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Estamos vivendo dias em que o óbvio está sendo questionado e o que é sagrado tem sido alvo de ataques frontais. Recentemente, me deparei com um conteúdo que não apenas critica, mas demoniza a estrutura familiar — e como cristão, não posso me calar.
A família não é um sistema político, uma construção ideológica ou um "núcleo de neurose". Ela é uma instituição divina, estabelecida por Deus antes de qualquer governo ou cultura existir. Repudiar esses ataques não é uma questão de opinião, mas de fidelidade à Verdade. Quando tentam desconstruir o alicerce do lar, o objetivo final é deixar o indivíduo sem identidade e a sociedade sem fundamentos.
Neste vídeo, eu me posiciono contra essa narrativa de desconstrução e convido você a refletir sobre a importância de guardarmos a nossa casa. A família é o plano de Deus para a redenção e formação do ser humano, e esse é um valor inegociável.
Que este vídeo traga discernimento e firmeza ao seu coração.
Assista e fortaleça os fundamentos da sua casa.
"Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?" (Salmos 11:3)
Será que para ter uma família saudável você precisa abrir mão do seu chamado? Ou, para ser um líder relevante, o preço inevitável é o distanciamento do seu lar? Recentemente, um vídeo de um casal de pastores levantou essa questão e eu decidi abrir o jogo sobre essa tensão que muitos vivem em silêncio.
Muitas vezes, ao olharmos para nossas comunidades, nos fazemos uma pergunta honesta e preocupada: "Onde estão os homens?". As estatísticas e a realidade cotidiana mostram um distanciamento crescente, mas a resposta talvez não esteja apenas no comportamento deles, e sim na cultura que estamos cultivando.Neste vídeo, convido você a uma reflexão profunda sobre o papel do homem à luz das Escrituras. Será que, na tentativa de promover a paz e a ordem, acabamos criando um ambiente que não desafia a força, a liderança e o senso de missão que Deus depositou.O objetivo desta reflexão não é criticar a Igreja, mas sim fortalecer o seu corpo. Precisamos criar espaços onde o homem possa ser, plenamente, quem Deus o chamou para ser: um servo valente, um líder amoroso e um pilar para a sua família e comunidade.
As transições da vida são mais do que mudanças de endereço ou de cargo; elas são movimentos na geografia da nossa alma. Muitas vezes, nos sentimos vulneráveis no “corredor”, aquele espaço sagrado onde uma porta já se fechou, mas a próxima ainda não se abriu totalmente.
Neste episódio, convido você a refletir sobre como atravessar essas estações debaixo da bênção e do favor do Senhor. Vamos conversar sobre por que a verdadeira paz não vem da estabilidade, mas da nossa aliança e obediência à Palavra.
Se você está vivendo um tempo de incertezas, este podcast é um convite para encontrar descanso no Deus que guarda não apenas o seu destino, mas cada passo da sua jornada. Que você seja abençoado, tanto na entrada quanto na saída.
Se liga nesse vídeo que circulou recentemente. O que vimos em Santa Cruz do Sul, com um grupo tentando realizar rituais de matriz africana dentro de um templo católico, não é apenas um debate sobre "espaço público" ou legislação. É um sinal de alerta espiritual.
Existe uma linha tênue (mas absoluta) entre liberdade religiosa e afronta. A narrativa do mundo vai tentar te convencer de que impedir isso é intolerância. Mas a verdade precisa ser dita: a Igreja não é uma praça pública; é um solo consagrado.
Neste vídeo, eu analiso esse caso sob duas óticas: a jurídica, derrubando a mentira de que o templo é "casa da mãe joana", e a teológica, que é onde o peso real está. Deus é exclusivo. Do Tabernáculo ao Novo Testamento, Ele nunca dividiu Sua glória e jamais permitiu a mistura de altares.
O Cristianismo é amor, sim, mas não é bagunça. Amar não significa abrir mão dos fundamentos da nossa fé para agradar uma agenda que chama profanação de "inclusão".
Precisamos ser simples como a pomba, mas prudentes como a serpente. Assista até o final, entenda o que está por trás dessa afronta e saiba como se posicionar.
Eu não quero que você comece 2026 errado.
Usei Provérbios 21:5 como base: quem planeja bem e trabalha com dedicação prospera; quem se apressa e toma atalhos fica pobre. Isso não é só sobre dinheiro, é sobre sua mente, suas emoções, seus relacionamentos e a sua vida com Deus.
Para mim, planejar bem significa pensar profundo e voltar do objetivo final para os passos diários. Trabalhar com dedicação é viver “coram Deo” — tudo feito sob o olhar de Deus, com excelência e fidelidade, mesmo nas tarefas pequenas e repetitivas. A pressa produz atalhos; atalhos produzem pobreza espiritual, emocional e relacional.
Chegamos ao fim do ano e eu sei que muita gente encara as férias como sinônimo de "deixar a vida levar". Mas deixa eu ser bem sincero com você: viver no piloto automático é um desperdício de vida.
Descanso não é o fim do trabalho, é o preparo para a próxima estação. Na Bíblia, isso se chama Sabático. Não é apenas parar; é recalibrar. Se a sua alma virou uma "monocultura" ela vai esgotar. Você precisa oxigenar a terra.
Neste vídeo, eu te dou 5 passos práticos e espirituais para você não voltar das férias mais cansado do que entrou. Vamos falar sobre a importância do "tédio" programado, a diferença entre hobby e entretenimento barato, a necessidade de contemplar o belo e como ajustar o eixo vertical com Deus.
Não entre no próximo ano sem margem. Assista, anote e seja intencional.
Neste vídeo, eu respondo algumas das perguntas mais comuns (e também mais sensíveis) sobre o Natal. Falamos sobre tradição, significado, exageros, distorções e, principalmente, sobre Cristo no centro de tudo.
O Natal não é apenas uma data no calendário, nem um debate raso sobre costumes. É uma oportunidade de refletirmos se Jesus ainda ocupa o lugar que Ele merece no nosso coração, na nossa fé e na nossa rotina.
Que esse final de ano não seja apenas sobre fechar ciclos, mas sobre alinhar o coração. Que você termine o ano com arrependimento onde for necessário, gratidão onde Deus foi fiel e esperança renovada para tudo o que Ele ainda vai fazer.
Feliz Natal!
Nem todo aplauso ao Evangelho vem de arrependimento. Às vezes, vem de conveniência.
Neste vídeo, eu comento um gesto político que muitos celebraram como algo bonito e histórico, mas que exige discernimento espiritual. A fé cristã nunca precisou de decreto, aprovação institucional ou reconhecimento do Estado para existir. O Evangelho não nasce do poder, ele confronta o poder. Jesus deixou claro que o Seu Reino não é deste mundo, e isso muda completamente a forma como interpretamos certos acenos públicos à fé.
Quando símbolos cristãos são exaltados enquanto valores centrais do Evangelho seguem sendo relativizados, existe uma contradição que não pode ser ignorada. Louvor sem arrependimento vira performance. Fé sem obediência vira estética religiosa. O problema não é cantar louvor em lugares de poder, é governar em oposição aos princípios que esse louvor declara.
Minha oração é para que a Igreja no Brasil tenha maturidade e discernimento. Que não confundamos espaço com alinhamento espiritual, nem microfone com aprovação divina. O Reino de Deus não precisa ser patrimônio cultural; ele precisa ser vivido como verdade absoluta, custe o que custar.
Assista até o final e reflita com sinceridade sobre isso. Que Deus te abençoe.
Se você despreza tradições, está abrindo mão da sua identidade.
Este vídeo é continuação do que falei sobre descanso intencional. Descanso que não é fuga, mas ferramenta para construir. Quero falar sobre uma coisa que muitos desprezam: tradição. Por muito tempo eu também pensei que tradição era amarra. Hoje eu digo o contrário: tradição é uma cerca de proteção ao redor dos valores.
Eu compartilho exemplos pessoais (retiros anuais, jejuns com amigos) e explico por que práticas como a ceia e o culto não são nostalgia nem formalismo vazio. Na verdade, são instrumentos que protegem ortodoxia, ortopraxia e o coração. Tradição vira religiosidade quando a cerca se torna mais importante que aquilo que ela protege.
Responda comigo: Quais tradições você já pratica? Quais você precisa começar? Que valores precisam de uma cerca?
Assista até o final e reflita sobre isso. Compartilhe com quem precisa lembrar que tradição bem vivida é fundamento, não prisão.
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