Saúde É Pública

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By Assessoria de Comunicação FSP-USPEducation
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Saúde É Pública episodes

  • Efetividade de vacinas: estudos sobre a dengue no Paraná

    O professor Fredi Alexander Diaz Quijano, do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP), é o entrevistado do 64º episódio do “Saúde É Pública”, o podcast da FSP-USP.

    O cientista é o primeiro autor de artigo recém-publicado na renomada revista The Lancet Regional Health – Américas, e traz detalhes do estudo que avaliou o impacto da campanha de vacinação contra a dengue no estado do Paraná. 

    O artigo ”Effectiveness of mass dengue vaccination with CYD-TDV (Dengvaxia®) in the state of Paraná, Brazil: integrating case-cohort and case-control designs”, realizado em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, mostrou que houve uma redução de 71% no risco de dengue associado à vacina, quando aplicada em pessoas com histórico da doença. Os pesquisadores avaliaram a vacina CYD-TDV, conhecida como dengvaxia, uma vacina tetravalente, viva atenuada, desenvolvida pela Sanofi Pasteur, sendo a primeira disponível no mercado contra este arbovírus.

    O professor aborda detalhes do trabalho e mostra como são feitos estudos de efetividade. De acordo com Fredi, a experiência “pode servir de referência metodológica para futuras avaliações da efetividade das vacinas, não apenas para a dengue, mas também para outras doenças prioritárias de saúde”, afirma.

    O artigo Effectiveness of mass dengue vaccination with CYD-TDV (Dengvaxia®) in the state of Paraná, Brazil: integrating case-cohort and case-control designs está disponível na íntegra na revista The Lancet Regional Health – Américas.


    Este episódio contou com a coordenação de Sílvia Miguel. Edição e entrevista: Felipe Velames. Roteiro: Felipe e Silvia. Artes: Guilherme Drummond 


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    28 min
  • IAs como ferramenta no combate à dengue

    Dando continuidade a série especial sobre Inteligência Artificial, o 63° episódio do podcast Saúde É Pública mostra como essa tecnologia pode contribuir para a área da saúde pública. Um exemplo prático das contribuições dessa ferramenta é um novo software que utiliza IA para identificar focos de dengue com base em fachadas de imóveis.

    Para explicar como funciona esse software que pretende tornar o trabalho da prevenção da dengue mais barato e efetivo, o podcast conversa com o professor Francisco Chiaravalloti Neto, do Departamento de Epidemiologia da FSP-USP, e seu orientando Gerson Laurindo Barbosa.

    Eles também comentam os principais diferenciais dessa ferramenta para outros métodos de identificação de focos da dengue e quais outras tecnologias de Inteligência Artificial poderemos esperar no futuro da prevenção de doenças veiculadas por vetores. 

    O Saúde É Pública está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube.

    Este episódio contou com entrevista de Silvia Miguel. Roteiro de Silvia e Felipe Velames. Edição e artes: Gabriel Eid. 

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    25 min
  • IAs e ChatGPT: ética e segurança no uso de algoritmos

    O 62° episódio do podcast Saúde É Pública explora os diferentes usos da Inteligência Artificial, focando a mais nova e polêmica ferramenta que surgiu nos últimos tempos, o ChatGPT. Trata-se de um chatbot desenvolvido pela empresa OpenAI e lançado em novembro de 2022 que vem revolucionando a forma como humanos interagem com as máquinas.

    A ferramenta é baseada em inteligência artificial generativa, um sistema capaz de gerar textos, imagens ou outros tipos de respostas gerados a partir de solicitações específicas de cada usuário. Com isto, têm surgido muitas dúvidas relativas às formas éticas de utilizar a ferramenta, além de questionamentos sobre a segurança dos dados que alimentam os algoritmos responsáveis por gerar esse tipo de interação homem-máquina.

    A ferramenta já vem sendo amplamente utilizada nas rotinas pessoais, empresariais e até em pesquisas acadêmicas. Mas de que forma ela pode ser utilizada na educação? Ou mesmo, contribuir com uma educação crítica sobre o mundo digital e midiático?

    Quem comenta essas questões é Alexandre Chiavegatto Filho, professor do Departamento de Epidemiologia da FSP-USP e diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (LABDAPS) da Faculdade.

    Chiavegatto Filho já participou do podcast Saúde É Pública em janeiro de 2022, quando abordou a inteligência artificial aplicada à saúde num momento anterior à existência do ChatGPT.

    Este episódio contou com roteiro, entrevista e edição de Sílvia Miguel. Artes: Felipe Velames.


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    45 min
  • A ayahuasca e seus potenciais terapêuticos

    O Podcast Saúde É Pública, em seu 61º episódio,  entra num universo fascinante e misterioso, com a planta Ayahuasca como protagonista. Muito além da dimensão cultural e espiritual, o uso da planta tem despertado cada vez mais interesse na ciência.

    Para falar do tema, o convidado do programa é o professor Rafael Guimarães dos Santos, do Departamento de Neurociência do Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), responsável pela publicação de um estudo clínico inédito sobre a Ayahuasca e o alcoolismo.  Seu grupo de pesquisa é um dos mais atuantes nessa área e nos estudos de outras plantas psicoativas. Rafael já participou anteriormente do Saúde É Pública e trouxe aos ouvintes muitos esclarecimentos sobre os usos medicinais do canabidiol.

    O grupo está recrutando voluntários para pesquisas com Ayahuasca envolvendo transtornos mentais como depressão e ansiedade, além das possíveis relações da planta com a cura do câncer. De acordo com o cientista, alguns artigos publicados identificaram relações entre o uso da ayahuasca e a diminuição do alcoolismo. Da mesma forma, tem sido verificada a redução do número de suicídio. Na entrevista ao Saúde É Pública, o professor explica as metodologias utilizadas e alguns dos resultados obtidos até o momento pela ciência nessa área.

    "Ayahuasca" é uma junção de "Aya", que significa "pessoa morta, alma espírito", e "waska", que se traduz como "corda, liana, cipó ou vinho". Portanto, sua tradução para o português evoca a imagem de uma "corda dos mortos" ou "vinho dos mortos", uma referência à combinação das folhas e ao lenho do cipó de duas plantas usadas na preparação da bebida.

    O pesquisador da FMRP-USP avalia diversas questões, trazendo os potenciais medicinais e também os perigos envolvendo o uso da planta. 

    Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita. 

    O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube.

    Este episódio contou com a coordenação de Silvia Miguel. Entrevista, edição e roteiro: Silvia. Locução: Guilherme Drummond e Silvia. Pós-edição e artes: Felipe. 


    Saúde É Pública

    Episódio 61:  A ayahuasca e seus potenciais terapêuticos

    Com Rafael Guimarães dos Santos


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    29 min
  • Saúde Única: o elo entre pessoas, animais e ecossistemas

    Você já ouviu falar em Saúde Única? Também chamada de One Health, o termo se refere à interconexão entre saúde humana, animal e os ecossistemas. No Brasil, essa nova abordagem da saúde passará a ser celebrada no dia 03 de novembro, com a Lei 14.972, sancionada em janeiro de 2024.

    Esse campo de conhecimento é baseado na ideia de que muitas doenças podem ser melhor prevenidas e combatidas por meio da atuação integrada da saúde humana, animal e ambiental.

    Para explorar melhor esse tema, conversamos com professoras da USP que comentaram como a Saúde Única pode contribuir para diversas áreas do conhecimento e na prevenção das doenças.

    Ouça as entrevistas na íntegra em sua plataforma de áudio favorita.

    Este episódio contou com a coordenação de Silvia Miguel. Entrevistas e roteiro: Felipe Velames e Silvia. Locução: Felipe e Gabriel Eid. Edição: Gabriel. Artes: Felipe


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    23 min
  • Saúde do Trabalhador: o caso da CPTM

    Em sua 4ª temporada, o Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP, passará a exibir videocasts, com as tradicionais entrevistas agora nas plataformas de áudio e vídeo. Estreiam nesse novo formato o Prof. Sênior da FSP-USP Rodolfo Vilela e a Profa. Manoela Gomes Reis Lopes, da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O tema é saúde do trabalhador e eles trazem um caso emblemático: a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho contra a Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM).

    Os entrevistados mostram como a segurança do trabalhador pode ser aprimorada a partir dos estudos e da metodologia que o grupo vem aplicando há diversos anos, chamada Laboratório de Mudança.

    Trazida do estágio de pós-doutoramento do Prof. Rodolfo junto à Universidade de Helsinque, Finlândia, a metodologia pressupõe a participação dos diversos atores envolvidos e foi adaptada às condições socioculturais brasileiras.

    As investigações do MPT mostram que entre 2009 e 2011 ocorreram 18 acidentes nas instalações da CPTM, sendo nove deles fatais. Toda a construção teórica da ação foi possível graças à metodologia desenvolvida pelo grupo de pesquisa coordenado pelo professor Rodolfo Andrade de Gouveia Vilela, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP-USP.

    Confira mais detalhes nessa matéria e ouça a entrevista na íntegra na sua plataforma de áudio favorita.

    Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Sílvia Miguel. Edição: Guilherme Drummond. Artes: Felipe Velames.


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    37 min
  • São Francisco: modelo na gestão de resíduos sólidos

    O podcast Saúde É Pública inicia sua quarta temporada com uma questão que costuma gerar muitas dúvidas: o descarte dos resíduos e a reciclagem. Adriana Fonseca Braga, orientanda da professora Helena Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP, publicou recentemente um artigo na Revista Tecnologia e Sociedade, sobre a gestão dos resíduos sólidos na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, e como aquela cidade se tornou um exemplo nessa questão.

    Adriana e Helena inauguram a nova temporada falando dessa temática. Elas comentam de que forma aquele caso de sucesso pode inspirar a gestão dos resíduos em cidades como São Paulo, por exemplo. O episódio também traz dados alarmantes que constam no artigo publicado pelas convidadas: as cidades atuais do mundo estão gerando mais de 1 bilhão de resíduos sólidos por ano, com previsão de atingir 2 bilhões em 2025. E segundo dados da Organização das Nações Unidas, 33% desses resíduos não recebem tratamento adequado.

    O episódio também faz um apanhado sobre o descarte correto de alguns materiais que quase sempre suscitam dúvidas, como vidros quebrados, aparelhos eletrônicos, medicamentos, óleo de cozinha, plásticos, isopores e até areias higiênicas de animais domésticos.

    Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita.


    Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista, edição, roteiro e locução: Felipe Velames e Guilherme Drummond. Pós-edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe.


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    31 min
  • Episódio Especial: Retrospectiva 2023

    O "Saúde é Pública", o podcast da FSP-USP, chegou ao final de sua terceira temporada. Para marcar o fim-de-ano, o programa traz a participação de diversos docentes, alunos e funcionários, que enviaram seus depoimentos sobre 2023 e suas perspectivas para 2024.


    Participam do episódio Fernando Aith, Mariana Scaff, Marco Akerman, Ivan França e Fernanda Scagliusi, além do diretor da Faculdade, José Leopoldo Ferreira Antunes, que envia um recado sobre o campo da saúde pública. Também estão no especial de Natal as funcionárias Carmem e Rosângela, da Biblioteca. A equipe da Ascom, composta pelos estagiários Felipe Velames, Gabriel Eid e Guilherme Drummond, além da funcionária Silvia Miguel. também mandam seu recado.


    Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Roteiro: Felipe Velames e Guilherme Drummond. Locução: Felipe, Guilherme, Gabriel Eid e Silvia. Edição: Gabriel, Guilherme e Felipe. Artes: Gabriel Eid



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    26 min
  • Regulamentação da profissão de sanitarista

    Aguardado com grande expectativa, finalmente o PL 1821/21 foi sancionado e transformado na Lei 14.725, de 16 de novembro, que regulamenta a profissão de sanitarista. O texto representa um avanço ao assegurar segurança jurídica para a atuação deste profissional que tem grandes contribuições a oferecer na formulação, planejamento, execução, avaliação e controle de políticas de saúde

    Em seu episódio de encerramento do ano, o podcast Saúde É Pública traz todos os detalhes da nova lei, com a participação da Professora Marília Louvison, do Departamento de Política, Gestão e Saúde da FSP-USP, e Fausto Soriano, egresso da FSP-USP, que esteve na cerimônia de sanção do PL e atua como sanitarista no Ministério da Saúde.

    De acordo com o texto, estão autorizados a exercer a profissão os formados em cursos de graduação, mestrado ou doutorado da área de Saúde Coletiva, os graduados em Residência Médica em Saúde Coletiva e aqueles com certificado de especialização na mesma área também podem exercer a profissão. Os formados no exterior deverão validar o diploma no Brasil para poderem trabalhar. Além disso, quem tiver formação superior e já exercer atividade profissional correlata, pelo período mínimo de cinco anos até a data da publicação da lei, também está contemplado.


    Este episódio contou com roteiro e edição de Silvia Miguel. Entrevista e locução: Silvia e Guilherme Drummond. Artes: Felipe Velames.


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    51 min
  • Pesquisa: amamentação no Quadrilátero da Saúde da USP

    Uma pesquisa com mães do Quadrilátero Saúde/Direito da USP desvendou os obstáculos e as condições que podem propiciar a manutenção do aleitamento materno no ambiente de trabalho ou estudo. Você, que é mãe e estudante ou profissional, conseguiu manter sua amamentação no ambiente de trabalho ou estudo? Os dados da pesquisa são revelados em primeira mão no podcast Saúde É Pública.

    Participam do episódio a coordenadora do CRNutri do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza (CSEGPS) Viviane Laudelino, das pesquisadoras Fernanda Paranhos Quinta e Thifany Torres, além das mães Beatriz Alves Leite, aluna da FSP-USP, e Leni Pires, chefe da Divisão de Mídias Digitais da FSP-USP.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de vida da criança e se estender até os dois anos de idade. De acordo com a pesquisa, 60% das entrevistadas que amamentam apontam que não há espaço adequado para extração, coleta e armazenamento de leite. As pesquisadoras também alertam que as funcionárias técnico-administrativas foram as mais afetadas pela falta de espaço adequado para a amamentação.



    Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel.

    Entrevista e edição: Gabriel Eid. Roteiro: Gabriel e Silvia. Locução: Felipe Velames e Gabriel. Artes: Felipe.


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    29 min

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