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26/02/2025 🇧🇷 📺 TV GÊNESE - RAE TV
📡 APRESENTA: GÊNESE NO LAR – GNL #1224
TEMA: VAI MARIA! SACRIFICA-TE E AMA SEMPRE
APRESENTAÇÃO: CARLOS ALBERTO BRAGA COSTA
Fonte: Boa Nova - lição 20 Maria de Magdala - Espírito Humberto de Campos - Psicografia: Francisco Cândido Xavier
(...) — Vai, Maria!... Sacrifica-te e ama sempre. Longo é o caminho, difícil
a jornada, estreita a porta; mas, a fé remove os obstáculos... Nada temas: é
preciso crer somente!
*
Mais tarde, depois de sua gloriosa visão do Cristo ressuscitado, Maria
de Magdala voltou de Jerusalém para a Galileia, seguindo os passos dos
companheiros queridos.
A mensagem da ressurreição espalhara uma alegria infinita.
Após algum tempo, quando os apóstolos e seguidores do Messias
procuravam reviver o passado junto ao Tiberíades, os discípulos diretos
do Senhor abandonaram a região, a serviço da Boa Nova. Ao disporem-se
OS dois últimos companheiros a partir em definitivo para Jerusalém,
Maria de Magdala, temendo a solidão da saudade, rogou fervorosamente
lhe permitissem acompanhá-los à cidade dos profetas; ambos, no entanto,
se negaram a anuir aos seus desejos. Temiam-lhe o pretérito de pecadora,
não confiavam em seu coração de mulher. Maria compreendeu, mas
lembrou-se do Mestre e resignou-se.
Humilde e sozinha, resistiu a todas as propostas condenáveis que a
solicitavam para uma nova queda de sentimentos. Sem recursos para
viver, trabalhou pela própria manutenção, em Magdala e Dalmanuta. Foi
forte nas horas mais ásperas, alegre nos sofrimentos mais escabrosos, fiel
a Deus nos instantes escuros e pungentes. De vez em quando, ia às
sinagogas, desejosa de cultivar a lição de Jesus; mas as aldeias da Galiléia
estavam novamente subjugadas pela intransigência do judaísmo. Ela
compreendeu que palmilhava agora o caminho estreito, onde ia só, com a
sua confiança em Jesus. Por vezes, chorava de saudade, quando passeava
no silêncio da praia, recordando a presença do Messias. As aves do lago,
ao crepúsculo, vinham pousar, como outrora, nas alcaparreiras mais
próximas; o horizonte oferecia, como sempre, o seu banquete de luz. Ela
contemplava as ondas mansas e lhes confiava suas meditações.
(...)