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A corrida é o esporte mais difundido do mundo e é capaz de gerar bem-estar e sensação de realização em seus adeptos. Mas como começar? Para Raquel Castanharo, fisioterapeuta, mestre em biomecânica pela USP e maratonista, basta querer.
“Seu corpo é capaz de fazer isso só simplesmente porque você nasceu. É claro que aí quando você começa a correr mais, existem coisas que facilitam a sua vida, que deixam a pisada um pouco mais confortável, que deixa o lookinho mais interessante, que te motiva a evoluir. Mas na real tudo isso é opcional”, afirma.
A quem está determinado a entrar para o esporte, Castanharo recomenda ir devagar, alternando corrida e caminhada e ouvindo seu corpo, sem pressa para atingir objetivos mirabolantes.
Fundadora e diretora técnica da Clínica Viva a Corrida e criadora da plataforma online de mesmo nome, ela atende e estuda corredores desde 2007. Ao Podcast da Semana, conta que o principal erro deles é complicar o esporte.
“As pessoas acham que correr é muito complicado, porque a internet impõe isso. Ah, para correr precisa pisar com tal parte do pé, precisa respirar assim, precisa do tênis para pisar da tal forma. Mas correr é muito mais simples. A gente corre há 70 mil anos, nossa espécie evoluiu graças à corrida.”
Paciente oncológica, Castanharo também fala da sua própria experiência com a corrida no momento em que passa por quimioterapia. Ela conta como o esporte a ajuda a combater a fadiga e manter o humor em dia, algo que compartilha com seus seguidores nas redes sociais e no episódio que você ouve aqui.
By Gama Revista5
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A corrida é o esporte mais difundido do mundo e é capaz de gerar bem-estar e sensação de realização em seus adeptos. Mas como começar? Para Raquel Castanharo, fisioterapeuta, mestre em biomecânica pela USP e maratonista, basta querer.
“Seu corpo é capaz de fazer isso só simplesmente porque você nasceu. É claro que aí quando você começa a correr mais, existem coisas que facilitam a sua vida, que deixam a pisada um pouco mais confortável, que deixa o lookinho mais interessante, que te motiva a evoluir. Mas na real tudo isso é opcional”, afirma.
A quem está determinado a entrar para o esporte, Castanharo recomenda ir devagar, alternando corrida e caminhada e ouvindo seu corpo, sem pressa para atingir objetivos mirabolantes.
Fundadora e diretora técnica da Clínica Viva a Corrida e criadora da plataforma online de mesmo nome, ela atende e estuda corredores desde 2007. Ao Podcast da Semana, conta que o principal erro deles é complicar o esporte.
“As pessoas acham que correr é muito complicado, porque a internet impõe isso. Ah, para correr precisa pisar com tal parte do pé, precisa respirar assim, precisa do tênis para pisar da tal forma. Mas correr é muito mais simples. A gente corre há 70 mil anos, nossa espécie evoluiu graças à corrida.”
Paciente oncológica, Castanharo também fala da sua própria experiência com a corrida no momento em que passa por quimioterapia. Ela conta como o esporte a ajuda a combater a fadiga e manter o humor em dia, algo que compartilha com seus seguidores nas redes sociais e no episódio que você ouve aqui.

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