Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Begins… Abençoados, mas infelizes: a Grande Família de Jacó (Gênesis 29) #rpsp
    Enquanto Jacó entabula a conversa com os pastores, chega Raquel, cujo nome significa “ovelha”, com as ovelhas de seu pai. Ao ver Raquel chegando, Jacó apressa-se a remover a pedra da boca do poço para dar de beber ao rebanho de Labão, irmão de sua mãe. Jacó, mesmo exausto da viagem, não é um pedinte, mas um benfeitor, e demonstra força, disposição de servir e comunicação dramática. Nas palavras de Derek Kidner, essa foi uma entrada soberba e, com isso, Jacó ganha atenção da pastora, sua parente, e, não podendo conter sua emoção, beija Raquel e chora ruidosamente, apresentando-se a ela como filho de Rebeca, irmã de seu pai. Raquel, como havia feito Rebeca anos atrás, corre para casa e conta ao pai o que lhe havia acontecido junto ao poço. Waltke destaca o deslumbrante contraste entre o comboio de camelos bem carregados do avô e o Jacó solitário e de mãos vazias que chega a pé. As ações do mordomo-chefe de Abraão são caracterizadas por oração; as de Jacó, por seus esforços. LOPES, Hernandes Dias - Gênesis, a Origem da Vida.
    Até mesmo o calendário de nossa vida tem a ver com a nossa motivação. Jacó trabalhou sete anos para se casar com a mulher que amava. Esses anos não lhe pareceram longos. Quando estamos motivados, as horas que passamos no trabalho parecem passar rapidamente. Quando estamos motivados, o esforço despendido não parece tão pesado. Precisamos viver motivados. Se, no meio da jornada, a vida se tornar pesada, lembremo-nos de Jacó, um homem que lidou com as adversidades e as venceu. Lembremo-nos de que Deus já tinha prometido cuidar dele e atender às suas necessidades. Lembremo-nos de que Deus também hoje está cuidando de nós e nos guiando e protegendo no caminho em que devemos andar (Salmo 37.23). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    23 min
  • Begins… O Sonho de Jacó e a promessa de dar o dízimo (Gênesis 28) #rpsp
    Jacó era um homem de virtudes e defeitos, como todos os seres humanos. Uma de suas virtudes era pôr Deus sempre no centro da sua vida. Mesmo tendo pecado por trapacear, percebeu que Deus estaria com ele se o buscasse. E Jacó sempre o buscou. Mesmo buscando o sucesso com determinação, não fez do dinheiro o seu deus. Antes, decidiu, seguindo a tradição começada pelo seu avô Abraão, ser um dizimista. Ao se tornar dizimista, Jacó reconhecia que tudo o que tinha era um presente de Deus. Dizimar era a sua maneira de agradecer. Devemos buscar e alcançar o sucesso profissional e patrimonial, mas seremos felizes se tivermos Deus no centro da nossa vida. Ser dizimista é precisamente isto: pôr Deus no centro da nossa vida. Isso demonstra a nossa gratidão a ele. O dinheiro que ganhamos veio como bênção dele para nós. A entrega do dízimo é um ato de adoração. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    20 min
  • Begins… Jacó engana Isaque e Esaú (Gênesis 27) #rpsp
    Na antiguidade bíblica, a bênção de um pai tinha um valor e era dada e recebida de um maneira muito diferente do que costumamos pensar sobre a bênção hoje. Um dos elementos da bênção é que tinha o poder de uma profecia sobre o futuro. No caso de um pai já avançado em anos, era também uma espécie de testamento. Esaú, por ser mais velho, esperava a bênção do pai. Alvo de uma trapaça, perdeu a bênção. Injustiçado, respondeu com ódio. Conforme a profecia de Isaque, viveu confiando na espada. Durante muito tempo seus descendentes foram comandados pelos israelitas, até conseguirem se libertar (2Reis 8.20). A grande libertação de Esaú ocorreu quando ele perdoou seu irmão, no memorável encontro perto do rio Jaboque (Gênesis 33.4). Quando odiamos, somos escravos. Quando perdoamos, somos livres. Isaque tinha valores claros para a sua família. Entre estes, estava que seus filhos não deveriam se casar com mulheres cananeias. Não se tratava de preconceito. Era porque as mulheres de Canaã adoravam outros deuses e Isaque sabia que elas influenciariam seus filhos a abandonar o Deus verdadeiro. Mais tarde, Moisés instruiu seu povo a não se casar com as mulheres de Canaã pelo mesmo motivo: para que não seguissem os deuses delas. Salomão não atentou à advertência e, influenciado pelas suas esposas, se afastou de Deus. Esaú, mesmo tendo um estilo de vida diferente, não se esqueceu do conselho do pai. Embora tenha desobedecido, agora resolve se acertar e toma esposas que descendiam do seu tio Ismael, filho do seu avô Abraão. Com Isaque aprendemos a educar nossos filhos com valores. Com Esaú aprendemos que devemos ser fiéis a esses valores, mesmo que tenhamos nos esquecido deles durante algum tempo. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    25 min
  • Begins… Repetições: Isaque erra e acerta como Abraão (Gênesis 26) #rpsp
    Isaque cria na bênção de Deus sobre os seus negócios. Ele era um fazendeiro que vivia de suas plantações. Cheias de medo, as pessoas das nações ao redor faziam ofertas aos seus deuses para que as colheitas fossem boas. Isaque cria em Deus e plantava. Esta deve ser a ordem espiritual das coisas: primeiro, com alegria, cremos em Deus; depois, fazemos a nossa parte: então, Deus nos abençoa. Ele abençoou o filho de Abraão com uma colheita excelente. Deus sempre nos abençoa ao fazer multiplicar o fruto do nosso trabalho, que é sempre necessário. Mesmo quando o nosso sucesso profissional desencadeia reações ruins em outras pessoas, precisamos saber que o mesmo Deus que nos abençoou com o trabalho vai nos abençoar com sabedoria para enfrentar a situação ou com uma transferência para uma empresa melhor. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    17 min
  • Begins… O final feliz de Abraão e o início atribulado de Jacó (Gênesis 25) #rpsp
    Ao nos aproximarmos do fim da jornada de fé empreendida por Abraão, quero deixar com você alguns princípios extraídos desta revisão da vida do patriarca — quatro, para ser preciso. São simples de entender, mas desafiadores em sua aplicação. De fato, levará uma vida inteira para dominá-los. Tal como os quatro pontos cardeais da bússola, eles vão guiá-lo adequadamente em sua jornada rumo à maturidade espiritual.
    1. Qualquer que seja o local indicado por Deus, vá. Tenha certeza de que sua decisão se baseia na orientação divina. Em geral, vale perguntar a si mesmo quanta fé será necessária para cada uma das opções de que você dispõe. Aquela que exigir maior confiança em Deus é, comumente, a melhor. Parece ironia, mas a alternativa com maior risco aparente é a mais segura, porque o Senhor sempre honrará sua decisão de confiar nele. Ainda que você dê um passo em falso, ele honrará sua fé guiando-o de volta ao caminho que ele estabeleceu. Não há lugar mais seguro do que aquele para onde Deus o envia.
    Nossa jornada de fé exige que sigamos para onde deveríamos estar e que realizemos aquilo que deveríamos realizar. Se não agimos assim — se rejeitamos a orientação de Deus —, perdemos o melhor que ele tem para nós e aceitamos a mediocridade. Essa nunca é uma boa troca.
    2. Seja o que for que Deus prometer, creia. Alguém colocou a questão da seguinte maneira: “Quando estiver em trevas, não duvide daquilo que Deus lhe deu na luz”. Nos melhores dias de sua vida, nos quais Deus fala por meio de sua Palavra, lembre-se de suas promessas. Descanse nelas, aplique-as e espere seu cumprimento. Deus lhe dá promessas para que você creia nelas, e não apenas para que as mencione aos outros. Sendo assim, acredite nelas! Pare de se esquivar delas. Pare de analisá-las ao extremo. Creia nas promessas — isto é, aceite-as — e então aja de acordo com elas.
    3. Sempre que Deus testar, confie
    Um teste geralmente nos faz sentir vulneráveis. Ficamos fracos. Começamos a sentir pânico. Tentamos encontrar segurança no que nos é familiar. Evitamos correr riscos. Mas os testes de fé pedem ousadia. Você pode ter ouvido a frase “Deus nunca nos dá mais do que aquilo com que conseguimos lidar”; porém, isso está absolutamente errado! Ele frequentemente nos desafia a confiar mais nele, dando-nos muito além do que aquilo que somos capazes de suportar por méritos próprios. Ele quer que nos voltemos para ele em desespero e peçamos seu auxílio. Ele está sempre disposto a ajudar, mas quer que reconheçamos nossa necessidade e que desejemos sua companhia.
    4. Seja como for que Deus o abençoar, compartilhe
    Para nós, é fácil receber as bênçãos de Deus e deixar de equilibrar o receber com o dar. Firme o propósito de tornar-se uma pessoa generosa. Quero adverti-lo, porém, que dar generosamente exige fé, isto é, a confiança de que o Todo-poderoso cuidará de suas necessidades. Isso acontece porque temos um temor natural de que nossas provisões se esgotem, não importa quanto tenhamos. Quando ouvimos a pergunta “Quanto é suficiente?”, uma pequena e assustada voz dentro de nossa alma grita: “Apenas um pouco mais!”.
    Fico pensando em quanto conheceríamos melhor nosso Deus se doássemos de forma mais generosa. Não temos maior intimidade com o Todo-poderoso porque não acreditamos de fato que ele honrará nossa generosidade. Assim, nós retemos. Para testar isso, questione-se: “Quando foi a última vez que doei alguma coisa? Algo realmente interessante? Algo que significava muito para mim?”. Alegria profunda e satisfatória aguarda aquele que doa de maneira abundante.
    Deus abençoou você. Portanto, compartilhe. Torne-se uma pessoa generosa. Quando o fizer, você descobrirá uma satisfação maior do que tudo o que já viu. SWINDOLL, Charles - Abraão, um homem obediente e destemido
    41 min
  • Begins… Como encontrar a companhia para a vida toda: o amor de Isaque e Rebeca (Gênesis 24) #rpsp
    Havia um objetivo para a viagem de Eliézer: encontrar uma esposa para Isaque. Sua missão foi bem-sucedida e o objetivo alcançado. Eliézer orou e obteve uma resposta imediata. Eis uma prova de que o Senhor ouve a nossa oração e escuta o nosso grito por socorro (Salmo 102.1). Um detalhe não ficou de fora da narrativa bíblica. Eliézer “nem havia acabado a oração” quando Rebeca apareceu. O pedido foi atendido antes de ser completamente formulado. Fica, então, claro que o Senhor “recebe a […] oração como se fosse incenso, e […] mãos levantadas […] como a oferta da tarde!” (Salmo 141.2). Eliezer orou e recebeu uma resposta antes mesmo de completar o seu pedido. Ocorreria o mesmo com Daniel 15 séculos depois (Daniel 9.21-23). Ao continuarmos a ler a história de Isaque, ficamos sabendo que ele precisou orar durante muitos anos para poder se tornar pai. Às vezes, Deus atende à oração imediatamente. Outras vezes, ele demora. Em ambas as circunstâncias, devemos agradecer a ele pela sua resposta. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    Ao observar a descrição de Rebeca no texto bíblico, vemos uma jovem que preenche as exigências (24.15-20). Destacamos aqui algumas qualificações de Rebeca:
    1. A jovem tem as qualificações familiares requeridas (24.15). Deus respondeu tão rápido à oração do servo que ele ainda não tinha dito “amém” à sua prece quando surge Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, trazendo um cântaro no ombro (24.16). É óbvio que o servo de Abraão ainda não tem essas informações, ou seja, esse currículo de Rebeca ainda lhe é desconhecido.
    2. A jovem é formosa e virgem (24.16a). Rebeca era uma jovem bela e pura, bonita tanto por fora quanto por dentro.
    3. A jovem é trabalhadora (24.16b). Rebeca não era uma moça mimada, frágil como uma peça de porcelana. Era dada ao trabalho, tanto que tinha vigor para ir à fonte com o cântaro no ombro.
    4. A jovem é generosa (24.17,18). O servo de Abraão pediu-lhe um pouco de água de seu cântaro, e ela prontamente abaixou o cântaro e lhe deu de beber. Isso demonstra sua disposição de, generosamente, atender à necessidade de um estrangeiro.
    5. A jovem é prestativa (24.19,20). Rebeca espontaneamente, depois de ter dado de beber ao servo, prontifica-se a tirar água da fonte para dar de beber aos dez camelos. Esse era um trabalho gigantesco, pois cada camelo tem a capacidade de beber até 150 litros de água. Concordo com Wiersbe quando diz que Rebeca não fazia ideia de que realizar uma tarefa tão simples para um desconhecido faria dela a noiva de um homem rico, que desfrutava de um relacionamento de aliança com Deus. Ela se tornaria a mãe de Jacó, que seria o pai das doze tribos de Israel. Vale a pena pensar nisto: “Faça de toda ocasião uma grande ocasião, pois você nunca sabe quando alguém o está avaliando para algo mais elevado”. LOPES, Hernandes Dias - Gênesis: a Origem da Vida
    34 min
  • Begins… Até que a morte nos separe: o enterro de Sara (Gênesis 23) #rpsp
    Se Gênesis 22 tratou da “ressurreição” de Isaque aos olhos de Abraão, seu pai, este capítulo fala da morte de Sara, sua mulher, a única mulher na Bíblia que tem seus anos mencionados na sua morte. Sara, a mãe de Isaque, era uma mulher proeminente e que exerceu um papel absolutamente importante não apenas como uma alegoria da Jerusalém celeste, como também dos crentes gerados pelo Espírito, para a liberdade (Gl 4.21-31). Ela é um exemplo de mulher piedosa e submissa (1Pe 3.1-6).
    O texto em pauta fala de quatro fatos: a morte de Sara, o choro de Abraão por ela, a compra da sepultura e o sepultamento da mãe de Isaque. Sara, uma mulher que viveu pela fé (Hb 11.11,12). Conquanto Sara tenha tido fraquezas de dúvidas e incredulidade acerca do cumprimento da promessa de ser a progenitora de uma numerosa descendência, tanto no caso da serva Agar como no seu riso incrédulo ela apropriou-se da promessa pela fé e foi colocada no seleto grupo daqueles que andaram pela fé.
    Em quarto lugar, Sara, uma mulher que enfrenta a morte (23.1,2). Sara, aos 89 anos de idade, já se considerava velha antes de Isaque nascer, tanto que, ao morrer, com 127 anos, seu filho Isaque já estava com 37. Ela morreu três anos antes do casamento de seu filho. Depois da morte de Sara, Abraão vive ainda cerca de 38 anos (25.7). A vida pode ser longeva, mas a morte é certa; entretanto, para os que creem a morte não é o fim e a sepultura não é nosso último endereço. A morte, o rei dos terrores, o último inimigo a ser vencido, já foi vencida; seu aguilhão foi arrancado, e ela foi tragada pela vitória (1Co 15.54,55). Cristo, o descendente de Abraão, matou a morte e ressuscitou gloriosamente, como primícias de todos os que dormem. Abraão lamenta a morte de Sara, sua mulher (23.2). De acordo com o entendimento judaico, o lamento é a forma de honrar os mortos, uma vez que lamentar significa “atribuir a alguém as conquistas obtidas em vida, valorizá-lo”. Embora não fosse um marido perfeito e tenha cometido erros com relação a Sara, em sua mentira tanto no Egito como em Gerar, e conquanto tenha cedido ao pedido dela em relação a coabitar com a serva Agar, Abraão foi um marido zeloso, que sempre honrou sua mulher. Por isso, seu lamento e seu choro são a expressão de seu amor por ela. A expressão veio Abraão lamentar Sara, segundo Henry Morris, sugere que Abraão não estava presente durante o tempo de sua enfermidade e na hora de sua morte. Abraão age depois da morte de sua mulher (23.3). É legítimo chorar na hora do luto, mas não é conveniente ficar prisioneiro dessa dor. Aqueles que têm esperança levantam-se do luto; e foi o que Abraão fez. Precisou ter lucidez para adquirir um lugar apropriado para sepultar sua mulher. Abraão paga a Efrom um valor colossal pelo terreno, ou seja, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores. George Livingston diz que não há como saber o valor exato da prata no dinheiro de hoje, mas, comparado com os dezessete siclos de prata que Jeremias pagou pela herança em Anatote (Jr 32.9), o preço parece altíssimo. Para Abraão, a compra incontestável da sepultura era tão importante que ele estava disposto a pagar qualquer quantia por ela. LOPES, Hernandes Dias - Gênesis, a Origem da Vida.
    27 min
  • Begins… Jeová Jirê: Deus Proverá - O sacrifício de Isaque (Gênesis 22) #rpsp
    Deus pôs Abraão à prova ao pedir a vida de Isaque. Era o tempo de Abraão provar que amava mais a Deus que ao seu próprio filho. Jesus também pôs Pedro à prova quando lhe perguntou se o amava mais do que as coisas (João 21.15-19). Pedro passou na prova. Abraão também passou no teste. Apegamo-nos tanto a pessoas e coisas que podem falhar conosco que perdemos a oportunidade de nos relacionar com aquele que jamais nos desaponta. Deus não deseja que deixemos de amar as pessoas ou de gostar das coisas boas, mas ele quer que o coloquemos em primeiro lugar, confiantes de que as nossas necessidades serão supridas (Mateus 6.31). Devemos viver de maneira tão desapegada a pessoas e coisas que Deus não precise nos pôr à prova para aprendermos a viver. É um consolo saber que Deus age. É como ir a um culto numa igreja diferente da nossa e conhecer todas as canções. Sentimo-nos em casa, porque podemos cantar juntos. Se é um consolo saber que Deus age, às vezes nos incomoda não sabermos como Deus age. Felizmente não sabemos, porque se soubéssemos, Deus seria tão previsível que não seria Deus. Se soubéssemos, ele não teria o poder (absoluto) que tem. Retomemos a experiência no monte Moriá. Deus não fez esse difícil teste com mais ninguém. Fora dos seus padrões, Deus fez um teste com Abraão e lhe pediu algo absurdo. Só que Abraão não sabia que se tratava de um teste. Mesmo angustiado, submeteu-se ao teste. E foi aprovado. Suponhamos que você tem um amigo que está doente. Você ora por ele e Deus o cura. Você tem outro amigo que está doente. Você ora por ele e Deus não o cura. Como você se sente? Por que ele atendeu num caso e não atendeu no outro? A sensação é de desconforto. Gostaríamos que fosse diferente, mas ações de Deus não são padronizadas nem padronizáveis. Deus não é controlável por nós, seja por meio de nossas orações bonitas, nossas ofertas financeiras sacrificiais ou nossas ações beneméritas. Essa é a grandeza de Deus. Nós só podemos orar a Deus porque não sabemos como ele age, uma vez que ele é impadronizável, imprevisível, imponderável, imanipulável, indominável, incontrolável, incomprável e incomparável. Só um Deus que não segue padrões pode atender às nossas orações, sobretudo aquelas que visam a satisfazer as necessidades que aos olhos humanos são impossíveis de serem satisfeitas. Um Deus previsível atende a necessidades simples. Um Deus imprevisível atende a necessidades complexas. Um Deus bom precisa ser imprevisível. Um Deus bom age para nos abençoar. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Begins… Risos: O nascimento de Isaque e a expulsão de Ismael (Gênesis 21) #rpsp
    Estão diante de nós os recursos de que precisamos para voltarmos a viver com alegria. No entanto, nem sempre os vemos. Bondosamente, Deus continua em ação e nos faz ver os recursos que nos preparou. Antes de reclamar, achando que não há solução, devemos olhar para os recursos que Deus nos oferece. Quando a multidão estava com fome, os discípulos estavam prontos para ignorar os pães e peixes que estavam com um menino. Embora poucos, foram suficientes, depois de multiplicados, para alimentar uma multidão (Marcos 6.34). Se temos recursos, que os coloquemos nas mãos de Deus. Se estamos em dificuldade, prestemos atenção aos recursos que Deus já nos preparou. Nós os veremos. Agar pôde ver Deus em ação. Agar olhava para si mesma e se via como alguém para quem Deus não olharia. Descobriu, felizmente, que Deus estava preocupado com ela. Deus está preocupado com a mulher que não consegue ter filhos. Deus está preocupado com a mulher abandonada que enfrenta dificuldades para cuidar do seu filho. Deus está preocupado com a mulher cujo filho está doente, mas que não tem recursos para levá-lo ao médico. Deus está preocupado com a mulher cujo marido a rejeitou. Deus está preocupado com a mulher cujo filho segue por caminhos que não foram aqueles pelos quais ela o conduziu quando ainda podia conduzi-lo. Deus está preocupado com a mulher que derrama seu coração diante dele por causa do seu filho. Preocupado, Deus intervém. Agar não esperava, achando que não merecia, mas ela pôde vivenciar o amor de Deus em ação. E Deus não mudou. AZEVEDO, Israel Belo - Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Begins… Tentação 2.0: Abraão e Sara em Gerar (Gênesis 20) #rpsp
    Para orar, precisamos primeiro nos acertar com Deus? Só podemos nos ajoelhar diante dele se a nossa vida estiver limpa? A experiência de Abraão nos ajuda na resposta. Como nós, Abraão era um pecador. Ele tinha mentido sobre seu estado civil. Mentiu como forma de autodefesa. Mentiu por lhe faltar confiança em Deus. As consequências — como sempre acontece quando pecamos — chegaram. Então, assim mesmo Abraão orou. E Deus o ouviu. Quando estamos em dificuldade, devemos orar. Se estamos numa dificuldade provocada ou não pelo nosso pecado, podemos orar. Jonas estava tentando fugir de Deus, orou e foi atendido (Jonas 2.10). O ideal bíblico é que, tendo pecado, nós nos arrependamos, confessando nosso erro contra Deus. O conselho bíblico é que, no calor da luta em nossos problemas, devemos recorrer a Deus. Assim, se estamos sofrendo, peçamos a intervenção de Deus. Se a nossa conduta está longe do plano de Deus, acertemo-nos com ele. Não esperemos a perfeição para orar ao Deus santo. Oremos se estamos em dificuldade. Contudo, cuidado: não podemos zombar de Deus (Gálatas 6.7). Quando vamos a ele sem levá-lo a sério, zombamos dele. Confessemos os nossos pecados, para que ele nos perdoe e nos transforme. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    28 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…