Saúde É Pública

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By Assessoria de Comunicação FSP-USPEducation
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Saúde É Pública episodes

  • Comunicação do risco: os discursos de Bolsonaro durante a pandemia

    O episódio 73 do podcast Saúde É Pública traz uma entrevista com a cientista social e jornalista Mariana Varella, editora do portal Dráuzio Varella. Ela estudou o tema da comunicação de risco em sua dissertação de mestrado e compartilha aqui os resultados de sua pesquisa sobre as lives do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Foram analisadas 59 lives realizadas entre março de 2020 e abril de 2021, explorando como Bolsonaro utilizou a comunicação direta nas redes sociais para defender medidas contrárias às recomendações das autoridades de saúde. A pesquisa revela o impacto dessa estratégia e como ela afetou a confiança do público nas instituições e na ciência.

    Para Mariana, o uso das redes sociais foi uma escolha estratégica para controlar o discurso e o tempo, influenciando diretamente seus apoiadores.

    Não perca essa entrevista! 


    Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel; edição e artes: Felipe Velames.

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    25 min
  • Agroecologia nos espaços acadêmicos: a feira ECCCo da FSP-USP

    No episódio 72 do Saúde É Pública, as pesquisadoras Bruna Delgado Arid e Weruska Davi Barrios discutem a Feira ECCCo, evento que conecta agroecologia e academia na USP. Elas abordam como a feira vai além da venda de produtos, promovendo práticas sustentáveis e incentivando uma alimentação saudável.

    As pesquisadoras também falam sobre o potencial de creches, escolas e hospitais para incorporar produtos agroecológicos, e o desafio de padronizar as compras desses itens. Para isso, o ECCCo está empenhado em desenvolver protocolos que facilitem a aquisição de alimentos da agricultura familiar e agroecológica.

    Bruna Arid desenvolve o projeto "Inclusão dos Alimentos Agroecológicos na Universidade de São Paulo", vinculado ao programa de pós-graduação em Nutrição em Saúde Pública da FSP-USP. Além disso, ela atua como nutricionista no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Incor-HCFMUSP) e integra a Associação Brasileira de Promoção à Alimentação Adequada e Saudável.

    Já Weruska Barrios, doutoranda no mesmo programa e pesquisadora do ECCCo, foca sua atuação em serviços de alimentação e nutrição, com ênfase em processos sustentáveis no ambiente hospitalar.

    O ECCCo -Estudos em Ciência, Cultura e Comida- é um grupo de pesquisa e extensão comprometido com a promoção da Segurança Alimentar e Nutricional, e reconhece a interconexão entre ciência, cultura e alimentação. No eixo de pesquisa sobre Sistemas e Ambientes Alimentares, o grupo busca promover o diálogo entre produtores e consumidores, por meio de feiras, oficinas, visitas técnicas e projetos que visam a implementação de cardápios e práticas de compras sustentáveis, além de incentivar uma alimentação saudável e ambientalmente responsável.

    Descubra como o ECCCo está transformando a segurança alimentar e nutricional.


    Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel; roteiro e edição: Felipe Velames e Sylvia. Entrevista: Guilherme Drummond. Artes: Sylvia e Felipe.

     

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    35 min
  • Programa Ecos - Escuta, Cuidado e Orientação em Saúde Mental

    Neste episódio de número 71 do podcast "Saúde É Pública", da FSP-USP, recebemos o Professor Ricardo Rodrigues Teixeira, Diretor de Saúde Mental e Bem-Estar Social da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP). Ele apresenta o Programa Ecos da USP, uma iniciativa dedicada a oferecer acolhimento e orientação em saúde mental para toda a comunidade universitária.

    Na entrevista, o Professor Teixeira compartilha as mais recentes novidades do Ecos, que agora conta com 10 novos psicólogos, ampliando seu alcance de Escuta, Cuidado e Orientação em Saúde Mental para todos os campi da USP. O programa atende a professores, funcionários e estudantes, proporcionando um espaço de escuta ativa para desenvolver planos de cuidado personalizados.

    "O Ecos é um tipo de serviço sob demanda que oferece um espaço de escuta para elaborar, em conjunto, um plano de cuidado para quem procura atendimento. A escuta ativa é frequentemente suficiente para aliviar o sofrimento," explica o Professor Teixeira.

    Além disso, o programa também identifica casos que necessitam de tratamentos mais específicos, como psicoterapia, ou outros encaminhamentos protetivos, que podem incluir atividades físicas, ocupacionais ou culturais.

    "É importante ir além do foco no tratamento, proporcionando múltiplas possibilidades de encaminhamento", acrescenta.

    Não perca essa conversa! Ouça o episódio completo na sua plataforma de áudio favorita ou assista aqui no YouTube.


    Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel; roteiro e entrevista: Felipe Velames. Edição e artes: Luise Silva e Sylvia. Pós-edição: Sylvia.

     

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    37 min
  • Nutrição esportiva e dieta vegetaria/vegana

    O vegetarianismo e o veganismo estão ganhando cada

    vez mais destaque, especialmente no mundo dos esportes. Mas será que essas dietas realmente trazem benefícios e melhoram o desempenho dos atletas?

     No episódio 70 do podcast Saúde É Pública, trazemos

    dois especialistas para discutir o impacto das dietas baseadas em plantas no desempenho esportivo.

     O Professor Hamilton Roschel, da Faculdade de

    Medicina da USP, é coordenador do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição. Ele conduziu uma pesquisa em 2021 que demonstrou os efeitos positivos
    dessas dietas no ganho de massa e força muscular.

    A nutricionista Mariana Fortes, egressa da FSP-USP

    e uma das tutoras da Liga Acadêmica de Vegetarianismo, tem vasta experiência no acompanhamento de pacientes, incluindo atletas, em transição para dietas com menor consumo de alimentos de origem animal.

    Neste episódio, os especialistas conversam a respeito da transição alimentar da dieta onívora para a baseada em plantas, sobre o acompanhamento profissional e as formas de aderir a essa dieta.

    Siga o Saúde É Pública!.  O podcast da FSP-USP está disponível em várias plataformas de áudio e também no YouTube.

    Coordenação: Sylvia Miguel 

    Entrevista, Roteiro e Edição: Felipe Velames 

    Artes: Felipe e Sylvia

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    38 min
  • Quatro anos do Estudo Nutrinet Brasil: balanço e perspectivas

    Em seus quatro anos de vida, o Nutrinet Brasil -

    maior estudo de coorte do país sobre os padrões alimentares e doenças crônicas não transmissíveis na população brasileira-, vem revelando cada vez mais evidências sobre o impacto da alimentação na saúde. Um artigo recente mostra, por exemplo, que o consumo de ultraprocessados está ligado a um risco 42% maior de desenvolvimento de sintomas depressivos. A pesquisa também já indicou uma relação entre o consumo desses produtos com o ganho de peso.

    Para encerrar a série comemorativa dos quatro anos de Nutrinet Brasil, o podcast Saúde É Pública conversou com o Professor Carlos Augusto Monteiro, um dos coordenadores do estudo, e com a pesquisadora Eurídice Martínez Steele, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, grupo em que o Prof. Monteiro é também coordenador emérito.

    Os cientistas explicam um pouco sobre como foram produzidos alguns artigos da coorte e de que forma os novos dados mudam a compreensão sobre consumo alimentar. Além disso, abordam de que forma novas doenças serão introduzidas no estudo e as perspectivas futuras para as pesquisas do grupo.

    Monteiro figura entre os cientistas mais renomados internacionalmente na área de alimentação e nutrição. É também um dos mais premiados do Brasil, tendo recebido recentemente o prêmio Philip James, da Federação Mundial de Obesidade. O professor e seu grupo de pesquisa são responsáveis pela criação da classificação Nova de alimentos, que revolucionou a ciência alimentar e nutricional ao categorizar os alimentos de acordo com a natureza e a finalidade de seu processamento. Sobre esse tema, veja o episódio 68 esta série.

    Siga o Saúde É Pública. O podcast da FSP-USP está em diversas plataformas de áudio e também no Youtube.

    Este episódio contou com a coordenação, roteiro, entrevista e pós-edição de Sylvia Miguel. Edição: Guilherme Drummond. Artes: Sylvia e Guilherme 

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    36 min
  • Especial 10 anos de Agosto Dourado na FSP-USP

    O acesso ao leite materno desde os primeiros dias de vida é um direito de todos ao nascer. Inúmeros artigos científicos comprovam os benefícios da amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, sendo que a prática deve ser estendida até os dois anos de idade da criança. Mas por que muitas mães ainda enfrentam dificuldades para manter o aleitamento? E como pode ser criada uma rede de apoio para que isso aconteça?

    Neste episódio especial, além de celebrar os 10 anos do Agosto Dourado da FSP-USP, discutimos questões sensíveis ao tema e trazemos um pouco da história desse evento tradicional. Ele é realizado todo mês de agosto na Faculdade de Saúde Pública e em seu Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza (CSEGPS), por meio do Centro de Referência em Alimentação e Nutrição (CRNutri).

    As entrevistadas são Viviane Laudelino Vieira, nutricionista e pesquisadora do CSEGPS; mãe da Manu de 10 anos, e idealizadora do evento Agosto Dourado da FSP; Fernanda Lopes Macedo, zootecnista, estudante de nutrição, confeiteira e mãe da Claire de 1 ano e 9 meses. Contamos também com Chico Romanelli, fotógrafo, pai da Lis e fotógrafo de algumas edições do Agosto Dourado, além de Livia Casagrande Salvador; mestra egressa da USP, nutricionista infantil e integrante do Coletivo Agosto Dourado.

    Este episódio contou com a coordenação, roteiro, entrevista e pós-edição de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Guilherme Drummond.

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    33 min
  • O sistema Nova de classificação de alimentos e o NutriNet Brasil


    Continuando o especial dos quatro anos do Nutrinet Brasil, o maior estudo de coorte do país sobre os padrões de alimentação e condições crônicas não transmissíveis, o novo episódio do Podcast Saúde É Pública aborda o sistema Nova de classificação de alimentos. 


    A classificação Nova, que categoriza os alimentos com base na extensão e no propósito de processamento industrial, foi desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, o Nupens/USP, e norteou a elaboração dos instrumentos de coleta de dados de consumo alimentar utilizados no Nutrinet Brasil.


    Foi em meados dos anos 2000 que os pesquisadores do Nupens foram pioneiros em apontar o processamento industrial de alimentos como o principal motor da pandemia de obesidade que atinge a população mundial no século XXI. Essa percepção deu origem à classificação chamada Nova.


    O episódio contou com a participação de Maria Laura Louzada, professora do Departamento de Nutrição e uma das coordenadoras do NutriNet Brasil, e Kamila Gabe, doutora pela FSP-USP e e pós-doutoranda do Nupens. Elas explicam como a classificação Nova mudou os paradigmas da antiga classificação alimentar e de que forma o processamento de alimentos se relaciona com a epidemia de obesidade e outras doenças crônicas que afetam o planeta.


    No próximo e último episódio da minissérie, convidamos Carlos Augusto Monteiro, professor emérito da FSP-USP e um dos coordenadores do Estudo Nutrinet Brasil, e a cientista Eurídice Martínez Steele para comentarem sobre os principais resultados do Nutrinet até o momento e as perspectivas para o futuro.


    Para participar do Estudo NutriNet Brasil, é preciso residir no Brasil e ter idade mínima de 18 anos. A participação é voluntária e exige que a pessoa realize um cadastro simples no portal do estudo.


    Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames


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    21 min
  • Especial quatro anos do Estudo Nutrinet

    Em comemoração aos quatro anos do Estudo Nutrinet Brasil, o podcast Saúde É Pública inaugura uma minissérie para explorar todos os detalhes da pesquisa que vem acompanhando os hábitos alimentares de mais de 200 mil pessoas no País.

    São três episódios sobre o maior estudo de coorte do Brasil sobre os padrões de alimentação e saúde da população brasileira. Na estreia, as pesquisadoras Renata Levy e Maria Alvim falam do propósito, do desenho e da dinâmica do estudo, além dos objetivos e dos desafios envolvendo estudos de coorte, como é o Nutrinet.

    Estudos de coorte acompanham um grupo populacional ao longo do tempo, para avaliar a incidência de doenças no espaço temporal estudado. O Nutrinet vem contribuindo com conhecimentos valiosos para a ciência e para a implementação de políticas públicas em saúde.

    O projeto é organizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP), sob a coordenação de Carlos Augusto Monteiro, professor do Departamento de Nutrição da FSP-USP e convidado do terceiro episódio da série. 

    O trabalho envolve pesquisadores de várias universidades e centros de pesquisa brasileiros, como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Federação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Nacional do Câncer.

    Os dados são coletados de forma totalmente online, por meio de questionários, em que os participantes respondem a perguntas sobre a sua situação de saúde e alimentação e outros fatores que podem influenciar o seu estado de saúde. O objetivo principal é identificar padrões de alimentação praticados pela população brasileira que protegem ou aumentam o risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes, doenças do coração e vários tipos de câncer, além de contribuir para o aprimoramento de políticas públicas de promoção da saúde e de alimentação saudável para a população brasileira.

    Para participar do Estudo NutriNet Brasil, é preciso residir no Brasil e ter idade mínima de 18 anos. A participação é voluntária e exige que a pessoa realize um cadastro simples no portal do estudo.

    No próximo episódio da série, será abordada a classificação alimentar NOVA, que categorizou todos os alimentos de acordo com a natureza e a finalidade do seu processamento. A classificação, criada pelos pesquisadores do Nupens-USP, utiliza dados do Estudo Nutrinet.


    Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames


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    24 min
  • PL 1904/2024: um debate sobre aborto, violências e direitos

    Em junho, um pedido de tramitação em regime de urgência feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, inflou as posições contrárias e a favor do aborto no Brasil. O PL 1904/2024, conhecido como “PL do estupro”, virou pauta em todos os ambientes sociais. Isto porque penaliza a vítima de estupro que aborta após 22 semanas de gestação com uma pena maior que a do estuprador. 

    Regulado pelo Código Penal de 1940, o aborto atualmente é permitido no Brasil em três situações específicas: quando a gravidez é resultante de estupro, quando há risco de vida para a gestante ou em casos de anencefalia do feto.

    Cristiane Cabral, Simone Diniz e Jefferson Drezett, docentes do Departamento de Saúde e Sociedade da FSP-USP, aprofundam o tema a partir de amplo conhecimento e experiência em pesquisa na área.

    No dia 24 de junho, na Faculdade de Saúde Pública da USP, a pauta também foi discutida em auditório lotado durante o ato/aula aberta “Descriminalizar é Preciso”. Os debatedores mostraram que as meninas menores de 14 anos de idade são as principais vítimas de estupro no Brasil e são também as que descobrem mais tardiamente a gravidez, resultante da violência sexual.

    Um estudo com dados de 2021 do Sinasc (Sistema de Nascidos Vivos do DATASUS), mostra que os óbitos fetais e a mortalidade materna são maiores entre meninas-mães de 10 a 14 anos de idade. E que a raça-cor prevalente entre essas meninas é de pretas, pardas e indígenas, com porcentagens maiores no Norte e Nordeste. O levantamento chama-se Estudo Meninas Mães 2023 e é atualizado periodicamente pela Rede Feminista de Saúde.

    Este episódio contou com a coordenação e roteiro de Sylvia Miguel. Entrevista e edição: Felipe Velames. Artes: Gabriel Eid.


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    56 min
  • Crise climática e enchentes no RS

    Toda vez que uma tragédia ambiental acontece, voltam à tona os debates sobre a questão climática e o papel crucial do planejamento urbano nas cidades. Qual teria sido o mix que permitiu a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul? Será que a natureza é mesmo a única “culpada”? O tema é debatido no episódio 65 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP.


    A professora Gabriela Di Giulio, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP-USP, mostra como o conceito de risco pode ser aplicado aos territórios atingidos pela enchente na Bacia da região do Guaíba, refutando o discurso de que as catástrofes são naturais. Ao contrário, dependem de uma junção de fatores que levam as populações a situações de vulnerabilidade.


    O professor Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP, especialista em mudanças climáticas globais, explica os fatores climáticos associados à tragédia e alerta para a necessidade crucial de uma ação conjunta da sociedade, academia e governos para que as cidades possam se adaptar às mudanças climáticas em curso.


    As enchentes no RS afetaram mais de 2 milhões de pessoas; ferindo 806 e causando 172 óbitos confirmados, segundo atualização em 05 de junho da Defesa Civil. Além desses números e das perdas materiais incalculáveis, existem as perdas imateriais: um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Hospital das Clínicas de Porto Alegre vem mostrando que 9 em cada 10 atingidos pelas enchentes relatam ansiedade, entre outros transtornos mentais, como estresse pós-traumático e esgotamento profissional (burnout).


    Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames


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    44 min

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