SpinCast

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By Rede d/propósitoSociety & Culture
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SpinCast episodes

  • 60 Anos refazendo a cabeça | COMO FAZEMOS NOSSAS CABEÇAS?
    Essa mini série tenta decifrar “como fazemos nossas cabeças”. Os tempos são fluídos e de complexidade crescente, mas o mundo não começou ontem. Saber o que é novo e o que não é, o que é tragédia e o que é farsa, é decisivo para não comprarmos gato por lebre. Vou ouvir psiquiatras, empreendedores, cientistas, e quis ouvir um político. Tive o privilégio de conversar com o Roberto Freire, 78. É um vulto da história que atua ainda como se tivesse 18 anos. Seguindo o Roberto no Twitter é impossível não pensar: de onde esse cara tira tanta energia? São dezenas de posts por dia. Diferente de “influencers” cujas biografias são raquíticas, Roberto é exuberante na vida real. Transparente, visceral, empolgado com o próprio engajamento, toma o risco da exposição até porque não se vê em outro lugar que não o front onde a vida ocorre. Se é nas redes, lá estará o Roberto. Não está em questão aqui o conteúdo do que defende seus valores, refazendo sua cabeça a cada dia.
    59 min
  • O que fazer quando só a incerteza é certa? | COMO FAZEMOS NOSSAS CABEÇAS?
    Roberto Waack tem a fala mansa e as idéias claras e inovadoras. E foi testado em situações em que a maioria não teria resiliência para suportar. Por isso, fiz questão de convidá-lo para abrir a minissérie: COMO FAZEMOS NOSSAS CABEÇAS? Roberto foi executivo e empreendedor e, atualmente, é membro de conselho de empresas e preside prestigiado Instituto ARAPYAÚ.  Até poucos meses atrás, Roberto esteve no olho do furacão da delicada missão de liderar a fundação Renova, criada para executar a reparação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana. Roberto fala como os gestores precisam ser capazes de olhar além de orçamentos e resultados operacionais para incorporarem as incertezas estruturais que definem nosso tempo.
    1 hr 6 min
  • Como fazemos nossas cabeças? | Trailer
    Das pequenas escolhas da rotina até as grandes decisões sobre o nosso futuro como sociedade, nos apoiamos em um mecanismo formador de opiniões e tomador de decisões: a mente.  Por isso, entender essa ferramenta que existe dentro de cada um de nós é uma oportunidade de enxergar, nitidamente, os nossos comportamentos dentro de um contexto cheio de dilemas individuais e coletivos.  A nossa nova série "Como fazemos nossas cabeças?" irá aprofundar nessas questões para entendermos como chegamos nas polarizações ideológicas, os questionamentos da democracia, como se desenvolvem as patologias mentais e diversos outros tópicos que estão ligados ao nosso cenário atual. Para discorrer sobre esses assuntos iremos contar com a presença de pessoas de áreas diversas do entendimento humano como política, antropologia, psiquiatria e entre outras.
    2 min
  • #39 - Negócios da mata não são para principiantes
    Conversar com a Carina Pimenta  aumentou minha confiança e otimismo de que a virada do Brasil do século XX para o atual, passa pela Amazônia e pelas oportunidades que ela encerra. A Conexsus, liderada pela Carina, tem como missão conectar a economia dos povos tradicionais com a nova economia. Ela mira na capacitação não apenas de indivíduos, mas dos ambientes produtivos. Escutei com muito respeito a Carina falar sobre um produtor estrativista que sequer conhece o comprador de seu produto e o desafio de tornar acessível para ele, pelo menos, alguns dos serviços que atendem a startups no vale do silício. Virar a chave do atraso atual para uma economia próspera e includente é muito difícil. Mas seria impossível se não houvesse a Carina e outros que, como ela, fazem toda a diferença.
    54 min
  • #38 - Sustentabilidade: já fomos respeitados, voltaremos a ser
    A bióloga e ex Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira é uma personagem da história do Brasil. Nos seus 6 anos como Ministra houve os maiores avanços na proteção ambiental no Brasil. As demarcações de reservas ambientais e indígenas pendentes há décadas foram regularizadas e o cadastro ambiental rural foi implementado.  Essa infra estrutura institucional é decisiva para os avanços que veremos na Amazônia, apesar do obstáculo do atual governo federal. Precisava ouvi-la nesse painel.
    1 hr 8 min
  • #37 - Conversa com Ricardo Stoppe
    O Ricardo Stoppe é um homem da fronteira. Não esperem dele sofisticação nas maneiras ou discurso politicamente correto. Não é por falta de capacidade. Ele é um médico intensivista que teve sucesso em SP antes de se embrenhar na Amazônia, onde amealhou 400 mil hectares. Pra você ter ideia, isso significa a soma das áreas de São Paulo, Rio, Porto Alegre, BH, Recife e Curitiba.
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    Ele foi pra lá criar gado. Enfrentou uma realidade hostil, ameaças de todas as partes, mas foi ficando, resistindo, endurecendo a casca. Até se encontrar com a economia de carbono, que lhe permitiu abraçar a verdadeira vocação da floresta que só acontece se ela permanecer de pé.
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    Ele ainda fala como alguém que aprendeu a viver em uma terra sem lei, sob ataque. Mas fala manso quando se refere à captura de carbono que lhe dá sustentação econômica, contanto que ele faça a sua parte,  garantindo a inviolabilidade da floresta.
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    Na Amazônia, os papéis estão evoluindo. Uns motivados por ética, outros para sobreviver, alguns só para ganhar dinheiro, muitos por todos esses motivos.
    46 min
  • #36 - Paraíso Restauravel
    A Julia  Sekula viveu 18 de seus 27 anos fora do Brasil. Escolheu voltar convencida de que aqui é o lugar onde pode explorar todo o potencial de impacto e mudança que quer aplicar ao mundo. Julia é coautora do livro, Paraiso Restaurável, com o grande Jorge Caldeira. Se você conhecê-la vai saber porque o Caldeira a convidou. Ela não acredita em mudança de gerações, nem em oposições etárias dadas. mas em pessoas que tem mais e pessoas que tem menos plasticidade com seu tempo. Não teve Nenhuma dificuldade trabalhar com Caldeira, 64.
    Ambos crêem decididamente que se o Brasil pode dar certo - e pode - será se voltando a vocação ostensiva de grande potência da natureza que do planeta. O livro mostra porque e como. Julia quer fazer a diferença. Depois da conversa que tivemos e compartilho aqui, tenho certeza que já está fazendo.
    1 hr
  • #35 - Minissérie Amazônia - Com Carlos Nobre
    O engenheiro Carlos Nobre, formado pelo ITA e PHD pelo MIT, é um cientista brasileiro reconhecido no mundo como um dos principais especialistas do planeta em mudanças climáticas. Carlos é também um incansável ativista, há mais de 40 anos. Gravou essa conversa uma semana depois da publicação - no NYT - de um artigo seu falando sobre o presente e o futuro da Amazônia. Carlos lidera uma inciativa chamada AMAZÔNIA 4.0 que tem a missão de ser a interface conciliadora entre as versões tradicionais de desenvolvimento da Amazônia - através de culturas endêmicas domesticadas pelos povos originários como a andiroba, a copaíba, a pupunha e o próprio açaí - com o estado da arte em inovação tecnológica representado pela genômica, nano materiais, comunicação móvel, energia solar, tudo isso em convergência para desenvolver negócios baseados na biodiversidade que só lá existe.
    53 min
  • #34 - Conversa com Pablo Ortellado
    O Pablo Ortellado é uma referência em análise de informações nas redes e fora delas. Seu foco nos últimos anos tem sido a polarização e a crescente do uso da violência como solução  admissível. Atualmente nos EUA, 30% da sociedade admite o uso da violência para a resolução de conflitos políticos. Isso é um fenômeno relativamente recente, e o Pablo não afasta um desfecho pior entre os cenários possíveis. Nesse caso, a escalada para um conflito ampliado para uma guerra civil. Nesse meio, muito mais do que a pauta de temas tangíveis e materiais, os costumes e a cultura ocupam a agenda dos blocos polarizados. A insanidade se estabelece quando, como constata a pesquisa do Pablo, os grupos passam a operar como se vestissem as carapuças imputadas pelos opositores. Cada vez que o lado “progressista” ataca o desapreço da direita pelos mais vulneráveis, isso é escutado como uma falsificação de comunistas e corruptos e ajuda na coesão da direita. Inversamente, quando a direita aponta a irresponsabilidade fiscal da esquerda, isso é ouvido como a prova de que a direita não tem sensibilidade com o sofrimento humano e estimula a aglutinação pela esquerda. Isolado do calor dos polos, os conservadores não são todos insensíveis às demandas sociais, assim como os progressistas estão longe de serem automaticamente irresponsáveis fiscais. A polarização distorce a verdade e inviabiliza a governança.”

    51 min
  • #33 - Minissérie Amazônia - Com Ilona Szabó
    A Ilona é uma jovem com muita experiência na fronteira onde crime e drogas geram sofrimento. Nela, através do Instituto Igarapé que fundou e dirige, Ilona produz pesquisa e posicionamentos baseados na melhor ciência. Alheia às tribos alinhadas a ideologias à esquerda e à direita, Ilona cria e advoga por soluções baseadas em evidências e em benchmarks de sucesso. Ilona é cidadã do mundo. Dialoga com pares de todas as partes, com os melhores deles. Ter a Ilona cuidando do tema da segurança pública é um privilégio brasileiro.
    1 hr 6 min

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