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Recentemente, ouvi um trecho onde o Frei Betto faz observações contundentes sobre o crescimento da igreja evangélica no Brasil em contraste com o declínio dos números católicos. Ele apontou o nosso forte senso de acolhimento e a nossa excelência, marcas que remetem diretamente à Igreja Primitiva descrita em Atos 2:44-45, onde os irmãos mantinham-se unidos e cuidavam das necessidades uns dos outros.
No entanto, em vez de me encher de orgulho, esses elogios me geraram uma profunda preocupação. Lembrei imediatamente do alerta do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 10:12: "Assim, aquele que considera estar de pé, cuide-se para que não caia!". A dura realidade é que estamos permitindo que o clericalismo entre nas nossas igrejas. Estamos trocando o "cheiro de ovelha" pelo conforto da "sala verde", centralizando o poder e perdendo a essência da nossa adoração e pregação em nome de uma funcionalidade barata ou de uma excelência vazia e sem unção.
Assista ao vídeo para refletirmos juntos sobre não perdermos o que é precioso na nossa fé e comunidade.
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Neste vídeo, eu trago um alerta necessário sobre as recentes movimentações políticas que tentam manipular a nossa fé para atrair votos nessas eleições. Analisamos falas recentes do presidente Lula que buscam ressignificar símbolos do PT — como a cor vermelha e a estrela — forçando uma conexão irreal com Jesus Cristo e o cristianismo.
Precisamos ter sabedoria e não memória curta. A Bíblia é clara em Mateus 7:20: "Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão". Quando observamos o histórico, a defesa de pautas contrárias à vida e uma cosmovisão fundamentada no marxismo, percebemos que o discurso de época de eleição não se sustenta na prática. Como nos adverte Gálatas 6:7, de Deus não se zomba. Precisamos avaliar o caráter, a competência e os verdadeiros frutos de cada candidato antes de votar.
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Neste vídeo, recebi os fundadores do Brasil Paralelo para uma conversa totalmente aberta, sem filtros e profunda sobre um dos maiores fenômenos políticos e sociais do Brasil atual: o documentário O Brasil Evangélico.
Muita gente se perguntou: por que uma empresa com fundadores católicos decidiu mergulhar de cabeça no universo evangélico? As reações e críticas vieram de todos os lados. De um lado, católicos questionando por que não usar o alcance da empresa para conversões religiosas; do outro, evangélicos acusando a produção de ser um "cavalo de Troia" ou até mesmo parte de teorias da conspiração mirabolantes.
Neste papo franco, abrimos o jogo sobre os preconceitos que foram quebrados no caminho, a real motivação por trás do projeto — que foca muito mais na leitura sociológica, antropológica e política do que em debates teológicos — e o que aprendemos sobre a pluralidade e a força desse gigante cultural brasileiro.
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Neste vídeo, analiso um protesto que viralizou recentemente envolvendo ativistas na Europa e o desfecho inesperado que ele teve. Mais do que o acontecido em si, decidi olhar para o pano de fundo dessa situação: como a visão de andamento da sociedade e as narrativas em torno das relações entre homens e mulheres têm moldado o nosso tempo.
Vamos conversar sobre complementaridade, cosmovisão bíblica e o perigo de transformar a convivência humana em uma guerra ideológica constante. Deixe sua opinião nos comentários e se inscreva no canal.
Quando a gente olha para o cenário cultural de hoje, especialmente para produções artísticas recentes que têm ganhado enorme repercussão — como o trabalho visual de grandes artistas pop ou exposições em museus renomados que misturam elementos polêmicos e choques visuais —, a reação mais comum é simplesmente ignorar e pensar: "É apenas arte, não é nada de mais".
Mas a história e a própria filosofia da cultura nos mostram que a arte nunca é neutra. Ao longo dos séculos, a arquitetura, a pintura, a música e a literatura foram as principais ferramentas pelas quais o ser humano expressou suas crenças, sua cosmovisão e aquilo que considera sagrado ou verdadeiro. A arte carrega ideias; ela educa, molda sensibilidades e prepara o terreno para aquilo que a sociedade passa a normalizar com o tempo.
O problema que precisamos encarar com maturidade não é apenas o que está sendo produzido lá fora, mas o vazio que nós, como comunidade de fé, temos deixado. Durante muito tempo, limitamos nossa produção artística e cultural aos muros da igreja, recuando do espaço público e abdicando da nossa vocação de ser sal e luz na sociedade. Quando abandonamos a praça pública, outros discursos preenchem esse espaço.
Neste vídeo, eu quero conversar com você sobre qual deve ser a nossa postura diante da cultura contemporânea, como desenvolver um olhar crítico sem cair no alarmismo ingênuo, e por que a igreja precisa redescobrir a excelência, a beleza e a relevância na criação artística.
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Um abraço, e até a próxima!
Tem dias que eu paro para pensar e vejo o quanto a gente engole seco tentando entender o que significa ser pai de verdade hoje em dia. Entre o peso de não repetir os erros dos nossos próprios pais, o medo de traumatizar os filhos na hora da correção e uma cultura que tenta o tempo todo terceirizar a educação de dentro de casa, a gente percebe que o buraco é muito mais embaixo.
Neste especial de Dia dos Pais, eu abri o coração para falar sobre os reais desafios dessa jornada. Aqui não tem resposta pronta, a conversa é sobre desaprender as mentiras que nos contaram sobre paternidade, encontrar o verdadeiro padrão em Cristo e assumir o nosso papel inegociável como homens e pais. Afinal, antes de sermos provedores, fomos chamados para ser filhos e espelhos.
Dê o play e venha refletir comigo sobre graça, autoridade, correção e o legado que estamos construindo para a próxima geração.
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O vídeo do filho de Zé Felipe viralizou e dividiu opiniões. Mas, para mim, o verdadeiro problema nunca foi uma criança repetindo uma palavra.
O problema é uma cultura que normalizou a sexualização infantil e transformou isso em entretenimento.
Enquanto rimos de certas "brincadeiras", estamos ensinando meninos e meninas a enxergarem a si mesmos muito antes do tempo.
Se queremos uma geração de homens e mulheres íntegros, a formação precisa começar na infância.
Assista até o final e me diga nos comentários: em que momento a sexualização infantil passou a ser vista como algo normal?
Fundador do Dunamis Movement, Teófilo Hayashi é uma voz que tem inspirado jovens nas nações a viverem um evangelho relevante e palpável. Teo começou seu ministério como um missionário da Jocum atuando por 3 anos na Ásia. Logo depois foi pastor de jovens por 5 anos em North Carolina, EUA e depois voltou ao Brasil para iniciar um trabalho missionário voltado aos universitários: o Dunamis. Ele tem viajado o Brasil e mais de trinta nações pregando o amor de Jesus e o poder do Espírito Santo. É conhecido por despertar e capacitar líderes para estabelecerem o Reino de Deus na Terra e transformarem a sociedade. Formado em psicologia e teologia pela Liberty University (EUA), Téo também exerce seu ministério como escritor, palestrante e pastor sênior da Zion Church, em São Paulo (BRA), onde mora com sua esposa Junia e seus quatro filhos: Zach, Koa, Beni e Kaila.Me acompanhe nas redes sociais:Instagram:https://www.instagram.com/teohayashi/Spotify: open.spotify.com/show/3IjKWBsbW37MACTco5piFqTikTok: https://www.tiktok.com/@teohayashiQue você seja avivado para ser um agente de transformação na sociedade e expandir o Reino de Deus aqui na terra!
A Copa do Mundo deveria ser o palco da união das nações, mas os últimos dias revelaram uma ferida profunda que insiste em sangrar: o racismo. Entre jogos memoráveis e celebrações culturais, vimos cenas que desafiam a ética, a humanidade e, acima de tudo, o Evangelho de Cristo.
De ataques a influenciadores dentro de estádios até declarações abomináveis sobre a origem de jogadores, percebi que o problema não reside em uma bandeira ou nação específica. O racismo é uma doença do coração humano. E quando figuras de influência global, como Lionel Messi, escolhem o silêncio diante de atos tão graves, somos lembrados de uma dura verdade: o silêncio dos bons é o que permite o avanço do mal.
Neste vídeo, não quero apenas apontar o dedo para os erros que vimos na mídia. Quero conduzi-los a uma reflexão profunda sobre o que a Bíblia nos diz sobre isso.
Por que o racismo é, na sua essência, um pecado contra o próprio Deus? Como o conceito de Imago Dei (criados à imagem e semelhança do Criador) torna qualquer forma de preconceito uma afronta direta ao Criador? Por que, como cristãos, temos a responsabilidade de ser agentes de reconciliação em um mundo que tenta reconstruir muros que Cristo já derrubou na Cruz?
Não podemos nos calar. O Reino de Deus é composto por todas as tribos, línguas e nações, e nossa missão é refletir essa unidade aqui e agora.
Acompanhe essa análise, reflita comigo e deixe nos comentários: você acha que o silêncio das grandes vozes do esporte é conivência ou apenas estratégia? Vamos conversar com respeito e verdade.
Neste episódio, recebo o Henrique Krigner, um irmão e líder que tem caminhado com seriedade no Reino. Conversamos sobre um princípio fundamental do Evangelho: a nossa fidelidade no "pouco". Muitas vezes, estamos tão focados na escala do que queremos alcançar que negligenciamos a profundidade do que já temos em mãos. A autoridade espiritual é construída na constância das pequenas decisões, e é ali que Deus forja o caráter necessário para os desafios maiores.
Além disso, trouxemos para a mesa um tema que pulsa no coração de muitos: a nossa esperança pelo Brasil. Em tempos de incertezas políticas e sociais, como manter o olhar fixo no que é eterno enquanto exercemos o nosso papel como cidadãos? Henrique, que hoje coloca seu chamado à disposição de São Paulo, compartilha como a nossa fé não é um refúgio para nos omitirmos, mas o combustível para servirmos com excelência e integridade.
Este é um convite para realinharmos nossas prioridades e lembrarmos que, não importa o cenário, a nossa esperança tem nome e endereço: ela está fundamentada na soberania de Deus sobre a nossa nação e um povo posicionado e comprometido em expandir o Reino de Deus nessa terra.
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