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As trajetórias de Castro Alves, príncipe dos poetas, cantor dos escravos, Carlos Heitor Cony, de Quase Memória, e Carolina de Jesus, nossa primeira escritora negra. Os dois primeiros estiveram ao lado dos excluídos, e a terceira, ela própria a excluída, ousou levantar sua voz e fez com sucesso, tornando-se uma das escritoras brasileiras mais conhecidas no exterior.
O “Poema” de Moacyr Féliz, no “Portão” de Ribeiro Couto, expõe “Esta República” de Manoel Bastos Tigre, que Peregrino Júnior internalizou. são coisas da nossa poesia, de nossos escritores.
As trajetórias de José Mauro de Vasconcelos, de Meu Pé de Laranja Lima, Eduardo Prado, inspiração para personagem de Eça de Queiroz, e Três Coisas de Paulo Mendes Campos.
De R Magalhães Júnior a Coelho Neto, criador da expressão Cidade Maravilhosa, pai do jogador a fazer o primeiro gol da Seleção Brasileira em Copa do Mundo, nome de rua, bairro e cidade, autor do primeiro hino oficial do Fluminense, passando por Lêdo Ivo, de Finisterra.
Alvarenga Peixoto, poeta do Arcadismo, e Bárbara Heliodora, extraordinária mulher, primeira a escrever poesia no Brasil e a se envolver em um movimento político, ambos casados, e envolvidos na trama da Inconfidência Mineira.
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