Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Begins… Arco-íris, Pena de Morte e Vinho (Gênesis 9) #rpsp
    Na recriação da História, o arco-íris foi a prova de que Deus não desistira do ser humano. O gesto gracioso de Deus nos estimula a ter esperança. Quando a vida está seca, só o óleo da graça de Deus pode lubrificar suas engrenagens. Quando a vida está enferma, só o remédio da graça de Deus pode curá-la. Quando a vida está sem sentido, só o sorriso da graça de Deus pode reanimá-la. Quando a vida está na solidão, sem ninguém para um abraço, só a presença da graça de Deus pode lhe fazer companhia. Quando a vida está cansada de sonhar sem nada de bom acontecer, só a bondade da graça de Deus é aroma que faz descansar. Quando a vida está sem esperança, só a presença da graça de Deus pode ampliar, pela primeira vez ou novamente, os seus horizontes. Quando a vida se afunda na perplexidade das perguntas, só a sabedoria da graça de Deus pode trazer as respostas que reacendem a vontade de existir. Quando a vida está prestes a admitir o triunfo da violência e da injustiça, só a soberania da graça pode intervir e reverter as consequências das desgraças. Em momentos assim, precisas crer que Deus recomeça a nossa vida. Então, podemos começar de novo nosso casamento, nosso relacionamento com os filhos, nossa parceria profissional desfeita. Quando perdemos uma pessoa querida, nossa tendência é pensar que tudo acabou. Tendemos a achar que uma demissão indesejada será o fim da nossa carreira ou vai nos colocar na miséria. Se uma enchente ou um incêndio destruiu nossa casa, tendemos a acreditar que a tragédia destruiu também a nossa vida. Se nos divorciamos do nosso cônjuge, tendemos a olhar para a nossa própria vida como não tendo um futuro promissor. Quando nos voltamos para Deus em busca de esperança, nele encontramos conforto e força. O Espírito Santo é o nosso Auxiliador. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • Begins… E Lembrou-se Deus de Noé (Gênesis 8) #rpsp
    Este capítulo tem algo intrigante. Noé entrou na arca com seiscentos anos (7.6). O tempo que ele ficou na arca, do dia em que entrou ao dia em que saiu, foi de um ano e dez dias (7.11; 8.14-16). Noé viveu mais 350 anos depois que saiu da arca (9.28). Se somarmos todo esse tempo, daria 951 anos, mas Gênesis nos informa que Noé morreu com 950 anos (9.29). Fica claro, portanto, que o autor sagrado não computou na idade de Noé o período de um ano e dez dias que ele ficou na arca, porque, se o tivesse feito, Noé teria morrido com 951 anos, não com 950. E por quê? Primeiro, porque nesse período Deus suspendeu a continuidade do ciclo da natureza (8.22). Segundo, porque a experiência de Noé na arca foi ilustrada pelo apóstolo Pedro como a nossa morte pelo batismo (1Pe 3.18-21). Nesse período, é como se ele estivesse sepultado, como diz o apóstolo Paulo: Fomos, pois, sepultados com ele [Cristo] na morte pelo batismo... (Rm 6.4). A Palavra de Deus considera a entrada e a saída de Noé na arca como uma morte e ressurreição. Nós também, de igual modo, diz o apóstolo Paulo, Fomos, pois, sepultados com [Cristo] na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos também nós em novidade de vida (Rm 6.4). A vida pode recomeçar. Às vezes, somos atingidos por dilúvios demorados, e é como se a inundação nunca passasse. O maior dilúvio da terra passou, e a vida de Noé, juntamente com a de todos os que estavam com ele, prosseguiu. Em vez de ficarmos nos lamentando porque a tragédia nos atingiu, podemos pedir a ele que nos ajude a recomeçar. Ele nos ajuda. Foi assim com Noé. É assim com a gente também. LOPES, Hernandes Dias - Gênesis & AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    21 min
  • Begins… O Dilúvio (Gênesis 7) #rpsp
    A vida de Noé é um modelo para entendermos a natureza da parceria que Deus propõe ao homem. Deus tomou a iniciativa de salvar uma família para salvar a humanidade. (Posteriormente, ele tomaria a iniciativa de enviar seu Filho para salvar a humanidade.) Noé fez a sua parte. Talvez tenha ouvido comentários irônicos e visto a displicência maldosa de seus contemporâneos. Quando recebemos uma tarefa da parte de Deus, não importa o que as outras pessoas digam. Sigamos prazerosa e confiantemente em frente. Deus fechou a porta da barca (arca) na qual Noé abrigava pessoas e animais. Deus o orientou em tudo o que precisava fazer. E Noé fez tudo como Deus instruiu. No que lhe cabia fazer, Noé fez. No entanto, havia algo que só Deus poderia fazer: fechar a porta pelo lado de fora. E Deus fechou. Temos a Bíblia para nos orientar em nossas decisões e ações. Por ela, somos capacitados a fazer o que nos cabe, de modo sábio e santo. Nela também aprendemos que há coisas que só Deus pode fazer. Oramos e ele faz. Ele só não faz o que compete a nós fazer. Noé não podia fazer chover: Deus o fez. Noé não podia fechar por fora a porta da barca; Deus a fechou. Deus não faz o que nos compete. E nós não conseguimos fazer o que lhe compete. Ele faz o que lhe cabe. Assim, o teatro da vida acontece num palco demarcado ao meio: num lado estão os seres humanos com seus passos; no outro, Deus agindo. Nesse teatro da vida, cada um age no seu território. Do lado humano, os passos são dados sempre em direção ao espaço divino, de olho na linha divisória. Do lado divino, os passos são dados sempre em direção ao espaço humano, porque Deus deseja a parceria. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    39 min
  • Begins… Nos dias de Noé: Gigantes-anões, um Deus arrependido e a Aliança da Graça (Gênesis 6) #rpsp
    A biografia de Noé contém uma frase curta e definidora: Deus o aprovou. A Bíblia não explica por que os olhos do Senhor viram com graça o pai de Sem, Cão e Jafé. Essa expressão define todos aqueles que têm a vida é centrada em Cristo. Noé tinha pecado, mas Deus o aprovava. Nós estávamos mortos em nossos e pecados, mas Deus, pela sua graça, nos perdoa (Colossenses 2.13). Temos sido bombardeados com a ideia de que não existe culpa, que toda a culpa é uma produção da cultura. No entanto, a Bíblia é muito precisa quando afirma que todos somos culpados pelos nossos pecados. O pecado entrou no mundo por Adão, mas ninguém é condenado pelo pecado de Adão, mas pelo seu próprio pecado. Permanece o ideal de uma sociedade melhor, de um mundo justo, por uma produção humana, seja pela educação, seja pela ciência, seja pela política. O que temos visto é um mundo injusto e violento, tanto no plano pessoal quanto no plano coletivo. Assim, merecemos a justiça, a justiça de Deus, isto é, o castigo pela nossa culpa, porque Deus é justo. Há pessoas que, teoricamente pelo menos, desafiam essa justiça, achando que Deus pode julgá-las, porque passarão pelo tribunal e serão absolvidas. A História e a Bíblia mostram que não há sequer uma pessoa justa diante de Deus (Romanos 3.10). Há justos aos próprios olhos, mas não aos olhos de Deus. Na verdade, nenhum de nós consegue viver apenas com a justiça de Deus. Tranquilizar-nos com base nessa realidade é o ministério literário e teológico do apóstolo Paulo. Em várias de suas cartas, ele insiste que, pelo sangue de Jesus Cristo, o Pai nos deu vida, juntamente com Cristo (Efésios 2.5), segundo as riquezas da sua graça (Efésios 1.7). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    55 min
  • Begins… E andou Enoque com Deus (Gênesis 5) #rpsp
    De Enoque está escrito que ele viveu sessenta e cinco anos, e gerou um filho. Depois disso andou com Deus trezentos anos. Durante aqueles primeiros anos, Enoque amara e temera a Deus, e guardara os Seus mandamentos. Fora um dos da linhagem santa, dos preservadores da verdadeira fé, pais da semente prometida. Dos lábios de Adão aprendera ele a triste narrativa da queda, e a história animadora da graça de Deus, conforme se vê na promessa; e confiou no Redentor vindouro. Mas depois do nascimento de seu primeiro filho, Enoque alcançou uma experiência mais elevada; foi atraído a uma comunhão mais íntima com Deus. Compreendeu mais amplamente suas obrigações e responsabilidade como filho de Deus. E, quando viu o amor do filho para com o pai, sua confiança singela em sua proteção; quando sentiu a ternura profunda e compassiva de seu próprio coração por aquele filho primogênito, aprendeu uma lição preciosa do maravilhoso amor de Deus para com os homens no dom de Seu Filho, e a confiança que os filhos de Deus podem depositar em seu Pai celestial. O infinito, insondável amor de Deus, mediante Cristo, tornou-se o assunto de suas meditações dia e noite; e com todo o fervor de sua alma procurou revelar aquele amor ao povo entre o qual vivia.
    O andar de Enoque com Deus não foi em arrebatamento de sentidos ou visão, mas em todos os deveres da vida diária. Não se tornou um eremita, excluindo-se inteiramente do mundo; pois tinha uma obra a fazer para Deus no mundo. Na família e em suas relações com os homens, como esposo e como pai, como amigo, cidadão, foi ele um servo do Senhor, constante, inabalável. Seu coração estava em harmonia com a vontade de Deus; pois “andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” Amós 3:3. E este andar santo continuou durante trezentos anos. Poucos cristãos há que não seriam muito mais fervorosos e dedicados se soubessem que tinham apenas pouco tempo para viver, ou que a vinda de Cristo estava prestes a ocorrer. A fé de Enoque, porém, tornou-se mais forte, o seu amor mais ardente, com o perpassar dos séculos.
    Enoque era homem de espírito forte e altamente cultivado, e de extenso saber; era honrado com revelações especiais de Deus; todavia, estando em constante comunhão com o Céu, achando-se sempre diante dele a intuição da grandeza e perfeição divina, foi um dos homens mais humildes. Quanto mais íntima a ligação com Deus, mais profunda era a intuição de sua própria fraqueza e imperfeição. Em meio de uma vida de trabalhos ativos, Enoque perseverantemente manteve comunhão com Deus. Quanto maiores e mais insistentes eram os seus trabalhos, mais constantes e fervorosas eram as suas orações. Ele continuava a segregar-se em certos períodos, de toda a sociedade. Depois de permanecer por algum tempo entre o povo, trabalhando para os beneficiar pela instrução e exemplo, retirava-se para passar algum tempo em solidão, tendo fome e sede daquele conhecimento divino que somente Deus pode comunicar. Tendo desta maneira comunhão com Deus, Enoque vinha a refletir cada vez mais a imagem divina. Seu rosto estava radiante de uma santa luz, da própria luz que resplandece no semblante de Jesus. Saindo ele dessas comunhões divinas, mesmo os ímpios contemplavam com admiração a impressão celestial em seu rosto. WHITE, Patriarcas e Profetas
    27 min
  • Begins… O Primeiro Assassino (Gênesis 4) #rpsp
    Adão e Eva não puderam deixar de observar esta evidência de morte espiritual que transmitiram a seus descen­dentes. Quando Deus aceitou o sacrifício de Abel, e rejeitou a oferta de Caim, este encheu-se de ira. Caim atraiu seu irmão “ao campo”, onde o atacou e matou! Que desoladora experiência para Adão e Eva! Um filho claramente amado, morto, por outro filho. E eles sabiam que, na verdade, a culpa era deles mes­mos! Adão e Eva tinham introduzido na história o pecado que se expressou na hostilidade de Caim e no seu ato homicida.
    A história de Caim e Abel suscita várias perguntas. Por que Deus rejeitou a oferta de Caim? Os rabi­nos concluíram que Caim oferecera a Deus frutos podres. Uma explicação melhor é a de que Abel, ao fazer um sacrifício de sangue, seguiu uma prescrição que Deus tinha dado a Adão e Eva, quando os vestiu em peles pela primeira vez. Ao oferecer frutos da terra, Caim sugeriu que os seus melhores esforços eram bons demais para serem oferecidos a Deus. O lembrete de Deus, “Se bem fizeres” (v. 7) sustenta esta interpretação. Caim sabia a maneira correta de dirigir-se a Deus, mas não se dispôs a fazê-lo. Por que Caim matou Abel? Qualquer pessoa que peque e se recuse a aceitar a responsabilidade, pos­sivelmente procurará um bode expiatório e será hostil com ela. A pessoa verdadeiramente boa atrai­rá provavelmente a hostilidade do ímpio, pois a sua própria bondade recorda ao ímpio o seu pecado. Onde Caim obteve a sua esposa? Se Adão e Eva eram os únicos seres humanos, e Caim e Abel eram seus únicos filhos, onde Caim poderia ob­ter uma esposa? A resposta, naturalmente, é que Caim e Abel não eram os únicos filhos de Adão e Eva. Gênesis 5.4 diz que eles geraram “filhos e filhas”. Caim e Abel foram os únicos menciona­dos em Gênesis 4, simplesmente porque a história é sobre eles! Podemos supor, com base em 5.4, que existia uma grande comunidade de filhos de Adão, e talvez até de filhos de seus filhos, antes que Caim atacasse seu irmão. Todas estas perguntas, no entanto, nos desviam da ênfase pretendida pelo autor do livro de Gênesis. A morte que Deus tinha anunciado que seguiria à de­ sobediência atingiu não somente Adão e Eva, mas foi herdada pelos seus filhos! O pecado corrompeu a raça do homem, e todos nós vivemos com as trá­ gicas consequências do pecado de Adão. RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    43 min
  • Begins… A Queda de Adão e Eva (Gênesis 3) #rpsp
    Gênesis 3 #rpsp
    Deus disse ao primeiro casal que comesse de todas as árvores, menos de uma. No entanto, a velha cobra, chamada Diabo ou Satanás (Apocalipse 12.9), garantiu que todas as frutas podiam ser comidas. O primeiro casal decidiu ouvir a segunda voz (de Satanás) e não a primeira (de Deus). Vivemos cercado de vozes. Entre elas, contudo, ouvimos a cristalina voz de Deus. Ser feliz é escolher ouvir a voz de Deus. As outras vozes podem ser ouvidas, mas só devem ser atendidas se estiverem de acordo com a voz original, a voz de Deus, em sua Palavra.
    Estamos diante de uma promessa, a primeira da Bíblia sobre a salvação. Entendamos. Quando o homem caiu, ele saiu da presença de Deus. Quando caiu, ele negou a natureza de sua criação, que era viver em harmonia com Deus, com a natureza, consigo mesmo e com os demais seres humanos. O fato concreto e indiscutível é que todo ser humano é escravo das consequências da queda original, queda que é atualizada por todos os seres humanos quando também escolhem pecar e se afastar de Deus. A culpa existe e resultou da ação humana de rejeitar a Deus. No entanto, Jesus veio para assumir uma culpa que não tinha, porque essa culpa era nossa, e nos livrar das consequências da queda. A pergunta que muitos fazem é: “Pode alguém morrer por outrem?” Pela lógica humana, não. A lógica divina, porém, é outra. Com a queda, o homem renunciou ao companheirismo divino e preferiu outros companheiros. O homem se aliou ao inimigo, e este o escravizou. Com a chegada do Messias Jesus, o próprio Deus veio para ferir de morte esse inimigo e permitir a vida aos seus filhos. O máximo que a cobra consegue, porque é baixa, é ferir o calcanhar, mas, Jesus, do alto da cruz, lhe fere a cabeça. Tira-lhe a força. Aniquila-lhe o poder. O destino do inimigo de Deus e da nossa alma está selado. Embora vá ferir a descendência humana no calcanhar, ele será ferido mortalmente na cabeça. Jesus foi ferido no calcanhar ao ser levado à cruz. O crime que parecia o seu fim teve o desfecho que conhecemos: na cruz, ele levou as nossas enfermidades; no túmulo, ele venceu a morte; no Pentecostes, ele deixou o Espírito Santo para nos conduzir. Na verdade, foi na cruz que Jesus Cristo feriu de morte a cobra. Ela ainda cambaleia por aí, ameaçando-nos, mas sua morte é uma questão de tempo. E que fazemos com o pecado? Diante do pecado, podemos simplesmente achar que ele não existe ou corajosamente reconhecê-lo como parte da nossa vida. Diante do pecado, podemos simplesmente explicá-lo como um exercício de liberdade ou corajosamente pedir, realmente arrependidos, perdão a Deus por tê-lo cometido. Diante do pecado, podemos simplesmente pretender que Deus não nos “culpa” ou corajosamente aceitar o seu perdão. Diante do pecado, podemos simplesmente carregar a culpa para sempre ou corajosamente descansar, certos de que, uma vez apagado, ele é completamente esquecido por Deus, como se fosse um objeto lançado nas profundezas ocultas do oceano, de onde nunca mais poderá voltar.
    AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    47 min
  • Begins… É Isso! Descanso, Trabalho e Casamento (Gênesis 2) #rpsp
    Podemos tirar algumas lições do capítulo 2
    Livres: Foi assim que Deus decidiu nos fazer: livres. E a nossa liberdade é exercida na escolha. Nascemos livres para comer as frutas de qualquer árvore. Deus nos lembra que há frutas boas e frutas ruins. Ele não nos impede de comer as ruins, mas nos adverte quanto ao preço muito alto que será cobrado por comê-las. Quanto maior a nossa liberdade, maior a nossa responsabilidade.
    Complementaridade: A expressão não sugere inferioridade, pois a mesma palavra hebrai­ca (Ezer) é usada para identificar Deus como o au­xílio do homem em Salmos 33.20 e em diversas outras passagens. Certamente Deus não é inferior ao homem porque nos oferece ajuda! Na realidade, “adjutora” adequada ensina a plena igualdade entre homens e mulheres, e indica que, em Eva, em con­traste com todo o reino animal, Adão encontrou um ser que compartilhava plenamente da sua na­ tureza, e assim podia relacionar-se com Adão física, intelectual e espiritualmente. Os rabinos judeus logo perceberam que o modo da criação da mu­lher é significativo. Se Eva tivesse sido feita do pó da terra original, Adão poderia tê-la consi­derado como uma criação secundária e inferior. Formando Eva a partir da substância do próprio Adão, Deus afirmou a plena identidade de ho­mens e mulheres como pessoas que trazem a imagem divina. Adão viu as implicações ime­diatamente, e as aceitou completamente. Eva foi recebida como “osso dos meus ossos e carne da minha carne”.
    Que lição está inserida aqui para os cristãos consi­derarem seriamente!
    Diferenças: As mulheres são diferentes. Está na história da criação. A matéria-prima do seu corpo-mente não foi a mesma do homem Adão. As mulheres são diferentes. Está na história da Queda. Suas motivações para se afastar de Deus não foram as mesmas do homem Adão. O homem nasceu para compreender. A mulher nasceu para amar. O homem tem os olhos voltados para a rua. A mulher tem os olhos voltados para a casa. Quando, num relacionamento, os dois entendem que são diferentes, eles são felizes. Feliz é o homem que se concentra em amar a mulher, não em entendê-la. Feliz é a mulher que se concentra em ser o que ela é e pode ser, longe de desejar ser igual ou melhor que o homem.
    AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia & RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    1 hr 12 min
  • Begins… No Princípio, Deus… (Gênesis 1) #rpsp
    Como olhamos para nós mesmos? Às vezes, por causa da história da nossa vida, nós nos vemos como pessoas sem valor. No entanto, Deus nos vê como homens e mulheres que criou parecidos com ele. Nesse sentido, somos como ele é. Não podemos nos ver como menos do que somos. Temos de nos ver como nos ensina o poeta bíblico: Deus fez o ser humano inferior somente a ele mesmo e lhe deu a glória e a honra de um rei (Salmo 8.5). Precisamos renovar, na nossa mente e no nosso coração, o conceito que temos a nosso respeito, para que sejamos dignos do conceito que Deus tem de nós. A Bíblia nos dá o roteiro para um autorretrato correto:
    1. Fomos criados por Deus, parecidos com ele (Gênesis 1.27). Assim mesmo, muitas experiências negativas rebaixam essa autoestima. Devemos ter cuidado, vigiar para que isso não nos aconteça.
    2. Deus nos brindou com o desejo de entender a vida (Eclesiastes 3.11), de modo que possamos enfrentar os traumas, as autocríticas sem compaixão e as frustrações que nos acontecem ao longo da nossa jornada e as enfermidades físicas e emocionais que vão fazendo minguar nossa alegria de viver. Ele é o Senhor tanto quando entendemos quanto também quando não entendemos as coisas que nos ocorrem.
    3. Deus continua trabalhando em nosso favor (João 5.17), pois está conosco e estará até o final dos tempos (Mateus 28.20), para vivermos de maneira que valha a pena, que é para a glória (alegria) dele (Efésios 1.12). Mesmo assim, fatores aparentemente alheios à nossa vontade nos apresentam a solidão e o desamparo como se fossem as únicas alternativas possíveis.
    4. Deus deseja que tenhamos vitórias completas (Romanos 8.37). Para tanto, legou-nos um conjunto de promessas e cuidados nesse sentido. Mais do que isso, ele luta as nossas batalhas (2Crônicas 20.15b) e nos supre com tudo de que precisamos (Filipenses 4.19). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 26 min
  • Maranata, vem Senhor Jesus! The End… (Apocalipse 22) #rpsp
    O LIVRO DA REVELAÇÃO está cheio de emoções, batalhas, abusos, horror, animais estranhos. Quais são as lições espirituais que podemos aprender? Eu gostaria de sugerir oito.
    Primeira lição, que o principal problema é a crucificação. Se você lê o Apocalipse e pensa que é principalmente sobre política, batalhas e guerras, você não o está lendo corretamente. Você não vai entender o significado mais profundo dos símbolos. Em última análise, é a revelação de Jesus Cristo. A mensagem do livro é sobre o Cordeiro imolado, aquele que derramou seu sangue para que pudéssemos viver. É a base para ter uma vida autêntica.
    As pessoas buscam o valor da vida de muitas maneiras insatisfatórias. Tentamos encontrar esse valor em bens materiais, sucesso, relacionamentos. Mas no final, o verdadeiro valor vem dEle que disse: "Você é tão valioso para mim que morri por você." O fato de o Dono do universo ter morrido por nós é inestimável. A crucificação é a razão da vida, da nossa alegria e a razão da nossa existência. É o ensino fundamental do livro do Apocalipse.
    Segunda lição. Um aspecto importante do Apocalipse é a função da obediência. Embora o evangelho forneça tudo o que é necessário para que sejamos salvos, a resposta natural daqueles que experimentaram a salvação é obedecer a Jesus Cristo em tudo o que ele nos convida a fazer, ou seja, guardar todos os seus mandamentos. Junto com o evangelho, o Apocalipse enfatiza devidamente a obediência.
    Terceira lição. A revelação fala de uma vida responsável. Viva ciente do julgamento iminente. Proclame que a hora do julgamento de Deus chegou. Diz que no final seremos reis e sacerdotes, o que significa que, se nosso papel na eternidade for importante, precisamos começar a praticar agora. Precisamos desenvolver nossas habilidades de liderança, nosso senso espiritual, nossa capacidade de adorar a Deus, porque na eternidade estaremos encarregados da administração e adoração do universo. Seria muito bom saber, como José, que “Deus me vê e vê tudo o que faço”.
    Quarta lição. A revelação desmascara o mal. Em um mundo que parece saído de um filme de Hollywood, é muito fácil pensar que o pecado é atraente, agradável. No entanto, o pecado é um destruidor. Isso tira nossa vida. Isso vai acabar nos destruindo. O Apocalipse apresenta o pecado em toda a sua feiura.
    Quinta lição. A revelação nos ensina que precisamos ser astutos. Um grande engano está chegando, o maior que o mundo já viu. Durante os últimos dias, será difícil distinguir a verdade da falsidade. Sexta lição. O Apocalipse nos mostra que o entendimento de que precisamos é encontrado na Palavra de Deus. Somente entendendo e sabendo isso podemos encontrar um lugar seguro para permanecermos firmes durante o fim dos tempos.
    Sétima lição. Aprendemos com o Apocalipse que, no final, Deus terá um povo fiel, embora não seja popular. Seu comportamento parecerá fora de ordem aos olhos do mundo. Mas eles compartilharão seus interesses e apoiarão uns aos outros para servir ao Deus verdadeiro.
    Oitavo temos que a mensagem final do Apocalipse é que Deus triunfará. Muitas vezes as coisas dão errado para nós. Isso é especialmente verdadeiro quando nos preocupamos com o futuro. Não sabemos o que vai acontecer, se teremos dinheiro suficiente ou se sobreviveremos. Há muitas coisas que não sabemos, mas o Apocalipse é uma profecia. Ele nos diz algo assim: “Não importa em que situação você está, ou o que você vivencia durante esta vida, fim da história, Deus vencerá. Não importa que tudo esteja fora de controle, Deus vai colocar ordem no final.
    A melhor maneira de terminar é com a promessa de que no final, Deus triunfará e podemos fazer parte dessa vitória maravilhosa. Essas promessas são garantidas pelo "sangue do Cordeiro". PAULIEN, The Seven Keys
    46 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…