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Os estudos de inspiração marxista (Marx; Engels, 2003) do esporte tendem a atribuir um valor explicativo central às dimensões materiais de composição da vida de modo que tal fenômeno e os processos específicos a ele associados, muitas vezes, ficam restritos analiticamente à dimensão do fator econômico.
Objetivamente, busquei analisar se os Megaeventos Esportivos nas nações periféricas ampliaram o seu Soft Power. Utilizei como fonte de dados o modo que a mídia internacional abordou a copa do mundo da Africa do Sul, do Brasil e da Rússia, e agora, pensando em ampliar o escopo do trabalho analisaremos o Catar.
Este podcast busca trabalhar com os conceitos de esporte e de lazer na sociedade contemporânea, apresentando algumas ideias que nortearam a transformação do esporte de alto-rendimento para o esporte participativo, desvinculando a busca do recorde, a especialização de papeis, a burocratização das regras, para algo mais comunicativo, prazeroso e inclusivo.
A Educação Física foi um dos principais objetos de poder das instituições médicas durante os séculos XIX e XX. No Brasil, o movimento higienista começou a se fazer presente entre o final do século XIX e início do século XX. Ele propunha a defesa da saúde, da educação pública e o ensino de novos hábitos higiênicos pela medicina social. Seus defensores diziam que a população saudável e educada era a maior riqueza de um país.
Joffre Dumazedier (1980) foi um dos teóricos mais importantes para os estudos do lazer no Brasil. A presença de Dumazedier deu-se por um “casamento” prático-teórico, que, para entendê-lo, precisamos nos reportar à década de 1960, caracterizada pela efervescência de discussões em muitos campos como artes, universidades, sindicatos, empresas nacionais, governo. Era a preocupação das formas de construção do povo brasileiro que influenciou toda a geração que formaria o debate científico sobre lazer no final do século XX.
O esporte é um fenômeno que se reveste de características que variam e derivam da complexidade do indivíduo praticante, pois o próprio constrói e é construído por essa relação, ou seja, o indivíduo interfere na formação e execução da prática esportiva e a prática exerce influência sobre a formação do sujeito (através da transmissão de valores morais, possibilidades de relacionamento e até de adaptações físicas).
O esporte é um fenômeno sociocultural com diferentes formas de manifestação de acordo com o sentido da prática e a modalidade esportiva. O sentido se define pelo objetivo e significado que os participantes dão à atividade, diferencia-se em esporte de alto rendimento (profissional) e atividade de lazer (amador e heterogêneo). A modalidade esportiva é caracterizada por regras formais que pode ou não ser adaptada.
Diante da relevância do esporte no universo das práticas da Educação Física e na determinação de seu significado social, o presente texto traz uma revisão teórica da noção de “campo” desenvolvida por Pierre Bourdieu (1989) com o propósito de compreender como esse instrumento sociológico pode oferecer caminhos para a interpretação da cultura esportiva.
Este podcast teve como base o artigo “Educação física, linguagem e arte: possibilidades de um diálogo poético do corpo” publicado na Revista Movimento. Teve como autores Carmen Lúcia Soares e José Rafael Madureira.
Neste podcast vamos trabalhar com a obra de Bourdieu e sua relação com o esporte em quatro capítulos, este é o quarto e último capítulo.
Vamos discutir alguns conceitos de Bourdieu e relacionar com o esporte, como forma de introduzir o pensamento de Bourdieu para aqueles que estão ingressando nas leituras de sociologia do esporte.
Bourdieu é um sociólogo francês e um dos mais importantes pensadores da sociologia do esporte, na vasta obra de Bourdieu podemos destacar o livro a Distinção e o texto Como é possível ser esportivo?
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