Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

Download on the App Store

Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Begins… Vencendo as Tentações: José e a Esposa de Potifar (Gênesis 39) #rpsp
    Tudo o que José fazia tinha a bênção de Deus. Tanto que, por seu intermédio, “o Senhor abençoou o lar do egípcio e também tudo o que ele tinha em casa e no campo” (Gênesis 39.5b). Isso, no entanto, não evitou que ele fosse tentado, nem que sofresse as consequências da tentação, mesmo não tendo pecado. Insistentemente convidado pela mulher de Potifar para deitar-se com ela, respondeu: “Como poderia eu fazer uma coisa tão imoral e pecar contra Deus?” Essas palavras lhe deram vitória sobre a tentação. Deus cumpre a sua promessa e não deixará que soframos tentações que não temos forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus nos dará forças para suportá-la, e assim poderemos sair dela. (1Coríntios 10.13). Deus verdadeiramente cuida de nós. No entanto, precisamos aprender a lidar com a tentação. Para isso:
    1. Devemos desejar não cair. Sabemos que o pecado tem consequências que não queremos para nós. Por isso, precisamos desejar não cair. Esta tem que ser a nossa primeira e permanente escolha.
    2. Devemos pedir por livramento. Devemos orar todos os dias. Orando, dificilmente cairemos em tentação. Não orando, certamente cairemos.
    3. Devemos pedir sabedoria para discernir. Nem sempre vemos a tentação como ela é: uma emissária de Satanás, o rei dos disfarces. Precisamos discernir a mentira como mentira, o erro como erro, o ódio como ódio, o mal como mal.
    4. Devemos vigiar para não cair. Estejamos alertas, fiquemos firmes na fé, sejamos corajosos, sejamos fortes (1Coríntios 16.13). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Begins… O Enganador é enganado: a Saga de Tamar (Gênesis 38) #rpsp
    De pessoas respeitáveis, sempre esperamos atitudes dignas de respeito. De pessoas honestas, esperamos sempre atitudes honestas. Quando ficamos sabendo que uma pessoa que tínhamos como digna se comportou de maneira desonesta, ficamos decepcionados. Descobrimos que era tudo hipocrisia. Judá parecia respeitável, mas não era. A seu favor, no entanto, encontramos um momento realmente grande: ele reconhece o seu erro. Devemos viver de maneira digna. Quando erramos, devemos reconhecer que pecamos. Deus nos dará a oportunidade de ajustarmos nossa vida aos padrões de santidade que espera de cada um de nós. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    Judá foi apanhado pelas próprias cordas de seu pecado e pela primeira vez reconhece que pecou. Waltke diz que a confissão de Judá de seu erro com Tamar ocorre mais ou menos no mesmo tempo em que todos os irmãos confessam seu erro contra José (42.21). É provável que a confissão de Judá concernente a Tamar o prepare para a outra. A partir daqui, começa a história de sua restauração e de seu levantamento como líder entre os filhos de Jacó, de quem procederia reis para Israel e o próprio Messias, o Salvador do mundo.
    Apesar da atitude de Tamar não ser moralmente aprovada, Waltke diz que Tamar é uma heroína em Israel, porquanto ela arrisca sua vida pela fidelidade familiar. Judá está também sendo preparado para sua restauração (44.1-34; 49.8-12), uma vez que, confrontado com seu fracasso e sua fraude, ele confessa seu pecado. Além de Maria e, indiretamente, Bate-Seba, outras três mulheres são citadas na genealogia de Jesus em Mateus 1.1-17: Tamar (Mt 1.3), Raabe e Rute (Mt 1.5). Tamar era cananeia e se passou por prostituta, Raabe era prostituta em Jericó e Rute era uma moabita que se converteu ao judaísmo. As três eram gentias, e essa é uma expressão eloquente da graça de Deus e do propósito divino de alcançar com Sua salvação também os gentios. LOPES, Hernandes Dias - Gênesis: a Origem da Vida
    24 min
  • Begins… Do sonho de Deus ao fundo do Poço: José é traído por seus irmãos (Gênesis 37) #rpsp
    A raiz da inveja é a comparação. O invejoso primeiro olha e despreza. Depois lamenta: “Por que eles têm, e eu não?” Depois reclama: “Eu também quero, eu mereço”. Dar importância à aparência das pessoas não é bom (Provérbios 28.21a). Não por acaso, a inveja é o único sentimento condenado nos Dez Mandamentos dados por Deus a Moisés (Êxodo 20.17). O invejoso colhe as folhas da amargura e da tristeza. Portanto, não adianta ceifar os ramos ou recolher os frutos. É preciso radicalizar, de dentro para fora, se não queremos ser consumidos e cometer o mesmo erro dos irmãos de José. Se nos amamos, não devemos nos comparar com o outro, por amor a nós mesmos. Se amamos o nosso próximo, devemos ficar felizes com o que ele tem, como ele está, mesmo que, aparentemente, esteja melhor que nós. O que nós somos, o que nós temos, não depende do que o outro é. Quando a tentação da comparação chegar, atentemos para os seguintes cuidados:
    1. Primeiro, admitamos que sentimos inveja, de vez em quando ou como um estilo de vida.
    2. Então, corajosamente, chamemos a inveja pelo que ela é: pecado. Pecado porque se trata de uma suspeita de que Deus não está sendo justo conosco.
    3. Pensemos também no que ela fez conosco, na pessoa amargurada que nos tornamos.
    4. Depois, cortemos a raiz e a lancemos fora. Paremos de nos comparar aos outros. Nós sequer os conhecemos. Não sabemos se são o que parecem ser. Se têm o que parecem ter.
    5. Reavaliemos os nossos desejos. Se são legítimos, devemos cultivá-los até os realizar. Isso nos trará paz. E “a paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer” (Provérbios 14.30).
    6. Lembremos que tudo é graça, tanto o que recebemos quanto o que o outro recebe. Talvez o outro não o mereça. Nem nós. Mas o que é recebido de Deus não é merecido: é graça.
    Tenhamos como objetivo viver pela graça. Nesse compasso, não há nem inveja amargura. A comparação é filha da ignorância: não conhecemos o outro a quem nos comparamos; nada sabemos da sua história, das suas oportunidades, dos seus fracassos. Sabemos tão pouco sobre nós mesmos que somos incapazes de responder à simples pergunta: por que somos como somos? A comparação é a mãe da inveja: o outro não merece ter o que tem, diferentemente de nós. E a inveja é o campo onde cresce a amargura. É o campo fértil no qual o crime é concebido. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    33 min
  • Begins… Deus não se esquece de ninguém: a descendência de Esaú (Gênesis 36) #rpsp
    Gênesis 36 é um capítulo longo que contêm muitos nomes, mas, no que se refere a Esaú, é o fim da história. Os edomitas são citados no Antigo Testamento somente porque fazem parte da história de Israel. “Esaú” e “Edom”, inimigos declarados dos israelitas, são mencionados mais de duzentas vezes na Bíblia, mas os nomes “Jacó” e “Israel” aparecem mais de duas mil vezes.
    Os descendentes de Esaú, os idumeus, estavam agora habitando no monte Seir (36.9). O narrador faz menção de dois filhos de Esaú: Elifaz e Reuel, filhos de Ada e Basemate, respectivamente (36.10); em seguida, menciona o nome dos três filhos de Esaú de Oolibama: Jeús, Jalão e Corá (36.14).
    A junção dos nomes Elifaz e Temã (36.11) indica Edom como o provável cenário do livro de Jó, onde um “Elifaz, o temanita”, é proeminente. Temã reaparece várias vezes no Antigo Testamento como tribo e cidade de Edom.
    É importante destacar que Elifaz tem um filho com a concubina Timna chamado Amaleque (36.12), cujos descendentes, se tornariam inimigos cruéis e implacáveis do povo de Israel.
    Os filhos de Jacó, que viveram exilados em Padã-Arã, pela fé possuem a terra (35.26); e os filhos de Esaú, que nasceram nela, saem dela (36.6). De igual modo, depois do exílio de Israel em Babilônia, a verdadeira semente regressa e possui a terra. A igreja hoje, a eleita (1Pe 2.9,10), vive dispersa, porém possui a Terra Prometida que jamais se desvanecerá (1Pe 1.1-9). LOPES, Hernandes Dias - Gênesis: A origem da vida
    9 min
  • Begins… Altares e Túmulos (Gênesis 35) #rpsp
    O retorno de Jacó a Betel, a “casa de Deus”, foi es­pecial. Foi ali que Deus falou com ele pela primeira vez. Agora, Betel iria se tornar um refúgio.
    Três coisas no texto estabelecem Betel como um refúgio: O altar, que traduz adoração (w. 3,7); a promessa repetida, que traduz a presença de Deus (w. 9-13); e a coluna de pedra, que traduz lem­brança (w. 14,15).
    (1) A adoração é essencial se você e eu desejamos encontrar paz interior em um mundo perturbado. Como Jacó, nós precisamos de um momento e um lugar dedicados especialmente para nos encontrar­mos com Deus. Nós precisamos habitar ali — ser constantes em observar um compromisso diário com o Senhor. Jacó disse à sua família, “Tirai os deuses estranhos que há no meio de vós”. Na adoração, nós eliminamos de nossos corações e mentes tudo o que compete com Deus pela nossa atenção, e nos concentramos completamente nEle.
    Talvez a melhor definição de adoração seja “expressar apreciação a Deus pelo que Ele é, por natureza”. Isto é, nós pensamos sobre as qualidades de Deus, os seus atributos, os seus atos de amor, e o louva­mos por quem Ele é, e pelo que Ele é. A nossa Betel é a adoração diária. Ali nós começamos a sentir a paz que Jacó encontrou.
    (2) A presença de Deus é sentida quando nós ouvi­mos a sua voz falando conosco. Foi isso o que Jacó sentiu em Betel (w. 9,11). E isso o que você e eu sentimos hoje, quando abrimos e lemos as Escri­turas, não à procura somente de nova informação, mas para ouvir e responder ao que Deus tem a nos dizer pessoalmente. Na Palavra de Deus nós ouvi­mos as suas promessas, sentimos a sua orientação, encontramos a sua autorização. A nossa Betel são as Escrituras, pois na Palavra nós sentimos a presença daquEle que se encontrou com Jacó em Betel, há tanto tempo.
    (3) A lembrança é a maneira como nós voltamos a entrar na presença de Deus em qualquer momento durante o dia. A coluna de pedra que Jacó erigiu na Betel bíblica é mais bem compreendida como zikkaron. No Antigo Testamento, zikkaron repre­senta qualquer objeto ou celebração religiosa que tenha a função de auxiliar um crente a se identifi­car com a presença ativa de Deus na história. Sem­pre que Jacó via a coluna de pedra, ele era levado de volta, em lembrança, à comunhão com Deus que tinha sentido naquele lugar.
    A Betel que você e eu criamos com a adoração e pela leitura das Escrituras serve como uma âncora para a nossa época. A qualquer momento nós podemos retornar, em nossa lembrança, e encontrar uma renovação de nossas forças.
    Como é importante que apliquemos a nós mesmos as palavras que Deus disse a Jacó: “Sobe a Betel: e habita ali”.
    Selecione um momento e um lugar em que você possa encontrar-se diariamente com Deus. RICHARDS, Lawrence - Comentário Devocional da Bíblia
    37 min
  • Begins… Vingança não é Justiça: o Estupro de Diná e o massacre em Siquém (Gênesis 34) #rpsp
    Ao longo da vida, muitas vezes somos vítimas de injustiças. Como respondemos a isso? Uma opção é fazer as coisas ao estilo dos irmãos de Diná: eles decidiram fazer justiça com as próprias mãos. Outra opção é colocar o problema totalmente nas mãos de Deus, como nos recomenda o apóstolo Paulo, que diz que nunca devemos nos vingar de ninguém, mas deixar que Deus exerça a vingança, dando o castigo. Ele nos lembra, também, que o Senhor prometeu que se vingará e acertará as contas com os nossos inimigos. Recomenda-nos, ainda, que não deixemos que o mal nos vença, mas que vençamos o mal com o bem (Romanos 12.19,21) Quem confia na justiça de Deus não faz listas com os nomes dos inimigos e exige de Deus providências. Ele nos prometeu vingar, mas não age como nós queremos. Não podemos confundir vingança (desejo humano) com justiça (atributo perfeito de Deus). Pessoas de sucesso não se vingam. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    28 min
  • Begins… Reconciliados: Esaú e Jacó fazem as pazes (Gênesis 33) #rpsp
    Depois de 20 anos, Esaú e Jacó iriam se encontrar. Durante anos, Esaú acumulou ódio e queria vingança. Durante anos, Jacó cultivou o medo, mas se aproximou de Deus. Na noite anterior ao encontro, Jacó orou e a sua oração transformou o coração de Esaú. Esaú perdoou a Jacó. “Àquele que abandona os seus maus caminhos, Deus perdoará a maldade e os pecados dele” (cf. Jeremias 36.3). Quando viu o rosto de Esaú, Jacó comparou-o ao de Deus. Jacó faz uma comparação porque já havia visto “a face de Deus” em Peniel. Deus é misericordioso e está sempre disposto a nos perdoar, mesmo quando nos revoltamos contra ele (Daniel 9.9). O perdão é um gesto que desencadeia outros gestos generosos. O relato desse reencontro aponta para Jesus que, assim como ensinou a Pedro, quando este lhe perguntou quantas vezes deveria perdoar um irmão que pecasse contra ele, nos ensinou que devemos perdoar não sete, mas setenta vezes sete (Mateus 18.21-22), ou seja, sempre. O perdão nos lembra a vida eterna. O perdão nos mostra o céu, como bem nos diz o estribilho de uma canção recente: “O céu é aqui, se eu tomo tempo para louvar. O céu é aqui, se eu me ajoelho para orar. O céu é aqui, se eu aprendi a perdoar. O céu é Jesus e onde ele estiver o céu será ali”. (O céu é Jesus, de Jader Dornelles Santos.) O céu é aqui, se aprendemos a perdoar. Quem de nós aprendeu a perdoar? É difícil aprender porque é muito difícil perdoar. É vital que aprendamos. Em toda família há alguém que foi ofendido e ofendeu. Em todo local de trabalho há pessoas que magoaram e foram magoadas. Em toda igreja também há homens e mulheres que ofenderam e foram ofendidos; que magoaram e foram magoados; os que perdoaram e os que não perdoaram. O ódio, mesmo que disfarçado de amargura ou de indiferença, é um fogo que começa no porão e pode queimar até o último andar da casa. Perdão é o rosto duro de Esaú transformado em “face de Deus” diante do irmão que o enganou, mas cujo pecado perdoou. Perdão é coisa de Jesus. Perdão é a casa de Jesus. Perdão é a chave que Jesus nos entrega para entrarmos no céu. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    23 min
  • Begins… Israel: Deus luta com Jacó (Gênesis 32) #rpsp
    Na sua vida, Jacó era um homem determinado. Ele quis ser abençoado por Deus e não desistiu enquanto não recebeu essa bênção. Ele lutou com Deus, debateu com Deus. A luta deixou em seu corpo uma marca feita pelo próprio Deus, para que ele nunca se esquecesse daquele momento. Ele não seria mais Jacó, o esperto; agora ele seria Israel, aquele que se submete a Deus. A noite foi longa, mas o amanhecer chegou com a bênção de que Jacó precisava. Podemos passar a vida caminhando pela superfície. Ou podemos ter uma vida marcada pela profundidade, pois a “linguagem humana é profunda como o mar, e as palavras dos sábios são como os rios que nunca secam” (Provérbios 18.4). É na profundidade que se encontra a vida transbordante. A luta de Jacó com o anjo representa a experiência espiritual do homem em qualquer época. Com ela entendemos como se dá a nossa jornada espiritual, que não é feita de caminhadas superficiais mas de lutas intensas. A experiência de Jacó nos ensina que a bênção pode incluir passar por provas. Para ser capacitado para os momentos seguintes, Jacó teve de passar pela prova de lutar com um anjo. Ele poderia desistir ou até mesmo voltar para a casa do sogro, mas ele enfrentou o que tinha de enfrentar. Sua luta não foi a de um fraco. A prova fortaleceu Jacó de tal modo que ele saiu do encontro transformado. Um novo Jacó surgiu ali. Até seu nome foi mudado. As provas nos transformam e nos moldam. Uma fé sem provas, sem experiências marcantes faz com que caminhemos na superfície das coisas. Quando caminhamos na superfície das coisas, somos presas fáceis das dificuldades, mesmo as menores. Cada um tem um Esaú a enfrentar, um Jaboque a atravessar. Deus quer nos preparar para os encontros e travessias da vida, e esse preparo inclui passar pelas provas da vida, algumas propostas pelo próprio Deus. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    15 min
  • Begins… Jacó engana Labão, Raquel engana os dois: conflito e reconciliação (Gênesis 31) #rpsp
    Nas horas das decisões difíceis, Jacó considerava sua história e via Deus agindo na sua vida para favorecê-lo. Não era a sua competência como fazendeiro que explicava o seu sucesso. Sozinho contra o sogro opressor, Deus era seu escudo, revertendo as situações adversas. Nos momentos de grandes desafios, Jacó recordava como Deus havia estado com ele. Sua consciência em relação aos cuidados de Deus foi despertada em Betel (Gênesis 28.13-15). A lembrança desse encontro alimentava a sua fé. Para ele, Deus era o Deus de Betel, o Deus que o encontrou. Também nós devemos ter sempre em mente alguma experiência marcante, na qual tivemos um encontro com Deus. Devemos sempre nos lembrar desse momento em que vimos Deus lutando conosco. É assim que nossa fé fica mais forte. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Begins… A corrida dos bebês e a disputa pelo “Enganador do Ano” (Gênesis 30) #rpsp
    Houve um tempo que uma mulher infértil era considerada como sendo maldita. Num tempo desses, houve uma mulher (Leia) que tinha quatro filhos e se afundava na tristeza por não conseguir mais engravidar. Um dia, seu filho mais velho (Rúben) lhe trouxe dos campos algumas mandrágoras, tidas como afrodisíacas e fertilizadoras. No entanto, sua irmã, totalmente infértil, lhe propôs um negócio: ela lhe emprestaria seu marido em troca das mandrágoras. Num tempo triste, não aprovado por Deus, as duas eram esposas de um mesmo homem (Jacó). Ambas contavam com o poder das mandrágoras para conseguirem engravidar. Porém, na verdade, Raquel ficou grávida porque Deus se lembrou dela. Ambas ficaram grávidas pela intervenção de Deus. Como Leia e Raquel, também podemos apelar para as nossas mandrágoras, que são as nossas soluções quando Deus parece estar demorando para agir. Cabe a cada um de nós identificar as nossas mandrágoras e jogá-las fora. Quando confiamos nelas, deixamos de confiar em Deus. Quando não confiamos em Deus, não o procuramos. Na busca do atendimento às nossas necessidades, podemos depender de Deus ou das mandrágoras. Sempre ao nosso alcance, as mandrágoras bonitas, cheirosas e baratas são sedutoras. Mandrágoras são pedidos que não devemos fazer. Leia e Rachel pediam filhos para competir uma com a outra. Somos Leia e Rachel quando fazemos pedidos egoístas, motivados por necessidades impostas pelo nosso estilo de vida. Pedir que nossas reais carências sejam atendidas é oração legítima; pedir prosperidade é desejar mandrágoras. Mandrágoras são superstições que substituem a confiança em Deus como exercício de fé. Leia e Rachel ficaram encantadas diante das mandrágoras que Rúben trouxe do campo. Somos Leia e Rachel quando compramos as superstições disponíveis no mercado: “ore no monte, que Deus abençoa”; “ponha um copo d'água, ore e veja o que vai acontecer”; “procure alguém que tenha uma oração forte”; “quando você dá o dízimo está plantando uma semente que é como um investimento que mais tarde vai lhe trazer muito benefício”. Mandrágoras são coisas ou pessoas que colocamos no lugar de Deus. O ídolo de Leia e Rachel era Jacó: “dá-nos um filho ou morreremos”, gemiam elas. Somos Leia e Raquel quando achamos que nossa felicidade é uma pessoa ou uma coisa ou depende de uma pessoa ou de uma coisa, seja o desempenho do conhecimento ou do poder, seja a utilidade ou o brilho do dinheiro, seja a alegria de uma amizade ou de um relacionamento. Precisamos pedir sabedoria a Deus para ver quais são as nossas mandrágoras. Precisamos pedir coragem a Deus para nos livrarmos das nossas mandrágoras. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    42 min

About Reavivados por Sua Palavra

From the publisher's feed

Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…