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Foi em Florença que se fez filósofo. Farioli era um aluno discreto, daqueles que assistem às aulas no fundo da sala. No momento de concluir o curso, surpreendeu um dos mais experientes professores da universidade com uma proposta diferente: uma tese sobre como o guarda-redes é um filósofo.
Neste episódio, mergulhamos na tese “A filosofia do jogo: a estética do futebol e o papel do guarda-redes" e visitamos o filósofo Sergio Givone na sua casa-museu, onde há meio milénio viveu o pintor Rafael.
Siga o podcast "O Código Farioli" para não perder os novos episódios, às sextas-feiras.
Era sequer possível Farioli não se apaixonar por futebol? Francesco viveu uma infância tranquila na Toscana, rodeado de livros, de poesia e muito “calcio”. Inspirado pelos anos dourados do futebol italiano, Farioli ainda sonhou ser guarda-redes profissional, mas faltava-lhe o principal atributo: a altura. Os colegas de balneário reconhecem-lhe a liderança desde cedo. Era o “capobanda”. Não se tornou o sucessor de Buffon, mas na Toscana da sua infância, desenhou-se outro futuro para Francesco.
Neste episódio ouvimos o pai Massimo, o olheiro da Atalanta que o acompanhou desde os seis anos, o treinador que o levou do Margine Coperta - o clube logo ao lado de casa - até ao Freccia Azzurra, em Pisa, onde os antigos colegas de equipa até hoje torcem por ele.
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