Você sabia que escrever sobre os sentimentos gera inúmeros benefícios à saúde e ao bem-estar?
A prática, conhecida como escrita terapêutica ou escrita expressiva, vem ganhando cada vez mais destaque na gestão emocional e na busca pelo autoconhecimento. Por meio dela, é possível ressignificar experiências dolorosas de vida, inclusive, traumas.
Um dos grandes estudiosos da escrita terapêutica foi o psicólogo norte-americano James W. Pennebaker, que desenvolveu pesquisas na área, ainda na década de 1980. Os resultados demonstraram inúmeros benefícios para o corpo e para a mente do grupo de pessoas participantes.
O mais interessante é que a escrita terapêutica exige muito pouco para que possa ser praticada no dia a dia: apenas papel, lápis ou caneta!
A finalidade é materializar no papel emoções, sentimentos e pensamentos e deixar fluir aquilo que está presente no momento da escrita, sem se preocupar com formatos ou regras ortográficas e gramaticais.
Assim, a arte de escrever sobre nós mesmos nos ajuda aliviar, por exemplo, o estresse, o medo, a tristeza e a ansiedade. Além disso, nos permite ampliar a consciência em relação à nossa narrativa de vida e ter mais compreensão sobre quem somos e sobre nossas necessidades.
Quer conhecer mais sobre este assunto?
Acompanhe o bate-papo no Sintonia Aromática com a doutora em literatura e professora de escrita terapêutica, Gabriela Ruggiero Nor (@gabrielaruggieronor).
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Trilhas: Helder Araújo.
Edição e Apresentação: Priscila Mendes