00:10 – Infelizmente tem se tornado comum casos de violência doméstica extrema que terminam em tragédia. Em muitos desses episódios, as crianças pedem socorro, sem sucesso. No caso do menino Bernardo, ele chegou a ir ao Conselho Tutelar, mas, com a omissão do poder público, acabou assassinado. Agora, Henry, uma criança de apenas 4 anos, disse ao pai que não queria voltar para a casa onde a mãe vivia com o padrasto. Por que é tão difícil para os pais, e familiares em geral, enxergar os pedidos de socorro das crianças em risco real?
03:39 – Como identificar os sinais de alerta em casos de violência contra crianças, sobretudo as menores de 5 anos? Que tipo de comportamento não pode, de forma alguma, ser ignorado pelos responsáveis?
05:27 – Os sinais de alerta dos casos de violência física diferem dos de violência sexual e psicológica?
07:04 – Ao ser alertada pelo pai biológico de Henry sobre as queixas da criança a mãe, disse que era mentira, fruto do difícil processo de adaptação do menino ao divórcio dos pais. Crianças realmente mentem sobre esse tipo de coisa? Ou Leniel, pai de Henry, foi ingênuo ao acreditar na versão de Monique?
09:36 – Na mesma linha de raciocínio, como diferenciar fantasia típica de crianças muito pequenas da realidade?
11:37 – Como superar o luto da perda de um filho que, ainda por cima, vem carregado de um sentimento de culpa causado pelo fato de ter se omitido diante do pedido de socorro da criança?
13:09 – Que atitudes os pais ou responsáveis podem tomar quando se deparam com um ou alguns desses sinais de alerta que partem das crianças vítimas de violência extrema? E qual o papel da escola ou creche neste sentido?
16:22 – No caso das crianças que sobrevivem a episódios de violência doméstica extrema, quais são as consequências? Crianças vítimas de agressão física, psicológica e/ou sexual tendem a reproduzir esses comportamentos na vida adulta?
18:39 – Ao se confirmar o óbito de Henry, o suposto assassino teria dito: “Vamos virar essa página, vida que segue. Faz outro filho”. Você diria que comportamentos com esses, que denotam frieza – para dizer o mínimo – e agressividade, que beira o sadismo, são compatíveis com o perfil de um psicopata?
22:41 – O que dizer da postura da mãe, que não comunicou a agressão prévia à polícia, não afastou o filho do convívio com o agressor e, para completar, acobertou o crime? É um comportamento patológico?
Entrevista dada para o podcast do Portal Muita Informação, e está no ar desde 13/04/2021
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