# CNJ altera orientações sobre audiências de custódia durante epidemia
O Conselho Nacional de Justiça acrescentou à Recomendação que contém diretrizes ao Judiciário para padronizar medidas de combate à Covid-19, artigo referente à dinâmica das audiências de custódia durante a epidemia.
A alteração se deu após pedido da Defensoria Pública de Goiás. Em suma, o texto passou a conter dispositivo que preveem a manifestação do Ministério Público e, em seguida, da defesa técnica.
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# Juíza nega pedido para redução no valor da mensalidade de faculdade
A adoção do sistema de ensino à distância em razão da epidemia de Covid-19 não justifica o abatimento na mensalidade.
O entendimento é da juíza do 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Sobradinho, que negou pedido para que o Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub) reduzisse o valor mensal pago por um aluno. Para a magistrada, o estudante não comprovou que houve queda na qualidade do serviço prestado com as aulas online.
A julgadora observou ainda que as instituições continuam a terem gastos, como o pagamento de professores e demais funcionários.
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# Tribunais devem seguir investindo em tecnologia mesmo após fim da epidemia
Os tribunais brasileiros devem seguir investindo em tecnologia mesmo depois que a crise causada pelo novo coronavírus passar.
Durante discussão online na TV ConJur, sobre a retomada dos trabalhos, advogados comentaram sobre crise sanitária causada pela Covid-19, evidenciando que o Judiciário está tecnologicamente atrasado e que deve continuar investindo em tecnologia para permitir que procedimentos sejam feitos de forma virtual, quando possível.
Na discussão, a conclusão é que, mesmo após pandemia, o judiciário deve investir mais forte em tecnologia e manter algumas práticas remotas.
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# Política nacional define gestão documental e da memória do Poder Judiciário
O Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname) deixou de ser uma recomendação para se tornar determinação aos tribunais do país.
A resolução foi aprovada por unanimidade na 312ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça, no fim do mês passado. Com a decisão, a memória da Justiça brasileira passa a ter uma política própria de gestão.
O presidente da Comissão Permanente de Gestão Documental e de Memória do Poder Judiciário, conselheiro Marcos Vinícius Jardim Rodrigues, afirmou que "a aprovação da resolução traduz claro avanço na política de valorização do patrimônio material e imaterial do Poder Judiciário, com importantes repercussões nos procedimentos de gestão documental, com inovações tecnológicas visando a melhor preservação da memória do Poder Judiciário".
A inserção da tecnologia digital foi outra novidade trazida pela resolução, que autoriza e estimula a digitalização dos processos, assim como determina aos tribunais a criação de sistemas digitais para gestão documental. Eles devem conter módulos de gestão documental que contemplem, no mínimo, os planos de classificação e tabelas de temporalidades de cada órgão.
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