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Este episódio é uma conversa bastante aberta e dispersa sobre a obra de arte que é a série Breaking Bad. O ouvinte que não espere nada imparcial, já que estará a ouvir um diálogo entre três acérrimos fãs deste pedaço de ouro que é a ficção de Vince Gilligan. Se quer imparcialidade, veio ao sítio errado. Ah, e spoilers. Esperem muitos spoilers.
As melhores conversas são com pessoas que partilham os nossos ideais de navegar na onda da liberdade. Assim foi com o Pedro Lopes que, mais que um fotógrafo talentoso, é um tipo que aprecia uma boa Coca-Cola num modesto minibar. Neste episódio falamos, sem filtros e sem noção do tempo, de tudo o que circunda o trabalho do Pedro, mas também das suas origens, paixões, medos e experiências.
Não conseguimos passar ao lado de um assunto que toca a todos. A morte de George Floyd despoletou uma onda de protestos e voltou a colocar à tona o problema do racismo. A direita portuguesa diz que este não está enraizado na sociedade portuguesa. Discutimos isso e muito mais neste episódio.
Este é um episódio sobre as várias histórias de sucesso de pessoas que receberam heranças da Nigéria, e outras que fizeram grandes vendas de sucesso no OLX por MBWay. Ou então nem por isso.
Há muitas coisas que nos irritam nos aniversários. E muitas delas chegam a ser culpa das redes sociais. Até que ponto isso dá uma discussão interessante? Estes Putos Danados mostram.
Esta é a segunda parte de uma conversa em que nos entusiasmamos bastante a falar dos meandros da política, sempre com um olhar leigo e nada meigo. Deambulamos entre fachos e esquerdalhos, mas fomos bem mais além.
Em mais um episódio de Putos Danados acabamos por falar de política. Como leigos que somos, passeamos pelos mais variados temas sempre pela rama. Será que agora somos fachos ou esquerdalhos e não há meio-termo? A conversa tornou-se tão boa quanto longa, por isso será dividida em duas partes. Esta é a primeira.
Em mais um episódio de Putos Danados, propusemo-nos a discutir o sempre interessante estereótipo de um informático em séries e filmes. Sem sabermos bem porquê, acabamos a falar de La Casa de Papel.
Ao terceiro episódio, decidimos ter uma convidada. A Laura veio falar connosco, ingenuamente julgando que iríamos apenas falar de dobragens e traduções, e das diferenças entre Portugal e Espanha. O problema foi que não nos esquecemos de desconversar, e acabamos por abordar Parasitas, ovações de sete minutos e o Betão.
Desta vez decidimos explorar o submundo de alguns daqueles que julgamos serem os piores nomes de bandas. Dos que chegaram efetivamente a existir, aos que foram apenas equacionados, dissecamos alguns dos nossos prediletos. Porém, não nos esquecemos de desconversar.
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