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A gasolina está mais cara pela segunda semana consecutiva e bateu novo recorde de preço. Na semana passada, período de 17 a 23 de abril, a média de preço da gasolina no país estava em R$ 7,27 o litro. Isso segundo levantamento da Agencia Nacional do Petróleo (ANP), que encontrou uma variação muito grande de preços pelo Brasil. A gasolina mais cara está em São Paulo custando R$ 8,59 o litro. Já o menor preço está no Amapá com R$ 6,19 o litro.
A gente conversou com o professor de economia da Universidade de Brasília Luiz Honorato para entender os motivos desse novo aumento. Ele disse que mesmo com a queda do dólar perante o real, o preço do barril do petróleo se manteve elevado nesse período devido às incertezas da guerra na Ucrânia.
O etanol, em função da quebra da safra, também tem sofrido aumento nessas últimas semanas, passando de R$ 4,64 no início de março para R$ 5,49 o litro nesse último levantamento.
Assim, o motorista que tem veículo Flex precisa ficar atento e fazer aquele velho cálculo de proporção de quilometragem por litro para ver se vale a pena, em termos de economia para o bolso, utilizar o etanol no lugar da gasolina.
Sonora Senador Jaques Wagner
"Eu sou grato ao meu povo. O povo da Bahia me deu o mandato até 31 de dezembro de 2022 e ninguém, a pretexto nenhum, pode colocar a faca no pescoço e dizer que eu abra mão desse mandato
Segue sonora do secretário Estadual da Segurança Pública Ricardo Mandarino
Há exatamente um ano, em 19 de janeiro de 2021, a enfermeira Maria Angélica Sobrinho era uma das primeiras moradoras do estado a serem vacinadas contra a Covid-19. Desde então, mais de 11,1 milhões de baianos iniciaram o esquema vacinal contra a doença, o que representa 78,3% do público-alvo (pessoas com 5 anos ou mais). Deste total, pouco mais de 9 milhões já tomaram também a segunda dose e cerca de 1,8 milhão completaram o esquema vacinal com a dose de reforço.
O Tocantins já contabiliza mais de três mil pessoas atingidas nas últimas semanas pelas enchentes. Ao todo, 32 cidades do estado são monitoradas pela Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.
Assim como em várias partes do país, as chuvas intensas são registradas no Tocantins desde o final de dezembro e provocaram a maior cheia dos rios nos últimos 20 anos.
Comunidades estão ilhadas e propriedades submersas. No começo desse mês, o governo do Tocantins decretou situação de emergência por causa das enchentes e instituiu uma força tarefa para levar alimentos, colchões, água potável, medicamentos e até sementes para a população atingida.
Segundo a Defesa Civil nesta semana, a vazão do rio Tocantins começou a diminuir e o nível da água vem baixando em algumas cidades, mas as chuvas continuam em todo o estado.
Nesta quarta-feira (19), o Tocantins permanece em alerta laranja emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia com previsão de chuvas com volume entre 30 e 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 km/h a 100km/h, risco de corte de energia, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Em caso de emergência a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199
Por 4 votos a 1, a Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu pedir ao Ministério da Saúde mais informações sobre como funcionaria o autoteste para detectar a infecção por covid-19. Esses esclarecimentos devem ocorrer em até 15 dias.
Na semana passada, o ministério publicou uma nota técnica defendendo o uso do autoteste. De acordo com o documento, seria uma forma de ampliar a triagem de possíveis casos de covid-19 e, ao mesmo tempo, reduzir a procura pelos serviços de saúde.
A diretora Cristiane Jourdan foi a relatora dessa análise e destacou a falta de critérios claros sobre o acompanhamento do resultado desses testes. Cristiane Jourdan, no entanto, defendeu que a Anvisa abrisse logo um processo regulatório sobre o autoteste.
Mas venceu a tese defendida pelo diretor Rômison Mota. De acordo com ele, a elaboração de uma política pública sobre a autotestagem é fundamental para que a Anvisa faça a regulação do tema. Para isso, o Ministério da Saúde precisa enviar mais informações para a Agência.
Durante um evento aqui em Brasília, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a política de testes de covid-19 se baseia na atenção primária.
Em alguns países que já usam o autoteste para covid-19, o material é vendido em farmácias. Em outros, é distribuído gratuitamente ou enviado para a casa das pessoas. O modelo que será usado no Brasil ainda não foi definido
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