧠 Dados são importantes, mas qualidade é mais importante que quantidade: Um dos pontos centrais da discussão foi que muitas empresas desejam implementar tecnologias avançadas sem possuir bases de dados organizadas e confiáveis.
FÁBRICAS QUE ENTREGAM não são as mais eficientes no papel, mas as que respondem ao mundo real. Em um ambiente de demanda volátil, pressão por custos e clientes cada vez mais exigentes, produtividade sem flexibilidade se torna um risco. Nesta Prosa com Bertaglia, vamos discutir como equilibrar eficiência operacional com capacidade de adaptação, explorando decisões, trade-offs e práticas que fazem a diferença na manufatura moderna. Um encontro direto, provocador e aplicável para quem vive o chão de fábrica e a estratégia. PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:🔵 DENISE LEAL – Diretora de Manufatura & QSEE (Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente) - Latam - Natura
Experiência, por si só, não gera valor.Valor nasce quando ela se traduz em clareza, direcionamento e decisões melhores. Em um ambiente de crescente complexidade, o papel do advisor evolui de conselheiro para agente de impacto estratégico. Nesta LIVE da Prosa com Bertaglia, vamos explorar como transformar vivência em influência real, evitar vieses do passado e atuar onde poucos conseguem: na qualidade das decisões que realmente movem o negócio.PRESENÇAS CONFIRMADAS: • CILENE BIM• EMILIO BURLAMAQUI• MARCELO VERAS• RODRIGO DUTRAhttps://youtube.com/live/mNK1ewNo804Resumo🎯 O papel do Advisor vai além da consultoriaOs participantes explicam que o advisor é um especialista experiente que ajuda líderes e organizações a tomar melhores decisões em ambientes complexos e de rápida transformação. Seu trabalho não é executar tarefas operacionais, mas fornecer perspectiva estratégica, leitura de cenários e recomendações baseadas em experiência e contexto.🌎 Transformações exigem visão externaEm um mundo marcado por mudanças tecnológicas, econômicas, geopolíticas e sociais, líderes frequentemente precisam de apoio externo para interpretar riscos, oportunidades e tendências. O advisor atua como alguém capaz de enxergar além dos vieses internos da organização.🤝 Advisor, consultor e conselheiro são funções diferentesA conversa diferencia claramente os papéis:Consultor: resolve problemas específicos utilizando metodologias e ferramentas.Conselheiro (Board Advisor): participa de órgãos colegiados e apoia a governança.Advisor: oferece conhecimento ultraespecializado para apoiar decisões estratégicas em uma área específica.⚡ Provocar desconforto é parte da funçãoUm dos pontos mais enfatizados foi que o advisor não deve apenas confirmar aquilo que a liderança já pensa. Seu papel inclui desafiar crenças estabelecidas, questionar o status quo e provocar reflexões que impulsionem inovação e adaptação.📊 Dados e experiência devem caminhar juntosEmbora a análise baseada em dados seja fundamental, os convidados destacam que experiência prática, visão sistêmica e capacidade de interpretação continuam sendo diferenciais importantes para apoiar decisões estratégicas.🧠 Perguntas poderosas são essenciais, mas não suficientesHouve um debate interessante sobre o valor das perguntas. Todos concordaram que questionamentos inteligentes ajudam a ampliar perspectivas e gerar reflexão. Porém, Marcelo Veras destacou que o maior valor do advisor está na capacidade de transformar diagnósticos em recomendações concretas e decisões melhores.🏆 O advisor de valor não busca protagonismoO profissional bem-sucedido influencia positivamente a tomada de decisão sem se tornar o protagonista. Seu impacto acontece nos bastidores, fortalecendo a qualidade das escolhas dos executivos.📚 Repertório é mais importante que cargoPara se tornar advisor, não é obrigatório ter sido CEO ou executivo C-Level. O diferencial está no repertório construído ao longo da carreira, na especialização profunda, na capacidade de aprender continuamente e na leitura ampla de cenários.🔄 Lifelong Learning é indispensávelOs convidados reforçam que a aprendizagem contínua é uma exigência do mercado atual. O advisor precisa acompanhar tendências, inovação, mudanças sociais, tecnologia, geopolítica e novos modelos de negócio para continuar relevante.❤️ Soft skills são decisivasAlém do conhecimento técnico, destacaram competências como:Escuta ativa;Empatia;Inteligência emocional;Comunicação estratégica;Capacidade de influenciar sem impor;Autoconhecimento.
A gestão da produção exige muito mais do que controlar processos e cumprir metas operacionais. Em um ambiente cada vez mais competitivo, as organizações precisam buscar eficiência, eliminar desperdícios e desenvolver uma cultura contínua de melhoria. A mentalidade Lean tem sido uma das abordagens mais eficazes para alcançar esses objetivos. Nesta LIVE vamos discutir como princípios Lean podem transformar operações industriais, fortalecer a disciplina operacional e ajudar empresas a aumentar produtividade, qualidade e competitividade.Participação especial:🔵 PAULO TAVARES
Em muitas organizações, Compras ainda é vista como uma função operacional, acionada apenas quando a decisão já foi tomada. Mas em cadeias de suprimentos cada vez mais complexas, essa visão limita o potencial competitivo das empresas. Compras precisa estar na mesa onde as decisões estratégicas acontecem: discutindo riscos, disponibilidade de insumos, inovação com fornecedores e criação de valor. Nesta LIVE vamos discutir por que Compras precisa participar da estratégia da empresa. Quando está presente nas decisões, deixa de apenas executar pedidos e passa a contribuir para moldar caminhos, proteger margens, reduzir riscos e ampliar a capacidade de entrega das organizações.PRESENÇAS CONFIRMADAS: • MARIA LUISA MARQUES DE PAIVA• RODRIGO DUTRA• THIAGO BARBI
Mais do que uma reunião entre áreas, o S&OP é o principal fórum de decisões integradas do negócio. É onde estratégia encontra capacidade, demanda encontra realidade operacional e finanças encontram compromisso. Nesta LIVE da Prosa com Bertaglia, vamos discutir porque muitos processos se tornam apenas rituais burocráticos, como a liderança influencia diretamente a maturidade do S&OP e quais práticas transformam alinhamento em vantagem competitiva sustentável.PRESENÇAS CONFIRMADAS: • ANA PAULA GUARATO• DANIEL BELLINI• MARCIO MORGADO
A última milha deixou de ser apenas um desafio logístico. Hoje, ela é o momento da verdade. É quando o cliente compara expectativa com realidade, promessa com entrega, marca com experiência. Nesta Prosa com Bertaglia, vamos discutir como a logística pode deixar de ser invisível e passar a ser encantadora. Como transformar custo em valor percebido, eficiência em relacionamento e entrega em fidelização. Porque, no fim, quem controla a experiência controla o mercado.PARTICIPANTES:• FERNANDO ALVES• MILTON SANTOS• THIAGO BATISTA
• O S&OP é muito mais do que um processo mensal de alinhamento. É o espaço onde estratégia, demanda, capacidade e finanças se encontram para decisões reais. Quando bem executado, reduz conflitos, antecipa riscos e direciona o negócio. Nesta live, vamos discutir por que tantos S&OPs falham, o papel da liderança, como sair do ritual para a decisão e quais práticas fazem o S&OP funcionar de verdade, gerando valor sustentável em ambientes complexos, voláteis e altamente competitivos de hoje nas organizações.
SUPPLY CHAIN E LOGÍSTICA: ONDE UM TERMINA E O OUTRO COMEÇA? | PARTE 2 – NA PRÁTICAEmbora os termos Supply Chain e Logística sejam frequentemente usados como sinônimos, eles representam papéis distintos dentro das organizações. Quando essa diferença não é compreendida, surgem estruturas confusas, sobreposição de responsabilidades, decisões desalinhadas e perda de eficiência.Neste episódio, aprofundamos o tema de forma didática e aplicada, avançando além dos conceitos básicos para discutir:🔵 O que caracteriza Supply Chain como uma disciplina estratégica🔵 O papel da Logística como função operacional essencial🔵 Onde, de fato, ocorre a interseção entre as duas áreas🔵 Quais problemas surgem quando não há clareza de fronteiras🔵 Como organizar responsabilidades, indicadores e decisões na práticaA proposta é organizar o pensamento, separar conceitos e conectar teoria com a realidade das empresas, usando exemplos concretos do dia a dia.Uma conversa voltada a profissionais de Supply Chain, Logística, Operações, Planejamento e Liderança, que buscam mais clareza para tomar melhores decisões.🦉 Prosa com Bertaglia🎙️ Com Elcio GrassiaAo infinito e além.
A confusão entre Supply Chain e Logística é antiga, recorrente e compreensível. Durante muitos anos, a logística foi a face visível das operações: caminhões na rua, armazéns cheios, pedidos sendo entregues. Era ali que o valor parecia acontecer. Quando o conceito de Supply Chain ganhou força, passou a ser usado, muitas vezes, como sinônimo ou como um nome mais sofisticado para a mesma coisa.Esse uso impreciso criou um ruído que vai além do conceito. Ele afeta estruturas organizacionais, expectativas de liderança e decisões do dia a dia. Em algumas empresas, tudo vira logística. Em outras, tudo passa a ser chamado de Supply Chain. O resultado é o mesmo: falta clareza sobre quem decide, quem executa e quem responde pelos impactos.O problema não está em comparar. Está em misturar papéis. Supply Chain e Logística atuam em níveis diferentes do sistema, com responsabilidades distintas e complementares. Quando essa distinção não é compreendida, surgem decisões fragmentadas, conflitos entre áreas e uma sensação constante de retrabalho.Entender a diferença não é um exercício acadêmico. É uma necessidade prática. Empresas que não fazem essa separação acabam reagindo mais do que planejando, corrigindo mais do que prevenindo e discutindo responsabilidades quando deveriam estar discutindo soluções.Clareza conceitual não engessa. Ela organiza. E quando os conceitos estão claros, as conversas ficam mais objetivas, as decisões mais coerentes e a execução mais fluida.🦉 Dica da Corujinha: quando os conceitos se confundem, as decisões também perdem direção.Este será o tema dos próximos episódios de SUPPLY CHAIN EM FOCO.Comente e compartilhe. Quero ver sua opinião.
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