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Todo ano volta o mesmo papo: “Mas Téo, é só uma fantasia… é só uma brincadeira.” Será mesmo?
Hoje eu quero te mostrar que o Halloween não é só uma festa, é uma cultura espiritual que entra em colisão direta com o Reino de Deus. O problema não é o doce, nem a fantasia. O problema é o que está por trás: uma celebração que normaliza o mal e banaliza as trevas.
Enquanto o mundo comemora o medo e a morte, a Igreja é chamada para celebrar a Luz e a Vida. E o mais curioso é que no mesmo dia em que o mundo festeja o Halloween (31 de outubro), a Igreja celebra algo totalmente oposto: a Reforma Protestante, o dia em que a verdade da Palavra rompeu séculos de escuridão.
Então nesse vídeo eu quero te lembrar o poder do que você celebra.Porque o Reino de Deus não flerta com as trevas, ele expõe as trevas à luz.
Assiste até o final e reflita: o que o teu coração tem celebrado?
Hoje eu preciso falar sobre algo que está queimando no meu coração.
Enquanto o mundo segue em silêncio, milhares de cristãos estão sendo assassinados na Nigéria. Igrejas destruídas, famílias perseguidas, e quase ninguém fala sobre isso.
A Bíblia diz que, se um membro sofre, todos sofrem com ele. E se a Igreja de Jesus é um corpo, não dá pra fingir que essa dor não é nossa também.
Que esse vídeo desperte em você o mesmo clamor que tem queimado em mim: o de não desperdiçar a liberdade que temos, enquanto tantos estão morrendo para preservar o evangelho.
Quando vi o discurso do Lula dizendo que “os evangélicos não são contra nós, nós é que não sabemos falar com eles”, eu parei para pensar: o problema não é de comunicação, é de cosmovisão.
Não é que o povo de Deus não entende o que esse governo fala; é que nós entendemos bem demais o que ele defende. O que está em jogo aqui não é diálogo, é o choque entre valores do Reino e princípios de um sistema que se opõe à verdade.
Quando um governo trata o aborto como direito, elogia ditaduras que perseguem cristãos e tenta usar versículos para conquistar votos, a igreja precisa se levantar e dizer: a Palavra de Deus não é ferramenta de poder, é espada que confronta o pecado.
Assista até o fim e reflita comigo sobre o que realmente está por trás desse discurso.
Fala, galera! Teo Hayashi aqui.
No episódio de hoje eu respondo várias perguntas que vocês me mandaram, de bate pronto, sem filtro. Tem de tudo: casamento, dinheiro, propósito, visão de Deus, até futebol!
Se esse conteúdo falou com você, deixa seu like, se inscreve no canal e compartilha com quem precisa ouvir isso!
Hoje eu recebi o pastor Josué Arcanjo, um jovem missionário de 22 anos que vive e pastoreia no Japão. A conversa começa com a história de família dele, passa pela persistência que levou seus pais ao campo missionário, e chega numa pergunta que me pegou: afinal, o que está acontecendo com a igreja no Japão?
Por que isso importa? Porque o Japão é um povo com 125 milhões de pessoas e menos de 1% cristão. Porque há igrejas morrendo de dentro para fora por falta de sucessão e discipulado. E porque o que acontece lá nos confronta aqui: quantas vezes usamos missões como vitrine em vez de compromisso real?
Se você quer entender missão, perseverança, reviver a paixão pelo povo perdido e ouvir um relato de quem está no campo, esse episódio é para você. E se você é líder ou jovem que vai pra rua, preste atenção ao que o Josué diz sobre disciplina espiritual, confissão diária e a diferença entre aparecer e cuidar.
Se esse vídeo te confrontou, comente aqui embaixo o que Deus falou com você. Inscreva-se no canal, deixe o like e compartilhe com alguém que precisa ouvir essa chamada.
Vamos orar e agir com coragem.
Fala, pessoal! Hoje eu recebi aqui o Philipe Câmara e o Davi Lago para uma conversa que me marcou bastante. Nós falamos sobre temas que mexem com a vida da igreja e do ministério: desde o perigo de enxergar Jesus apenas como alguém que melhora a nossa vida, até a diferença entre um culto verdadeiro e a lógica do consumo. Também refletimos sobre os desafios de liderar uma geração tão acelerada, as tensões das grandes estruturas dentro da igreja e como permanecer íntegro no ministério sem se corromper.
Foi um papo profundo, cheio de perguntas necessárias e que podem ajudar você a repensar sua caminhada.
Nos últimos dias viralizou um vídeo do jornalista Eduardo Bueno, o Peninha, comemorando a morte de um comentarista americano e atacando diretamente os evangélicos.
Isso não é apenas um comentário infeliz. É um sintoma do tempo em que vivemos: um tempo em que o ódio é celebrado como virtude, desde que seja contra “as pessoas certas”.
Nesse vídeo eu quero reagir a esse discurso, trazer uma perspectiva bíblica e mostrar por que esse tipo de fala não pode ser normalizada. Jesus já tinha nos avisado que o mundo nos odiaria (João 15:18), mas Ele também nos chamou a responder de forma radicalmente diferente: amando os inimigos e vencendo o mal com o bem.
Hoje eu quero confrontar uma das maiores mentiras que a nossa geração comprou: a ideia de que a beleza é relativa. Nos fizeram acreditar que tudo é arte, que tudo é válido, que a diferença entre a Monalisa de Da Vinci e alguém se esfregando de tinta contra uma parede branca é apenas questão de gosto. E pior: que uma sinfonia de Beethoven não passa de uma opção estética ao lado de um batidão de funk.
Essa lógica relativista é um insulto à nossa inteligência e, mais grave ainda, um insulto ao Deus que criou todas as coisas com beleza, harmonia e excelência. A Bíblia nos mostra que a beleza não é supérflua, mas parte da natureza divina refletida na criação e exigida no culto.
Quando a igreja se contenta com improviso feio em nome da funcionalidade, quando aceita mediocridade estética como se fosse humildade, ela deixa de revelar algo essencial do caráter de Deus. Neste vídeo eu explico por que a beleza é objetiva, por que ela exige esforço, estudo e dedicação, e por que relativizar isso é se entregar à mediocridade.
A cultura moderna banaliza o sublime e celebra o grotesco, mas nós somos chamados a refletir o Criador e a produzir beleza que leva o mundo a glorificar o Senhor.
Charlie Kirk tinha 31 anos, era cristão, marido e pai de dois filhos pequenos. Ele foi morto com um tiro durante uma palestra em uma universidade nos Estados Unidos. Mais do que um líder político, ele era um irmão em Cristo cuja vida foi tirada diante de centenas de testemunhas, num crime que expõe de forma brutal até onde a violência ideológica pode chegar.
O que mais me assusta é perceber como a narrativa tenta suavizar os fatos, como se fosse possível justificar a morte de alguém apenas porque suas ideias incomodavam. Extremista não é quem fala, é quem silencia pela força. Extremista é quem decide que a vida de alguém pode ser descartada em nome de uma causa.
A morte de Charlie Kirk não é um episódio isolado, mas parte de uma escalada que já vimos acontecer em diferentes países, sempre com o mesmo alvo: aqueles que ousam defender valores conservadores e princípios cristãos. Não se trata apenas de política, mas de um sinal dos tempos em que a verdade se torna perigosa e quem a defende se torna alvo. Minha oração é pela família de Charlie, pelos seus filhos e pela igreja nos Estados Unidos, mas também pelo Brasil.
Que não nos deixemos enganar pelas narrativas que invertem vítima e agressor, e que esta tragédia desperte em nós não ódio, mas coragem. Coragem para proclamar o Evangelho sem medo, para educar nossos filhos na verdade e para não aceitar que a violência se torne normalizada.
A vida é sagrada e ninguém deveria ser morto por pensar diferente.
Será que o Brasil já foi longe demais na corrupção, ou Deus ainda pode reverter a nossa história?
Nesse episódio conversei com Deltan Dallagnol sobre fé, justiça e política. O que ele compartilhou vai desafiar a forma como enxergamos o futuro do nosso país.
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