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Os medicamentos homeopáticos são diluídos em uma série de soluções até que não haja mais moléculas da substância original presentes, ou seja, não existe um princípio ativo ali.
Apesar de ser uma prática popular, a homeopatia não é apoiada pela ciência. Estudos científicos não mostraram que a homeopatia seja eficaz no tratamento de doenças. Na verdade, alguns estudos até mostraram que a homeopatia pode ser prejudicial à saúde.
Mas qual a crença por trás da homeopatia e quais os riscos do uso? E a fitoterapia também é uma pseudociência?
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Flávia Masson
Farmacêutica, formada pela Universidade de Brasília (UnB), onde realizou pesquisa em Farmacognosia, Parasitologia e Química Medicinal e posteriormente trabalhou como Divulgadora Científica com ênfase em Redes Sociais no Laboratório de Farmacognosia e Pós-Graduação em Ciências Médicas. Se especializou em Influência Digital: Conteúdo e Estratégia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Atualmente trabalha como divulgadora científica independente e criadora de conteúdo em saúde através do projeto Flavonoide nas redes sociais Instagram (@flavonoidee), Tiktok (@flavonoidee) e YouTube (Flavonoide).
PRODUÇÃO E CONTATOS:
Podcast Sessão Marcada – [email protected]
Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]
Privação de liberdade, agressões e crises de abstinência são alguns exemplos de situações sofridas por pessoas que já se encontram em sofrimento por estar em um quadro de dependência química, quando são internadas em comunidades terapêuticas clandestinas. Não é difícil encontrar matérias em jornais denunciando casos como estes Brasil afora, inclusive tendo ocorrido um neste ano de 2023, em agosto na cidade de Goiás.
As comunidades terapêuticas são de fato um recurso de saúde seguro para quem procura tratar um quadro psicológico grave como a dependência química? Quais cuidados podem ser tomados antes de buscar uma comunidade/clínica de internação?
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Msc. Ione Lacerda
Psicóloga, mestra em Psicologia com concentração em Psicossomática, em sua dissertação pesquisou sobre o Estresse Ocupacional e seus efeitos na saúde física e mental. Atua como Psicóloga Clínica e é especialista em Dependência Química. Nossa convidada tem experiência no campo da Psicologia Social, atendimento a adolescentes em medidas socioeducativas em meio aberto e privados de liberdade, e em Residências Terapêuticas com atendimento voltado a pessoas com quadros de Dependência Química. Atuou com docência no ensino a distância como tutora no curso de Extensão para Operadores do Direito, com a finalidade de habilitar os servidores em relação à lei 11.343/06, pela Fundação Faculdade de Medicina-HC na cidade de São Paulo.
Referência:
Datafolha. Concordância da população brasileira com a internação compulsória para pessoas com transtornos mentais. São Paulo: Datafolha, 2019.
G1. Polícia fecha clínica clandestina para dependentes químicos acusada de internar pacientes à força. Jornal Hoje, 01 ago. 2023. Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2023/08/01/policia-fecha-clinica-clandestina-para-dependentes-quimicos-acusada-de-internar-pacientes-a-forca.ghtml
PRODUÇÃO E CONTATOS:
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Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]
Um barzinho com os amigos, aquele circuito intenso no crossfit, um passeio no parque ou jogar um videogame podem ser vistos como uma terapia. Não é estranho ver um storie no Instagram alguém postando uma foto com a legenda "Minha terapia".
Mas isso pode ser considerado uma terapia? E/ou tem o mesmo impacto que uma terapia baseada em evidências como a psicoterapia, ou trata-se meramente de efeito placebo? E qual a problemática da ocupação profissional do Terapeuta no Brasil? Existe algum perigo nisso?
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Msc. Yuri Wilkens (@RoleCientifico)
Formado em Ciências Biológicas, atua na área de parasitologia de anfíbios e répteis, possui mestrado em Zoologia e é doutorando em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários na Universidade Federal do Pará. Possui experiência em docência com Metodologia Científica e História da Ciência. É divulgador científico na página @RoleCientifico, onde falam de ciência e combatem notícias falsas e Pseudociências.
@RoleCientifico (Tiktok, Instagram e Youtube)
Prof. Rafael Mendes
Psicólogo, é mestre em Psicologia com foco em Psicofarmacologia e Transtornos Mentais pela Universidade Ibirapuera, é especialista em Psicopatologia e Doenças Psicossomáticas pelo Centro Universitário e Hospital São Camilo em São Paulo e atualmente é especializando em Neuropsicologia pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Atua como Psicólogo Clínico, Jurídico e supervisor de atendimentos para outros profissionais da psicologia.(@rafael.mendespsi)
PRODUÇÃO E CONTATOS:
Podcast Sessão Marcada – [email protected]
Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]
Reiki, Medicina Oriental, Terapia Floral, Geoterapia e as Constelações Familiares são apenas alguns exemplos de práticas pseudocientíficas que integram o Sistema Único de Saúde e o Judiciário Brasileiro. O Brasil enfrenta uma crescente popularização nas redes sociais de práticas milagrosas, que prometem cura e tratamento das mais diversas doenças graves, como depressão e câncer, ou de movimentos que passam informações falsas e perigosas sobre tratamentos de referência e cientificamente comprovados, como o movimento antivacina.
Aparentemente inofensivas, estas práticas escondem um lado obscuro: a perda de confiança da população em tratamentos cientificamente comprovados, o distanciamento da população do saber científico e a negação da ciência. Além disso, é possível encontrar profissionais como médicos, psicólogos, biólogos e fisioterapeutas aumentando ainda mais a (falsa) credibilidade destas práticas.
Por que o Brasil vem enfrentando uma crescente onda de pseudociências?
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Msc. Giovanni Palheta
Divulgador científico, entusiasta da ciência e administrador das redes sociais da página “Role Científico” é licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade da Amazônia. Possui Mestrado em Ecologia e atualmente é doutorando em Ecologia aquática e de Pesca pela Universidade Federal do Pará
@RoleCientifico (Tiktok, Instagram e Youtube)
Dr. Leonardo Villar
Doutor em Geociências e Mestre em Química pela Universidade Federal Fluminense, possui graduação em Química pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Tem experiência no ensino de Química e Química Analítica, atuou com docência no Ensino Técnico do PRONATEC com educação a distância, como tutor presencial no consórcio CECIERJ e na educação básica pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Atualmente trabalha no Instituto Federal de Ciência e Educação do Estado do Pará como professor e coordenador de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação.
Referência:
Baima, Cesar. Religião no SUS é péssima ideia, não importa qual. Revista Questão de Ciência, São Paulo, v. 20, n. 8, p. 1-4, ago. 2023.
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). (2023, 8 de março). Governo federal anuncia aumento de 24% no orçamento para pesquisa científica. Recuperado de https://www.mcti.gov.br/
PRODUÇÃO E CONTATOS:
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Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]
T01E01 - O barulho silencioso do TDAH no Adulto
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), já não é mais uma novidade quando nos referimos ao diagnóstico na criança e no adolescente, entretanto, quando falamos do diagnóstico no adulto (apesar de sua fácil observação) este pode ser silencioso e paradoxalmente caótico na manifestação de seus sintomas.
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Dra. Gabriela Nascimento,
Psicóloga Analítico Comportamental, atua como Professora Universitária, possui mestrado e doutorado com concentração em Psicologia Experimental. É Pós-doc pelo laboratório de neurociência e comportamento da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Dra. Mônica Miranda
Psicóloga/Neuropsicóloga integrante do Grupo de Trabalho em Neuropsicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP) e do Conselho Federal de Psicologia (CFP). É também Pesquisadora associada da Rede Nacional de Ciência para Educação (Rede CpE). Possui Mestrado e Doutorado e é professora afiliada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Atualmente é professora visitante da Universidade Federal da Bahia, pelo departamento de Psicologia. Fundou o Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil (NANI), bem como fundou e coordena o Projeto Pela Primeira Infância (PPI).
PRODUÇÃO E CONTATOS:
Podcast Sessão Marcada – [email protected]
Coordenação Geral: Rafael Rodrigues Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam da Silva Costa Neto – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Castro Oliveira – [email protected]
O ano começa com muita energia e disposição. Canetas, cadernos e mochilas novas para encarar o ano (ou mais um ano) de preparação para o vestibular. Os dias, as semanas e os meses passam e para muitos estudantes a energia que antes estava presente no início do ano, também. Sentimentos como medo e insegurança, sintomas como humor deprimido e ansiedade e até mesmo sintomas físicos como dores pelo corpo e insônia parecem dar lugar ao sonho do primeiro dia de aula dentro de uma Universidade. Por que o atual modelo preparatório para o vestibular parece adoecer tanto os candidatos? E como tentar prevenir que isso aconteça?
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Prof. Msc. Fernanda Lima
Psicóloga, mestre e doutoranda em Teoria e Pesquisa do Comportamento pela Universidade Federal do Pará e especialista em Terapia de Família. Atua como professora universitária do curso de Psicologia da Universidade da Amazônia (UNAMA) e como psicóloga escolar na Secretaria de Educação do Estado do Pará (SEDUC).
Prof. Jorge Pavão
Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pará, iniciou sua trajetória em docência participando de projetos de ensino e extensão por meio do Programa de Educação Tutorial em Biologia (PET-Bio) e no programa Universidade Aberta (PUA- Cursinho popular), possui experiência e atualmente leciona em cursos pré-vestibulares e no Ensino Médio.
Referência
Costa, C. O., Dias, P. C., Zuanon, J. L., Oliveira, P. R. B., & Campos, M. C. V. D. (2021). Transtornos mentais comuns entre estudantes pré-vestibular no Brasil: resultados de um estudo transversal. Revista Brasileira de Psiquiatria, 43(1), 46-52.
PRODUÇÃO E CONTATOS:
Podcast Sessão Marcada – [email protected]
Coordenação Geral: Rafael Rodrigues Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam da Silva Costa Neto – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Castro Oliveira – [email protected]
Era o início dos anos 80, e uma nova infecção foi detectada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) nos Estados Unidos. Os primeiros registros de infecções por HIV tinham algo em comum: homens que haviam tido ou mantinham relações sexuais com outros homens.
Esse dado em comum foi suficiente para desencadear um tsunami de desinformação, pseudociências e Fake News associadas à comunidade LGBTQIA+. Daquela época, até os dias de hoje (como se não bastasse um grupo minoritário ser erroneamente associado como grupo de risco) esses preconceitos persistem, não apenas pela população, mas às vezes pelos próprios profissionais de saúde.
É consenso na comunidade científica que “grupo de risco” é qualquer pessoa sexualmente ativa, independente de orientação sexual, gênero ou raça. Por isso, entender como a infecção ocorre e quais os mecanismos de prevenção e tratamento existentes são a melhor forma que podemos ter, não apenas para nos proteger, mas também para combater a desinformação acerca das infecções por HIV e Aids.
Para entender melhor sobre o assunto conversamos com:
Dr. Paulo de Alencastro
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria, possui mestrado em Nefrologia e Doutorado em Ciências Médicas, com foco em HIV pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É médico Infectologista pela Sociedade Brasileira de Infectologia, profissional de referência em Genotipagem e membro da Câmara Técnica em HIV/Aids do Rio Grande do Sul.
João Bonato
Psicólogo Clínico e Hospitalar atua a partir da Psicologia Analítica. Especialista em Psicologia Clínica e Hospitalar em aids pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Atuou como psicólogo e supervisor de especialização no ambulatório de atendimento a pessoas vivendo com HIV do HCFMUSP e atualmente trabalha em consultório no atendimento de adultos e em pesquisa clínica de meios de prevenção Combinada para o HIV, como PrEP oral e injetável.
PRODUÇÃO E CONTATOS:
Podcast Sessão Marcada – [email protected]
Coordenação Geral: Rafael Mendes – [email protected]
Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – [email protected]
Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – [email protected]
Com muita felicidade e imbuídos de conhecimento, apresentamos a vocês o episódio piloto da nossa sessão marcada.
Referência bibliográfica:
Revista Questão de Ciência. (2019, 27 de julho). Por que os jovens estão se voltando para a astrologia? https://revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2019/07/27/por-que-os-jovens-estao-se-voltando-para-astrologia
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