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Falamos hoje das trajetórias de CHICO XAVIER, escritor e espírita, que mais escreveu e publicou livros no Brasil, perseguido por suas posições espirituais e suas atividades sociais, e de GREGÓRIO DE MATOS, primeiro poeta importante do país, também um perseguido pelo clero, pelos poderosos e homens de negócios, por suas obervações políticas e sociais feitas em seus poemas, o que lhe renderam o apelido de O boca do inferno.
Affonso Romano de Sant'Anna, de Assombro, e Thiago de Melo, de Os Estatutos do Homem, não se contentaram em ser dois expoentes de nossa poesia, uma poesia engajada que se fez voz do povo, foram além como pessoas públicas. Cada um a seu modo defenderam e trabalharam pelo desenvolvimento humano e intelectual do país, e nos engrandecem como nação.
De João Felício dos Santos, desbravador do Brasil profundo, autor de Xica da Silva e Ganga Zumba, aos príncipes da poesia: Menotti Del Picchia, de Juca Mulato, e Olegário Mariano, o “poeta das cigarras”.
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