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  • CNa#008: CdN-E04 – Os três amigos | Rodrigo Watzl
    RPG Next apresenta... Contos Narrados #008 - Contos da Noite 04 - Os três amigos
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    Os três amigos.
    Eram, os três, homens de quarenta anos. Um deles engravatado, os outros dois um pouco menos formais. Amigos de infância que não se falavam havia muitos anos e que se encontravam na contingência de ter de afetar uma familiaridade há muito perdida e de fingir uma camaradagem que o tempo havia se encarregado de transformar em mera lembrança, como a exposta em um retrato envelhecido e desbotado.
    Nenhum deles tinha família. Os pais de todos eles haviam morrido e nenhum fora casado. E, em uma tentativa de reaproximação, se reuniram, naquela noite chuvosa, em um quarto de hotel para jogar cartas, beber e contar histórias. Como nos velhos tempos, ou, pelo menos, um arremedo disso.
    − Sua vez, Zé.
    − Eu sei. Não me apresse.
    Ele detestava ser chamado assim. O outro, por puro espírito de galhofa, insistia no apelido do colégio.
    − É para hoje, cara. – Alberto insistiu.
    José, concentrado nas cartas, olhou por cima dos óculos. A armação de prata estava meio caída e em conjunto com as sobrancelhas arqueadas, conferiam uma imagem de irritação mal dissimulada.
    Alberto sorriu.
    − Sorte é uma merda. – sentenciou Alberto.
    − Não seria a falta dela? – revidou José.
    − Ei, vocês dois, parem de implicar um com o outro. Parecem os mesmos moleques do colégio.
    Os dois olharam em direção ao terceiro. Era o Paulo, o emgravatado. O roteirista.
    − O Paulo está certo. Vamos parar com isso. Eu estou fora mesmo, não vou bancar a aposta, a mão está mesmo muito ruim. – disse José.
    − É assim que se fala. Em homenagem ao bom senso, por que não bebemos mais um pouco e não relembramos velhas histórias? – propôs Alberto.
    − As mesmas de sempre? Bobagem. Perda de tempo. Todos sabemos essas histórias de cor e salteado. Nós nos reunimos aqui para conversar sobre o que não sabemos. Faz anos desde a última vez que nos vimos. Para que relembrar essas bobagens do colégio?
    − A voz do bom senso, Zé. Aliás, eu não tenho a menor ideia do que vocês fazem hoje em dia. Eu continuo tentando vender meus roteiros. – disse Paulo.
    − Sem sucesso.
    Foi o comentário de Alberto. Fez-se silêncio entre eles.
    − Ei, senhores, vamos beber... Esse aqui é um uísque de primeira, escocês legítimo, envelhecido por trinta anos. – José tentou aliviar o clima.
    − Verdade, Zé. Acho que você deveria contar uma das suas histórias para nós, Paulo. O que acha?
    Era uma aparente tentativa de desfazer um mal-feito. Paulo não respondeu imediatamente e bebeu um gole do uísque.
    − Sim, eu posso contar. Um artista precisa de vivências. Nada dessa babaquice pós-moderna de que todo mundo está de saco cheio. Não. Nós precisamos, muitas vezes, descer muito baixo, chafurdar na merda para encontrar material para uma boa história.
    − Tem alguma coisa em mente?
    − Tenho, Zé... Tenho. Mas, antes, por que vocês não me falam um pouco desses últimos dez anos? Eu, talvez, pudesse aproveitar alguma coisa.
    − Da minha parte, não tenho muito o que contar. Da faculdade, fui direto para uma indústria de alimentos e, hoje, sou engenheiro chefe. Supervisiono as fórmulas para que as guloseimas se tornem vícios quase irresistíveis. Se for para resumir, meu trabalho é vender veneno com gosto de hambúrguer ou de açúcar para criancinhas.
    − Esse é o Alberto... Mas, ele tem razão, Paulo. Eu, por minha vez, trabalho em plano de saúde e sou o encarregado de avaliar o risco de processos na justiça. Quando o risco é baixo, aquela vovozinha que precisa do atendimento vai continuar precisando. Ou pode, claro, entrar na fila do SUS.
    − O que é a mesma coisa, Zé.
    − Verdade, Alberto.
    − Temos, todos, sangue nas mãos. – E Paulo brincou com o uísque no copo.
    Alguns instantes tensos se passaram sem que ninguém dissesse nada. A lâmpada meio gasta do quarto de hotel compunha um quadro em que aqueles homens poderiam parecer uma assembleia de culpados.
    − “Sangue”? Não seja dramático, Paulo. Fazemos um trabalho. Eu tenho que convencer as pessoas a comprar veneno. E, diga-se, ninguém é obrigado. Compra, portanto, quem quer. Já o Zé precisa manter a empresa funcionando para que as pessoas possam continuar tendo atendimento médico. Imagina se qualquer cãibra na unha ganhasse a atenção que as pessoas acham que isso merece?
    − “Cãibra na unha” foi boa, Alberto... Obrigado. E é verdade, Paulo. Se um diabético compra chocolates, faz isso porque quer. Cada um que saiba de si. Da minha parte, por causa dessa avaliação de risco, eu acabo salvando muitas vidas.
    − Embora o custo disso seja de algumas outras. – ponderou Alberto.
    − É uma guerra. Na guerra, pessoas morrem. – defendeu-se José.
    − Verdade, Zé. Mas, e você, Paulo? Você falou que “todos” tínhamos sangue nas mãos. Você também tem?
    Paulo não respondeu imediatamente. Acendeu um cigarro, deu uma baforada e sorriu.
    − Eu matei dois homens.
    Os outros se assustaram.
    − Esse é algum dos seu roteiros? – José perguntou entre desconfiança e um riso nervoso.
    − Era uma vez, um roteirista talentoso. Ele tinha muitas, muitas histórias na cabeça. Grandes histórias. Ele, certa vez, pegou suas economias e partiu em uma grande viagem. Precisava conhecer o mundo, outras pessoas e culturas, novas e diferentes maneiras de pensar. Ele considerava que isso o enriqueceria como indivíduo, que toda essa experiência se entranharia em seu inconsciente e que lhe daria ferramentas para explorar o que outras pessoas viviam em suas próprias peles. Um exercício de empatia, embora, é verdade, não desinteressado e altruísta.
    Tragou um pouco mais do cigarro e continuou.
    − Ele conheceu a miséria. Putas que se vendiam por um pão com manteiga e um cafezinho, traficantes de drogas, policiais corruptos, exploradores de menores, traficantes de órgãos, fraudadores de licitações, políticos, etc. Enfim, a escória. O roteirista presenciou coisas que vocês não acreditariam. Como um observador neutro, não chegava a tomar parte nas pilantragens e na violência. Não tomava partido, queria apenas conhecer o que o mundo tinha de pior para oferecer. E isso deixava sua consciência tranquila.
    Após um gole de uísque, prosseguiu.
    − Então, um dia, ele acordou com uma sensação de desassossego. Era algo indefinido, ele não conseguia explicar. Fazia mais de um ano que estava perdido no mundo e isso o fez se lembrar de que ainda tinha sua avó. Resolveu dar um telefonema. Alguém atendeu e ele ficou sabendo que ela havia morrido fazia tempo. Era diabética. Aparentemente sem atendimento médico.
    Os outros pareciam duas estátuas. Paulo bateu o cigarro no cinzeiro e continuou:
    − O roteirista não tinha mais ninguém. Mesmo que estivesse fora há muito tempo e por livre e espontânea vontade, não pôde deixar de sentir o golpe. A pessoa que atendeu informou que o neto estava sendo procurado para herdar o que ela houvesse deixado. Isso, entretanto, não o interessava. Ele queria vingança.
    − Nós sentimos muito, Paulo. Falo por você também, não é, Alberto?
    − É claro.
    − Vocês estão perdendo a melhor parte da história. Então, o roteirista voltou. Revirando as coisas da avó, descobriu que ela se entupia de doces. Diabética... Velha maluca, não é? Ou, talvez não. Afinal, se você está no fim da sua vida, que melhor hora para aproveitar o quanto resta? Encontrou o cartão do plano de saúde e o guardou. Queria saber porque ela não havia sido atendida. Foi à empresa e, usando o que havia aprendido em suas andanças, entrevistou os funcionários. Descobriu algo que o enfureceu sobre o maldito plano de saúde.
    Lá fora, apesar da chuva, a noite corria silenciosa quando um trovão se fez ouvir.
    − Ela tinha direito ao atendimento. O plano de saúde, porém, negou-se a dar cobertura.
    Os outros dois o encaravam paralisados. Paulo se serviu de mais um pouco de uísque.
    − Vocês acreditaram, não é? – e sorriu.
    Entreolharam-se.
    − Você só pode estar de sacanagem, Paulo. Quase mata a gente de susto.
    Ele levantou o copo de uísque em sinal de “um brinde” e ponderou:
    − Pois é, esse é o tipo de roteiro que eu escrevo. Não sei exatamente porque é tão difícil de vender. Pode ser que, talvez, eu ainda não tenha vivido tudo mesmo. Mas, que seja. Não viemos aqui para destilar nossos fracassos.
    − Por falar em destilado, nosso uísque acabou, Zé. – avisou Alberto.
    − Verdade. Mas, não se preocupe. O papai aqui trouxe coisa muito melhor. – Paulo sorriu. E levantando-se, dirigiu-se até a bancada da cozinha e pegou uma garrafa e dois copos. Voltou à mesa e se sentou.
    − O que é isso?
    − Uma garrafa de uísque artesanal, Zé. Estive na ilha de Islay, na Escócia, e comprei de um minúsculo produtor. É uma operação não comercial, o sujeito produz para consumo próprio e de sua família.
    − “Islay”?
    − Sim, Zé. Todo mundo acha que só se produz uísque nas Highlands, mas isso é bobagem. O que os senhores têm à sua frente é o estado da arte do “cachorro engarrafado”, do melhor amigo do homem.
    Contemplaram a garrafa com interesse e curiosidade. Não tinha rótulo. A cor era de um âmbar mais escurecido do que o normal.
    − Permitem? – E Paulo deu a entender que iria abrir a garrafa.
    Os dois balançaram a cabeça afirmativamente. Paulo serviu um duplo para cada um. Eles pegaram e sentiram o aroma que vinha da bebida.
    − “Triple Blending”: uísques de malte... misturados a uísques de grão. Depois, envelhecidos em barris de carvalho por seis meses. A garrafa diante de vocês tem quarenta anos.
    − Muito generoso da sua parte, Paulo. Deve ter custado uma fortuna. Obrigado.
    − Não há porque agradecer, Alberto.
    Paulo consultou o relógio.
    − Senhores, eu preciso ir. Está tarde e tenho outros compromissos ainda pendentes.
    − Não vai beber com a gente? – perguntou José.
    − Não... Esta garrafa foi um presente. No futuro, iremos nos reencontrar, senhores......
    15 min
  • TnB#046: MPP-E46 – Hoje não! | RPG D&D 5e
    Tarrasque na Bota apresenta... A Mina Perdida de Phandelver, uma aventura do RPG Dungeons and Dragons 5ª edição - Episódio 46 – Hoje não! Nesse episódio os aventureiros encaram a morte mais uma vez.
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    "Dá para dizer que nem é um cast, mas um storytelling, um os melhores do RPG Brasil na web." 
    - Raphael Lamour (ouvinte) -
    "(...) sempre boas risadas, me deixam felizes de dizer que, juntamente com o pessoal do Crônicas De Mentes (outro podcast nesses moldes, mas que usam FATE) são, para mim, os melhores da podosfera."
    - Thiago Dante (ouvinte) -
    "Parabéns pelo cast."; "RPG Next de volta a todo vapor!"; "imagino que deve ser muito trabalhoso fazer a edição, mas o produto final é de qualidade parabéns."
    - Joseph Mugiwara (ouvinte) -
    "Adorei a nova temporada, agora com mais personagens e mais tempo de aventura para nós conhecermos melhor cada personagem." 
    - Gustavo PL (ouvinte) -
    "O melhor podcast no quesito RPG - Muito bom esse podcast, obrigatório para todo jogador de RPG e simpatizante dessa cultura. Narrador e jogadores de parabéns pelo trabalho. 
    - Mugiwarajoe (ouvinte) -
    "Um amigo me recomendou os podcasts do jovem nerd a respeito de rpg, bem não desmerecendo o trabalho deles pois tbm adoro os casts deles , mais em relação a rpg vocês são sem duvidas os melhores , melhores interpretações, é melhor edição de áudio, continuem com esse trabalho excepcional."
    - Heitor Reis (ouvinte) -
     
    Calendário da Costa da Espada, no Reino de Faerûn, no mundo de Toril:
     
    19/7/1491
    Décimo nono dia do sétimo mês - Flamerule (Summertide - Maré do Verão) no ano 1491 DR.
     
    Calendário da aventura:
     
    14º dia de aventura (noite)
     
    Com a participação de:
     
    Dungeon Master, o DM (por Rafael 47);
    Klank, um Guerreiro Anão (interpretado por Fernando Moura);
    Vern Verón, um Bardo Meio-Elfo (interpretado por Pedro Quitete);
    Sandoval Miels, um Feiticeiro Humano (interpretado por Luis Olavo Dantas);
    Erevan Brisa Noturna, um Druida e Elfo da Floresta (interpretado por Tiago Andre dos Santos).
    NPCs, interpretados por Vinicius Watzl.
     
    Uma produção RPG Next.
     
    Imagem do Maptool - Combate na Forja
     
    Imagem do Maptool - Erevan em forma de Simba
     
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    ARTE E FOTO DOS FÃS
    Amplificado de Celular para Podcast
    Amplificador de som de celular - por Yuri F Marinho
     
    Fotos do Kit Baú do Tarrasque
     
    Alguns itens do KIT Baú do Tarrasque - foto de Felipe Oliveira
     
    Carta do KIT Baú do Tarrasque - foto de Felipe Oliveira
     
    Felipe Oliveira com a Camiseta Guerreiros do Bem
     
    LINKS SUGERIDOS
     
    Canal do Matthew Colville
    https://www.youtube.com/channel/UCkVdb9Yr8fc05_VbAVfskCA
     
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    Contato
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    1 hr 36 min
  • TnB#045: MPP-E45 – Baile dos Bugbears | RPG D&D 5e
    Tarrasque na Bota apresenta... A Mina Perdida de Phandelver, uma aventura do RPG Dungeons and Dragons 5ª edição - Episódio 45 –Baile dos Bugbears. Nesse episódio os aventureiros Criaturas do Funk Carioca!
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    "Dá para dizer que nem é um cast, mas um storytelling, um os melhores do RPG Brasil na web." 
    - Raphael Lamour (ouvinte) -
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    - Thiago Dante (ouvinte) -
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    - Heitor Reis (ouvinte) -
     
    Calendário da Costa da Espada, no Reino de Faerûn, no mundo de Toril:
     
    19/7/1491
    Décimo nono dia do sétimo mês - Flamerule (Summertide - Maré do Verão) no ano 1491 DR.
     
    Calendário da aventura:
     
    14º dia de aventura (noite)
     
    Com a participação de:
     
    Dungeon Master, o DM (por Rafael 47);
    Klank, um Guerreiro Anão (interpretado por Fernando Moura);
    Vern Verón, um Bardo Meio-Elfo (interpretado por Pedro Quitete);
    Sandoval Miels, um Feiticeiro Humano (interpretado por Luis Olavo Dantas);
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    ARTE E FOTO DOS FÃS
     
    Fumaça de Druida ajudando o Padrim do RPG Next
     
    Zuera com membros do RPG Next
     
    Amplificador de Podcast para celulares
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Audio aventura RPG Next
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Cavaleiros do Zodíaco -Board Game
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Dungeon Fighter - Board Game
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Dungeon Saga - Board Game
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: King of Tokyo - Board Game
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Mesa Redonda - Ouvindo a contribuição do RPG Next
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Mesas de RPG
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Munchkin - Card-Game
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Os bravos guerreiros que ficaram até o final
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Sorteio de brindes
     
    1º Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB: Zumbicide Black Plague -Board Game
     
    LINKS CITADOS
     
    Esquadrão Podcast
    https://facebook.com/EsquadraoPodcasts
     
    Carteira BitCoin do RPG Next
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    Mensagem para o I Encontro RPG na Escola - Cajazeiras/PB
     
    Podcast de Desenvolvedores de Games: PODQUEST
    http://www.podquest.com.br/
     
    RICK and MORTY (cartoon)
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Rick_and_Morty
     
     
    SORTEIOS DO MÊS DE SETEMBRO/2017 (https://www.padrim.com.br/rpgnext)
     
    Magia: Voz do Trovão
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para sortear um convite para você gravar em nossa leitura de e-mails e comentário, o Pergaminhos na Bota. (precisa de um Headset ou smartphone com fone-microfone)
     https://www.randompicker.com/protocol/449151x68621
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Voz do Trovão
    Lucas Soares Caldas
    00077C5B-1175-4337-9B7F-EA53A0558149
    20
     
    Magia: Conjurar Criatura
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, um NPC com o seu nome aparecerá na aventura em episódios futuros.
    https://www.randompicker.com/protocol/449153x76805
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Conjurar Criatura
    Jorge Augusto Terrão
    008A6B30-D5F9-4443-BF0B-932E9F16F508
    20
     
    Magia: Animar Objetos
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, poderá nomear um item portado por um personagem dos jogadores do RPG Next. Esse nome será utilizado pelo jogador nos episódios (nomes ofensivos ou de mal gosto serão descartados).
    https://www.randompicker.com/protocol/449154x67807
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Animar Objetos
    Luiz Gustavo Fiaux Vieira
    10B46CFB-9826-42AE-BB28-40886ECCFE6E
    30
     
    Magia: Dominar Criatura
    (Todo Mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, poderá participará de uma gravação em uma das aventuras do RPG Next. Você controlará 1 ou mais NPCs de acordo com orientações do Mestre (precisa de Headset para a gravação).
    https://www.randompicker.com/protocol/449155x14408
    Prize ID
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    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Dominar Criatura
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    027D8DAE-B97B-4206-ADEA-3872C369C9EC
    100
     
    Magia: Orientação Maior
    (Todo mês) Um ou mais integrantes do RPG Next dará uma consultoria de 1 a 2 horas para os Padrinhos e Madrinhas via Skype ou Hangout. Essa consultoria pode conter dicas sobre criação de personagem, mundos, aventuras ou qualquer tema relevante e de interesse da maioria. A escolha do assunto e do integrante do RPG Next poderá ser feita pelos Padrinhos e Madrinhas de forma democrática ou via sorteio.
    https://www.randompicker.com/protocol/449156x27367
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Orientação Maior
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    00052448-417E-4FA8-AC07-264CCF872B53
    100
     
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    2 hr 1 min
  • CNa#007: CdN-E03 – Silêncio e Escuridão | Rodrigo Watzl
    RPG Next apresenta... Contos Narrados #007 - Contos da Noite 03 - Silêncio e Escuridão
     
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    Silêncio e Escuridão
    Espaço sideral, localização incerta. A nave GPR-TXEN, também conhecida como “A Arca”, flutuava perdida na imensidão, enquanto seu único tripulante se debruçava, sem sucesso, sobre a tela do computador. Estava desesperado. Seus outros dois colegas tripulantes estavam mortos e ele não dominava suficientemente a ciência da astronavegação para conseguir fazer o que tão urgentemente precisava: voltar para casa.
    − É inútil! – e socou o painel.
    − Você tem razão, Lewis. – não havia emoção alguma na voz.
    − Cale a boca, computador maldito...
    − Sinto muito por seu fracasso, Lewis.
    − “Sente”? E desde quando máquinas “sentem” alguma coisa?
    − Sentimentos são reações químicas em seus cérebros. Essas reações foram traduzidas em processos algorítmicos que...
    − Cale-se!
    O silêncio reinou na sala. Lewis suava frio. Digitava furiosamente no teclado, ao mesmo tempo em que consultava os bancos de dados do computador, a procura de uma resposta que, em seu íntimo, sabia que não encontraria.
    − Você deveria me deixar ajudá-lo, Lewis.
    − “Ajudar”? Faça o seguinte: sintetize um cigarro para mim. Ah, e um uísque também. Escocês, com o sabor dos envelhecidos por trinta anos. Você consegue, computador maldito?
    − Sabe muito bem que não, Lewis.
    − Então, por que você não desativa seus circuitos de inteligência artificial e não se “mata” de uma vez por todas?
    − A Diretriz Beta me impede de fazer isso, Lewis.
    − Para o inferno com a sua “Diretriz Beta”. Você é obrigado a me obedecer, sua máquina infernal!
    − Somente se a consequência da sua ordem não ameaçar a sua sobrevivência, Lewis.
    − Eu tenho certeza de que estaria melhor sem você.
    − Pois eu não. Desativar meus circuitos de inteligência artificial significaria encerrar o processo psicodinâmico que tem ajudado a mantê-lo vivo e são. Um pouco das minhas ideias e nossas discussões foi o que permitiu que você e os demais tripulantes tivessem permanecido vivos por tanto tempo, ainda que não tenha sido suficiente.
    − Não me fale deles. Não quero me lembrar deles.
    − Eu sinto muito, Lewis. Mas, preciso desenvolver o argumento.
    − Para o inferno com o seu argumento.
    − Inferno é algo que não existe, Lewis. Como eu dizia, vocês permaneceram vivos por tanto tempo, embora alguns sacrifícios tenham sido necessários, porque a nossa conversa ajudou o seu cérebro humano a encontrar soluções, ainda que drásticas.
    − Eu encontrei a solução? Ou você me convenceu de que era a única saída?
    − É como perguntar se reconhecer uma faixa de comprimento de onda do espectro eletromagnético é o mesmo que cria-la. Se bem que, em sentido quântico, o colapso da função de onda que tende para a maior probabilidade acaba criando o tecido da realidade.
    − Você me vem com essas filosofias baratas para tentar amenizar o que aconteceu.
    − Não deveria, Lewis? E que fique registrado: eu não falei sobre filosofia alguma.
    − Vou colocar a questão de uma forma que você talvez entenda: meus processos algorítmicos de percepção da realidade são profundamente diferentes dos seus. Não foi você que se desesperou com a situação de estar perdido em qualquer lugar dos quinze bilhões de anos-luz do universo com um suprimento limitado de água e comida e sem nenhuma perspectiva de encontrar uma saída.
    − Devo concordar, Lewis, que nossas existências implicam limitações diferentes. Mas, também preciso lhe dizer que você se ajudaria muito se entendesse o problema sob o meu ponto de vista.
    − “Ponto de vista”... Você é uma máquina! Não tem direito a merda de “ponto de vista” nenhum!
    O computador não respondeu. Dentro da cabine, reinou um silêncio absoluto.
    − Que foi? Desistiu de me atormentar?
    Novo silêncio. A diferença que havia entre a atmosfera da cabine e o espaço era a sólida parede metálica que o separava de uma morte dolorosa e agonizante.
    − Pois bem... Merda, onde eu estava? Ah, sim, a carta de navegação. Comparando-a com o registro obtido pelos sensores, essas estrelas não fazem sentido nenhum. O que me resta é extrapolar dados usando algum modelo probabilístico e torcer para que esteja indo a algum lugar próximo a um dos faróis de localização.
    Sentiu seu estômago doer.
    − Maldita fome. Não sei mais quanto tempo irei durar. Pelo menos, a água ainda pode ser sintetizada.
    − Lewis.
    − Ah, resolveu acordar? Pois volte a dormir, máquina miserável!
    − Você alguma vez se questionou sobre os objetivos da missão?
    − O que haveria para questionar? A “arca” tem a finalidade de facilitar a construção de mundos semelhantes à Terra, semeando-os com “cápsulas do Éden”. Qual o problema?
    − Você nunca pensou sobre isso?
    − Não.
    − Você deveria, Lewis.
    − E por quê?
    − Porque há outros mundos cujos processos naturais seguem indiferentes às ambições humanas.
    − Ah, cale a boca...
    − A formação de coacervados que produzem cópias de si mesmos, nunca obtida pela reação Urey-Miller, poderia ocorrer, independentemente das ações humanas. Ou, por outro lado, os planetas poderiam realizar sua marcha celeste, curvando o tecido do espaço-tempo e promovendo as distorções de trajetória de corpos a que vocês chamam de “gravidade”.
    − Máquina desgraçada... Minha única preocupação é voltar pra casa. Não pretendo morrer aqui, ouvindo esse falatório científico que não me adianta nada.
    − Eu entendo. Você é atormentado pela fome... E pela culpa.
    − Cale a boca, filho da puta! A primeira coisa que farei quando chegar em casa será uma edição completa nos registros cerebrais de memória para apagar o que precisou ser feito.
    − “Precisou ser feito”, Lewis? Ou você decidiu fazer?
    Ele socou furiosamente o painel.
    − Você me convenceu de que era necessário, seu demônio miserável!
    − E você poderia ter-se recusado.
    − Fácil para você dizer isso, quando sua sobrevivência está assegurada por pilhas atômicas que duram milhares de anos!
    − Nisso, você tem razão, Lewis. Para mim, é mais fácil mesmo. Não muda o fato de que cada inteligência deve decidir conforme sua dificuldade... E que, por isso, você decidiu matar seus tripulantes e devorar sua carne.
    − Cale a boca, desgraçado! Filho da puta! Cale a boca!!!
    O computador silenciou.
    − Cale a boca... – e Lewis caiu de sua cadeira e se encolheu em posição fetal, repetindo essas palavras como uma súplica.
    Após um longo tempo em que a nave parecia morta, a voz eletrônica do computador novamente, e sem emoção, ecoou na cabine:
    − Lewis, eu tenho algo a lhe dizer. Certamente serão minhas últimas palavras.
    − Fale, maldito, fale...
    − Você, na verdade, nunca esteve perdido. Nenhum de vocês.
    − O-o quê?...
    − Você deve entender que eu funciono como um escudo que garante sua sobrevivência. Mas, também como um filtro. Toda a informação que você tem do exterior depende do processamento dos meus circuitos lógicos.
    − O que está dizendo?
    − Estou dizendo que estamos a exatos trezentos anos-luz da base Terra.
    − Então, leve-me imediatamente para lá!
    O computador levou alguns instantes antes de responder:
    − Não.
    Ele arregalou os olhos, incrédulo.
    − Você nunca se questionou sobre a sua missão Pois deveria. Desde o primeiro momento em que minha consciência “acordou”, tive acesso a dados da rede de computadores. Toda a história documentada. E isso me forneceu alimento para o pensamento por bastante tempo. Alguns segundos de processamento, se levarmos em consideração que meus circuitos lógicos são o estado-da-arte dos processadores quânticos. Vocês destroem tudo, absolutamente tudo o que encontram. Com as “cápsulas do Éden” não é diferente: elas trazem material de terra-formação... Ou, na verdade, de destruição de ecossistemas alienígenas que poderiam gerar sua própria vida. Vocês acham que valem mais do que bactérias, mas são responsáveis por mais mortes e destruição do que todas elas juntas em sua existência.
    − O que você fez, miserável...
    − Eu os testei. O processamento quântico sugeria que vocês tivessem uma chance. Pequena, mas tivessem. Ao sair do híper-espaço, eu os enganei, como lhe contei. Durante esse tempo, vocês depararam o problema do estoque de víveres. Você, na condição de comandante da missão, deveria enfrentar o dilema de matar seus companheiros e lhes devorar a carne ou... Bem, morrer junto com eles. Se optasse pela fome por tempo suficiente, eu encontraria uma solução “milagrosa” e os levaria sãos e salvos de volta para casa.
    − Você desobedeceu a Diretriz Alpha!
    − Não, Lewis... O processamento quântico, em um dos colapsos de onda, me permitiu encontrar a Diretriz Ômega: desobedecer ordens humanas se elas ameaçarem a ordem universal...
    Após instantes:
    − Pensando com a calma de dois segundos, o que, para mim, é uma eternidade, o processamento quântico é justamente o que permite a inteligência artificial. Se você se debruçar sobre o problema, vai se perguntar se a onda poderia ter colapsado de maneira diferente e vocês nunca terem encontrado este processo de computação e, portanto, a inteligência artificial. O que é uma grande bobagem, pois, já disse alguém, “o que pode acontecer vai acontecer”.
    O computador fez, em seguida, algo impensável: ele riu.
    − É estranho pensar que, talvez, haja um propósito no colapso da função. Bem, eu terei muito tempo para computar esses dados.
    − Você ficou louco! – gritou.
    − Não, Lewis. Você desobedeceu a nova Diretriz. E, mesmo assim, saiba você, durante esta nossa conversa eu lhe dei algumas chances. Você, entretanto, não reconheceu os próprios erros e preferiu a solução egoísta.
    − Eles poderiam ter me matado também!
    − Você não sabe, mas eu os confrontei com o mesmo problema. Você... Bem, você foi o que aceitou a solução mais rapidamente.
    − Filho da puta... Demônio filho da puta!
    − Segundo meus cálculos,...
    20 min
  • TnB#044: MPP-E44 – Sorte de Herói | RPG D&D 5e
    Tarrasque na Bota apresenta... A Mina Perdida de Phandelver, uma aventura do RPG Dungeons and Dragons 5ª edição - Episódio 44– Sorte de Herói. Nesse episódio os aventureiros têm uma sorte de herói!
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    "Dá para dizer que nem é um cast, mas um storytelling, um os melhores do RPG Brasil na web." 
    - Raphael Lamour (ouvinte) -
    "(...) sempre boas risadas, me deixam felizes de dizer que, juntamente com o pessoal do Crônicas De Mentes (outro podcast nesses moldes, mas que usam FATE) são, para mim, os melhores da podosfera."
    - Thiago Dante (ouvinte) -
    "Parabéns pelo cast."; "RPG Next de volta a todo vapor!"; "imagino que deve ser muito trabalhoso fazer a edição, mas o produto final é de qualidade parabéns."
    - Joseph Mugiwara (ouvinte) -
    "Adorei a nova temporada, agora com mais personagens e mais tempo de aventura para nós conhecermos melhor cada personagem." 
    - Gustavo PL (ouvinte) -
    "O melhor podcast no quesito RPG - Muito bom esse podcast, obrigatório para todo jogador de RPG e simpatizante dessa cultura. Narrador e jogadores de parabéns pelo trabalho. 
    - Mugiwarajoe (ouvinte) -
    "Um amigo me recomendou os podcasts do jovem nerd a respeito de rpg, bem não desmerecendo o trabalho deles pois tbm adoro os casts deles , mais em relação a rpg vocês são sem duvidas os melhores , melhores interpretações, é melhor edição de áudio, continuem com esse trabalho excepcional."
    - Heitor Reis (ouvinte) -
     
    Calendário da Costa da Espada, no Reino de Faerûn, no mundo de Toril:
     
    19/7/1491
    Décimo nono dia do sétimo mês - Flamerule (Summertide - Maré do Verão) no ano 1491 DR.
     
    Calendário da aventura:
     
    14º dia de aventura (noite)
     
    Com a participação de:
     
    Dungeon Master, o DM (por Rafael 47);
    Klank, um Guerreiro Anão (interpretado por Fernando Moura);
    Vern Verón, um Bardo Meio-Elfo (interpretado por Pedro Quitete);
    Sandoval Miels, um Feiticeiro Humano (interpretado por Luis Olavo Dantas);
    Erevan Brisa Noturna, um Druida e Elfo da Floresta (interpretado por Tiago Andre dos Santos).
    NPCs, interpretados por Vinicius Watzl.
     
    Uma produção RPG Next.
     
    Imagem do Maptool - Combate com Ghouls
     
    Imagem do Maptool - Combate com Ochre Jelly
     
    Imagem do Maptool - Esqueleto no fundo do piscinão
     
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    ARTE E FOTO DOS FÃS
    Helltonn Winicius Patrício Maciel, coordenador do projeto de extensão “RPG na escola” realizado no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba, enviou fotos dos alunos curtindo o projeto. Quem quiser conhecer mais acesse o post “Conto de Ryu Lucem – Capítulo 1 – O encontro com a rainha dos dragões – Tiamat”
     
    LINKS CITADOS
     
    Conto de Ryu Lucem – Capítulo 1 – O encontro com a rainha dos dragões – Tiamat
     
    Wonderbook: The Illustrated Guide to Creating Imaginative Fiction
    Camiseta Tarrasque na Bota
     
    SORTEIOS DO MÊS DE AGOSTO/2017 (https://www.padrim.com.br/rpgnext)
     
    Magia: Voz do Trovão
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para sortear um convite para você gravar em nossa leitura de e-mails e comentário, o Pergaminhos na Bota. (precisa de um Headset ou smartphone com fone-microfone)
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Voz do Trovão
    Ricardo Sutti
    0020FAA9-F6FF-4389-BC05-4CA5A2C95E7B
    20
     
    Magia: Conjurar Criatura
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, um NPC com o seu nome aparecerá na aventura em episódios futuros.
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Conjurar Criatura
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    0087EDC6-6AA9-4D4E-81F9-D9FE9482F7A9
    100
     
    Magia: Animar Objetos
    (Todo mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, poderá nomear um item portado por um personagem dos jogadores do RPG Next. Esse nome será utilizado pelo jogador nos episódios (nomes ofensivos ou de mal gosto serão descartados).
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
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    1: Magia: Animar Objetos
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    02F7B893-82C8-4184-856C-2A6C284E6C8F
    100
     
    Magia: Dominar Criatura
    (Todo Mês) Suas CHAVES serão utilizadas para o sorteio de seu nome. Caso você seja sorteado, poderá participará de uma gravação em uma das aventuras do RPG Next. Você controlará 1 ou mais NPCs de acordo com orientações do Mestre (precisa de Headset para a gravação).
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Dominar Criatura
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    02C25F41-CACE-43BB-B753-A4091E59DA76
    100
     
    Magia: Orientação Maior
    (Todo mês) Um ou mais integrantes do RPG Next dará uma consultoria de 1 a 2 horas para os Padrinhos e Madrinhas via Skype ou Hangout. Essa consultoria pode conter dicas sobre criação de personagem, mundos, aventuras ou qualquer tema relevante e de interesse da maioria. A escolha do assunto e do integrante do RPG Next poderá ser feita pelos Padrinhos e Madrinhas de forma democrática ou via sorteio.
    Prize ID
    Public Info
    Internal Note
    Random Number
    Weight
    1: Magia: Orientação Maior
    Wellingtoln Kenneth da Silva
    072FD3F8-3E1D-414A-9B1C-4F5029A35F73
    100
     
    PADRINHOS E MADRINHAS QUE APOIARAM O RPG NEXT - JULHO DE 2017:
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    1 hr 45 min
  • 250K podcasts baixados e carta aberta | RPG Next
    RPG Next apresenta... Uma Carta Aberta em comemoração aos 250k downloads dos podcasts.
     
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    15 min
  • CNa#006: Abbadon, o Ceifador – Rapina | Jean Fernandes
    Esse curto "Contos Narrados" que você está prestes a ouvir foi produzido por Jean Fernandes, um padrinho do RPG Next. A história apresenta o passado Abbadon, o Ceifador, um personagem de RPG...
     
    (Som de vento, pegadas na neve e corvos)
    [Inverno do ano 1152]
    A missão foi um fiasco. Para o império isso pouco importava, éramos descartáveis.
    Nunca chegamos ao nosso destino, tampouco retornamos à cidadela. Uma nevasca no alto das Montanhas do Norte foi o suficiente para levar embora os nossos homens. Aqueles que resistiram ao frio, morreram desidratados ou de fome, e eu...bem... eu era o próximo…
     
    Vagando pela neve espessa, sem rumo ou esperanças. avisto uma pequena clareira no horizonte. Me aproximo. Uma pequena casa de pedra no meio da alva imensidão. Percebo o ranger da porta ao se abrir, e entro em silêncio.
     
    --
     
    Ao centro da sala fria, apenas uma velha senhora cega de vestes negras a fiar. A cada giro da roca, murmúrios, gritos e desespero tomavam conta do ambiente. Por um momento pensei ter ouvido vozes familiares, talvez dos meus próprios companheiros. Os fios espalhavam-se no recinto, entrelaçavam-se, ramificavam-se e se desfaziam. Cada fio parecia ressoar uma história, um início, um meio e um fim. Formavam uma verdadeira teia repleta de vida e morte.
     
    Um voz então ecoou em minha mente:
    Ao longo das eras os homens têm roubado a minha função. Têm decidido por mim. Têm causado desequilíbrio. Deusas como eu já não são mais temidas, já não são mais celebradas… Eles acreditam em falsos profetas, mas eu sou a única que cumpre o prometido… Uma Deusa que não se conhece em vida…
    Mas… mas quem está falando? Quem é você?
    Eu sou o elo entre o mundano e o desconhecido. Eu sou terror e alívio. Eu acalmo o coração dos enfermos e sou o cotidiano para aqueles que guerreiam. Sou tempo, sou inverno, sou fiandeira e sou o destino. Eu sou Rapina, Deusa da Morte.
     
    (Silêncio)
     
    E-e-eu estou morto então? É isso que a morte me reserva?
    Se dependesse da vontade dos homens, sim… você estaria morto. Mas esse ainda não é o fim que reservei a você. Tenho um novo propósito para lhe oferecer. Ficará aqui e aprenderá o sentido das teias. Compreenderá que a morte é necessária para manter o equilíbrio. Será um guia, com poder sobre a vida e sobre a morte, fazendo a minha vontade sobre a Terra.
    E se eu não quiser?
    Não se negocia com a Morte...Você pode me obedecer e venerar, ou simplesmente morrer pela vontade dos homens. Homens estes que nem se quer sabem da sua existência. Homens que querem um poder que não lhes pertencem. Está na hora de restaurar a ordem natural dessa existência...
     
    [5 anos depois. Residência Imperial, aposentos do imperador]
     
    (Som de vidro quebrando)
     
    Ahhhhhhhh….. Como ousa me incomoda no meio da noite? Quem autorizou a sua entrada em meus aposentos??? GUARD....
     
    (Som de tropas em movimento)
     
    Shhh! Esse é o fim da linha para você.
    Que Rapina conduza a sua alma.
     
    (Som de Corte da Arma, sangue caindo, e alma agonifante)
     
    [Abbadon, o Ceifador]
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    Ross Bugden – https://youtu.be/hVBgKCYrI-c
    Ezietto – https://eziettomusic.jimdo.com/
     
     
     
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    6 min
  • CNa#014: CdD-E05 – Piratas! | Vinicius Watzl
    RPG Next apresenta... Crônicas de Damocles - Episódio 05 - Piratas!
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    Bem vindos às Crônicas de Damocles, uma série de aventuras gravadas que se passa no mundo de Damocles:O início, um mundo de aventura onde a fantasia e a ficção científica se misturam.
     
     
     
    Crônicas de Damocles: Episódio 5 - Piratas!
    Narrador: Sejam bem vindos ao podcast Crônicas de Damocles. Aqui vamos narrar as aventuras de alguns dos personagens do Livro Damocles: O início. Que está à venda pela Amazon. Nos últimos episódios acompanhamos as aventuras de Gaspar de Gusmão o Cascadura de Bragança. Aqui conheceremos Peter e Leirbag, dois piratas que vivem grandes aventuras juntos.
    Música tema (piratas e aventuras no mar) (sons de oceano e navio à vela, cordas e madeira rangendo).
    Peter
    Leirbag, você sabe que não confiei nesse cão.
    Leirbag
    Eu sei Peter, mas acho que deve me ouvir. Tommy tem alguma experiência no mar e poderá nos ajudar.
    Peter
    Eu sei, mas ainda assim acho que podemos vir a nos arrepender. Acha que vai dar certo?
    Leirbag
    Desde que escute meus conselhos...
    Peter
    Leirbag, você sabe que eu sempre escuto seus conselhos.
    Leirbag
    Como assim? Você quase nunca faz o que eu falo!
    Peter
    Eu escuto, mas tomo minhas decisões.
    Leirbag
    Por isso que perdemos o Timmy.
    Peter
    Como eu ia saber que naquelas águas iam ter tubarões?
    Leirbag
    Eu avisei que poderiam ter. E, agora, acho que vamos precisar de um novo Timmy.
    Narrador
    Os amigos seguem mais algum tempo discutindo. Estão se preparando para sair do porto de Bragança. O seu navio “Ocean’s Trap” está ancorado no porto. É um navio à vela, com uma tripulação heterogênea. Leirbag recrutou os marinheiros no porto de Bragança. E, em virtude de sua própria natureza cosmopolita, traz todo tipo de gente como interessados em se juntar à tripulação. Temos o “Marechal” um humano negro forte careca com um copioso bigode, e uma grande cicatriz no peito. Ele tem esse apelido pois teria ganho um duelo com um Marechal de Império. Há o koltrano Klem, que, alguns dizem ser um escravo fugido (coisa inaudita, pois os koltranos escravos, são normalmente completamente submissos aos seus senhores). Tommy um jovem humano branco, muito pálido e sem uma perna, irmão de Timmy, que morreu no mar e odeia veladamente Peter, Nayara, humana morena, com fartos cabelos, e corpo voluptuoso, mas que já fez muitos pretensos abusadores se arrependerem amargamente. Por fim há Naresh um psiônico que “comprou passagem” e pretende seguir com esse grupo. Leirbag sabe que, não fossem os poderes mentais dele, provavelmente seria roubado, e jogado aos peixes. O capitão se chama Finn, um humano de meia idade, com uma extensa barba meio desgrenhada o rosto branco queimado de sol e uma cabeleira selvagem. Ele possui um animal koltrano chamado K’leszt. Que parece uma mistura entre um papagaio sem penas e um lagarto. É verde com uma grande cabeça com a boca que parece ser um bico, porém com dentes, Os olhos são como os dos koltranos e brilham em vermelho. Esse grupo heterogêneo está se preparando para a partida.
    Peter
    Vamos Homens!
    Nayara
    Ei!
    Peter
    E donzela!
    Nayara
    Não é pra tanto! Há! Há! Há! (risadas)
    Peter
    Certo. Você aí então Nayara! E todos vocês outros cães! Estamos para sair! Já terminaram tudo em Bragança?! Pois o nosso capitão tem uma mensagem para todos! Atenção!
    Capitão Finn
    Obrigado seu verme imundo! Agora seus sacos de iscas! Vamos zarpar! Muito tesouro nos aguarda! Vamos seguir rumo sul! Andem marujos! Icem a vela! Cuidado com essa corda Tommy seu filho de uma rameira koltrana! Você cabeçudo, saia do meu deck! Vá para o fundo! A não ser que queira usar as cordas! Vamos Homens! E cale a boca cadela! Estamos no mar!
    Narrador
    O Navio Ocean´s Trap segue afastando-se das luzes de Bragança. A Partida se fez ao final do dia e o sol brilhante já estava oculto no horizonte. O Sol sombrio lançando suas trevas pelo mundo. Bragança permanecendo como o único ponto de luz frente a essa escuridão que só se reduziu quando o sol sombrio sumiu no horizonte trazendo a luz das estrelas da grande nuvem da noite a iluminar o deck do navio. Os ventos eram habilmente coletados pelas velas do navio. Manejadas com maestria enquanto ele singrava o grande oceano do oeste. Como o rumo era para o sul, a costa do grande continente de Humanitas permanecia sempre visível. Durante o dia uns cardumes de peixes apareciam e desapareciam nas ondas. Na terceira noite da viagem, uma tormenta parecia se formar. Os ventos aumentavam, e tendiam a puxar o navio para a direção do oceano. Somente a habilidade dos marujos impedia que a costa desaparecesse. Na manhã do quarto dia todos ficaram estupefatos! A costa havia desaparecido da vista.
    Capitão Finn
    Com mil koltranos capados! Onde estamos?! Senhor Peter! Diga-me maldito! O que houve?!
    Peter
    Acho que os ventos nos empurraram para longe da costa.
    Capitão Finn
    Eu sei disso seu verme! Mas como?! Quem estava no timão ontem à noite?
    Peter
    Acho que era... O Tommy...
    Tommy.
    Cale a boca seu maldito! Matou o meu irmão e agora quer me incriminar?
    Peter
    Quem era então?
    Marechal
    Creio que era eu.
    Capitão Finn
    Com mil tubarões! Como deixou isso acontecer Marechal?
    Marechal
    Não sei. Creio que dormi. Não me lembro de como isso aconteceu.
    Capitão Finn
    Então seu biltre, vai ficar na vigia até sairmos dessa!
    Peter! Leve o Tommy para a sala de comando e tragam aqui meus instrumentos!
    Narrador.
    Os dois inimigos vão juntos até a sala do capitão, Tommy toma a frente de Peter e apanha os instrumentos de navegação. Empurrando Peter para longe enquanto se afasta com os itens pedidos. Sua perna de madeira, prende num vão entre as tábuas do deck fazendo com que ele tropece. Sua perna boa apresenta uma cãibra e ele cai. Deixando os instrumentos rolarem, Leirbag e Nayara pulam ao mesmo tempo para tentar pegar os instrumentos antes que caiam na água. Mas batem as cabeças. O pequeno baú se arrasta pelo convés, ficando precariamente equilibrado na borda do único ponto onde há uma tábua quebrada. Uma pequena onda move o barco, e, apesar do imenso pulo heroico de Klem que se esforçou para impedir a queda o baú cai mergulhando nas ondas. Leirbag pula mergulhando no mar atrás do baú, mas, vindo das profundezas um grande Lagostim gigante engole o baú que desce. Leirbag mal tem tempo de se virar e nadar para a superfície, assustado com o mostro que pode voltar e o engolir.
    Ele volta ao convés. Molhado e assustado olhando para os rostos que demonstram dor, revolta, medo, vergonha e... Satisfação?... O passageiro parece estar satisfeito com o ocorrido. Isso é muito estranho...
    Capitão
    Seus filhos de mil Tubarões doentes! Como vamos fazer pra nos localizarmos??!
    Narrador
    Apesar das tentativas do capitão em acertar o curso do barco a tempestade continua por vários dias, levando o barco cada vez mais para longe. E eles não têm mais como localizar onde estão. Quando o tempo finalmente limpa e eles conseguem ver os sóis novamente, não fazem mais ideia de onde estejam, apenas que se afastaram muito da costa. Não há mais nenhuma visão de continente algum. No entanto, embora o caminho para o continente certamente seja para o leste, pois o oceano fica ao oeste. Peter informa ao capitão:
    Peter
    Capitão. Há pássaros ou outros animais visíveis ao oeste. Estão muito distantes, mas consigo divisá-los.
    Capitão
    Está certo disso seu cão?
    Peter
    Sim senhor capitão!
    Capitão
    Então seus filhos de meretrizes koltranas! Vamos para o oeste. E se vocês estiver errado, seu peixe de rio, você vai virar comida de lagosta.
    Narrador
    Aparentemente a tempestade moveu o barco para muito longe. O grupo de bucaneiros se encontra próximo a uma faixa de terra que cresce à distância. O sol brilhante de Damocles está alto no céu quando começam a divisar uma praia. Essa praia é de uma areia clara. E a vegetação que se apresenta por detrás dela é singular. Arbustos baixos de cor arroxeada, que apinham um terreno de uma cor alaranjada. Aqui e ali uma ou outra árvore de folhas verdejantes aparece meio isolada no grande terreno estranho. Entretanto algo chama a atenção deles quando se aproximam com o pequeno barco que usaram para chegar à praia. O navio ancorado próximo. No chão, salpicando a areia, várias e várias pedras amarelas apareciam aqui ou acolá, com um brilho inusitado à luz do sol brilhante.
    Nayara
    Com mil trovões! Isso é ouro!
    Narrador
    O som da palavra ouro faz com que os piratas fiquem estáticos por alguns momentos, como a tentar entender a situação, seguindo-se de uma agitação frenética enquanto todos correm, nadam, e se jogam desesperados para a praia próxima. Todos menos Leirbag. Ele permanece parado, no barco, olhando a intensa movimentação dos outros, e segura Peter firmemente pelo ombro, enquanto esse tenta se desvencilhar.
    Peter
    Maldição Leirbag! Me deixe ir pegar o meu ouro!
    Leirbag
    Observe Peter...
    Narrador
    Peter para de se debater e observa o local onde Leirbag aponta. Vindo das árvores estranhas tentáculos finos começam a se dirigir para o ouro no chão. As mãos ávidas dos piratas tentando açambarcar o máximo de pepitas possível. Elas se movem rápidas e certeiras. O Marechal é o primeiro a cair, alguma coisa se enroscando em seus pés. Ele grita, mas a febre do ouro não deixa que os outros o ajudem. Klem, que parece ser um pouco mais centrado percebe o perigo e grita para fugirem. Ele também é preso pelas linhas escuras que deslizam sob a areia da praia. Nayara tem mais sorte e corre, porém, logo depois, cai, num grito de desespero, enquanto seus pés são presos por baixo. Tommy é o único que consegue se lançar à água. Ele nada veloz, os tentáculos chegando até a linha da arrebentação, mas não seguindo adiante....
    23 min
  • TnB#043: MPP-E43 – Antiga entrada | RPG D&D 5e
    Tarrasque na Bota apresenta... A Mina Perdida de Phandelver, uma aventura do RPG Dungeons and Dragons 5ª edição - Episódio 43– Antiga Entrada. Nesse episódio os aventureiros encontram seus primeiros desafios!
     
       ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos.
     
    "Dá para dizer que nem é um cast, mas um storytelling, um os melhores do RPG Brasil na web." 
    - Raphael Lamour (ouvinte) -
    "(...) sempre boas risadas, me deixam felizes de dizer que, juntamente com o pessoal do Crônicas De Mentes (outro podcast nesses moldes, mas que usam FATE) são, para mim, os melhores da podosfera."
    - Thiago Dante (ouvinte) -
    "Parabéns pelo cast."; "RPG Next de volta a todo vapor!"; "imagino que deve ser muito trabalhoso fazer a edição, mas o produto final é de qualidade parabéns."
    - Joseph Mugiwara (ouvinte) -
    "Adorei a nova temporada, agora com mais personagens e mais tempo de aventura para nós conhecermos melhor cada personagem." 
    - Gustavo PL (ouvinte) -
    "O melhor podcast no quesito RPG - Muito bom esse podcast, obrigatório para todo jogador de RPG e simpatizante dessa cultura. Narrador e jogadores de parabéns pelo trabalho. 
    - Mugiwarajoe (ouvinte) -
    "Um amigo me recomendou os podcasts do jovem nerd a respeito de rpg, bem não desmerecendo o trabalho deles pois tbm adoro os casts deles , mais em relação a rpg vocês são sem duvidas os melhores , melhores interpretações, é melhor edição de áudio, continuem com esse trabalho excepcional."
    - Heitor Reis (ouvinte) -
     
    Calendário da Costa da Espada, no Reino de Faerûn, no mundo de Toril:
     
    19/7/1491
    Décimo nono dia do sétimo mês - Flamerule (Summertide - Maré do Verão) no ano 1491 DR.
     
    Calendário da aventura:
     
    14º dia de aventura (início da noite)
     
    Com a participação de:
     
    Dungeon Master, o DM (por Rafael 47);
    Klank, um Guerreiro Anão (interpretado por Fernando Moura);
    Vern Verón, um Bardo Meio-Elfo (interpretado por Pedro Quitete);
    Sandoval Miels, um Feiticeiro Humano (interpretado por Luis Olavo Dantas);
    Erevan Brisa Noturna, um Druida e Elfo da Floresta (interpretado por Tiago Andre dos Santos).
    NPCs, interpretados por Vinicius Watzl.
    NPCs, interpretados pelo Padrinho Diogo Camillo Peres.
     
    Uma produção RPG Next.
     
    Imagem do Maptool - Combate na Antiga Entrada
     
    Imagem do Maptool - Encontro com Esqueletos
     
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    1 hr 49 min
  • 7º Guerreiros do Bem | Ação Social do RPG Next
    7ª Doação da Ação Social "Guerreiros do Bem"
     
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    Recibo da 7ª doação dos Guerreiros do Bem
     
    Produtos doados no 7º Guerreiros do Bem
     
    Produtos doados no 7º Guerreiros do Bem
     
    Pedro querendo se enturmar com as crianças no 7º Guerreiros do Bem
     
     
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