Sessão Marcada

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  • T2 EP 09 - Mães narcisistas? O que é o Transtorno de Personalidade Narcisista.

    Pix S.O.S Rio Grande do Sul (Banrisul): 92.958.800/0001-38

    T02E09 – Mães narcisistas? O que é o Transtorno de Personalidade Narcisista?

    Nas redes sociais, o termo "mães narcisistas" se tornou comum, muitas vezes usado para descrever mães com comportamentos autoritários, controladores ou manipuladores. Porém, será que isso é o mesmo que o transtorno de Personalidade Narcisista (TPN)?

    O termo se popularizou na década de 1980, na obra “Mães que não amam: um guia de cura para filhas de Mães Narcisistas”, de Susan Forward, de lá para cá o termo ganhou força e caiu no conhecimento popular. Hoje não é difícil encontrar um desabafo de alguém ou todos os sintomas associados ao termo em vídeos pelas redes sociais.

    Enquanto que algumas mães podem apresentar traços narcisistas ou até mesmo um transtorno de personalidade, nem todas se encaixam nos critérios diagnósticos. O TPN é um transtorno complexo e diagnosticá-lo requer avaliação profissional especializada. O que de fato é o transtorno? Ele realmente existe da forma como falam por aí?

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Raquel de Miranda

    Nossa convidada é empresária e psicóloga clínica, especialista em Avaliação Psicológica pela PUC de Minas, em Psicopatologia e doenças Psicossomáticas pelo hospital e centro universitário São Camilo, possui formação consolidada em Transtornos Alimentares, obesidade e emagrecimento pelo hospital de clínicas da faculdade de medicina da USP HC/FMUSP e MBA pela fundação Dom Cabral e pela Escola de gestão de Kellog nos Estados Unidos.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

    Podcast Sessão Marcada – [email protected] 

    Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]

    Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]  

    Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]

    28 min
  • T2 EP 08 - Bariátrica: Não é só a Cirurgia.

    A cirurgia bariátrica, apesar de ser uma ferramenta eficaz no combate à obesidade, representa um grande marco na vida do paciente, exigindo mudanças significativas em diversos aspectos. 

    Nesse contexto, o suporte psicológico é fundamental para o sucesso a longo prazo da cirurgia. Como ferramentas auxiliares a avaliação e o acompanhamento psicológico, são pilares fundamentais para o sucesso do tratamento, aumentando as chances de um emagrecimento saudável e duradouro.

    Mas como é feita essa avaliação? É obrigatório que o(a) profissional da psicologia participe em várias fases da intervenção cirúrgica? 

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Melissa Pascoal (@psicobariatrica)

    Especialista em Psicologia Hospitalar, Psicologia Clínica e em Comportamento alimentar, possui aprimoramento em Transtornos Alimentares, obesidade e Cirurgia Bariátrica. Nossa convidada é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica – ABESO e da International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders – IFSO. É autora de diversos livros e materiais direcionados a profissionais da psicologia e pacientes sobre cirurgia bariátrica, comportamento alimentar e transtornos alimentares, como por exemplo, o livro: Comportamento Alimentar: As múltiplas faces da nossa relação com a alimentação.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

    Podcast Sessão Marcada – [email protected] 

    Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]

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    25 min
  • T2 EP 07 – Um pajé branco na tribo: O risco do uso recreativo da Ayahuasca.

    O uso da Ayahuasca, também conhecida como Santo Daime, não é mais novidade no cenário da recreação. Jovens, majoritariamente brancos e de classe média alta, percorrem o interior do Brasil em busca de comunidades indígenas que utilizam a bebida em rituais religiosos e espirituais. 

    Na ausência de contato direto com os indígenas, não é incomum encontrar homens e mulheres brancas que, se intitulando conhecedores da prática, reúnem pessoas em aparentes manifestações religiosas para o consumo da Ayahuasca, produzida também por eles mesmos.

    Mas qual a perspectiva dos indígenas sobre essa apropriação da Ayahuasca por pessoas sem raízes nas comunidades tradicionais? Essa prática é considerada uma apropriação da cultura dos povos originários? E quais os riscos associados aos efeitos colaterais? 

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Karo Munduruku

    É indígena Munduruku, filho de pajé. Biólogo e pós graduando em Meio Ambiente e Sustentabilidade, trabalha no setor de Edificações e Saneamento Ambiental indígena do Distrito Sanitário Especial do Tapajós.

    Octávio Pavan

    Médico, especialista em Oncologia, Medicina Interna, Psiquiatria e Psiquiatria da infância e adolescência. Possui curso e experiência com medicações Endocanabinóides e no manejo de pacientes que fazem uso de Ayahuasca e/ou psicodélicos.


    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]

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    36 min
  • T2 EP 06 - Medicações Psiquiátricas: desinformação, receios, estigmas e falácias.

    Em 1972, a revista Time estampou em sua capa a "pílula da felicidade": o Prozac. A partir da década de 70, as medicações psiquiátricas se popularizaram, assumindo diferentes conotações. Para alguns, representavam a salvação, um "remedinho na bolsa" para os males da mente. Para outros, despertavam o medo do vício e do estigma da consulta psiquiátrica.

    Essa falta de conhecimento sobre o funcionamento desses medicamentos gerou um terreno fértil para a proliferação de fake news e pseudociências. Frases como "tenho medo de ficar dependente" ou "tenho receio dos efeitos adversos" tornaram-se frequentes. 

    Hoje, sabemos que as medicações psiquiátricas além de seguras podem inclusive atuar na prevenção de transtornos mentais, promovendo qualidade de vida. 

    Mas, afinal, por que o receio de fazer uso destas medicações ainda persiste? E como como elas atuam no nosso cérebro?

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Neandro de Miranda

    Graduado em Medicina pela PUC de Campinas, é especialista em Psiquiatria pela Faculdade de ciências médicas da Santa Casa de São Paulo e Pós-Graduando em sexologia pelo CBI of Miami. Nosso convidado possui experiência em emergências psiquiátricas e clínica psiquiátrica ambulatorial e geral.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    30 min
  • T2 EP 05 - Constelação Familiar: Uma pseudociência mascarada de Justiça Restaurativa.

    A Constelação Familiar foi criada por Bert Hellinger em meados da década de 1990. A técnica mescla noções de psicologia, espiritualidade e ideias machistas, associando a mulher, minorias e vítimas a uma posição inferior e perpetuando a revitimização.

    No Brasil, a Constelação Familiar chegou ao sistema judiciário brasileiro em 2012 e, em 2018, foi chancelada como prática integrativa e complementar de saúde passível de ser utilizada em tribunais.

    Após diversas denúncias sobre a ineficácia da prática na promoção da conciliação e a falta de comprovações científicas de sua efetividade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anexou em 2023 a Nota Técnica 01/2023 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). A nota desaconselha a utilização da Constelação Familiar como método terapêutico ou de resolução de conflitos, reiterando a ausência de embasamento científico e a não classificação da técnica como terapia. Mas o que de fato é a Constelação Familiar? E quem foi Bert Hellinger? A Justiça Restaurativa é o mesmo que as Constelações?

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Charlene Oliveira

    Psicóloga de atuação clínica, é especializanda em Terapia da Aceitação e Compromisso pelo Centro Brasileiro de Ciência Comportamental e Contextual e em Terapia Comportamental Dialética, pelo Instituto Continuum. Faz parte do clube de excelência em Psicologia Baseada em Evidências – PBE e integra o projeto voltado para mães solo em estado de vulnerabilidade “Para sentir a R-evolução”. Nossa convidada atuou como Consteladora Familiar e abandonou a prática.

    Msc. Cássia Preto

    Psicóloga, formada pela UEL é mestre em Psicologia e Saúde (FAMERP), especialista em Psicologia e Saúde, em Administração e Recursos Humanos, em Psicologia Clínica e em Psicologia Organizacional. Atua no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em Araçatuba. Nossa convidada é autora do livro Laudo Psicológico (editora Juruá, 2021) e atua também como docente em Pós-Graduações de Psicologia Jurídica, ministrando disciplinas como Perícia Psicológica.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    47 min
  • T2 EP 04 - Favelização no Brasil, o que considerar?

    O processo de favelização no Brasil foi marcado pelo não-planejamento urbano e pela falta de políticas públicas eficazes, esse efeito gerou um cenário de profunda desigualdade social. A constante exposição a fatores como violência, insegurança alimentar e ambiental e insalubridade gera um estado de estresse crônico entre os residentes de favelas. 

    Segundo dados do Ministério da Saúde, 30,6% dos residentes de favelas relataram sentir nervosismo ou ansiedade todos os dias, contra 20,4% da população em geral. A prevalência de transtornos mentais como depressão, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno de estresse pós-traumático é significativamente maior em favelas do que em outras áreas (12,8% dos residentes de favelas, enquanto a média nacional é de 5,8%). O uso de drogas e álcool é um problema comum. De acordo com dados da Fiocruz, o uso de crack entre jovens de 12 a 17 anos é 2,5 vezes maior em favelas do que em áreas não favelizadas. Os efeitos do processo histórico de favelização na saúde mental da sociedade brasileira são complexos e multifacetados. 

    Para entender melhor sobre o assunto, conversamos com:

    Msc. Mateus França

    É mestre e doutorando pelo programa de pós-graduação em Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisa desde o seu mestrado o direito das favelas e territórios populares urbanos, investigando o funcionamento do fenômeno jurídico nestes espaços.

    Ingrid Martins

    Psicóloga e Cientista Social formada respectivamente pelas Universidades da Amazônia – UNAMA e pela Universidade Federal do Pará. É especialista e Avaliação Psicológica e pós-graduanda em Psicologia Jurídica, com ênfase em Perícia Psicológica. Além da atuação como Psicóloga Clínica, possui experiência no campo da Psicologia Social e Saúde Mental.

    Referências:

    Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, 2020.

    Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Crack, epidemia e desafio. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2019.

    Instituto Sangari. Mapa da Violência 2022: Os jovens negros no Brasil. São Paulo: Instituto Sangari, 2023.

    Ministério da Saúde. Departamento de Vigilância em Saúde e Ambiente/vigitel. Vigitel 2022: Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    36 min
  • T2 EP 03 - A pandemia de Insônia no Brasil.

    O silêncio da noite chega, porém, os pensamentos na mente são constantes e parecem não ter fim. Esta parece ser a rotina de milhares de brasileiros ao se deitarem para tentar descansar após um dia exaustivo de trabalho e preocupações. 

    As dúvidas sobre o futuro, o medo do desemprego, a pressão social e as responsabilidades familiares são apenas alguns dos fatores que perturbam as mentes à noite.

     Um estudo divulgado pela Fiocruz em 2023, aponta que 72% dos brasileiros sofrem ou sofreram alterações no sono. Isso é um dado alarmante, pois a insônia pode ser um perigo silencioso e ignorado pela grande parte da população. Privações e alterações no sono estão relacionadas com quadros demenciais precoces, diabetes e doenças cardiovasculares. 

    Para entender melhor sobre o assunto, conversamos com: 

    Msc. Mario de Felicis

    Enfermeiro, especialista em áreas como urgência e emergência, saúde mental, gestão em enfermagem, docência em ciências da saúde e enfermagem do trabalho. Possui experiência em pronto socorro adulto, atendimento em unidades básicas de saúde e atualmente trabalha como enfermeiro no CAPS adulto da prefeitura municipal de Barueri-SP, além disso, faz parte de equipe multiprofissional para atuar com atenção integral em saúde mental. Nosso convidado é pesquisador do sono, possui mestrado com concentração em doenças Psicossomáticas e em sua pesquisa conduziu um trabalho intitulado: Sono, Cronotipo e as medidas de circulação na pandemia de COVID-19 no Brasil.


    Referências:

    CNN Brasil. Mais de 70% dos brasileiros sofrem com alterações no sono, apontam estudos. CNN Brasil, 2023. Disponível em: ⁠⁠https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-70-dos-brasileiros-sofrem-com-alteracoes-no-sono-apontam-estudos/⁠⁠


    G1. Estamos vivendo uma pandemia de insônia, alerta presidente da Associação Brasileira de Sono. Blog Longevidade. G1, 2023. Disponível em: ⁠https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/10/17/estamos-vivendo-uma-pandemia-de-insonia-alerta-presidente-da-associacao-brasileira-de-sono.ghtml


    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    26 min
  • T2 EP 02 - A problemática da “liberdade poética” da Psicanálise no Brasil.

    No ano de 2023, um debate já desgastado volta à tona por conta do livro Que bobagem, escrito pela Dra. Natália Pasternak e pelo jornalista e editor-chefe da revista Questão de Ciência, Carlos Orsi: A psicanálise é ou não uma ciência?

    Longe de chegar à conclusão deste questionamento, que parece existir apenas para quem não compreende o método científico, é bem verdade que a psicanálise não é uma profissão regulamentada no Brasil. Não existe, portanto, um Conselho de classe da ocupação que regulamente e fiscalize a atuação dos profissionais que se intitulam psicanalistas. Entende-se, então, que qualquer pessoa, sendo da área da saúde ou não, pode se tornar um psicanalista se fizer uma formação em psicanálise (ou não).

    Será que isso pode ser problema para quem busca iniciar um processo de análise? Não existir um órgão fiscalizador da psicanálise pode abrir margem para práticas pseudocientíficas, como florais, reiki, hipnose e regressão? Deveria existir um critério maior para que alguém pudesse se intitular e atuar como um(a) terapeuta psicanalista no Brasil?

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Msc. Caio Nascimento

    Psicólogo, é mestre e doutorando em História da Ciência pela PUC/SP. Nosso convidado é especialista em Psicopatologia e Doenças Psicossomáticas pelo Hospital e Centro Universitário São Camilo/SP, especialista em Neuropsicologia pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e faz formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Centro de Estudos em Terapia Cognitivo-Comportamental (CETCC-SP) e no passado, atuou como psicanalista.

    PRODUÇÃO E CONTATOS:

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    32 min
  • T2 EP 01 - Segurança Pública e Saúde Mental: uma relação direta.

    A segurança pública e a saúde mental estão intrinsecamente ligadas. Pode parecer simples pensar que segurança é igual à sensação de bem-estar na população, mas a relação entre o agente de segurança pública e a saúde mental é ainda mais direta.

    Esses profissionais estão expostos diariamente a situações de violência e estresse, o que pode levar ao adoecimento psicológico, como o Transtorno de Estresse Pós-traumático (TEPT), quadros depressivos graves e quadros patológicos de ansiedade. O planejamento e as políticas públicas podem ser a chave para prevenir não só ações criminosas, mas também promover saúde na população e nos profissionais que estão na linha de frente.

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Dr. Allan Jasper

    Doutor em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina, possui mestrado em Desenvolvimento Regional e atuou como Pró-reitor de Planejamento na Universidade Federal do Amapá, é também especialista em Gestão Empresarial. Atualmente coordena os cursos de Administração presencial e de Administração Pública EAD na Universidade Federal do Amapá. Nosso convidado é Coordenador do Projeto de Pesquisa intitulado “Segurança Pública e Defesa Social no Amapá”, que envolve a construção do plano e da política estadual de segurança do estado.

    Msc. Nathalia Almeida

    Psicóloga, mestre em Segurança Pública pelo programa de pós-graduação em Segurança Pública da Universidade Federal do Pará (UFPA). É especialista em Avaliação Psicológica e atua como psicóloga no posto de 1º tenente do quadro complementar de Oficiais da Polícia Militar do estado do Pará (PMPA).

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    Referências:


    MENDES, Allan Jasper Rocha; SIMON, Lilian Wrzesinsk; PEREIRA, Jéssica Rocha de Souza; COSTA, Alexandre Marino. O papel das micro-práticas na estratégia organizacional: contribuições da teoria das janelas quebradas. Revista de Extensão e Iniciação científica da UNISOCIESC, v. 9, n. 1, p. 1-12, 2022. Disponível em: https://dalfovo.com/ojs/index.php/reis/article/view/327/333.

    39 min
  • T1 EP 08 - A Psico-oncologia: um braço importante no tratamento do câncer.

    O adoecimento por câncer tende a ser um processo de luto desde o momento do diagnóstico. Incertezas, inseguranças, sentimento de perda, expectativas criadas e dores, tanto físicas quanto emocionais, são só alguns exemplos do que um paciente neste quadro pode experimentar. A família também vivencia essas emoções.

    Com demandas bem consistentes, a Psico-oncologia, apesar de ser uma área relativamente recente e pouco conhecida no Brasil, desempenha um papel fundamental no tratamento do câncer. Mas como exatamente atua este profissional? Existem diferenças e focos diferentes quando o paciente é uma criança?

    Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:

    Msc. Luiza Martinho

    Psicóloga, mestra em Psicologia, Sociedade e Saúde pela Universidade Federal do Pará/ UFPA, é especialista em Saúde Mental pela Escola Superior da Amazônia/ ESAMAZ, especialista em Psicologia da Saúde e Oncologia pelo Hospital Universitário João de Barros Barreto/ HUJBB. Atua como psicóloga hospitalar e como preceptora de residência multiprofissional em saúde concentrada em cuidados paliativos no hospital público de referência em câncer Hospital Ophir Loyola/ HOL em Belém do Pará.

    Isadora Silvestre

    Psicóloga, graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), possui especialização em Neuropsicologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e atuou no Centro de Reabilitação Giséle e Jacques Szlezynger (HIAE) na área de avaliação e reabilitação neuropsicológica como psicóloga residente. Atualmente, realiza atividades de psicologia e neuropsicologia no cuidado a pacientes pediátricos oncológicos. É também supervisora clínica e docente em cursos de pós-graduação e ensino à distância, ministrando treinamentos e aulas com temáticas relacionadas à avaliação e reabilitação neuropsicológica, cognição e comportamento e psicometria.

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    36 min

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O Sessão Marcada é um podcast informativo com foco em Saúde Mental e com o objetivo de auxiliar no combate a desinformação e as Pseudociências.