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Neste episódio, o Dr. Pedro Pedro apresenta o conceito de Treat-to-Target na osteoporose, destacando como a definição de metas mensuráveis — como o T-score — pode orientar o tratamento e melhorar os desfechos clínicos. O autor discute a personalização da terapia e a importância da monitorização contínua para ajustes estratégicos ao longo do acompanhamento. Ele reforça ainda a importância da monitorização rigorosa e dos ajustes terapêuticos diante de respostas parciais ou falhas.
Neste episódio, o Dr. Pedro Pedro discute a evolução da avaliação do risco na osteoporose, que vai além da densitometria isolada para uma abordagem multidimensional. O conteúdo aborda a estratificação de risco, a escolha entre terapias antirreabsortivas e anabólicas e o conceito de Treat-to-Target para orientar metas terapêuticas no manejo da doença.
Neste episódio, Juliana Murad Faria, Maria Beatriz da Silva Cavadas e Diogo Souza Domiciano discutem a avaliação multifatorial do risco de fraturas e as atualizações de 2025 do FRAX Brasil, baseadas em dados do estudo BRAVO. O conteúdo apresenta os novos critérios de estratificação e um guia prático para aplicação na rotina clínica.
O artigo, desenvolvido pelos especialistas Eduardo Magalhães, Laurie Kumano e Daniella Baltadakis, estabelece as diretrizes fundamentais para a reabilitação e o manejo não farmacológico das espondiloartrites. O objetivo central é demonstrar que o exercício físico deve ser protagonista no tratamento, sendo essencial para preservar a mobilidade, reduzir a fadiga e garantir a saúde cardiovascular do paciente.
O artigo examina a evolução indissociável entre os métodos de imagem e o avanço no diagnóstico das espondiloartrites axiais. A análise busca demonstrar como a ressonância magnética de sacroilíacas transformou a abordagem clínica ao permitir a identificação de lesões precoces, ao mesmo tempo em que exige do reumatologista uma interpretação contextualizada para evitar falsos positivos decorrentes de causas mecânicas ou degenerativas. O artigo foi produzido pelo Dr. Marcelo Pinheiro.
O artigo, produzido pelo Dr. Rodrigo de Oliveira, explora a natureza sistêmica das espondiloartrites, indo além do comprometimento musculoesquelético para focar em suas manifestações extra-articulares e condições associadas. O objetivo era destacar como complicações em órgãos como olhos (uveíte), pele (psoríase) e intestino (doença inflamatória intestinal), além de comorbidades como a osteoporose e a fibromialgia, são determinantes para o prognóstico.
O artigo, elaborado pelo Dr. Percival Sampaio-Barros, aborda a evolução e o refinamento dos critérios de classificação das espondiloartrites axiais desde a sua proposição pelo grupo ASAS em 2009. O enfoque foi destacar a necessidade de unir a experiência clínica à precisão radiológica para diferenciar lesões típicas de achados inespecíficos, como os causados por sobrecarga mecânica ou gestação.
Este artigo traz uma revisão narrativa sobre os três pilares não farmacológicos de tratamento da AR: atividade física, dieta e saúde mental. O artigo foi escrito pelos profissionais Lucas Castro Pires, Maria Fernanda Zaccarin, Daniela Chicre,Manoel Barros Bertolo e Alisson Pugliesi. Confira na Revista Paulista de Reumatologia.
Diante da eficácia limitada dos tratamentos farmacológicos convencionais, a neuromodulação emerge como uma estratégia não medicamentosa com potencial para modular a atividade neural e aliviar os sintomas da fibromialgia. Neste artigo, os doutores Izabela Guimarães e Ricardo Galhardoni revisam o uso de técnicas de neuromodulação central e periférica no tratamento da doença, ressaltando os benefícios da integração dessas técnicas com outras terapias.
O artigo, elaborado pelos doutores Marcos Renato de Assis e Andreia Pimentel Fonseca, aborda a crescente importância da espiritualidade no cuidado de pacientes com fibromialgia, diferenciando os conceitos de espiritualidade, religiosidade e religião. O enfoque foi destacar que a espiritualidade, um aspecto humano intrínseco, pode influenciar as particularidades física, emocional e social da doença, impactando a adesão ao tratamento de forma positiva ou negativa.
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