The Luis Triangle Project-Luis Roxo

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The Luis Triangle Project-Luis Roxo episodes

  • Deixa-me te Amar

    1 Na vastidão do universo, onde as estrelas

    dançam e as galáxias se entrelaçam, ergue-se a imensidão do sentimento.
    Deixa-me te amar como as ondas abraçam a praia, com uma entrega profunda e
    ininterrupta. Permita-me ser o poema que os ventos sussurram suavemente, a
    melodia que ressoa nos recantos mais secretos da tua alma.

    2 Cada momento partilhado é uma página em

    branco onde traçamos os nossos sonhos em tinta de amor. Deixa-me ser a tinta
    que colore cada sorriso teu, a tinta que se funde com as lágrimas e escreve
    histórias de superação. Nos abraços, encontramos um refúgio, um santuário onde
    o tempo se suspende e o mundo desvanece.

    3 Nos teus olhos, vejo a constelação dos meus

    desejos, as órbitas dos meus anseios. Cada olhar é uma janela para um universo
    interior, um mundo em que eu anseio explorar. Deixa-me mergulhar nas
    profundezas do teu ser, descobrindo os segredos escondidos e as promessas não
    ditas.

    4 E quando a noite cair e o silêncio se

    instalar, deixa-me ser a estrela-guia que ilumina o teu caminho. A escuridão
    será apenas um prelúdio para a luz que carregamos juntos. Deixa-me te amar como
    as estrelas amam a noite, com uma intensidade que transcende as palavras e se
    expressa no brilho dos nossos corações entrelaçados.

     

    2 min
  • Mar de Amor

    Da tua Alma.

     

    Nasceste-te

    numa manhã,

    Numa

    manhã de Agosto,

    Onde

    lavas o teu rosto,

    No

    silêncio da tua alma.

     

    Vim

    nas asas de um anjo,

    Porque

    tu assim chamas-te,

    De

    levezinho, como chama,

    Ardente,

    doce arcanjo,

    Por

    dentro das águas, me ama.

     

    Metade

    do teu coração,

    É

    luz, barco no horizonte, amor,

    E

    a outra metade do teu coração

    Também

    é puro amor,

    Me

    dá tua mão.

     

    Sim;

    estendes-te a tua mão,

    No

    meu cabelo, nos mares

    E

    ficas-te, no porto do meu coração,

    Em

    iguais patamares,

    Bruma,

    límpida da tua alma.

     

    Todo

    este dentro de mim sentir,

    Não

    existe, palavra, definição,

    Na

    manhã, dos teus olhos lenta ao cair,

    Sorris-te

    por dentro e amas-te,

    Sem

    nada perguntar,

    Louca

    de corpo, com todo o teu olhar,

    E

    me disseste: fica

    E

    eu fiquei

    Te

    beijei,

    Por

    fora, e por dentro da tua Alma.

    3 min
  • Solidão e outros dias DOIS

    Nas dobras sutis do tempo, encontramos o

    monólogo da solidão, um fiel companheiro nos dias calmos e nos momentos de
    reflexão profunda. É como um nevoeiro que se estende pelos campos da mente,
    envolvendo lembranças e anseios. Nos dias solitários, a introspecção floresce
    como uma flor delicada, revelando pétalas de pensamentos que raramente têm a
    chance de desabrochar.

       Cada

    amanhecer traz consigo a promessa de um novo dia, uma oportunidade para
    enfrentar a solidão e transformá-la em um amigo silencioso. Sob o céu em
    constante mudança, a solidão se mistura com a luz dourada, criando uma paleta
    de cores emocionais. A brisa sussurra histórias esquecidas, enquanto as sombras
    dançam com a melodia do tempo.

       Mas

    a solidão não é a única nota na sinfonia da vida. Há dias em que a alegria
    irrompe como um riacho de risos e abraços, preenchendo os espaços vazios com
    calor e ternura. As conversas se tornam pontes que atravessam a névoa,
    conectando corações e mentes, revelando que, mesmo na solidão, somos parte de
    um tecido maior.

       Nesses

    dias, a solidão se torna uma paleta de cores em um quadro em constante
    evolução. Ela não é mais um peso, mas um tom que contrasta e realça a beleza
    dos outros dias. A solidão e outros dias se entrelaçam, traçando os contornos
    da jornada humana, pintando a tela da vida com profundidade e significado.

     

    2 min
  • Solidão e outros dias UM

    Existe

    uma só verdade? Existe uma só realidade?

    Existe

    uma só morte? Existe uma só vida?

    Existe

    uma só verdade? Existe uma só mentira?

    Existe um só universo?                                               

    Na

    verdade nós existimos?

    O

    que será real e irreal?

    Onde

    fica a noite? Onde fica o dia?

    As

    sombras das trevas e começa a luz?

    Existe

    o sonho ou o sonho é a outra metade de nós?

    Existe

    uma só fronteira? Existe um só limite?

    Existe

    um só mundo dentro e fora de nós?

    Existe

    movimento ou é pura ilusão da consciência?

    Existe

    um silêncio? Existe uma solidão?

    Existe

    uma só miséria? Existe um só sol luminoso?

    Existe

    uma só lua? Existe a outra metade?

    Existe

    um só caminho? Existe uma só estrada?

    O

    que será mais real a morte ou a vida?

    Porque

    muitos andam mortos e vivem.

    Porque

    muitos vêem e andam cegos.

    Existo?

    E

    então a voz do universo me respondeu:

    -

    Existo porque tu existes.

    Existes

    porque eu existo.

     

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    Todos os direitos reservados

    3 min
  • O Silêncio dos Pássaros DOIS

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as palavras não podem tocar. Eles são os guardiões dos mistérios, os arautos do entendimento além da linguagem. Observá-los é mergulhar na quietude da natureza, onde a sabedoria se tece sem barulhos. No silêncio dos pássaros, encontramos a música suave da existência, um enigma desvendado somente pelo coração atento.

    2 min
  • O Silêncio dos Pássaros UM

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as palavras não podem tocar. Eles são os guardiões dos mistérios, os arautos do entendimento além da linguagem. Observá-los é mergulhar na quietude da natureza, onde a sabedoria se tece sem barulhos. No silêncio dos pássaros, encontramos a música suave da existência, um enigma desvendado somente pelo coração atento.

    1 min
  • O POETA 21

    O POETA o mundo precisa de poesia 21

    O TEU ABRAÇO

    Poema do Poeta: Luís Roxo (Portugal)

    Declamador: Luís Rôxo

    Podcasts by Luis Rôxo 2021

    3 min
  • O POETA 20

    O POETA o mundo precisa de poesia 20

    Poema do Poeta: Luís Roxo (Portugal).

    VIAGEM

    Declamador: Luís Rôxo

    Podcasts by Luis Rôxo 2021

    3 min
  • O POETA 19

    O POETA o mundo precisa de poesia 19

    Poema do Poeta: Francisco Motaco (Portugal).

    Tic-Tac

    Declamador: Luís Rôxo

    Podcasts by Luis Rôxo 2021

    2 min
  • O POETA 18

    O POETA o mundo precisa de poesia 18

    Poema do Poeta: José Gomes Ferreira (Portugal).

    D. Quixote

    Declamador: Luís Rôxo

    Podcasts by Luis Rôxo 2021


    1 min

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