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  • SH 37 - Vai começar a balbúrdia (parte 2)
    Nos dias 15 e 30 de maio de 2019, milhares de estudantes e professores ocuparam as ruas de todo o país contra o corte de verbas nas universidade federais, implementado pelo governo Bolsonaro, e a favor da educação pública. Segundo Abraham Weintraub, ministro da educação, as universidades que estariam produzindo “balbúrdia” em seus campus, passariam por um processo não de corte definitivo de recursos, mas de “contingenciamento”. Posteriormente, o ministro se retratou afirmando que todas as universidade federais teriam suas verbas contingenciadas até que a Reforma da Previdência fosse aprovada. A declaração desastrosa de Bolsonaro chamando os estudantes de “idiotas úteis” “imbecis” e “massa de manobra” só serviu para atiçar os conflitos. Mas o que estaria por trás do pensamento anti-intelectual do governo Bolsonaro? Os cortes de verbas teriam somente justificativas econômicas? Após a declaração de Bolsonaro, dizendo que os alunos deveriam aprender mais regra de três e menos política nas escolas, poderíamos afirmar que existem conhecimentos mais úteis do que os outros? Quais seriam as origens da universalização da educação pública? Até que ponto a universalização da educação pública reflete também um espaço de lutas políticas e sociais?
    Venha fazer “balbúrdia” conosco pois está entrando no ar o Sobre História Podcast número 37.
    Participantes:
    Licia Quinan, Marina Sá e Mariana Lins.
    Arte da capa: Matheus Quinan
    Referências:
    www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034 (educação no mundo antigo)
    www.youtube.com/watch?v=k4qFN1O93oc (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna).
    www.youtube.com/watch?v=gHZwR47vzTw (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna).
    www.youtube.com/watch?v=sz74hnOpwJ8 (História da Educação Brasileira – linha do tempo)
    brasilescola.uol.com.br/historia/univ…ade-media.htm (universidades medievais)
    brasilescola.uol.com.br/historiag/edu…ade-media.htm (universidades medievais)
    jornalggn.com.br/politicas-sociai…ducacao-publica/ (educação prussiana)
    Mario Alighiero Manacorda. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Unesp, 1989.
    Professora Doutora Marisa Bittar (Universidade Federal de São Carlos)
    www.youtube.com/watch?v=y0Px1po7j6o (Estado Burguês e a educação)
    www.youtube.com/watch?v=gj5be7GGrFI (Escola no século XX)
    www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca…/0337.html (Breve relato da educação brasileira excludente)
    www.gazetadopovo.com.br/educacao/a-hi…s2j8nnqn8d91/ (História da educação no Brasil)
    fenetbrasil.blogspot.com/p/historia-d…ecnicas.html (História das escolas técnicas)
    epoca.globo.com/as-origens-intele…s-artigo-23676332 ( Gabriel Trigueiro - pensamento anti-intelectual de Bolsonaro)
    1 hr 34 min
  • SH 37 - Vai começar a Balbúrdia (parte 1)
    Nos dias 15 e 30 de maio de 2019, milhares de estudantes e professores ocuparam as ruas de todo o país contra o corte de verbas nas universidade federais, implementado pelo governo Bolsonaro, e a favor da educação pública. Segundo Abraham Weintraub, ministro da educação, as universidades que estariam produzindo “balbúrdia” em seus campus, passariam por um processo não de corte definitivo de recursos, mas de “contingenciamento”. Posteriormente, o ministro se retratou afirmando que todas as universidade federais teriam suas verbas contingenciadas até que a Reforma da Previdência fosse aprovada. A declaração desastrosa de Bolsonaro chamando os estudantes de “idiotas úteis” “imbecis” e “massa de manobra” só serviu para atiçar os conflitos. Mas o que estaria por trás do pensamento anti-intelectual do governo Bolsonaro? Os cortes de verbas teriam somente justificativas econômicas? Após a declaração de Bolsonaro, dizendo que os alunos deveriam aprender mais regra de três e menos política nas escolas, poderíamos afirmar que existem conhecimentos mais úteis do que os outros? Quais seriam as origens da universalização da educação pública? Até que ponto a universalização da educação pública reflete também um espaço de lutas políticas e sociais?
    Venha fazer “balbúrdia” conosco pois está entrando no ar o Sobre História Podcast número 37.
    Participantes:
    Licia Quinan, Marina Sá e Mariana Lins.
    Arte da capa: Matheus Quinan
    Referências:
    https://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034 (educação no mundo antigo)
    https://www.youtube.com/watch?v=k4qFN1O93oc (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna).
    https://www.youtube.com/watch?v=gHZwR47vzTw (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna).
    https://www.youtube.com/watch?v=sz74hnOpwJ8 (História da Educação Brasileira – linha do tempo)
    https://brasilescola.uol.com.br/historia/universidades-na-idade-media.htm (universidades medievais)
    https://brasilescola.uol.com.br/historiag/educacao-na-idade-media.htm (universidades medievais)
    https://jornalggn.com.br/politicas-sociais/a-historia-do-nascimento-da-educacao-publica/ (educação prussiana)
    Mario Alighiero Manacorda. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Unesp, 1989.
    Professora Doutora Marisa Bittar (Universidade Federal de São Carlos)
    https://www.youtube.com/watch?v=y0Px1po7j6o (Estado Burguês e a educação)
    https://www.youtube.com/watch?v=gj5be7GGrFI (Escola no século XX)
    http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0337.html (Breve relato da educação brasileira excludente)
    https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/a-historia-da-educacao-no-brasil-uma-longa-jornada-rumo-a-universalizacao-84npcihyra8yzs2j8nnqn8d91/ (História da educação no Brasil)
    http://fenetbrasil.blogspot.com/p/historia-das-escolas-tecnicas.html (História das escolas técnicas)
    https://epoca.globo.com/as-origens-intelectuais-do-ataque-bolsonarista-as-universidades-publicas-artigo-23676332 ( Gabriel Trigueiro - pensamento anti-intelectual de Bolsonaro)
    1 hr 20 min
  • SH 36 - Vamo Ocupar!
    A questão da moradia no Brasil é complexa e há tempos se reflete em graves problemas para nossa sociedade. O déficit habitacional é grave, e vivenciado por muitas cidades no Brasil e no mundo. Será que a ocupação do espaço urbano segue uma lógica natural ou é inflada por outros interesses? A população mais pobre sempre teve que brigar pelo direito à moradia? Moradia é direito ou privilégio? Será que falamos em Invasão ou ocupação? Prepare seu megafone e vista seu espírito de luta. Esse é sobre história nº 36: Vamo ocupar!
    1 hr 12 min
  • SH 33 - Espelhos: o belo na História
    Diga a verdade: quem nunca, quando se deparou com um espelho, aproveitou para dar um tapa no visual? Somos acompanhados a todo momento por espelhos. Espelhos para todos os lados nos banheiros, elevadores e até celulares. Junto com eles a nossa necessidade de nos sentirmos belos. A obsessão da beleza está refletida nos dados da FECOMERCIO que apontam que em 2015 as famílias brasileiras gastaram 18% a mais com salões e cosméticos do que com educação, por exemplo. O Dicionário Aurélio define como belo o que tem forma ou aparência agradável, perfeita, harmoniosa, desperta sentimentos de admiração, de nobreza, de grandeza e prazer. Mas de onde vem o belo? A beleza estará nos olhos de quem vê? Como muda a imagem da beleza no tempo? A beleza vale riqueza? Qual é o valor simbólico da beleza hoje em dia? Em que medida os padrões de beleza podem ser também uma forma de controle social? Preparem os seus cremes, maquiagens e bases da Dior porque o Sobre história de número 33 está no ar: Espelhos, o belo na história.
    *Programa gravado em Fevereiro de 2019*
    Esse é o programa de número 33, que está sendo lançado fora de ordem por motivos de: houve um pequeno problema com ele e por isso está atrasado, mas, no caso, não ligamos muito para esses padrões de ordem mesmo afinal, ninguém é obrigado... rsrs
    Participantes: Licia Quinan, Marina Sá e Dani Moraes Brum.
    Para seguir Dani Moraes Brum no Instagram: @danimoraesbrum. E para seguir seu projeto: @feminiismo (com duplo i mesmo)
    1 hr 33 min
  • SH 35 - Previdência: reforma pra quem?
    Os veículos de comunicação revelam todos os dias aos brasileiros que estamos mergulhados em uma profunda crise econômica. Nos últimos tempos, calorosas discussões nos levam a refletir sobre as possibilidades de solução. Por vezes temos sido levados a crer que as esperanças para o tão sonhado ajuste nas contas públicas podem estar na reforma de nossa deficitária previdência social. Será que o nosso sistema de previdência é realmente deficitário? Será que um déficit na previdência é o grande problema das contas públicas no Brasil? Qual o sentido e a finalidade da previdência? Venha discutir conosco essa proposta que impacta a vida de milhões de brasileiros. Esse é sobre história número 35: Previdência ou seguridade: reforma pra quem?
    1 hr 18 min
  • SH 34 - É de chocolate!
    Diz a lenda asteca que Quetzacoatl, deus da vida, certo dia estava tão contente com os humanos, que resolveu dar-lhes um presente, algo que proporcionasse energia e prazer. Porém, havia um problema: o presente precisava ser roubado das sementes da árvore sagrada. Quando os outros deuses descobriram o roubo de Quetzacoatl, o expulsaram do reino do sol. Antes que pudesse ser pego, Quetzacoatl lançou as sementes da árvore sagrada para o mundo dos homens e logo elas deram origens a belas árvores: os cacaueiros. Nessa ocasião, o deus jurou que iria regressar por onde o sol sai, num certo ano do calendário asteca. O Imperador asteca Montezuma sempre bebia uma mistura de cacau e água antes de ir para o seu harém. Certa vez, o imperador ofereceu essa bebida ao conquistador espanhol Hernan Cortez, acreditando estar diante do deus Quetzacoatl, já que ele teria surgido do lado de onde o sol nasce, montado à cavalo. Ao provar dessa deliciosa bebida, Cortez passou a acreditar que o chocolate aumentava a performance sexual, uma vez que foi recebido por 600 mulheres no harém de Montezuma. Dos astecas ao século XXI, quem resiste ao chocolate? Mas o que o chocolate tem a ver com a História? Existe um lado amargo em seu sabor? Vem com o Sobre História se lambuzar desse fruto sagrado. Esse é o Sobre História número 34: é de chocolate!
    Referências citadas no episódio:
    Filme "Chocolate", ano 2000, dirigido por Lasse Hallstöm
    Documentário "o lado negro do chocolate", de 2010, dos diretores Miki Mistrati e Robin Romano.
    1 hr 28 min
  • SH 32 - Viva Pinóquio!
    Leite com manga mata, dizia a vovó. Não era verdade, mas alterava apenas um hábito alimentar! Todos nós sentimos saudades da época em que os boatos espalhados não afetavam decisivamente nossas vidas. Da época que não separava famílias, não colocava em dúvida os conhecimentos científicos, DA ÉPOCA QUE NÃO ELEGIA PRESIDENTES!
    “Péra...”! Será que isso é novidade? Será que as Fake News, o novo jeito de chamar os antigos boatos, começaram a impactar as nossas vidas de forma decisiva só agora? Vem com a gente perceber que às vezes focinho de porco não é tomada e que antes da era da internet notícias construídas também mudavam o rumo da história. Afinal, quem é o pai da mentira? Cortem o nariz do Pinóquio, pois está no ar o Sobre História nº 32: "Viva Pinóquio!"
    Ficha técnica
    Participantes:
    Karla Rodrigues
    Raone Ferreira
    Licia Quinan
    Marina Sá
    Mariana Lins
    Napoleão Júnior
    Arte da capa:
    Matheus Quinan
    Referências
    O Big data dará a fake news certa para as pessoas certas -Nerdologia:
    https://www.youtube.com/watch?v=hEFFCKxYbKM
    Parecer do TSE sobre as Fake News, às vésperas do segundo turno:
    https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/tse-decide-reforcar-combate-a-fake-news-e-tera-tecnicos-em-centro-de-controle-com-pf.shtml
    Checando uma notícia falsa:
    https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2018/09/um-guia-de-como-verificar-se-uma-noticia-e-falsa-antes-de-voce-mandar-no-grupo-da-familia.html
    www.boatos.org
    História das fake news - El País
    https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/08/cultura/1528467298_389944.html
    Comentário da Jornalista Ucraniana Olga Yurkova
    https://www.ted.com/talks/olga_yurkova_inside_the_fight_against_russia_s_fake_news_empire/up-next?language=pt-br#t-21531
    Buzzfeed - Notícias falsas
    https://www.buzzfeed.com/br/gasparjose/este-e-o-site-de-noticias-que-voce-precisa-seguir
    1 hr 18 min
  • SH 31 - Uma senhora universal
    Afinal, onde começam os direitos universais? Em pequenos lares, perto de casa. Tão perto e tão pequenos que eles não podem ser vistos em qualquer mapa do mundo. No entanto, estes são do mundo do indivíduo. A vizinhança em que ele vive, a escola ou a universidade que ele frequenta, a fábrica ou o escritório em que ele trabalha. Tais são os lugares onde cada homem, mulher e criança procuram igualdade de justiça, igualdade de oportunidade, igualdade de dignidade, sem discriminação. A menos que esses direitos tenham significado aí, eles terão pouco significado em qualquer outro lugar. Sem a ação organizada do cidadão para defender esses direitos perto de casa, nós procuraremos em vão pelo progresso no mundo maior.
    (Eleanor Roosevelt)
    Até que ponto esses direitos são universais? Por que a maioria da população brasileira considera que direitos humanos protegem bandidos? Os direitos humanos têm força de lei? E, afinal de contas, vale a máxima 'diretos humanos são para humanos direitos'? Esse é o Sobre História n°31: "Uma senhora universal".
    Ficha técnica
    Participantes: Licia Quinan, Mariana Lins, Marina Sá, Karla Rodrigues e Maria Priscila chagas.
    Arte da capa: Matheus Quinan
    Referências citadas no programa
    Declaração Universal dos direitos Humanos: http://www.mp.go.gov.br/portalweb/hp/7/docs/declaracao_universal_dos_direitos_do_homem.pdf
    Vídeo produzido pelo MP: https://g1.globo.com/politica/noticia/2018/12/10/mp-lanca-videoclipe-para-lembrar-70-anos-da-declaracao-universal-dos-direitos-humanos.ghtml
    Vídeo produzido pela Anistia Internacional: https://m.youtube.com/watch?v=quQQrPC7WME
    Vídeo com Marcelo Freixo em debate na UCAM:
    https://m.youtube.com/watch?v=Q2IyYAQm5Rg#menu
    1 hr 12 min
  • SH 30 - Cenas dos próximos capítulos
    Levanta a mão quem nunca ficou preso no sofá para saber quem matou Odette Roitman ou o destino de Carminha. É fato que a telenovela no Brasil é um produto cultural e de consumo de massa. Ela ocupa o posto dos programas mais assistidos por todos os gêneros e idades. Até mesmo entre as crianças, os folhetins têm mais que o dobro da audiência de outros programas infantis. Por que as novelas ocupam tanto espaço? Como as questões são abordadas e o povo as discute? Como os grupos sociais são representados na telinha? Se o sobre história discute a sociedade, não poderia deixar de discutir as telenovelas.
    Pegue seu controle, se acomode e vem com a gente no sobre história número 30: "cenas do próximos capítulos".
    Ficha Técnica
    Participantes: Licia Quinan, Karla Rodrigues e Mariana Lins.
    Arte da Capa: Matheus Quinan
    Link - documentário A Negação do Brasil (2000):
    https://www.youtube.com/watch?v=PrrR2jgSf9M
    Observação importante: Esse programa foi gravado em setembro de 2018.
    1 hr 25 min
  • SH 29 - Consciência Negra pra quem?
    Quem nunca ouviu naquela conversa de família, ou leu naquele grupinho de Whatsapp: 'Por que comemorar o dia da consciência negra?' 'Não precisamos de um dia da consciência negra, mas 365 dias de consciência humana!' 'Se é pra comemorar, melhor o 13 de maio, a abolição da escravidão!' De um ponto de vista mais simplista, talvez você tenha pensado que isso fizesse algum sentido. Mas será que é isso mesmo? Antes de lançar um sonoro 'É só minha opinião', vem com a gente refletir um pouco sobre a realidade dos negros no Brasil e sobre o que seria essa tal Consciência Negra. Meninas e meninos, esse é o SobreHistória n° 29: "Consciência Negra pra quem?"
    43 min

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Um podcast sobre história, desde o tema mais escabroso, até o mais simples. Tudo com muito humor. Feito por historiadores para todo mundo!