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Para compreendermos o mundo percebemos que teríamos que contar as coisas. Mas o controle sobre a quantidade não era o suficiente. Então vimos que precisávamos guardar essa conta e sobretudo entender seus padrões e suas particularidades. Porém, esse mundo que ansiávamos quantificar foi ficando muito mais complexo com a evolução social, econômica, bélica e das revoluções sociais. Com isso as velhas maneiras de calcular já não eram mais suficientes.
Várias outras maneiras foram surgindo, todas geniais em seu tempo, até que criamos máquinas grandes, cheias de válvulas e pessoas operando. Contudo, ainda não era o suficiente. Eis que a década de 1960 nos brinda com mais coisas além da Pop Art e Woodstock: a possibilidade de reduzir prédios de máquinas em objetos bem menores e mais eficientes que chegariam, hoje, aos nossos bolsos e até dentro de nossos corpos.
Neste episódio vamos conhecer melhor a arquitetura destas máquinas fantásticas, a Arquitetura dos Computadores. Vamos saber como nós saímos de construtos tão grandes quanto edifícios mas com um poder de processamento pífio para os dias de hoje (mas que foram fundamentais no esforço de guerra e na conquista do espaço) para as incríveis máquinas que fazem de tudo e que cabem em nossos bolsos. Entenda quais são os níveis de máquina, para que serve um barramento, o que são ALU, UC, CPU, aprenda um pouco mais sobre os diferentes tipos de memória e acenda uma vela para Andrew Tanenbaum.
Produção/Apresentação: Silmar Geremia. Coordenação: Ronaldo Gogoni. Pauta: Augusto Granjeia e Gustavo Simioni. Engenharia de Som/Edição: Silmar Geremia. Participação: Ronaldo Gogoni, Augusto Granjeia e Gustavo Simioni. Convidados Especiais: Caio Boiteux (BlueHand) e Caio Gomes. Arte da Vitrine: Pablo Rigamonti.
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Documentários:
Vale do Silício – A História dos Revolucionários: Documentário sobre a criação dos transistores por William Shockley e como eles influenciaram a eletrônica a partir da década de 1950, passando pela criação do microchip, circuito sólido e circuito integrado pela empresa americana Fairchild Semiconducter, até a criação da Intel.
Arquivo N Globo News – Computador: O Parceiro do Homem: Como o computador evoluiu e entrou na vida das pessoas arquivando receitas de bolos, fazendo planilhas de dados, processamentos de textos até a aparição dos games e da interatividade proporcionada pela internet.
Viagem Dentro do Computador: Vídeo interativo, que mostra como são e como funcionam as coisas dentro de um computador.
A História do Computador em Minutos: Em apenas 5 minutos, mostra como a história do computador acompanha a história da humanidade e como os computadores começaram a se miniaturizar, principalmente na época da corrida espacial.
História dos Computadores: Vídeo de 4 minutos que mostra a evolução dos computadores a partir de fotos das máquinas, desde o ábaco até os computadores atuais.
Fabricação de Microprocessadores: Documentário da Discovery sobre como é a fabricação de um microprocessador.
Como Funciona um Computador: Animação de 8 minutos que mostra como acontecem os problemas em um computador e como eles são solucionados.
Como Surgiu e Como Funciona o Computador: Vídeo educativo de 13 minutos que conta um pouco da história do computador e mostra como funcionam os transistores, o sistema binário, cartões perfurados, teclado, bits e bytes.
Filmes:
Alphaville (1965): O longa se passa na cidade de Alphaville, que pertence a outra galáxia. O lugar é dominado por Alpha 60, um supercomputador tirano que aboliu os sentimentos da população. É um dos primeiros filmes a sugerir que a tecnologia poderia afastar emocionalmente as pessoas.
TRON (1982): Conta a história de um programador que, ao tentar invadir um mainframe, é convertido em bits e enviado para dentro do sistema. Apesar da premissa fantástica, respeita as noções da computação real.
Amores Eletrônicos (1984): A história de um arquiteto que se apaixona pela sua vizinha violoncelista junto com seu computador, Edgar. Mostrou tecnologias que não tinham sido inventadas naquele tempo ou que estavam ainda em desenvolvimento — como o reconhecimento de voz, segurança eletrônica de casa, desenhos 3D e alta resolução em cores gráficas.
PI (1998): Filmado em preto e branco, conta a história de Max, um gênio da matemática que constrói um supercomputador que o faz compreender toda a existência da vida na Terra através de padrões que se repetem, além de prever acontecimentos no mercado da bolsa de valores. Ele, então, passa a ser cobiçado por representantes de Wall Street e por uma seita que busca decifrar os mistérios da matemática.
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Por que não devemos combater a gripe? Como ficar invisível? Para que raios viajar no tempo? As regras do criquet? Como criar seres meio-homem meio-comentarista de portal de noticias? Nada disso você vai encontrar no SciCast dessa semana, mas falaremos do homem que escrevia sobre esses assuntos. Não, talvez criquet não. Um dos pais da literatura de ficção cientifica Herbert George Wells, criador de Guerra dos Mundos e diversas outras importantes da ficção científica.dos Guardiões da Galáxia
Embarque em nossa maquina do tempo e venha conhecer a história de vida desse grande autor, entenda qual foi sua base educacional, suas ideias, suas principais obras, sua família, seus casamentos extremamente duvidosos e principalmente como raios se joga criquet, spoiler: é tipo taco só que com mais regras e violência (N.d.E.: Impossível).
Produção/Apresentação: Silmar Geremia. Coordenação: Marcelo Guaxinim. Pauta: Ronaldo Gogoni. Engenharia de Som/Edição: Silmar Geremia. Participação: Marcelo Guaxinim, Ronaldo Gogoni e Juliana Jujuba. Convidados Especiais: Harald Stricker e Naelton Araújo. Arte da Vitrine: Jânio Garcia.
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CineCast
livros:
A Maquina do Tempo – A Máquina do Tempo é o primeiro romance de H.G. Wells. Depois de vários rascunhos e versões, foi finalmente publicado em 1895. O livro teve sucesso instantâneo no Reino Unido, e sua fama logo se espalhou por outros países. Chamado de “homem de gênio”, considerado um pioneiro, Wells abriu caminho não só para seus livros e sua visão de mundo, mas para novas possibilidades temáticas na literatura.
O Homem Invisível – Em uma noite gelada de fevereiro, surge numa cidade isolada na Inglaterra um desconhecido à procura de abrigo. Com o rosto coberto de bandagens, enluvado e de óculos escuros, esse homem misterioso, de pouca conversa, parece estar se recuperando de um acidente que o desfigurou. Pede à dona da estalagem um quarto reservado, onde possa passar os dias sem ser incomodado. Mas a verdade está muito além da compreensão dos habitantes do vilarejo. Esse homem ríspido, que desde o início se indispõe com os demais, criou um método para se tornar invisível e caiu em sua própria armadilha: sem um antídoto, não pode voltar ao estado original.
A Ilha do Dr. Moreau – Em 1887, o navio Lady Vain naufraga no Pacífico. À deriva e sem esperanças de sobreviver em alto mar, Charles Prendick é resgatado por um navio chefiado pelo doutor Montgomery em uma missão no mínimo incomum: levar algumas espécies de animais selvagens a uma pequena ilha do Pacífico sem nome. Ainda debilitado, Prendick é obrigado a desembarcar na ilha junto com o carregamento. Lá, ele conhece a estranha figura do dr. Moreau, um cientista que, exilado por suas pesquisas controversas na Inglaterra, realiza experimentos macabros com seus animais. O jovem Prendick logo toma conhecimento desses experimentos. Largado na ilha vulcânica, ele se depara com seres de feições diabólicas, misturas de homem e besta, ávidos pelo gosto do sangue.
Guerra dos Mundos – O enredo é uma analogia à Inglaterra e à Europa do século XIX – potências imperialistas que submetiam, colonizavam e sugavam recursos de culturas menos avançadas tecnologicamente. Wells procurava mostrar o que seria da Inglaterra se ela enfrentasse o mesmo tipo de extermínio social, econômico e cultural que impunha a outros povos. De terríveis chupadores de sangue, os monstros de Wells acabam se revelando mais parecidos com os seres humanos do que se poderia imaginar. Por isso, a obra centenária sobreviveu ao avanço do conhecimento científico e às provas de que uma invasão vinda de Marte era uma ideia tola, e continua sendo, mais de um século depois de sua primeira edição, uma desconfortável reflexão sobre a natureza humana.
Ficção Cientifica – Schoereder, Gilberto.
Ciência Hoje – Nº 279 – Revista
Scientific American Brasil – Exploradores do Futuro – 02 – Esta edição especial traz o escritor H.G. Wells, fundador da ficção científica, crítico da sociedade vitoriana, escritor utópico e divulgador da ciência. Enquanto Verne examinava a ciência de seu tempo, Wells aproveitava da ciência apenas o discurso e soltava a imaginação. Seu objetivo era entender seu tempo e os resultados tardios da Revolução Industrial. Suas obras permanecem vivas até hoje, pois ele usa o gênero da ficção científica para examinar o presente com os olhos do futuro. Os artigos analisam os principais assuntos da ficção de Wells como o desenvolvimento das cidades, a contínua especialização do trabalho, a perda de espaço para as máquinas e a guerra. E também mostram como muitos deles foram aproveitados na elaboração de filmes para o cinema, adaptações de livros, jogos de tabuleiros e videogames.
Filmes:
A Máquina do Tempo (1960): direção de George Pal, com Rod Taylor e Alan Young. Devido à época em que foi produzido, o viajante (aqui visto como o próprio HG Wells) vai passando por acontecimentos documentados da primeira metade do século XX, como as duas Guerras Mundiais. No mais o plot é semelhante, com ele liderando uma rebelião dos Elói contra os Morlocks ao tentar incitr neles a vontade de lutar há muito perdida.
A Máquina do Tempo (2002): direção de Gore Verbinski e Simon Wells, com Guy Pearce. Simon Wells, bisneto de HG Wells assina a direção desta versão do livro juntamente com Verbinski. O plot permanece o mesmo mas mudanças significativas são feitas: o viajante interpretado por Pearce é o dr. Alexander Hartdegen, um inventor norte-americano e não britânico como no original. A motivação para ele construir a máquina do tempo reside em salvar seu interesse romântico da morte, o que volta a ocorrer toda vez que ele evita o evento quando ele realiza uma viagem de volta. Sua busca acaba por jogá-lo no futuro distante de 802.701 onde vivem os Elói e os Morlocks, mas introduções de elementos como uma sub-raça de Morlocks psíquicos, entre outras coisas não agradou o público.
O Homem Invisível (1933): filme da Universal Pictures dirigido por James Whale e estrelado por Claude Rains. Griffin aqui recebe o primeiro nome “Jack”, visto que no livro ele é identificado apenas pelo sobrenome. O plot é essencialmente o mesmo: químico que descobriu o segredo da invisibilidade planeja usar seu novo poder para iniciar um reino de terror, dominando o mundo inteiro. O filme, embora seja considerado uma obra menor entre os clássicos do terror da Universal (como Frankenstein, Drácula e A Múmia) rendeu diversas continuações e ao menos dois derivados: A Mulher Invisível (1940) e O Agente Invisível (1942), sendo que o primeiro é uma comédia e o segundo um filma usado como propaganda de guerra.
O Homem Sem Sombra (2000): dirigido por Paul Verhoeven, com Kevin Bacon, Elisabeth Shue e Josh Brolin. Adaptação livre do romance de HG Wells, neste filme uma equipe de cientistas liderados pelo dr. Sebastian Caine (Bacon) conseguem desenvolver um soro capaz de tornar seres vivos completamente invisíveis. Após testar o método num gorila e fazê-lo voltar ao normal, Caine insiste em pular etapas e convence sua equipe a aplicar o soro nele mesmo. Entretanto ele fica preso na forma invisível, e seu comportamento vai se tornando cada vez mais instável a ponto de colocar todos ao seu redor em risco.
O Homem Invisível (série, 1975): a série da NBC teve apenas uma temporada de 13 episódios mas é extremamente famosa. Estrelada por David McCallum, o plot gira em torno de uma técnica de manipulação atômica que deixa objetos e seres vivos invisíveis por um tempo. O dr. Daniel Westin, que desenvolveu a técnica descobre que o Pentágono deseja usar sua invenção para fins militares, e ele então destrói todas as suas anotações e o soro, mas um acidente enquanto ele tentava se tornar invisível para fugir tem efeitos desagradáveis sobre ele: Westin só pode se tornar visível através de truques tecnológicos, para todos os efeitos ele agora é permanentemente invisível.
A Ilha do Dr. Moreau (1996): direção de John Frankenheimer, com Val Kilmer e Marlon Brando. Nesta adaptação moderna do livro de HG Wells, o dr. Moreau não se utiliza de vivissecção, mas injeta DNA humano nos animais a fim de transformá-los em híbridos. Entretanto os animais começam a se rebelar contra o controle do médico, que reina na ilha como um deus ensandecido./
Guerra dos Mundos (2005): direção de Steven Spielberg, com Tom Cruise, Dakota Fanning e Tim Robbins. O filme conta a história de Ray Ferrier, um estivador divorciado que vive longe de seus filhos. A história de desenrola no esforço do protagonista em sobreviver e manter sua família viva enquanto o planeta é severamente atacado por uma armada alienígena aparentemente invencível.
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Quem tem boca vai a roma! E quem tem ouvido vai ao SciCast! (Ou faz os dois e vai a roma ouvindo o SciCast, sei lá a vida é sua). Essa semana falaremos da Roma Antiga, embora na época ela tenha sido chamada só de Roma. Começando do primeiro casal boticário e sua loba até a fundação de seus alicerces (sabiam que Roma é anagrama para amor? Massa né, nem é dito isso no cast, mas achei o paragrafo curto e tal…).
Seja guiado por Victor Caparico, a voz masculina mais sexy da internet brasileira, e Bluehand, a voz… a voz… aquela voz que todos amamos, por uma passeio nas bases de roma, quem a fundou, quem morava ali perto (eram legais? tinha lanchonete?), como formou seu povo, qual foi primeiro sistema de governo e o que tinham esses romanos para vencer seus inimigos (Spoiler: Enéas e a bomba atômica).“Vem no passinho do romano
Vem no passinho do romano”
Produção/Apresentação: Silmar Geremia. Coordenação: Marcelo Guaxinim. Pauta: Matheus Silveira, Ronaldo Gogoni, Marcelo Guaxinim. Engenharia de Som/Edição: Silmar Geremia e Felipe Reis de Souza. Participação: Matheus Silveira, Marcelo Guaxinim e Ronaldo Gogoni. Convidados Especiais: Victor Caparica e Caio “Bluehand”. Arte da Vitrine: Pablo Rigamonti.
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Marcelo Guaxinim dançando Kuduro.
Mapas:
Geacron
Mapa com os povos e etnias da Península Itálica
Reino Etrusco – 750 – 500 a.C.
Reino de Alba Longa/Roma – Incluindo o período quando foram dominados pelos Etruscos.
Expansão da Roma Republicana após a queda do último rei
Texto:
Dos Etruscos ao Nascimento de Roma (1500 a.C. – 470 a.C.) – Infopédia, artigos de apoio.
Os enigmáticos Etruscos, por Helen Thompson – Revista História Viva.
Enéida, de Publio Virgilio Maro (tradução literal para português de Portugal por Manual Odorico Mendes)
Historiando: Monarquia Romana.
Videos:
Os Etruscos – Discovery Civilization – Documentário sobre o povo Etrusco.
Comentado nos E-mails:
Playlist no Spotify dos Amigos do Pause! Mais informações aqui!
Prêmio de Educação Científica
AcaráCast – Este podcast é uma conversa doida, mas divertida, sobre Análise do Comportamento no seu, no meu, no nosso AC.aráCAST (“acêarákést”), um podcast sobre AC feito com a gaiatice cearense.
Coral com o ouvinte Roger!
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Podemos definir a música como a arte de produzir efeitos estéticos através de fenômenos acústicos. A música, como arte, é uma forma de produzir ou transmitir o que é belo.
A linguagem musical utiliza-se de uma matéria prima básica para se organizar: o som; assim como nossa linguagem utiliza-se de palavras.
Diante tais proposições, surge um questionamento: todo som organizado é musical? Uma coisa é certa: a música pode se mostrar algo muito mais poderoso, que excede ao estético e belo e vai ao âmago das percepções humanas.
Produção/Apresentação: Silmar Geremia. Pauta: Daniel Lima. Engenharia de Som/Edição: Silmar Geremia. Participação: Estrela Steinkirch, Julie Ane Gonçalves, Fabricio Vaz e Felipe Reis de Souza. Convidados Especiais: Daniel Lima e Ariel Lima. Arte da Vitrine: Pablo Rigamonti.
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Literatura:
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Queridos ouvintes, juntamos os acionistas majoritários da SciCast Oil Company para falarmos sobre esse líquido viscoso que possibilitou boa parte do nosso mundo moderno e é motivo de tantas disputas geopolíticas, o Petróleo.
Com a ajuda do nosso amigo BlueHand, conversamos sobre um possível futuro sem petróleo, sobre o passado desse recurso natural e sobre o presente marcado por flutuações de preços que alteram toda uma dinâmica de mercado mundial e corrupções, principalmente em nossa querida Petrobrás. Descubra a real função das pirâmides, para que serve um lubrificante e o que é uma torre de destilação. Aperte o Play e use o Pause à vontade . #GoAmigosDoPause
“Se dois homens desejam a mesma coisa, ao mesmo tempo em que é impossível a ela ser gozada por ambos, eles se tornam inimigos. E, no caminho para o seu fim (…), esforçam-se por destruir ou subjugar o outro” Igor Fuser.
Produção/Apresentação: Silmar Geremia e Estrela Steinkirch. Equipe de Pauta: Tarik Fernandes e Augusto Granjeia. Revisores: @RonaldoGogoni">Ronaldo Gogoni e Gustavo Simioni. Engenharia de Som: Silmar Geremia. Pré-edição: Julie Ane Gonçalves. Edição/Sonorização/Mixagem: Silmar Geremia. Participação: Marcelo Guaxinim e Matheus Silveira. Convidado Especial: Caio Boiteux (BlueHand). Arte da Vitrine: Pablo Rigamonti.
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Livros e Artigos:
Filmes:
Mad Max: Num futuro próximo, o combustível que alimenta os motores dos carros é também motivo para crimes perpretados por violentas gangues. Max é um jovem policial e junto com seus companheiros patrulha as estradas a fim de impedir a ação daqueles que insistem em perturbar a paz. A morte de um membro pelas mãos de Max dá início a uma série de crimes cruéis cometidos contra sua família e o melhor amigo. Assim, Max só tem uma escolha: vingança.
Mad Max 2 – A Caçada Continua (George Miller, 1981): No futuro o bem mais precioso é a gasolina, em virtude de uma guerra que acabou com os campos petrolíferos do Oriente Médio. Tendo combustível pode-se fugir da morte ou se dirigir a algum lugar para matar alguém. Neste contexto, Max (Mel Gibson) resolve ajudar uma comunidade a defender sua refinaria contra uma gangue de motoqueiros.
A Família Buscapé (1993): Jed Clampett (Jim Varney) decide se mudar do interior do Arkansas para a luxuosa cidade de Beverly Hills, na Califórnia, quando se torna um bilionário após encontrar petróleo. O caipira ingênuo leva toda sua família para a cidade grande, onde, diante daquele choque cultural, passa a procurar uma esposa.
Sangue Negro (2008): Virada do século XIX para o século XX, na fronteira da Califórnia. Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) é um mineiro de minas de prata derrotado, que divide seu tempo com a tarefa de ser pai solteiro. Um dia ele descobre a existência de uma pequena cidade no oeste onde um mar de petróleo está transbordando do solo. Daniel decide partir para o local com seu filho, H.W. (Dillon Freasier). O nome da cidade é Little Boston, sendo que a única diversão do local é a igreja do carismático pastor Eli Sunday (Paul Dano). Daniel e H.W. se arriscam e logo encontram um poço de petróleo, que lhes traz riqueza mas também uma série de conflitos.
ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE (George Stevens, 1956) Uma grandiosa saga no coração de um dos maiores estados norte-americanos. Assim Caminha a Humanidade conta a história de três gerações de influentes texanos e seus conflitos familiares, amorosos, raciais e as disputas econômicas entre os tradicionais pecuaristas e os novos ricos magnatas do petróleo do Novo Oeste.
Games:
Tom Clancy’s End War (2008 – PC, PS3 e Xbox 360): Game de RTS. Um diferencial do game na época do lançamento foi o controle de tropas por comandos de voz. A história do game envolve um acordo entre EUA e União Européia para acabar com a ameaça de ataques nucleares, que acaba excluindo a Rússia. Ironicamente, quando uma guerra nuclear entre Irã e Arábia Saudita destrói suas principais reservas de petróleo, a antiga potência asiática se torna a principal fornecedora de combustível fóssil do planeta, que vê seu preço bater recordes absurdos.
Quest for Oil: Game que simula busca por petróleo no Qtar e no Mar do Norte. Pode ser baixado gratuitamente.
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